O IMPORTANTE VACCARI

O IMPORTANTE VACCARI
João Melo e Sousa Bentivi
Esse senhor chamado de João Vaccari Neto é excepcional. No crime. Antes de se saber a realidade delitiva da esquerda, não passava de um careca-gordo ou gordo-careca a serviço do PT e de Lula. Nesse tempo, acreditava-se que o PT era um partido político.
A Lava Jato e suas ramificações mostraram a triste e cruenta realidade: O PT é a maior quadrilha política da história mundial.
Temos que reconhecer a importância marginal dessa quadrilha, aliás, ainda partido.
Voltemos ao tal Vaccari. Era um senhor com cara de frade franciscano, discreto, pouco dado a declarações e holofotes. Aparência de um avô carinhoso. Aparência, disse bem. Era somente um bandido na acepção mais correta da palavra.
Entre inquéritos e processos na justiça, o número caminha para os três dígitos e nunca vi nenhum petista, comunista e outros “istas” desqualificados se posicionarem em defesa de Vaccari, dizendo ser ele honesto, ou perseguido pelo Moro. Grande sacanagem com o Vaccari.
Caso o Lula fosse solto, o Vaccari poderia apodrecer na cadeia? Vaccari é ladrão e Lula é uma vítima honesta? Por que não há nenhum habeas corpus do Vaccari, no tal e vergonhoso STF? Nem a destemperada Gleise defendeu Vaccari.
Vaccari é ladrão? Parece que até o PT concorda. Mas eu, defensor dos oprimidos, quero me solidarizar com o Vaccari, nesse seu abandono. Todo mundo conhece o advogado de Lula, mas dou um doce para quem conhecer o advogado do Vaccari. Abandonado e nada mais.
Mando um recado: Vaccari, que és ladrão, és, mas conte com a minha irrestrita solidariedade cristã.
Tenho dito.

A QUEM ALLAN INCOMODA?

Não falo de “qualquer alan ou de um alan qualquer”, falo de Allan Quadros Garces. Essa afirmação não guarda nenhum demérito a ninguém, mas serve para ressaltar que o cidadão, motivo desse artigo, é um ser humano diferente.
O conheço há muitos anos e tivemos a oportunidade de juntos trabalharmos, quer na atividade médica específica, quanto no magistério superior, na medicina, além da convivência pessoal e familiar. Foi e é uma salutar experiência.
Cidadão de respeito, pai de família exemplar, médico competente e professor dedicado, Allan Garces tem as qualidades que merecem ser elogiadas e na pior das hipóteses, se alguém não desejasse reconhecer essas qualidades, pelo menos um silêncio de respeito à verdade.
Não foi o que aconteceu.
Allan Garces nunca se submeteu a pusilanimidade e subserviência e isso lhe rendeu inimigos poderosos e, por serem poderosos, as perseguições se avolumaram.
Demitido tanto da rede se saúde municipal e estadual, Allan não se deixou abater e quando a candidatura do Bolsonaro nem era uma hipótese, transformou-se no maior ícone da direita maranhense, pagando o alto preço por esse posicionamento. Essa posição não guardava nenhum tipo de interesse subalterno, mas a convicção de que teria que haver mudança.
No momento que o deputado Bolsonaro se torna vitorioso, os olhos se voltaram céleres para o Allan. Quando ele é chamado para ser um colaborador da transição, a preocupação e a inveja campearam por inúmeras mentes. As razões são interessantes.
Allan é independente, correto, competente, honesto, trabalhador e não deve favores aos chefes e chefetes de nossa província. A sua importância como principal líder da direita maranhense não foi um milagre, nem indicação: foi trabalho, sangue, suor e lágrima. Sou testemunha.
Allan tem um belo futuro político. Seus mais de 20 mil votos foram seus, sérios, honestos e sem sombras de fraudes e poderio econômico. O incômodo que causa, portanto, tanto é na turma de esquerda, vinculada ao governador Dino, como dentro do seu próprio arraial, no chamado “fogo amigo”, que nada tem de amigo.
A mim, dentro da minha experiência e respeito para com o Allan, só resta torcer para que ele seja reconhecido, nesse novo momento político de nossa pátria. Caso pudesse falar com o presidente Bolsonaro, dir-lhe-ia: presidente, o Allan é um dos seus, trate-o com tal, ou seja, trate-o na altura do seu merecimento.
Isso não é favor, mas o reconhecimento do mérito, uma das diretrizes de novo governo.
A quem Allan incomoda? Não vou nominá-los, mas nãp são bons brasileiros.
Tenho dito.

OS BONS MÉDICOS CUBANOS

OS BONS MÉDICOS CUBANOS

João Melo e Sousa Bentivi

Os médicos cubanos continuam a render notícias e a esquerdopatia reiante não perde tempo. Querem culpar o futuro presidente Bolsonaro. Tudo errado.

Cuba não fez acordo com Bolsonaro, fez com o Brasil e a simples manifestação informal de quem irá assumir um mandato, não pode assumir a formalidade de denúncia de um contrato vigente. Mas há outro aspecto relevante.

Uma parte da imprensa, notadamente os que mamaram nas tetas da corrupção petista, entoam loas e loas de elogios aos excelentes médicos cubanos. Nenhuma inocência e tudo ideológico.

Na realidade estão dizendo que o médico brasileiro não tem o cuidado, humanismo e dedicação de um profissional cubano. Em outras palavras, o Brasil ficará em severas dificuldades com a saúde intempestiva desses profissionais.

Nada disso. Existem bons profissionais cubanos, sim, do mesmo modo que existem excelentes profissionais brasileiros. Ouso dizer, sem medo de dúvidas, que há um fosso científico separando os médicos brasileiros dos cubanos.

Quantos cubanos assumiram uma emergência, no Brasil? Um serviço de clínica especializada? Quantos foram aproveitados pelo Hospital das Clínicas, ou Albert Einstein por exemplo?

Sem querer desqualificados, já encontrei muitos desatinos dos colegas caribenhos, como a prescrição de gotas auriculares em uma terrível otite média aguda, que terminou em uma perfuração de tímpano e transformação em otite média crônica.

Reafirmo que esse exemplo não é para desqualificar ninguém, mas para dizer que cubanos, argentinos ou brasileiros podem errar e  erram.

Escondido, pois, no endeusamento dos cubanos está uma tentativa da defesa do “mais médico” dessa política bandida do PT. Não entramos nessa onda.

A classe médica brasileira vai dar a devida resposta, não para se confrontar ou estabelecer parâmetros comparativos com cubanos, mas porque somos competentes, nesses anos todos, no cuidado com a saúde do nosso povo.

 

O FINAL DE UM LIDER

O FINAL DE UM LÍDER

João Melo e Sousa Bentivi

Foi triste demais a oitiva do senhor Lula ante a juíza Gabriela Hardt. Era a mistura malvada da inconsistência e despreparo, frente a lei e a justiça. Predominou a lei e a justiça.

Lula quis polemizar e a juíza, dura e inflexível não permitiu. Lula quis politizar e a juíza, séria e consistente, não tergiversou. Lula quis vitimar-se agredindo o Moro e a juíza, fria e inabalável, colocou-o no seu devido desiderato: um simples bandido.

O advogado de defesa é aquilo que se compararia com um amputado quere vencer uma corrida de 100 metros. Nunca. O tal Zanin causa até pena. Todo acusado tem o direito constitucional de defesa, mas há defesas que, por si sós, são inglórias. A de Lula o é.

Iniciei falando de tristeza, sim, de tristezas. Nunca votei no PT, muito menos votaria no Lula. Desde o início de sua vida, andou nas beiradas do erro e, abstraindo-se o sucesso político, nada há de meritório na vida do outrora metalúrgico, mas o final na masmorra não pode ser motivo de felicidade de ninguém.

Resta pedir a Deus que a solidão do cárcere o torne reflexivo e um dia, quem sabe, possa resolver fazer algo que há muito não realiza: falar a verdade.

Com aquela magistrada, a situação de lula está descrita na expressão latina “auribus teneo lupum” (segurando um lobo pelas orelhas).

Tenho dito.

SER FLAMENGO É…

SER FLAMENGO É…

João Melo e Sousa Bentivi

Prefiro não completar o título, pois, dependendo do meu estado anímico, poderia ser uma palavra não canônica.

Ser flamengo não foi uma escolha, mas uma determinação nascida no Jardim do Éden. Um gene de Adão já era rubro-negro e, infelizmente, sofreu mutações deletérias que originaram essa turma corintiana, palmeirense, vascaínos, etc. (todos iguais). Devíamos ser, todos, rubro-negros.

Mas esse ano não foi e não está fácil. Grande e caro elenco e nada. Até confusões de alcova estão atrapalhando nossa nação.

Ontem, na trágica derrota para outro clube, cujo nome não lembro, o Mengão deu adeus a qualquer título e reafirmou a realidade flamenguista nesse ano. Trágica e resumida nessa frase: quando a gente pensa que o Flamengo não vai dar certo a realidade nua e crua confirma – não vai dar certo. Tudo resolvido.

OS NEURÔNIOS ESQUERDISTAS

OS NEURÔNIOS ESQUERDISTAS

João Melo e Sousa Bentivi

A nomeação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça está sendo notícia nacional e internacional. Enquanto o mundo do bom senso, dos bons brasileiros elogiava e se sentia feliz e representado, a reação comuno-petista-stalinista foi violenta. Foi bonito de se ver.

A resposta esquerdista, por falta de argumentos, foi desastrosa: associar a nomeação de Moro com a prisão de Lula. Mais ou menos comparar o papa Francisco com Marcola. Só haverá diferenças.

Moro é um juiz inteligente, ilibado, consenso no Brasil e no mundo das coisas corretas. Lula é um bandido contumaz, perigoso, sem limites e consenso no Brasil e no mundo, pela bandidagem.

Com Moro ou sem Moro, o futuro de Lula é a cadeia por muitos anos, principalmente porque Bolsonaro não vai lhe indultar, como seria o desejo do Hadad.

Já presença de Moro no ministério é, no mínimo, o reavivamento do espírito da Lava Jato, acrescido de novas medidas contra a corrupção.

Sem redundância, qualquer pessoa com alguns neurônios descobriria que Lula no xilindró e Moro na justiça é bom para o Brasil. Como a turma comuno-petista-stalinista pensa exatamente ao contrário é de se constatar que ou falta neurônio ou eles estão dormindo.

Dá no mesmo.