ENTREGANDO O BASTÃO, NA FAMÍLIA BENTIVI

ENTREGANDO O BASTÃO, NA FAMÍLIA BENTIVI

João Melo e Sousa Bentivi

Os vícios são diferentes e múltiplos e, muitas vezes, é impossível não ser viciado e isso, em regra, não é uma virtude. Fato tão real que há, sempre, a vontade de não se confessar os vícios. Mas poderia ser virtude. E o que dizer da vaidade? Dentro da ortodoxia bíblica é o caminho da queda.

Vou confessar: tenho vícios e sou vaidoso. A história pode ser enfadonha e vou resumir.

Sou fruto de uma numerosa família, família Bentivi, cujo patriarca, Manoel Chaves Ferreira Bentivi , deixou alguns legados, dentro os quais, trabalho, inteligência, seriedade, honestidade e formação cristã, a tal ponto que hoje, nos milhares de Bentivis existentes, não há um só, um só mesmo, que não tenha sido evangelizado, que não conheça as sagradas letras e, a bem da verdade, não existe um só Bentivi analfabeto, desde  a primeira metade do século passado.

Nasci com esse legado e nem imaginava, na minha infância, o tamanho da responsabilidade. Foi bom não imaginar e, quando me dei conta disso, pela graça de Deus, tinha traçado uma pequena e difícil estrada: fui o primeiro Bentivi a concluir um curso superior, o primeiro médico, o primeiro jornalista, o primeiro advogado, o primeiro a ter um veículo automotor, o primeiro a ser professor universitário, o primeiro a fazer uma viagem internacional, o primeiro a concluir um doutorado, etc.

No enfoque da medicina, um capítulo especial, Melissa Fernanda, sobrinha, seguiu meus passos, Janaina, minha filha, também e, como o pai, otorrinolaringologista, Marilia, Helen, Jeane. Ufa, perdi a relação de sobrinhos na medicina, entre médicos e acadêmicos, ultrapassamos dezenas.

Hoje, só na seara acadêmica, perdemos a estatística de formaturas, especializações, mestrados e doutorados, como diz a Bíblia, em referência a Abraão, contamos isso, como contamos os grãos de areia da praia.

Tudo isso pode ter relevância, mas a que mais me orgulha é manter a dignidade e o padrão de comportamento herdado do meu avô, decerto me viciei em ser pioneiro, mas o meu maior vício é ser um Bentivi, a propósito, ser um Bentivi é gostar de sorrir e gostar de cantar. A música e o sorriso nos acompanha.

Não significa ausência de problemas e dificuldades, essas são inevitáveis, mas no alvorecer de minha adolescência, fiz uma trova, que representa um resumo, na vida de cada Bentivi: “Se sempre estou sorrindo/ Nem sempre estou a gozar/ Às vezes o meu sorriso/ Transmite o meu chorar.

Mas qual o objetivo dessa mensagem, aqui escrita? Primeiro referendar a minha santa vaidade de ser da família Bentivi e ser credor de uma herança de valor incalculável, muito mais que ouro e prata e, o segundo objetivo é, também, exponencial: confessar que perdi o bastão do pioneirismo e dou graças a Deus.

Explico. Hoje, uma de minhas filhas, Daiane Rose Bentivi, foi oficialmente matriculada, em um PÓS-DOUTORADO, na Universidade Federal da Bahia. É a mais absoluta felicidade de ser pai da primeira Bentivi pós-doutora.

Dou a mais inteira liberdade para todos que acharem esse fato de somenos importância, isso não causa nenhum incômodo ao coração desse velho pai, mas, nesse momento, sonhando, também, com um pós-doutorado, sou absolutamente feliz por estar estimulado a seguir os passos de minha filha Daiane, primeira pós-doutora, com a grife, desculpem, com o nome BENTIVI.

 

PROCURA-SE O CABO E O SOLDADO

PROCURA-SE O CABO E O SOLDADO

João Melo e Sousa Bentivi

Na minha última postagem, no meu blog, questionei se o tal STF poderia piorar e respondi: vai piorar. Estou afirmando a mais absoluta certeza. Os últimos movimentos da tal suprema corte confirmam. O pior nunca é alcançado.

Não se trata mais da sanha legislativa de quem tem a função primária de julgar e legisla; não se trata mais da vaidade descomunal amparada na nulidade jurídica de alguns, que não para de crescer; não se trata mais  de defesas ideológicas de quem deveria ser isento e teima em ser partidário. Não, a coisa é pior, os indicativos mostram que esse “supremo”, a cada instante, se desveste até da hipocrisia e assume a sua mais cruel faceta: favorecer no crime.

O objetivo de destruir a Lava Jato é o mais explícito.

A vontade de soltar o facínora Luiz Inácio nem é mais camuflada, é clara. A vontade de acabar a prisão de bandidos, após a segunda instância, só não se efetivou, até agora, pela pressão popular. A obsessão de acabar com qualquer hipótese de fiscalização sobre o próprio “supremo”, gerou a mais absurda e descarada inconstitucionalidade: o tal “supremo” instaura inquéritos, investiga (não sei como), produz provas e julga.

O pior: quem julgará as inconstitucionalidades do tal “supremo”? Deus ou belzebu? Pelas diabruras, essa turma de togados está mais para belzebu e bastante longe do Criador.

O Eduardo Bolsonaro, há pouco, ganhou muitas pedradas, quando, ao se referir ao tal “supremo”, disse que para fechá-lo, só necessitaria de um cabo e de um soldado, sem mesmo um jipe.

Eu mesmo achei a declaração descabida e forte, mas me penitencio e quero parabenizar o rapaz por tão interessante vaticínio. Um verdadeiro profeta,  bem a frente do seu tempo, quem sabe, um jovem Nostradamus, na linha do Equador.

O mais fácil, nesse caso, é o jipe, pois há milhões de patriotas que podem doá-lo. A questão, para a definição escatológica da premonição, é identificar o cabo e o soldado. Aí, com uma dor no peito, exclamo: que saudade de um cabo e de um soldado!

Tenho dito.

O ERRO MONUMENTAL DE BOLSONARO

O ERRO MONUMENTAL DE BOLSONARO

João Melo e Sousa Bentivi

Apesar de achar que Bolsonaro devia falar menos, pois trabalhando está, até demais, quero criticá-lo com veemência. Explico.

Há muito, as relações do Brasil com os americanos não eram tão amistosas, mas entraram nos eixos, incluindo o acerto da nomeação do filho Eduardo, para a embaixada americana. Essa embaixada é um covil de esquerdopatas e esse rapaz tem a patriótica missão de desinfetá-la. Não vai ser fácil, mas possível é.

As  relações comerciais serão implementadas e o aumento de transações e trocas entre os dois países aumentará. Bem aí está a falha de Bolsonaro, poderia ter proposto uma simples troca, um pequeno escambo: trocar a Suprema Corte Americana, pelo nosso glorioso STF.

As  diferenças entre as duas são absurdas e dá para fazer, no mínimo, uma monografia. Uma das maiores é a verborragia ministerial do STF. Esses caras não sabem ficar calado, falam de processos antes do julgamento e opinam descaradamente.

Jogaram no lixo a máxima do direito de que “juiz fala nos autos”. Falam até no sanitário e, nesse caso, há uma perfeita consonância, entre o que falam e aquilo que é expulso.

Para não perder tempo, peço para qualquer brasileiro imaginar um sujeito com as qualidades jurídicas de um Toffoli, que foi reprovado duas vezes em concurso para juiz de primeiro grau, presidindo a corte americana. Pensem se um ministro americano carregaria a sua esposa para uma viagem qualquer, com as despesas pagas pelo contribuinte.

Isso é tão absurdo, que nenhum americano cogitaria essa hipótese, mas aqui é realidade. Um sujeito com as esquisitices de um Marco Aurélio seria o que nos padrões jurídicos americanos? Lewandowski palestraria para qual plateia, na América?

Os exemplos poderiam ser exaustivos e Bolsonaro deveria ter proposto isso, mesmo sabendo que o velho Trump, ainda que denominado de louco, jamais cometeria essa sandice.

Deixo o devaneio e volto a triste realidade: esse STF que temos  é patrimônio nosso, queiramos ou não, construído por uma estranha conjunção planetária de erros e incompetência.

Tem chance de continuar ruim? Mais que chance, com certeza, vai  piorar. A dúvida é outra: até quando a democracia aguentará esse STF?

Tenho dito.

PARABÉNS PARA DINO E PARA ROSEANA

PARABÉNS PARA DINO E PARA ROSEANA

João Melo e Sousa Bentivi

Confesso que nunca fui muito preocupado com a modéstia e isso me deu muitos problemas. Não morri por isso. Falo isso para dizer que sou o jornalista único, no Maranhão.

Quase 40 anos como cronista, nunca assessorei ninguém, nunca comprei um pão com o dinheiro do jornalismo, sempre estive na luta contra os poderosos, nunca me curvei a ninguém e tampouco devo favores a quem quer que seja e, antes que me esqueça, nunca mudei de lado. Creio e conheço jornalistas independentes, mas nunca mais que eu, no máximo, empatamos.

Assim, como vou elogiar ao governador Dino e a ex-governadora Roseana, deixo patente que deles nada quero e eles não tem nada para me dar. Evento glorioso, com vitória para todos os lados.

O governador Dino foi a principal voz discordante da reforma da previdência, bandeira número 1 do Bolsonaro. Fez bonito, para os esquerdopatas de todas as cores, a ponto de se apresentar como possível opção presidencial, numa atitude oposta, por exemplo, ao governador paulista, João Dória.

O nosso governador, ex-juiz, jurista, ex-deputado federal, agora leitor contumaz da Bíblia e assistente voraz de missas e cultos evangélicos, aliás, o comunista mais cristianizado do planeta, além do preparo intelectual, já carrega até as unções divinas, portanto é um homem deveras preparado para embates materiais e espirituais.

Com esse preparo fica difícil dizer, impossível até, duvidar da genialidade governamental, ou achar que ele cometa um desatino ou protagonize uma burrice.

Entrementes, lá pelo sudeste, tem um governador de nome João Dória, não muito dado a cultos e missas, mas defensor primaz da reforma, ainda que não seja defensor do Bolsonaro.

Um detalhe, entretanto, salta aos olhos: Dória é governador do estado mais rico e poderoso da federação, enquanto Dino é governador de alguma coisa que recebe o nome de Maranhão.

Qual a razão de tão díspares atitudes de Dino e Dória? Respondo: o governador Dino tem razão e a razão tem nome e sobrenome: Roseana Sarney. Sim, Roseana Sarney. Enquanto Dória teve o azar de substituir Alckmin/Márcio França, Dino substituiu Roseana Sarney. Aí está a diferença.

Primeiro, Dino é grato a Roseana. O principal cabo eleitoral dinista em 2014, foi a senhora Roseana. Ela deixou o Lobinho à míngua, entregue à própria sorte e mesmo assim, ele teve 35% dos votos. Caso os Leões tivessem se movimentado, ou seja, a senhora Roseana trabalhado por Lobinho, O Lobinho poderia ser um Lobão e teríamos, pelo menos, disputa. Não houve disputa.

Dona Roseana deixou, entre tantas coisas, para o Dino, todas as promoções da PM, milhares de vagas para concurso, dinheiro em caixa e capacidade de endividamento, que o Dino já exauriu.

O governador Dino não foi ingrato com ela, reconheça-se. Ninguém encontrará, em nenhum discurso do governador, uma vírgula sequer, contra a senhora Roseana. Fala genericamente em oligarquia e só deu porrada no Ricardo Murad, que, diga-se de passagem, nunca foi governador.

Portanto, explicado o enigma da oposição intransigente do governador Dino, contra a reforma da previdência. Recebeu um estado tão bem administrado por dona Roseana, que não precisa dar bolas para as ideias do Paulo Guedes.

Um aviso, eu não estou elogiando, nem Dino e nem a senhora Roseana. Estou dizendo que entre os dois há mais concordâncias, que a nossa vã filosofia pode perscrutar.

Agora que José Sarney adquiriu o status de conselheiro do governador, quem sabe não se aproxima o dia de Roseana ser homenageada, no palácio, pelos bons serviços prestados ao Maranhão, inclusive poderia merecer menção e mocão honrosa: primeira governadora eleita pelo voto popular, no Brasil. Merece ou não merece, amigas feministas?

Esperar, para ver, ou como repetia minha amada mãe, quem viver, verá.

Tenho dito.

VERGONHA DE SER ADVOGADO

VERGONHA DE SER ADVOGADO
João Melo e Sousa Bentivi
As bandalheiras e sacanagens sempre levam vantagem, na mídia, sobre as coisas construtivas e sérias. Exemplo típico é a reforma da previdência e os vazamentos criminosos da lavra de um sujeito chamado Glenn Greenwald.
É fato que esse sujeito cometeu um crime e, mais ainda, em conluio com toda gentalha esquerdopata, basta relembrar que na inquirição que o ministro Moro se submeteu na Câmara Federal, um tal Freixo fez uma pergunta típica de quem sabia antecipadamente o conteúdo de um vazamento futuro. Sabia, sim.
De repente uma notícia bomba: um grupo de 40 advogados, de várias entidades, posicionaram-se para a defesa jurídica do escroto Glenn.
Como se trata de um engodo, cretinice, teriam que ter um comando à altura do absurdo e nada melhor que OAB Nacional, por um tal Santa Cruz e aí está a maior maldade, nunca a “cruz” foi tão vilipendiada, por um só indivíduo e nunca a palavra “santa” foi tão mal empregada, quanto nesse sujeito. Essa “santa cruz” é uma verdadeira merda.
Não sei o que vai acontecer com a nossa resistente pátria, tanto que não mais analiso as coisas, principalmente se elas são oriundas, como, por exemplo, dessa funesta OAB Nacional.
Mas um detalhe não passou sem a minha análise. Havendo 40 advogados para defender bandeiras esquerdistas e, mais ainda, a soltura do marginal Lula, com destruição da Lava Jato, creio que o grupo não está completo, falta o mais famoso causídico dessa laia: o doutor Ali Babá.

FOI UM RATO DE BOTICA?

FOI UM RATO DE BOTICA?

João Melo e Sousa Bentivi

Nunca o crítico e satírico romano Quintus Horatius Flaccus foi tão atual, no Brasil: parturiunt montes nascetur ridiculus mus. “A montanha pariu um rato”. E foi um rato esculhambado, como se dizia em minha Pedreiras, de botica.

Um sujeito americano, Glenn Greenwald, em conluio com a nata da esquerdopatia nacional e internacional, de forma absolutamente criminosa, divulgou supostas conversas do ex-juiz Sergio Moro, com membros do Ministério Público.

Caso alguém ache isso normal, entramos todos na maior e mais espetacular insegurança jurídica. Qualquer bandido (e esse Glenn o é) poderá grampear qualquer cidadão, editar em casa as conversas, e, ao seu bel prazer, destruir qualquer reputação. Evidente que alguns defensores do tal Glenn, incluindo magistrados, só o defendem porque não são possuidores dessa coisinha, tão sagrada para os sérios e honestos, chamada reputação.

Quem não tem reputação não pode perde-la.

A traquinagem tinha objetivos bem definidos: forçar a renúncia do ministro, levar o presidente Bolsonaro a demiti-lo e desmoralizar a Lava Jato. Esses três objetivos, isolados ou juntos, só podem sair da cabeça de um bandido. O problema é que não há bandido solitário pelas bandas da esquerda. A bandidagem é solidária.

Os debates, tanto no Senado, quanto na Câmara serviram muito. Primeiro, mostrou a cara de muitos que no futuro estarão atrás das grades, fazendo companhia ao “nove dedos” e Zé Dirceu. Segundo, serviu para mostrar a firmeza e tranquilidade do ministro Sergio Moro e, terceiro e mais importante, mostrou a diferença entre um homem honesto e uma cambada de futuros presidiários.

E o objetivo inicial dos vagabundos? Nenhum deu certo. O ministro Moro jamais renunciará por essa bobagem, inclusive uma nação inteira foi às ruas para apoiá-lo. O presidente Bolsonaro, que não é tolo, jamais o demitiria por isso e ressalte-se que o ministro Moro saiu fortalecido. Por último, a Lava Jato deixou, há muito, de ser uma força tarefa. A lava Jato é propriedade da sociedade brasileira, é propriedade do Brasil.

Quero contrariar o famoso Quintus Horatius Flaccus: a montanha não pariu um rato. O tal Glenn e seus comparsas igualmente desqualificados prestaram um relevante serviço para a nação brasileira. Fortaleceram o governo da mudança, governo Bolsonaro, consolidaram o ministro Moro e mostraram para os bandidos que a Lava jato é indestrutível.

E o tal Glenn? Continuará como sempre foi, um vagabundo internacional. Em outras plagas estaria sendo processado, no mínimo, expulso. No Brasil existe a leniência com bandidos, basta olhar para Curitiba, ademais, fica difícil encontrar, em outros países, uma Suprema Corte com quilates da qualidade de um  Lewandowski, um Toffoli, ou um Gilmar, quem sabe, na Venezuela, o que comprova a seriedade e gravidade dessa afirmação.

Finalizando, toda essa encenação grotesca e criminosa só fortaleceu o ministro Moro e a Lava Jato e é hora de bandido chorar e se preocupar.

Ah! E os ratos? Não saíram das montanhas, mas são nativos, principalmente, de uma organização criminosa, chamada PT. Alguns estão na cadeia e outros a caminho. Bom para todos nós, bom para o Brasil.

 

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Nessa oportunidade vou tratar da audiência do ministro Moro no tal Senado Federal. Estará na série ”não se deve odiar a esquerda” porque os seus principais adversários, na inquisição, são da esquerda, misturados com PMDB e outros achincalhes.

Salvo engano, foram doze senadores adversários. Apesar de o ministro ter se oferecido para ir, o motivo é mais que prosaico: responder acusações oriundas de um fato criminoso, produzido em conluio com a esquerda bandalha.

De cara, se pudéssemos colocar a vida pregressa dos doze senadores adversários, até agora haveria senador sem sair das páginas do Código Penal. A rigor, caso a coisa fosse séria mesmo, essa turma da bandalha deveria se sentir constrangida em estar frente a frente com o ministro Moro.

Poderia dar muitos exemplos, mas um é mais que irretocável, definitivo: RENAN CALHEIROS.

Esse sujeito foi eleito pelo povo de Alagoas e, por isso, já se pode entender o porquê da pobreza alagoana. Mas os votos alagoanos lhe dão legitimidade. É duro encontrar algo legítimo em Renan Calheiros.

A cena, que poderia ser hilária, fez-me lembrar um episódio que caminha para cem anos, ocorrido nos Estados Unidos: a prisão de Al Capone.

Esse bandido, o mais famoso da história americana, sofreu a perseguição implacável do  detetive Eliott Ness. Foi condenado.

Alguém, com um mínimo de bom senso, imaginaria Al Capone inquirindo Eliott Ness? O que poderia Al Capone perguntar para Eliott Ness? Na pátria americana, essa hipótese só passaria na cabecinha de um brasileiro, como eu, acostumado com os desatinos de minha pátria.

Na pátria brasileira ela se dá à luz do dia, transmitida com som e imagem: o tal Renan, com quase duas dezenas de inquéritos criminais, inquiriu duramente o ministro Moro.

Um fato, no senhor Renana é elogiável: é um tremendo cara de pau e sem óleo de peroba para lustrar. Para rivalizar, nesse pormenor com ele, só um outro criminoso, trancafiado pelas bandas do Paraná, chamado Luiz Inácio.

Nas redes sociais dos esquerdopatas o tal Renan virou, mais uma vez, um ídolo. Nunca será sem razão a minha carinhosa afirmação: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Ser da esquerda, salvo honrosas exceções, exige esforço e dedicação enormes. Não é fácil ser, ao mesmo tempo, mentiroso, disfarçado, hipócrita, cretino e outras coisitas mais.

Poderia dar centenas de  exemplos, mas vou recordar um, um pouco antigo: a ausência de mulheres no primeiro ministério do finado Michel Temer. A gritaria foi esquerdista e “engolobou”, como se dizia na minha Pedreiras, até pessoas sérias e incontáveis inocentes úteis.

Um pequeno raciocínio matemático, de mais e menos, mataria a argumentação: se ao não ter nenhuma mulher, no ministério, esse ministério fosse uma droga, então se todas fossem ministras, seria excelente? Qualquer uma das afirmações estará repleta de algo, conhecido popularmente como burrice, então, pode ser um raciocínio esquerdista, decerto.

Ter mulher no poder, no comando, é sinônimo de competência? Não vou dizer nem sim e nem não, mas vou dar alguns exemplos, entre centenas. Uma pequena lista de notáveis mulheres: Dilma Rousseff, Benedita da Silva, Luíza Erundina, Tereza Crusius, Rosinha Garotinho, Roseana Sarney, Gleise Hoffmann, Erika Kokay, Jandira Fegali, Maria do Rosario, etc.

Farei algumas perguntas gerais: você convidaria alguma delas para dirigir a sua empresa? Para dirigir a prefeitura de sua cidade? Para dirigir a sua casa? Para tomar conta de uma empresa de ônibus? Você pode dizer não e será pouco questionado, mas se disser sim, causará uma justificável admiração. Admiração negativa, ou seja, o sujeito teria que ser excessivamente corajoso, mesmo temerário, para assumir tamanho risco. Creio que nem esquerdopata aceitaria esse risco.

Serei mais específico. Alguém, mesmo um doente esquerdopata, ainda votaria em Dilma Rousseff para presidente da república? Gleise Hoffmann, para o Banco Central? Maria do Rosario para o Ministério da Justiça? A tal Erika Kokay ou Jandira Fegali para um hipotético Ministério da Família? A resposta NÃO é filha do bom senso e a resposta SIM é digna de um esquerdopata.

Alguém convidaria a famosa Benedita da Silva ou a Roseana para alguma coisa em uma empresa de pequeno porte, por exemplo? Ou Rosinha Garotinha para a tesouraria de sua igreja?

As respostas dizem tudo, a competência de qualquer pessoa não guarda nenhuma relação com o sexo explícito ou camuflado, tem relação, sim, com as qualidades intrínsecas de cada pessoa.

Esse discurso de competência relacionada com a sexualidade é mais uma das centenas de mentiras urdidas pelos esquerdopatas e isso não significa que os homens sejam melhores que as mulheres, a propósito, tem um gatuno, certamente homem, preso em Curitiba, denominado Luiz.

Alguém lembra do sobrenome?

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Tentarei fazer mais de uma matéria com esse título, pois o momento nacional. Vamos ao que interessa.

O conselho é: não se deve odiar a esquerda. Sim, ela é tão bandida, tão escrota, tão malévola, que não merece ódio, merece nojo, merece asco.

A esquerda é, inicialmente, mentirosa, mente nos conceitos, mente nas análises e mente nas estatísticas e, como a minha Bíblia diz que tem um sujeito que é mentiroso e o pai da  mentira, descobre-se facilmente, quem é o pai de um esquerdopata.

A ideologia esquerdista tem a finalidade precípua de destruir as amizades e as famílias, tanto nos conceitos basilares da estrutura familiar, quanto nas regras mais comezinhas da convivência humana.

Vou contar um caso de experiência própria, doída e que me machuca até hoje. Era uma reunião de comemoração, com amigos e familiares e, de repente, por uma tentação que não veio de Deus, apareceu um assunto: o assassinato da veredora Mariele.

Qualquer pessoa, com um mínimo de sentimento democrático e cristão, não pode se conformar com nenhum homicídio, incluindo o da vereadora.

Eu entrei, como se dizia antigamente, de gaiato no navio. Inicialmente, condenei o homicídio e tudo ia muito bem, até que, literalmente, me lasquei. Disse: acho que esse novo tipo penal, feminicídio, é desnecessário, pois bastava colocar uma qualificadora no homicídio e teria o mesmo efeito.

O meu raciocínio jurídico não tem nada a ver com ideologia de gênero ou ideologia política. Entendo que um ser humano é, antes de ser masculino, feminino, ou qualquer outra letra do alfabeto, um ser humano e, por isso merece respeito. Caso se queira chamar a atenção para as mulheres, ponha-se uma qualificadora e estará tudo resolvido.

A esquerdopatia pensa diferente. Ao colocar feminicídio como algo especial, esse especial transforma, queira-se ou não, o homicídio de um homem, em posição de somenos importância, tanto que morte de homem e morte de policial, por exemplo, socialmente é desimportante e, nos meios de comunicação, nem notícia é, talvez nota de rodapé.

Ao falar dos meus argumentos, naquela nefasta reunião, o mundo abateu-se sobre mim e só não fui expulso, por conta da importância do meu passado, mas naquele momento, o meu presente, foi uma verdadeira merda, a melhor e mais elogiosa qualificação que recebi, foi: MISÓGINO.

Nesse instante, dentro de um verdadeiro inferno, sem ter coragem, pelo ambiente em que estava, de romper com a precaução e dizer todas as verdades, perguntava-me: como alguém, que me conhece tão bem, poderia me chamar de misógino?

Fui pra casa arrasado e, no caminho, pude entender. Tudo aquilo foi decorrência dessa doença diabólica, chamada esquerdopatia. É grave, contagiosa, passa de maneira sub-reptícia, de tal forma, que quando o paciente percebe, já tem metástases espirituais.

Às vezes, o quadro é tão grave, que o paciente nem percebe. A patologia ataca principalmente os neurônios, com especial afronta ao sistema límbico, sem esquecer o destrambelhamento da espiritualidade.

Explico: esquerdopatia não rima com fé cristã e com valores defendidos nas Escrituras Sagradas. É uma patologia orgânica, mental e espiritual.

Vou refazer a minha afirmação original: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

João Melo e Sousa Bentivi

Não, não vou elogiar o Neymar. Nesse  momento conturbado do pensamento nacional, qualquer tomada de posição pode gerar problemas, principalmente nesses assuntos atinentes com a sexualidade.

A minha análise se prenderá a um “tal laudo” de um “tal médico”, que determinou a existência de hematomas, na região glútea, de uma “tal garota”. De início, não era uma garota, mas uma cidadã, bem crescida e bem alimentada, se aproximando dos 30 anos.

Em qualquer livro de Medicina Legal tem uma explicação sobre perícias e documentos médico-legais. O “tal médico” não é um perito, o “tal laudo” nunca foi laudo, para ser uma perícia, portanto um auto ou um laudo, deveria ser feito por um perito e, não o sendo, teria que haver uma designação de uma autoridade competente, para algum com qualidade técnica fazê-lo.

A autoridade que pediu a “tal perícia” foi a “tal garota”, portanto a incompetência já está explícita; o “tal laudo” não passou de um simples atestado médico, que posso afirmar ser um atestado merda ou uma merda de atestado.

Ater-me-ei somente em um ponto: presença de hematomas e, pelo que pude entender, na região glútea da “tal garota”.

Uma descrição de uma lesão deve ter localização definida, limites e dimensões, pelo menos. Não teve nada disso.

Entender o que é hematoma é simples, qualquer pessoa pode entender: uma coleção de sangue, decorrente do extravasamento de um vaso calibroso, que não se difundiu pelas malhas teciduais, podendo ser superficial ou profundo.

As nádegas, região glútea, tem uma pele, um subcutâneo rico, uma aponeurose consistente com três folhetos e uma densa musculatura, destacando-se o glúteo máximo, médio, mínimo  e piramidal. As principais artérias são a artéria glútea superior, ramo da artéria ilíaca interna, que se anastomosa com a artéria femural lateral e ainda podem ser citadas as artérias isquiática e pudenda interna.

Essas artérias são protegidas por uma volumosa massa muscular, antes já descrita. No caso das nádegas da “tal garota”, pelas fotos circulantes, o que não lhe falta é fartura de glúteos e quanto mais fartos, mais difícil a lesão de um vaso grosso, calibroso.

Em verdade, nunca houve hematoma nenhum e o Neymar foi mesmo sacaneado, duramente sacaneado.

Para um desses vasos do bumbum da “tal garota” ser lesionado, nunca seria a base de palmadas ou unhadas, aliás, ouso dizer que palmada alguma causará hematoma nas nádegas, principalmente nádegas do quilate das nádegas da “tal garota”.

Pior ou melhor, ainda, se o agressor for um sujeito como o Neymar, com a compleição física do Neymar, poderia passar três dias batucando aquela bunda e nunca causaria um hematoma sequer.

Não posso dizer o que houve, naquela memorável noite de amor, tudo parece apontar que não faltou malandragem, mas posso dizer, sim, nunca existiu o tal hematoma.