SE LULA FOSSE JAPONÊS?

SE LULA FOSSE JAPONÊS?

João Melo e Sousa Bentivi

O episódio do senhor Carlos Ghosn, francês, libanês e brasileiro é uma bela lição para o povo brasileiro. São muitas verdades e a maior delas é a diferença gritante entre Brasil e Japão. Não falo de diferenças geográficas, mas de comportamento dos seus povos. Por exemplo, bandido não tem vida boa no Japão, a taxa de condenação de corrupto é quase 100%, já no Brasil, com a ajuda do tal STF, bandido rico vira sinal de impunidade.

Imaginem que o Brasil se tornasse Japão e alguém imaginaria que Toffoli, Lewandovsky e Gilmar Mendes seriam juízes da suprema corte? Pensariam que um Rodrigo Maia e um Alcolumbre teriam vaga para dirigir parlamentos? Renan Calheiros seria um senador japonês? Evidente que essas pessoas são subprodutos da nossa carência moral.

Mas ninguém representa mais a nossa lastimável situação que esse indivíduo chamado Lula, que denomino Lulaíma (herói sem nenhum caráter). Caso fosse japonês inexistiria um japonês sequer para dizer essa baboseira de LULA LIVRE. No Brasil, há milhões.

É preciso ser um esculacho de nação para  um chefe de quadrilha ter seguidores. Seguidor de quadrilheiro, admirador de marginais não rima com pessoas decentes, séria e honestas, rima com aspirante a marginal.

Lulaíma (herói sem nenhum caráter) não poderia ser japonês, decerto, pois além de não ter nenhum admirador na pátria nipônica, teria realizado o harakiri, morte por desonra.

Mas está vivo, não é japonês,  é brasileiro e vive no Brasil, tem chance do STF inocentá-lo e até ser, de novo candidato e, pior  ainda, eleito.

Caso alguém queira saber o porquê do Brasil não ter dado certo, não perca tempo:  o problema do Brasil é o brasileiro.

Tenho dito.

O PT EVANGÉLICO

O PT EVANGÉLICO

João Melo e Sousa Bentivi

Quando você pensa que o Lulaíma (o Macunaíma sem nenhum caráter) tinha encerrado a sua saga, se enganou completamente. É um tarado do mal.

Incomodado com a projeção do Bolsonaro junto ao eleitorado evangélico, Lulaíma saiu com essa pérola: fundar o PT Evangélico. De cara, dentro das concepções religiosas e não bíblicas, não gostei, mas, depois, pensando em Jesus e em seu sacrifício remidor, entendi que algo poderia ser aproveitado na esdrúxula ideia.

Já ouvi preciosidades como: um crente em Jesus não pode ser petista. O que não é a mesma coisa que um petista se transformar em um crente. No primeiro caso, o tal crente teria dificuldades em defender temas bíblicos em uma reunião da CUT, por exemplo, na segunda hipótese se abriria uma grande chance de mudança de partido.

Voltemos a pensar no PTE – PT EVANGÉLICO. Seria um grupo de evangélicos petistas que resolveram se abrigar em um ambiente mais espiritual ou uma brigada petista destinada a cooptar crentes desavisados ou com outros interesses? Esse PTE teria interesse no anúncio da verdadeira palavra de Deus, ou somente uma armadilha para se contrapor ao Bolsonaro, nas vias eleitorais?

Vou ajudar o PT e o Lulaíma (herói sem nenhum caráter). Não tentem fazer o PTE pregando ideologias durantes os cultos, pois a maior parte dos crentes não gosta disso. Não tentem abordar os irmãos com as palavras de gírias próprias da esquerda, tampouco com roupas não condizentes com os usos e costumes dos crentes.

Não tendem  fazer pregação antes de aprender as manhas dos discursos dos evangélicos, essa coisa de “espaço de fala”, “empoderamento”, por exemplo, não faz parte da linguagem dos crentes.

Vou facilitar a vida do PTE, a chance de vocês darem certo é mentir mais do que vocês normalmente mentem. Vocês não creem, mas mintam e digam que a verdadeira família está na Bíblia, que os gêneros (nada a ver com opção sexual) são somente dois, que pai e mãe devem ser respeitados, que meninos e meninas são diferentes, devem obedecer e se não obedecerem a Bíblia manda corrigir.

Mintam muito (pois vocês não acreditam, mas mentem com arte) e afirmem que existiu Adão e Eva, que houve Jardim do Éden, que Torre de Babel, Sodoma e Gomorra existiram. Mintam mais (pois vocês não acreditam) e afirmem que o Exodo dependeu da mão divina, que Abraão é o verdadeiro pai da nação israelita, que Jesus só é Salvador porque veio de uma virgem, conforme a Bíblia, que morreu por nossos pecados, ressuscitou dentre os mortos, voltou aos céus e voltará para buscar a sua Igreja.

Mando vocês mentirem por um motivo santo. Quem sabe, num descuido, entre uma mentira e outra, vocês possam ser alcançados pelo evangelho. São Paulo diz que a fé vem pelo ouvir da palavra de Deus, mesmo mentindo, se vocês estiverem falando a palavra de Deus, poderiam se converter e formar um verdadeiro PTE, evidente que, se esse PTE for verdadeiro, for cristão, não restará espaço de convivência com o PT PT do mensalão, do petróleo, que é o verdadeiro PT do Lulaíma (herói sem nenhum caráter).

Mas pode haver um PTE sem mentira? Pode e já existe. A melhor receita para o PT e outros partidos asseclas das esquerdas penetrarem no meio dos crentes é comprando lideranças evangélicas corrompidas na sua fé. Aliás, lideranças evangélicas corrompidas podem ser compradas pela direita, pela esquerda, pelo centro e por qualquer lado.

A moeda de compra é variada e múltipla, vai desde o vil metal, até condecorações e outras benesses. Pode ser mandato eletivo corrupto, nas tetas do erário, ou cargos anômalos como secretários, diretores ou capelães.

Toda vez que alguém quer e pode comprar e o outro alguém quer se vender, tudo fica mais fácil. O ruim para essa turma que envereda na facilidade de se vender é esquecer que a caminhada santa passa por um tal caminho estreito. É um caminho difícil, sem vendilhões, mas leva ao céu.

“Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz a perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida e poucos há que a encontrem”(Mt 7:13-14)

DE VOLTA AO PAI

DE VOLTA AO PAI

João Melo e Sousa Bentivi

“… mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. (Gn 2:17)

“Que homem há que viva e não veja a morte, ou que livre a sua alma do poder da sepultura?” (Sl 89:48)

“Assim que o homem começa a viver, tem idade suficiente para morrer”. (Heidegger)

Passando dos 60 anos creio ter uma visão de conjunto bem extensa da vida: da por mim vivida e das vidas por mim presenciadas. Posso dizer que ninguém é o mesmo, a cada dia somos outra pessoa, até assumirmos a condição final de defunto.

Incontáveis diferenças poderia apontar, ater-me-ei a uma comparação pontual da adolescência  com a tal terceira idade. A festa mais comum na adolescência eram os aniversários de 15 anos, mas a efeméride mais frequente na terceira idade são os velórios.

Convivo com vários grupos de idosos masculinos, conversas inteligentes, espirituosas, plêiade de mentirosos na esfera da sexualidade e um papo natural: fulano está hospitalizado ou sicrano faleceu. O diabo é que hospital, nessa faixa etária, rima firmemente como uma canção para dona Lucrécia.

Nesse diapasão, pelo aumento da longevidade, os que nos deixam na faixa dos 60 anos recebem a adjetivação de terem ido cedo demais, como se tantos anos fossem, de fato, precocidade. Entendo isso como uma maneira mentirosa de se acharem jovens, mesmo após os 60 anos.

Uma questão suplementar acontece. À medida que o tempo passa o número de contemporâneos rareia e, de repente, você não tem mais a festa do funeral: todos se foram.

Na minha casa tenho um exemplo vivo. A minha sogra, uma bênção em nossas vidas, teve todos os seus contemporâneos familiares chamados pelo Criador. Às vezes encontro-a pensativa e fico a imaginar se é saudade dos que se foram ou vontade de acompanhá-los. Não sei, felizmente o sorriso voltou a reinar com a presença diária de uma bisneta. Extremos da vida em harmonia significa certeza de alegria. Mais uma lição.

A marcha da vida é inexorável e como um filósofo da Bioética, raciocino e ensino que morte e vida são a mesma face do inexplicável e do indefinível.

Hoje lamentamos pela ida de Rita Palhano, como Rita lamentou pela ida de tantos. Amanhã lamentaremos pela ida de outros, até o dia que outros lamentarão por nós.

Não deve haver lugar para o desespero por algo que não podemos alterar, por isso advogo a fé, ainda que fé eu não tivesse. A fé, nesse momento, é o grande aval da eternidade.

Guardemos a fé.

POR ONDE DIABOS ANDA GRETA?

POR ONDE DIABOS ANDA GRETA?

João Melo e Sousa Bentivi

Não há ninguém minimamente informado que desconheça aquela garota sueca, “injustamente” tratada de pirralha, que defende de dinossauro a bactérias, passando de raspão pelos homens, chamada Greta.

Para os que não a conhecem faço uma pequena descrição da jovem cidadã: trata-se de uma jovem bem nascida, vacinada exemplarmente, que teve todas as suas vontades realizadas, que pode escolher em percorrer o mundo de avião, bicicleta, carro ou qualquer outra coisa, como um moderno veleiro, impulsionado por energia solar.

Eu que até a juventude só pude ter bicicleta, fico com uma ponta disfarçada de ciúme. Coisa boba. Mas voltemos a nossa jovem, “injustamente” dita pirralha. Nunca soube o que é fome, inclusive só come orgânicos, com cardápio orientado por nutricionistas e a cada suspiro, as redes sociais, com milhões de seguidores se emocionam, passa o dia inteiro postando e respondendo, aliás, tem uma assessoria enorme para auxiliá-la. Pode-se dizer que essa cidadã, “injustamente” denominada pirralha é um mar de felicidade.

Aí a questão não é tão simples. Essa cidadã, “injustamente” denominada de pirralha, é uma péssima aluna, a caderneta escolar está repleta de falta, em qualquer escola séria estaria reprovada por falta. É denominada ambientalista, mas entende tanto de meio ambiente, quanto o papa Francisco do mister de fazer menino.

Enquanto o Gonzaguinha cantou a alegria das crianças, essa cidadã, “injustamente” chamada de pirralha, nunca se viu com um simples sorriso no rosto, que, a bem da verdade, de beleza só tem a juventude, mas de tristeza é um oceano.

As palavras dos jovens, acostumamo-nos por serem fáceis, cândidas e suaves, a tal cidadã fala crispada, dura, fria e irritada. Aqui, na linha do Equador, faço uma futurologia: quem será o companheiro ou companheira que vai desfrutar por, imaginemos, 30 anos, de tão agradável companhia? Deve ser de lascar conviver com bombom de alho por muito tempo.

Uma preocupação tem me incomodado: a tal Greta não deve estar bem de saúde, quem sabe, afásica. Bastou queimar a Amazônia e Bolsonaro pegou logo uma cacetada, entrementes a Austrália está queimando há mais de 3 meses e a moça está suturna.  Não abre a bendita ou maldita rima labial a respeito.

Será que canguru, coalas e outros marsupiais não merecem a mesma proteção, que as nossas guaribas? Ou Bolsonaro precisaria ser o primeiro ministro da Austrália para um grande mimimi internacional?

Volto ao Gênesis, para me lembrar da primeira indagação da história: Adão, onde estás? Estava escondido. Greta, onde estás? Quem sabe, voltou a frequentar a escola, de onde nunca deveria ter se ausentado. Deveria aproveitar para aprender com mais profundidade a problemática ambiental.

JUNTOS, MAIA E ALCOLUMBRE: ALGUMA SACANAGE

JUNTOS, MAIA E ALCOLUMBRE: ALGUMA SACANAGE.

João Melo e Sousa Bentivi

Quando os homens  públicos se reúnem, o pressuposto lógico seria que alguma coisa boa para o povo estaria sendo gestada, mas geralmente o tal pressuposto é negado, principalmente se a reunião é em Brasília. Dessa forma, nas atuais circunstâncias da política brasileira, sempre há uma ponta de desconfiança, quando os homens públicos conversam, mas se esses homens públicos se chamam Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, não há nenhuma ponta de dúvida, porém uma inquestionável certeza: estão armando uma grande sacanage.

O STF, por sua vez, é incomparável em fazer cagadas e fez, há pouco, mais uma traquinagem criminosa, ao suspender a prisão, após a segunda instância e a sociedade brasileira reagiu de maneira decisiva, a ponto de conseguir movimentar as duas casas do Congresso, com a proposição de um projeto de lei e uma PEC, que poderiam voltar as coisas, para o local da correção.

Aí, entrou em cena, às sombras, camuflados como se fossem líderes do bem, dois pústulas políticos, Maia e Alcolumbre, com uma ideia que parece boa: unificar as propostas das duas casas. Uma baita malandragem, para postergar ao máximo a decisão ou mesmo inviabilizá-la..

Estão cumprindo um script traçado a seis mãos, e seis mãos repletas de lodo e imundície, pois se as quatro já seriam medida para nenhum satanás ficar triste, tinham mais duas mãos, que só não afirmo serem piores, porque muitas vezes, a escolha do pior é problemática. As duas mãos de Toffoli. Explico.

Quando Toffoli viu a reação popular contra a traquinagem do STF, tratou logo de anunciar que o assunto poderia ser tratado pelo Congresso e adiantou, de maneira espúria e inadequada, que a prisão após a segunda instância não se tratava de causa pétrea, que poderia ser tratada diretamente pelo Congresso e, pasmem, receberia a concordância do STF.

Esse Toffoli é um ministro que, à sorrelfa, adianta para as partes, de maneira informal, se algo é ou não constitucional, ou seja determina o que esse Congresso deve ou não fazer e esse Congresso faz. Tudo isso se chama união siamesa da sacanage constitucional.

O Senado, então, pela liderança da correta senadora Tebet, aprovou na Comissão de Constituição e Justiça, a alteração no CPP e tudo dependeria do projeto ser mandado para a Câmara, aí entra o pústula Alcolumbre, senta em cima e ninguém sabe quando sairá dos seus sórdidos fundilhos.

Alguém acha que nessa sacanagem ele está só? Engana-se. Bordel de um só, se chama masturbação e tem muita gente com ele, muita gente mesmo, mas dois, com certeza, são preponderantes: Rodrigo Maia e Toffoli.

Essa é a realidade. Um país que tem lideranças do quilate de Maia, Alcolumbre e Toffoli não pode ser um país sério. Não é um país sério.

Rodrigo Janot pensou acionar um gatilho e falhou, para minha decepção, redondamente, como não tenho experiência gatilhau, resta a mim clamar por fogo dos céus para consumir bandidos.

Pedir fogo dos céus não se enquadra no Código Penal: FOGO, SENHOR!

PERDE MENGÃO

PERDE, MENGÃO.

João Melo e Sousa Bentivi

Antes que  você me confunda como adepto de algum outro grupo minoritário, reafirmo que sou Flamengo há 37 gerações, aliás, acho que Adão e Eva constituíram o primeiro casal rubro-negro da história.

Essa matéria diz respeito a outro fato: ao desespero de um pai flamenguista. Relatarei o drama.

O pai, bom pai, comprou uma camisa do Gabigol para o filho. A criança, emocionada, de joelhos, olhos plenos de lágrimas, agradece e faz um único pedido para o amado pai.

“Meu pai querido, me prometa que eu posso usar essa camisa e sou vou tirá-la, quando o Flamengo perder uma partida”.

O pai, homem de pouca fé, acostumado com coisitas costumeiras como Palmeiras, Corínthians, ou outro pé-duro semelhante, aquiesceu ao pedido filial. Assim, ser ter a dimensão exata do fato, esse pai adentrou em um problema paternal e sanitário: O Flamengo, rodada a rodada, jogo a jogo, não perde e o garoto não tira a camisa. São quatro meses de ininterruptas vitórias.

O menino está fedendo, camisa se rasgando, micose pelo corpo e tudo já lhe foi prometido e ele não aceitou trocar de roupa;  o pai, a mãe, tios e avós não sabem mais o que fazer, pois há 4 meses o Flamengo teima em não perder.

O pai, há poucos dias, procurou apoio nas rádios e redes sociais. É rubro-negro, decerto, mas o coração de pai está falando mais alto, foi a terreiro de macumba, sessão espirita e igreja evangélica, rádios e redes sociais, com um pedido inusitado: PERDE FLAMENGO!

Meu coração é flamenguista, mas sei como pode um pai sofrer e estou sofrendo com esse desesperado pai, por isso fiz a minha parte: mandei um email para o Mister, solicitando uma derrota do MENGÃO.

Acho que não serei atendido e o drama daquele menino, agora um fedorento garoto, está longe de terminar, mas como a fé remove montanhas, não custa nada desejar, por um ato de fé e piedade cristã: PERDE, MENGÃO.

A droga é que a minha fé está muito longe de um grão de mostarda e o garoto vai continuar fedendo, certamente, por muito tempo.

A propósito, acabou a sacanagem do “cheirinho” e como não há mais adversários nas Américas: te segura Liverpool.

LULA NÃO TEM PALAVRA

LULA NÃO TEM PALAVRA

João Melo e Sousa Bentivi

Colocando a casa em ordem, todo brasileiro honesto e consciente está triste, pois em contrário, ou o sujeito é um desonesto ou um desprovido de raciocínio lógico.

O Lula, pelas diabruras desse insano e incompetente STF (na mais favorável hipótese) está solto, mas continua um simples bandido, aliás, ele não é o único bandido solto e lá pelas bandas de Brasília, os bandidos com liberdade de ir e vir se contam aos milhares.

A dúvida quanto ao Lula é maniqueísta: se ele é mais bandido que cínico ou vice-versa.  Resposta difícil e eu acho que ele hiperboliza essas duas habilidades, daí podermos alcunha-lo, simplesmente, de um bandido cínico ou, quem sabe, um cínico bandido.

Para algazarra de sua horda de esquerdopatas repetiu: sou um inocente. Caramba, quem inocentou o Lula? O STF está, de fato, procurando um meio de inocentá-lo e eu, como advogado, já entendi muito bem e vou explicar.

Ninguém pode anular os milhões devolvidos pela Lava jato, ninguém pode dizer que tantos criminosos que se delataram e delataram outros mentiram, ninguém encontra um til sequer de desonestidade nas condutas do Ministério Público e dos juízes da Lava Jato e nem o próprio Lula acredita na honestidade dele…

Sobra o quê para os  rampeiros do STF para absolver o Lula? A prescrição ou a anulação do processo. A prescrição não é o ideal para um criminoso caminhando para os oitenta anos, então essa bandalha do STF se prepara para anular os processos envolvendo o bandido Lula.

No próximo post vou tratar exclusivamente do STF, mas acho que temos que engrossar o coro para o impeachment de alguns ministros desse tribunal, começando pelo lendário Gilmar e o despreparado jurídico Toffoli.

Por último, o título é LULA NÃO TEM PALAVRA. Sim, se nos referimos a falar a verdade, pois em mentira é pós-graduado. Ele afirmou que só sairia da cadeia se ele fosse inocente, tudo balela, saiu e continua bandido, nada mais. Não tem palavra.

Vamos para a rua lutar.

POR QUE MATAR GILMAR?

POR QUE MATAR GILMAR?

João Melo e Sousa Bentivi

A notícia foi bombástica: Janot desejou matar Gilmar Mendes. A partir daí, como de costume, o STF começou a cagar tudo, numa diarreia de falta de senso. Evidente que essa metáfora não tem a pretensão de desmoralizar o sistema digestivo, ainda que com diarreia. Peço desculpas ao sistema digestivo.

A sacanagem do STF entrou em êxtase e os principais personagens (e como há personagens no STF) não poderiam ser outros: Toffoli, Alexandre (que nunca seria o grande) e o inoxidável e inominável Gilmar.

O ambiente propício. O tal Alexandre empurrou o fato para dentro daquele inquérito inconstitucional, saco de merda, em que tudo cabe, confiscaram o celular e as armas de Janot, busca e apreensão nos endereços, medida protetiva e, de tabela, os vagabundos alvejaram a Lava Jato.

Só uma pergunta: qual a relação entre a vontade de Janot matar Gilmar e a Lava Jato. Qualquer imbecil comum diria nenhuma, mas se o imbecil tiver determinada toga, embarcará em um inquérito e ainda tem a desfaçatez de dar entrevista.

Janot cometeu algum delito em pensar tirar a vida de Gilmar? Do ponto de vista jurídico nada, nadica de nada. Na doutrina, isso se chama “cogitação” e nunca será crime.

Todos nós podemos pensar ou já pensamos em praticar um delito (respeito os santos que nunca pensaram). Pensar em matar Gilmar Mendes, tenho certeza que Janot não foi o único e se houvesse uma enquete o número de interessados seria apoteótico.

Qual o melhor meio que Janot teria para matar o tal Gilmar? O próprio Janot disse que andou armado, mas sobram conjecturas.  Caso Janot fosse um radical religioso, poderia apelar para a oração da maldição; fosse um químico, cairia como luva um envenenamento; um muçulmano da Al Qaeda, talvez usasse uma bomba; um pai de santo do ocultismo, quem sabe um sapo cururu no buchão disforme do Gilmar, etc.

E aí o despenteado Alexandre (quem não tem cabelo não usa pente, portanto. despenteado) faria o quê? O quê confiscaria em qualquer das hipóteses suscitadas? Prenderia o terrorista, o pastor, o morubixaba ou o químico? Confiscaria a Bíblia, o Alcorão, as velas e farofas? A vontade plena do meu coração e mandar  essa tríade maléfica para passear em plena PQP.

Voltemos para a pseudoassassinato do tal Gilmar.

Nunca pensei na morte física do Gilmar, mas sonho com o seu funeral jurídico, vendo-o sair expulso do STF e inabilitado eternamente para funções judicantes e vou mais além, dos onze ministros do STF, sonho que, pelo menos seis tenham o mesmo futuro.

Vai acontecer isso? Claro que não, pois tudo dependeria de um Senado de respeito e esse Senado que temos, definitivamente, não o tem, basta ver que nos livramos do Renan Calheiros e, sem outra opção, o Brasil sonhou e perfilhou Alcolumbre.

Foi somente uma mudança de  pesadelo. Alcolumbbre e Renan são siameses do despiste e da hipocrisia e a diferença está somente na massa adiposa excessiva em um  e a idade provecta do outro. Nas desqualidades são absolutamente equivalentes.

E o Gilmar andou perto de morrer? Coisa nenhuma, Janot tem todas as características de um matador de sanduba e a morte,  muitas vezes, não gosta de se misturar com o que não presta.

Enquanto isso, o Brasil continua em prantos.

Tenho dito.

O STF É O FDP OU O FDP É O STF?

O STF É O FDP OU O FDP É O STF?

JOÃO MELO E SOUSA BENTIVI

Em meu lar, posto em sossego, de repente sinto náuseas exasperantes, procuro a causa, não encontro, mas, de repente, descubro: Dias Toffoli. Esse sujeito estava sendo entrevistado pela insuportável Miriam Leitão. Sim, era uma dose cavalar de indigestão para mim, pacato cidadão da terceira idade.

Nada que ele fala é credível, inclusive a sua investidura padece de todos os motivos para insatisfação. Advogado sofrível na qualidade de operador do Direito, consultor da CUT, assessor  comum na Câmara, reprovado duas vezes em concurso paulista para a magistratura, advogado do PT, assessor do facínora Zé Dirceu, e, de repente, pelas mãos de outro facínora, o Lula, chega ao STF.

Esse currículo, nas malhas do bom senso, obrigaria a qualquer cidadão de bom senso abdicar da indicação e fazer penitências, mas Dias Toffoli não é qualquer cidadão, e, muito menos, de bom senso. É Dias Toffoli e quem nasceu Dias Toffoli, morrerá Dias Toffoli, o diabo, porém, é esse Dias Toffoli presidir a mais alta corte de justiça dessa sofrida pátria. A pátria toffoliza!

Com ele na presidência o STF transformou-se no maior fábrica de insegurança jurídica da história: legisla, decide, faz o que quer, não dá bolas para a sociedade e culminou o desatino com o tal inquérito que pode investigar tudo, investigar todos, constranger a quem quer que seja e, pasmem, sem a anuência e participação do MP, instituir salvaguardas, medidas coercitivas e penas.

O discurso é cretinoso: defesa do STF. O STF não precisa de defesa, quando cumpre suas funções e atribuições com respeito e seriedade. As medidas foram tomadas em defesa de pessoas que temem ser investigadas, dentre elas o tal Toffoli e seu lugar-tenente Gilmar Mendes, incluindo pessoas de suas famílias.

Um alento nos resta, está chegando o momento da prova dos noves e da prova real: soltar o bandido Lula. O sonho tofoliano, acolitado certamente por outros ministros, é soltar o bandido e soltando o bandido master, o Lula, ficará fácil libertar os “minores”. É da regra do direito que quem pode o mais pode o menos.

O que não sei é o tamanho da reação da sociedade. Creio que não será de pouca monta e espero, se necessário, fazer parte dessa revolta, porém como fervoroso cristão, desejo que não ocorra uma revolta.

A Bíblia nos informa que houve um tal de bom ladrão, que na hora H do calvário, mudou de rumo. Tirando a palavra ladrão da metáfora, oro para que nasça desse Toffoli, um outro Toffoli, um bom Toffoli.

Ah! Lembrei-me do Elvis: The impossible dream?

O DIABOLICAMENTE CORRETO

O DIABOLICAMENTE CORRETO

João Melo e Sousa Bentivi

Vivemos o mundo do politicamente correto e, evidentemente,  esse mundo trouxe muitos avanços, mas o meu amado pai, seu José Bentivi, na sua simplicidade, ensinou-me que tudo demais é sobra. Eu afirmo que a exacerbação desse tal politicamente correto está deixando o mundo insuportável.

Acabou-se o direito da gozação, do deboche, da piada, tudo é incorreto e quase tudo se criminalizou a tal ponto que você fica duvidoso em externar as mais simples convicções e preferências.

Na questão de gêneros, caminha-se em uma areia movediça perigosa e eu sinto isso e tenho me policiado, com o cuidado de nunca entrar em nenhuma armadilha. Explico. Sou um hetero convicto e feliz, mas tenho o orgulho de nunca ter feito acepções, em minhas amizades, por critérios sexuais. Tenho incontáveis amigos e amigas do segmento LGBT, alguns, verdadeiros irmãos para mim, os amando e sendo amado.

Mas a questão está mais perigosa a cada dia.

Imaginem um homem público externar, em uma entrevista, uma dessas duas afirmações: a) Adoro as louras; b) Não sei viver sem uma negra.

Poderá ter decretado o fim de sua carreira política e se tornado um pária da rede social. Caso ele seja participante de um cargo qualquer da administração Bolsonaro, por exemplo, será transformado em pó de peido pela sanha da patrulha esquerdopata.

Primeiro será um execrável machista. Essas frases, no ideário esquerdopata de ideologia de gênero, demonstram uma falha inaceitável: como uma homem (palavra muito perigosa) pode ser tão tacanho e atrasado, para desejar somente pessoas do sexo feminino? Para os esquerdopatas de todos os gêneros, uma pessoa para ser avançada não pode se orgulhar de ser somente macho ou somente fêmea, aliás, para um esquerdopata, somente a pronúncia do “macho” e da “fêmea” já soam como um sacrilégio ideológico.

Voltemos ao nosso hipotético homem público. Caso afirmasse adorar as louras, estaria mostrando um abominável racismo com todos os afrodescendentes (eita palavrinha???). Alguém poderia imaginar que a afirmação elogiosa às negras seria uma boa coisa, enganou-se completamente. A preferência exclusiva por negra, no ideário esquerdopata seria uma inaceitável ideia de dominação étnica e racismo sexual.

Uma pergunta que não quer calar: o que dizer, então, para ser bem aceito? Primeiro esquecer essa coisa de hetero, ainda que você seja hetero, deixe uma abertura para uma dúvida e, o mais importante, jamais demonstre esse apreço tão contundente com o sexo oposto. Verbalize frases politicamente corretas, tais como: o amor não tem sexo, entre duas pessoas que se amam tudo é possível, toda mudança é inteligente, não tenha medo de novas experiências, etc.

Poderia dar outros exemplos, mas uma certeza uma verdade é inegável: está difícil  viver nesse mundo diabolicamente correto. Caso seja um convicto hetero e com arraigados valores bíblicos e cristãos, prepare-se para grandes batalhas e enormes dificuldades.