PARABÉNS PARA DINO E PARA ROSEANA

PARABÉNS PARA DINO E PARA ROSEANA

João Melo e Sousa Bentivi

Confesso que nunca fui muito preocupado com a modéstia e isso me deu muitos problemas. Não morri por isso. Falo isso para dizer que sou o jornalista único, no Maranhão.

Quase 40 anos como cronista, nunca assessorei ninguém, nunca comprei um pão com o dinheiro do jornalismo, sempre estive na luta contra os poderosos, nunca me curvei a ninguém e tampouco devo favores a quem quer que seja e, antes que me esqueça, nunca mudei de lado. Creio e conheço jornalistas independentes, mas nunca mais que eu, no máximo, empatamos.

Assim, como vou elogiar ao governador Dino e a ex-governadora Roseana, deixo patente que deles nada quero e eles não tem nada para me dar. Evento glorioso, com vitória para todos os lados.

O governador Dino foi a principal voz discordante da reforma da previdência, bandeira número 1 do Bolsonaro. Fez bonito, para os esquerdopatas de todas as cores, a ponto de se apresentar como possível opção presidencial, numa atitude oposta, por exemplo, ao governador paulista, João Dória.

O nosso governador, ex-juiz, jurista, ex-deputado federal, agora leitor contumaz da Bíblia e assistente voraz de missas e cultos evangélicos, aliás, o comunista mais cristianizado do planeta, além do preparo intelectual, já carrega até as unções divinas, portanto é um homem deveras preparado para embates materiais e espirituais.

Com esse preparo fica difícil dizer, impossível até, duvidar da genialidade governamental, ou achar que ele cometa um desatino ou protagonize uma burrice.

Entrementes, lá pelo sudeste, tem um governador de nome João Dória, não muito dado a cultos e missas, mas defensor primaz da reforma, ainda que não seja defensor do Bolsonaro.

Um detalhe, entretanto, salta aos olhos: Dória é governador do estado mais rico e poderoso da federação, enquanto Dino é governador de alguma coisa que recebe o nome de Maranhão.

Qual a razão de tão díspares atitudes de Dino e Dória? Respondo: o governador Dino tem razão e a razão tem nome e sobrenome: Roseana Sarney. Sim, Roseana Sarney. Enquanto Dória teve o azar de substituir Alckmin/Márcio França, Dino substituiu Roseana Sarney. Aí está a diferença.

Primeiro, Dino é grato a Roseana. O principal cabo eleitoral dinista em 2014, foi a senhora Roseana. Ela deixou o Lobinho à míngua, entregue à própria sorte e mesmo assim, ele teve 35% dos votos. Caso os Leões tivessem se movimentado, ou seja, a senhora Roseana trabalhado por Lobinho, O Lobinho poderia ser um Lobão e teríamos, pelo menos, disputa. Não houve disputa.

Dona Roseana deixou, entre tantas coisas, para o Dino, todas as promoções da PM, milhares de vagas para concurso, dinheiro em caixa e capacidade de endividamento, que o Dino já exauriu.

O governador Dino não foi ingrato com ela, reconheça-se. Ninguém encontrará, em nenhum discurso do governador, uma vírgula sequer, contra a senhora Roseana. Fala genericamente em oligarquia e só deu porrada no Ricardo Murad, que, diga-se de passagem, nunca foi governador.

Portanto, explicado o enigma da oposição intransigente do governador Dino, contra a reforma da previdência. Recebeu um estado tão bem administrado por dona Roseana, que não precisa dar bolas para as ideias do Paulo Guedes.

Um aviso, eu não estou elogiando, nem Dino e nem a senhora Roseana. Estou dizendo que entre os dois há mais concordâncias, que a nossa vã filosofia pode perscrutar.

Agora que José Sarney adquiriu o status de conselheiro do governador, quem sabe não se aproxima o dia de Roseana ser homenageada, no palácio, pelos bons serviços prestados ao Maranhão, inclusive poderia merecer menção e mocão honrosa: primeira governadora eleita pelo voto popular, no Brasil. Merece ou não merece, amigas feministas?

Esperar, para ver, ou como repetia minha amada mãe, quem viver, verá.

Tenho dito.

VERGONHA DE SER ADVOGADO

VERGONHA DE SER ADVOGADO
João Melo e Sousa Bentivi
As bandalheiras e sacanagens sempre levam vantagem, na mídia, sobre as coisas construtivas e sérias. Exemplo típico é a reforma da previdência e os vazamentos criminosos da lavra de um sujeito chamado Glenn Greenwald.
É fato que esse sujeito cometeu um crime e, mais ainda, em conluio com toda gentalha esquerdopata, basta relembrar que na inquirição que o ministro Moro se submeteu na Câmara Federal, um tal Freixo fez uma pergunta típica de quem sabia antecipadamente o conteúdo de um vazamento futuro. Sabia, sim.
De repente uma notícia bomba: um grupo de 40 advogados, de várias entidades, posicionaram-se para a defesa jurídica do escroto Glenn.
Como se trata de um engodo, cretinice, teriam que ter um comando à altura do absurdo e nada melhor que OAB Nacional, por um tal Santa Cruz e aí está a maior maldade, nunca a “cruz” foi tão vilipendiada, por um só indivíduo e nunca a palavra “santa” foi tão mal empregada, quanto nesse sujeito. Essa “santa cruz” é uma verdadeira merda.
Não sei o que vai acontecer com a nossa resistente pátria, tanto que não mais analiso as coisas, principalmente se elas são oriundas, como, por exemplo, dessa funesta OAB Nacional.
Mas um detalhe não passou sem a minha análise. Havendo 40 advogados para defender bandeiras esquerdistas e, mais ainda, a soltura do marginal Lula, com destruição da Lava Jato, creio que o grupo não está completo, falta o mais famoso causídico dessa laia: o doutor Ali Babá.

FOI UM RATO DE BOTICA?

FOI UM RATO DE BOTICA?

João Melo e Sousa Bentivi

Nunca o crítico e satírico romano Quintus Horatius Flaccus foi tão atual, no Brasil: parturiunt montes nascetur ridiculus mus. “A montanha pariu um rato”. E foi um rato esculhambado, como se dizia em minha Pedreiras, de botica.

Um sujeito americano, Glenn Greenwald, em conluio com a nata da esquerdopatia nacional e internacional, de forma absolutamente criminosa, divulgou supostas conversas do ex-juiz Sergio Moro, com membros do Ministério Público.

Caso alguém ache isso normal, entramos todos na maior e mais espetacular insegurança jurídica. Qualquer bandido (e esse Glenn o é) poderá grampear qualquer cidadão, editar em casa as conversas, e, ao seu bel prazer, destruir qualquer reputação. Evidente que alguns defensores do tal Glenn, incluindo magistrados, só o defendem porque não são possuidores dessa coisinha, tão sagrada para os sérios e honestos, chamada reputação.

Quem não tem reputação não pode perde-la.

A traquinagem tinha objetivos bem definidos: forçar a renúncia do ministro, levar o presidente Bolsonaro a demiti-lo e desmoralizar a Lava Jato. Esses três objetivos, isolados ou juntos, só podem sair da cabeça de um bandido. O problema é que não há bandido solitário pelas bandas da esquerda. A bandidagem é solidária.

Os debates, tanto no Senado, quanto na Câmara serviram muito. Primeiro, mostrou a cara de muitos que no futuro estarão atrás das grades, fazendo companhia ao “nove dedos” e Zé Dirceu. Segundo, serviu para mostrar a firmeza e tranquilidade do ministro Sergio Moro e, terceiro e mais importante, mostrou a diferença entre um homem honesto e uma cambada de futuros presidiários.

E o objetivo inicial dos vagabundos? Nenhum deu certo. O ministro Moro jamais renunciará por essa bobagem, inclusive uma nação inteira foi às ruas para apoiá-lo. O presidente Bolsonaro, que não é tolo, jamais o demitiria por isso e ressalte-se que o ministro Moro saiu fortalecido. Por último, a Lava Jato deixou, há muito, de ser uma força tarefa. A lava Jato é propriedade da sociedade brasileira, é propriedade do Brasil.

Quero contrariar o famoso Quintus Horatius Flaccus: a montanha não pariu um rato. O tal Glenn e seus comparsas igualmente desqualificados prestaram um relevante serviço para a nação brasileira. Fortaleceram o governo da mudança, governo Bolsonaro, consolidaram o ministro Moro e mostraram para os bandidos que a Lava jato é indestrutível.

E o tal Glenn? Continuará como sempre foi, um vagabundo internacional. Em outras plagas estaria sendo processado, no mínimo, expulso. No Brasil existe a leniência com bandidos, basta olhar para Curitiba, ademais, fica difícil encontrar, em outros países, uma Suprema Corte com quilates da qualidade de um  Lewandowski, um Toffoli, ou um Gilmar, quem sabe, na Venezuela, o que comprova a seriedade e gravidade dessa afirmação.

Finalizando, toda essa encenação grotesca e criminosa só fortaleceu o ministro Moro e a Lava Jato e é hora de bandido chorar e se preocupar.

Ah! E os ratos? Não saíram das montanhas, mas são nativos, principalmente, de uma organização criminosa, chamada PT. Alguns estão na cadeia e outros a caminho. Bom para todos nós, bom para o Brasil.

 

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Nessa oportunidade vou tratar da audiência do ministro Moro no tal Senado Federal. Estará na série ”não se deve odiar a esquerda” porque os seus principais adversários, na inquisição, são da esquerda, misturados com PMDB e outros achincalhes.

Salvo engano, foram doze senadores adversários. Apesar de o ministro ter se oferecido para ir, o motivo é mais que prosaico: responder acusações oriundas de um fato criminoso, produzido em conluio com a esquerda bandalha.

De cara, se pudéssemos colocar a vida pregressa dos doze senadores adversários, até agora haveria senador sem sair das páginas do Código Penal. A rigor, caso a coisa fosse séria mesmo, essa turma da bandalha deveria se sentir constrangida em estar frente a frente com o ministro Moro.

Poderia dar muitos exemplos, mas um é mais que irretocável, definitivo: RENAN CALHEIROS.

Esse sujeito foi eleito pelo povo de Alagoas e, por isso, já se pode entender o porquê da pobreza alagoana. Mas os votos alagoanos lhe dão legitimidade. É duro encontrar algo legítimo em Renan Calheiros.

A cena, que poderia ser hilária, fez-me lembrar um episódio que caminha para cem anos, ocorrido nos Estados Unidos: a prisão de Al Capone.

Esse bandido, o mais famoso da história americana, sofreu a perseguição implacável do  detetive Eliott Ness. Foi condenado.

Alguém, com um mínimo de bom senso, imaginaria Al Capone inquirindo Eliott Ness? O que poderia Al Capone perguntar para Eliott Ness? Na pátria americana, essa hipótese só passaria na cabecinha de um brasileiro, como eu, acostumado com os desatinos de minha pátria.

Na pátria brasileira ela se dá à luz do dia, transmitida com som e imagem: o tal Renan, com quase duas dezenas de inquéritos criminais, inquiriu duramente o ministro Moro.

Um fato, no senhor Renana é elogiável: é um tremendo cara de pau e sem óleo de peroba para lustrar. Para rivalizar, nesse pormenor com ele, só um outro criminoso, trancafiado pelas bandas do Paraná, chamado Luiz Inácio.

Nas redes sociais dos esquerdopatas o tal Renan virou, mais uma vez, um ídolo. Nunca será sem razão a minha carinhosa afirmação: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Ser da esquerda, salvo honrosas exceções, exige esforço e dedicação enormes. Não é fácil ser, ao mesmo tempo, mentiroso, disfarçado, hipócrita, cretino e outras coisitas mais.

Poderia dar centenas de  exemplos, mas vou recordar um, um pouco antigo: a ausência de mulheres no primeiro ministério do finado Michel Temer. A gritaria foi esquerdista e “engolobou”, como se dizia na minha Pedreiras, até pessoas sérias e incontáveis inocentes úteis.

Um pequeno raciocínio matemático, de mais e menos, mataria a argumentação: se ao não ter nenhuma mulher, no ministério, esse ministério fosse uma droga, então se todas fossem ministras, seria excelente? Qualquer uma das afirmações estará repleta de algo, conhecido popularmente como burrice, então, pode ser um raciocínio esquerdista, decerto.

Ter mulher no poder, no comando, é sinônimo de competência? Não vou dizer nem sim e nem não, mas vou dar alguns exemplos, entre centenas. Uma pequena lista de notáveis mulheres: Dilma Rousseff, Benedita da Silva, Luíza Erundina, Tereza Crusius, Rosinha Garotinho, Roseana Sarney, Gleise Hoffmann, Erika Kokay, Jandira Fegali, Maria do Rosario, etc.

Farei algumas perguntas gerais: você convidaria alguma delas para dirigir a sua empresa? Para dirigir a prefeitura de sua cidade? Para dirigir a sua casa? Para tomar conta de uma empresa de ônibus? Você pode dizer não e será pouco questionado, mas se disser sim, causará uma justificável admiração. Admiração negativa, ou seja, o sujeito teria que ser excessivamente corajoso, mesmo temerário, para assumir tamanho risco. Creio que nem esquerdopata aceitaria esse risco.

Serei mais específico. Alguém, mesmo um doente esquerdopata, ainda votaria em Dilma Rousseff para presidente da república? Gleise Hoffmann, para o Banco Central? Maria do Rosario para o Ministério da Justiça? A tal Erika Kokay ou Jandira Fegali para um hipotético Ministério da Família? A resposta NÃO é filha do bom senso e a resposta SIM é digna de um esquerdopata.

Alguém convidaria a famosa Benedita da Silva ou a Roseana para alguma coisa em uma empresa de pequeno porte, por exemplo? Ou Rosinha Garotinha para a tesouraria de sua igreja?

As respostas dizem tudo, a competência de qualquer pessoa não guarda nenhuma relação com o sexo explícito ou camuflado, tem relação, sim, com as qualidades intrínsecas de cada pessoa.

Esse discurso de competência relacionada com a sexualidade é mais uma das centenas de mentiras urdidas pelos esquerdopatas e isso não significa que os homens sejam melhores que as mulheres, a propósito, tem um gatuno, certamente homem, preso em Curitiba, denominado Luiz.

Alguém lembra do sobrenome?

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Tentarei fazer mais de uma matéria com esse título, pois o momento nacional. Vamos ao que interessa.

O conselho é: não se deve odiar a esquerda. Sim, ela é tão bandida, tão escrota, tão malévola, que não merece ódio, merece nojo, merece asco.

A esquerda é, inicialmente, mentirosa, mente nos conceitos, mente nas análises e mente nas estatísticas e, como a minha Bíblia diz que tem um sujeito que é mentiroso e o pai da  mentira, descobre-se facilmente, quem é o pai de um esquerdopata.

A ideologia esquerdista tem a finalidade precípua de destruir as amizades e as famílias, tanto nos conceitos basilares da estrutura familiar, quanto nas regras mais comezinhas da convivência humana.

Vou contar um caso de experiência própria, doída e que me machuca até hoje. Era uma reunião de comemoração, com amigos e familiares e, de repente, por uma tentação que não veio de Deus, apareceu um assunto: o assassinato da veredora Mariele.

Qualquer pessoa, com um mínimo de sentimento democrático e cristão, não pode se conformar com nenhum homicídio, incluindo o da vereadora.

Eu entrei, como se dizia antigamente, de gaiato no navio. Inicialmente, condenei o homicídio e tudo ia muito bem, até que, literalmente, me lasquei. Disse: acho que esse novo tipo penal, feminicídio, é desnecessário, pois bastava colocar uma qualificadora no homicídio e teria o mesmo efeito.

O meu raciocínio jurídico não tem nada a ver com ideologia de gênero ou ideologia política. Entendo que um ser humano é, antes de ser masculino, feminino, ou qualquer outra letra do alfabeto, um ser humano e, por isso merece respeito. Caso se queira chamar a atenção para as mulheres, ponha-se uma qualificadora e estará tudo resolvido.

A esquerdopatia pensa diferente. Ao colocar feminicídio como algo especial, esse especial transforma, queira-se ou não, o homicídio de um homem, em posição de somenos importância, tanto que morte de homem e morte de policial, por exemplo, socialmente é desimportante e, nos meios de comunicação, nem notícia é, talvez nota de rodapé.

Ao falar dos meus argumentos, naquela nefasta reunião, o mundo abateu-se sobre mim e só não fui expulso, por conta da importância do meu passado, mas naquele momento, o meu presente, foi uma verdadeira merda, a melhor e mais elogiosa qualificação que recebi, foi: MISÓGINO.

Nesse instante, dentro de um verdadeiro inferno, sem ter coragem, pelo ambiente em que estava, de romper com a precaução e dizer todas as verdades, perguntava-me: como alguém, que me conhece tão bem, poderia me chamar de misógino?

Fui pra casa arrasado e, no caminho, pude entender. Tudo aquilo foi decorrência dessa doença diabólica, chamada esquerdopatia. É grave, contagiosa, passa de maneira sub-reptícia, de tal forma, que quando o paciente percebe, já tem metástases espirituais.

Às vezes, o quadro é tão grave, que o paciente nem percebe. A patologia ataca principalmente os neurônios, com especial afronta ao sistema límbico, sem esquecer o destrambelhamento da espiritualidade.

Explico: esquerdopatia não rima com fé cristã e com valores defendidos nas Escrituras Sagradas. É uma patologia orgânica, mental e espiritual.

Vou refazer a minha afirmação original: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

João Melo e Sousa Bentivi

Não, não vou elogiar o Neymar. Nesse  momento conturbado do pensamento nacional, qualquer tomada de posição pode gerar problemas, principalmente nesses assuntos atinentes com a sexualidade.

A minha análise se prenderá a um “tal laudo” de um “tal médico”, que determinou a existência de hematomas, na região glútea, de uma “tal garota”. De início, não era uma garota, mas uma cidadã, bem crescida e bem alimentada, se aproximando dos 30 anos.

Em qualquer livro de Medicina Legal tem uma explicação sobre perícias e documentos médico-legais. O “tal médico” não é um perito, o “tal laudo” nunca foi laudo, para ser uma perícia, portanto um auto ou um laudo, deveria ser feito por um perito e, não o sendo, teria que haver uma designação de uma autoridade competente, para algum com qualidade técnica fazê-lo.

A autoridade que pediu a “tal perícia” foi a “tal garota”, portanto a incompetência já está explícita; o “tal laudo” não passou de um simples atestado médico, que posso afirmar ser um atestado merda ou uma merda de atestado.

Ater-me-ei somente em um ponto: presença de hematomas e, pelo que pude entender, na região glútea da “tal garota”.

Uma descrição de uma lesão deve ter localização definida, limites e dimensões, pelo menos. Não teve nada disso.

Entender o que é hematoma é simples, qualquer pessoa pode entender: uma coleção de sangue, decorrente do extravasamento de um vaso calibroso, que não se difundiu pelas malhas teciduais, podendo ser superficial ou profundo.

As nádegas, região glútea, tem uma pele, um subcutâneo rico, uma aponeurose consistente com três folhetos e uma densa musculatura, destacando-se o glúteo máximo, médio, mínimo  e piramidal. As principais artérias são a artéria glútea superior, ramo da artéria ilíaca interna, que se anastomosa com a artéria femural lateral e ainda podem ser citadas as artérias isquiática e pudenda interna.

Essas artérias são protegidas por uma volumosa massa muscular, antes já descrita. No caso das nádegas da “tal garota”, pelas fotos circulantes, o que não lhe falta é fartura de glúteos e quanto mais fartos, mais difícil a lesão de um vaso grosso, calibroso.

Em verdade, nunca houve hematoma nenhum e o Neymar foi mesmo sacaneado, duramente sacaneado.

Para um desses vasos do bumbum da “tal garota” ser lesionado, nunca seria a base de palmadas ou unhadas, aliás, ouso dizer que palmada alguma causará hematoma nas nádegas, principalmente nádegas do quilate das nádegas da “tal garota”.

Pior ou melhor, ainda, se o agressor for um sujeito como o Neymar, com a compleição física do Neymar, poderia passar três dias batucando aquela bunda e nunca causaria um hematoma sequer.

Não posso dizer o que houve, naquela memorável noite de amor, tudo parece apontar que não faltou malandragem, mas posso dizer, sim, nunca existiu o tal hematoma.

MINISTÉRIO MAIS DIFÍCIL   

João Melo e Sousa Bentivi

Nunca foi tão difícil governar como agora, no Brasil. O presidente Bolsonaro e seus ministros são analisados com lupa, pela esquerdalhada. Aliás, esses esquerdofrênicos que dominaram o Brasil, por quase duas décadas e quase o destruíram, sabem, como ninguém, criticar e, muito mais ainda, mentir. Não dão tréguas e o Brasil, no desejo deles, que se lasque!

O ensino brasileiro é uma lástima e não é culpa do Bolsonaro, tampouco falta de recursos. O Brasil gasta 6% do PIB em educação, mais que a maioria dos países desenvolvidos e com um resultado pífio.

Olhemos só para as universidades públicas e aí o buraco é maior. Uma pergunta é salutar: o desenvolvimento tecnológico, industrial e social do Brasil, nasceu nas universidades públicas? Um exemplo de sucesso aqui e acolá, o resto e necas de catibiriba.

Mas em um quesito ela é imbatível: na pregação e adoecimento ideológico da nossa juventude. Tenho exemplo perto de mim, junto a mim.

Sou de uma família numerosa e há muito ultrapassamos os três dígitos em “Bentivis”, mas fui o pioneiro em tudo, primeiro formado, primeiro doutor, primeiro automóvel, etc. (nada de orgulho tolo, porém realidade inapagável). Temos vários grupos de zap e, evidente, que sempre haverá postagens de cunho ideológico.

Tudo muito bem, desde que, por exemplo, não se diga que Lula é bandido. Depois de vários episódios desagradáveis, tomei a decisão de me posicionar ideologicamente somente em minhas páginas e no meu blog. A reação esquerdopata dentro da família foi mordaz, ferina e violenta. Confesso, tive medo e impus-me a um “silêncio obsequioso”.

A esquerdopatia é uma doença que desconhece relações, afetividade, hierarquia, respeito aos mais velhos, às crenças religiosas e outras coisitas mais, tão relevantes para a chamada direita e que construíram a sociedade. O modus operandi esquerdopata é a destruição de valores, de crenças e da família, sendo a nossa universidade é o maior celeiro dessa nocividade.

Durante muito tempo tive receio de dizer essas verdades, até mesmo por uma autocensura. Dei um basta no medo e resolvi adentrar, novamente, no ringue. E tenho história que a maior parte desses vagabundos de esquerda jamais terão.

Na adolescência líder estudantil, na universidade ativista, na Residência Médica, fundei e fui vice-presidente de uma das primeiras associações de médicos residentes, no Rio de janeiro e no Brasil. Como profissional, fui líder de classe, fundador do Sindicato dos Médicos do Maranhão, quando isso era quase um crime hediondo, fui preso durante a ditadura e nunca abdiquei dos meus valores.

Passei pelo parlamente e pelo executivo e desafio a qualquer um que encontre um senão na minha conduta. Sou o único jornalista, com quase 40 anos de militância que palmilhou no antisarneisismo com coragem e determinação, sem um minuto de transigência, também sem irresponsabilidade.

Há algum tempo não digo uma só palavra contra o Sarney e tenho razões para isso: uma boa parte dos atuais detratores do sarneisismo fez carreira, fortuna e fama lambendo as botas do velho cacique. Agora, esses pérfidos vagabundos jogam pedra, no seu antigo senhor e dono. Vagabundos, sim, e posso nominá-los um a um.

Voltando às universidades públicas e ao ministro Abraham Weintraub. O ministro está absolutamente correto em mexer nesse vespeiro ideológico chamado universidade pública e não vai resolver o problema. A pregação esquerdopata já existe há dezenas de anos, revigorou-se nos quatro governos quadrilheiros do PT. Precisamos de, pelo menos vinte anos, para uma relativa cura

O ministro necessita de nosso apoio, as pancadas serão descomunais e nós, brasileiros conscientes, não podemos deixá-lo só. Eu sou quase nada, mas no limite de minhas possibilidades, sou tudo. Não sei o tamanho desse limite, mas trabalharei no meu limite, para o bem de minha pátria.

Tenho dito.

Em tempo: os vagabundos deram uma trégua para a ministra Damares Alves. Acho que foi jejum e oração. Xô satanás!

DIMINUIÇÃO DE PENA NÃO CANONIZA UM BANDIDO

DIMINUIÇÃO DE PENA NÃO CANONIZA UM BANDIDO

João Melo e Sousa Bentivi

Mas reafirma a seriedade de um juiz. É exatamente isso que aconteceu com os últimos episódios jurídicos envolvendo o facínora conhecido como Luiz Inácio.

Após tantos julgamentos, uma turma do STJ dosou a pena do referido condenado a menos de 9 anos de reclusão. A diferença temporal com a pena arbitrada, pelo então juiz Sergio Moro, mostra que essa cantilena de perseguido, mártir ou qualquer coisa que o valha, não valem nada, a não ser tentar construir uma narrativa mentirosa, que todos sabem mentirosa, inclusive, o bandido tem certeza.

O trabalho, portanto de petistas, comunistas e outros istas semelhantes é a construção mentirosa de um valhacouto para um famoso marginal. Nada mais.

Mas uma vitória foi expressiva. Explico. A turma da bandalha queria mesmo era transformar o rosário criminal do Luiz Inácio em crime eleitoral e, consequentemente, ser julgado nessa justiça, sabidamente lenta e sem experiência criminal. Não deu certo.

Os ministros do STJ receberam pressões insuportáveis, devendo se observar que a maioria dessa turma foi nomeada pelo bandido em epígrafe e por sua correlata Dylma. Fraquejaram, sim, mas não caíram.

Nesse episódio salta aos nossos olhos o oceano de incoerência das esquerdas. Vibraram com a diminuição da pena, como se isso fosse uma grande vitória. O fato sério, dessa decisão não será mais ou menos meses de cadeia, mas a confirmação de que o tal Luiz Inácio é, de fato, um corrupto, seguramente o corrupto mais importante de toda nossa história e da história da humanidade.

Os meses de cadeia, hoje diminuídos, são de somenos importância. As inúmeras ações penais com a titularidade do Luiz Inácio são o aval de que, ao final de sua saga marginal,  ultrapassará os limites da pena máxima no direito brasileiro.

Entretanto há boas notícias para Luiz Inácio diminuir o seu tempo de encarceramento, basta ele querer: ler livros e trabalhar no presídio. Como dizia minha vovó Chiquinha, é aí que a porca entorta o rabo. Ler e trabalhar não faz parte da trajetória do Luiz Inácio.

Tenho dito.

TOFFOLI É MUITO CORAJOSO

TOFFOLI É MUITO CORAJOSO

João Melo e Sousa Bentivi

Duas frases iniciais:

“ Um bom motor da coragem é a ignorância” e “ Se queres demitir, promova”.

Acho o ministro Toffoli um homem corajoso demais. A história é singular e conhecida nacionalmente. Um homem que tentou ser um simples juiz de primeiro grau, com absoluto sucesso: foi reprovado.  Teve uma militância advocatícia, creio, comum e se notabilizou profissionalmente em locais não tão bem recomendáveis: advogado do PT e assessor do  conhecidíssimo José Dirceu.

De repente, sim, de repente, foi guindado a ministro da mais alta corte, o STF e, mesmo sendo “esse” STF, de não boa imagem, imagino a aflição interior do senhor Toffoli, quando foi escolhido. Ainda que existam dezenas de assessores para preparar peças jurídicas, mesmo assim, não seria fácil desempenhar as funções a contento.

A Bíblia diz que assim como uma noite chama outra noite, um abismo chama outro abismo. Toffoli cai exatamente na tal Segunda Turma e, entre as suas companhia orientadoras, estavam, nada mais e nada menos, Lewandowski e o insuperável Gilmar. Ninguém tem dúvida do quilate dessas influências e as suas relevantes consequências.

Eis que algo faltava para acontecer e aconteceu. O rodizio natural tomou Toffoli e o guindou a presidência do STF. Agora, o ex-reprovado para a magistratura era o maior de todos os magistrados. Pronto.

Volto para a segunda frase. O sujeito é um bom porteiro da loja, é o melhor de todos os porteiros, de repente e promovido a vendedor. Sai-se um bom vendedor, mais não o melhor.

Quando chega coordenador de turno, as cagadas começam a aparecer, até que, ao ser promovido a gerente, faz tanta besteira que a demissão se torna natural. Não há demissão de ministro de tribunais.

A qualidade do ministro Toffoli se mostrou exacerbada nesses últimos episódios de censura a liberdade de expressão e o consequente  estupro a ordem jurídica e constitucional da pátria, com o tal inquérito cala boca.

É evidente que não irá prosperar e irão dar uma decisão apaziguadora e hipócrita para resolver a cagada, entretanto limpar simplesmente a merda, não tira o fedor. Continuará fedendo.

Muito há por vir, a dúvida é a qualidade do que virá, mas fica, aqui, a minha admiração com a coragem do ministro Toffoli.

É, deveras, um homem muito corajoso.