NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Nessa oportunidade vou tratar da audiência do ministro Moro no tal Senado Federal. Estará na série ”não se deve odiar a esquerda” porque os seus principais adversários, na inquisição, são da esquerda, misturados com PMDB e outros achincalhes.

Salvo engano, foram doze senadores adversários. Apesar de o ministro ter se oferecido para ir, o motivo é mais que prosaico: responder acusações oriundas de um fato criminoso, produzido em conluio com a esquerda bandalha.

De cara, se pudéssemos colocar a vida pregressa dos doze senadores adversários, até agora haveria senador sem sair das páginas do Código Penal. A rigor, caso a coisa fosse séria mesmo, essa turma da bandalha deveria se sentir constrangida em estar frente a frente com o ministro Moro.

Poderia dar muitos exemplos, mas um é mais que irretocável, definitivo: RENAN CALHEIROS.

Esse sujeito foi eleito pelo povo de Alagoas e, por isso, já se pode entender o porquê da pobreza alagoana. Mas os votos alagoanos lhe dão legitimidade. É duro encontrar algo legítimo em Renan Calheiros.

A cena, que poderia ser hilária, fez-me lembrar um episódio que caminha para cem anos, ocorrido nos Estados Unidos: a prisão de Al Capone.

Esse bandido, o mais famoso da história americana, sofreu a perseguição implacável do  detetive Eliott Ness. Foi condenado.

Alguém, com um mínimo de bom senso, imaginaria Al Capone inquirindo Eliott Ness? O que poderia Al Capone perguntar para Eliott Ness? Na pátria americana, essa hipótese só passaria na cabecinha de um brasileiro, como eu, acostumado com os desatinos de minha pátria.

Na pátria brasileira ela se dá à luz do dia, transmitida com som e imagem: o tal Renan, com quase duas dezenas de inquéritos criminais, inquiriu duramente o ministro Moro.

Um fato, no senhor Renana é elogiável: é um tremendo cara de pau e sem óleo de peroba para lustrar. Para rivalizar, nesse pormenor com ele, só um outro criminoso, trancafiado pelas bandas do Paraná, chamado Luiz Inácio.

Nas redes sociais dos esquerdopatas o tal Renan virou, mais uma vez, um ídolo. Nunca será sem razão a minha carinhosa afirmação: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Ser da esquerda, salvo honrosas exceções, exige esforço e dedicação enormes. Não é fácil ser, ao mesmo tempo, mentiroso, disfarçado, hipócrita, cretino e outras coisitas mais.

Poderia dar centenas de  exemplos, mas vou recordar um, um pouco antigo: a ausência de mulheres no primeiro ministério do finado Michel Temer. A gritaria foi esquerdista e “engolobou”, como se dizia na minha Pedreiras, até pessoas sérias e incontáveis inocentes úteis.

Um pequeno raciocínio matemático, de mais e menos, mataria a argumentação: se ao não ter nenhuma mulher, no ministério, esse ministério fosse uma droga, então se todas fossem ministras, seria excelente? Qualquer uma das afirmações estará repleta de algo, conhecido popularmente como burrice, então, pode ser um raciocínio esquerdista, decerto.

Ter mulher no poder, no comando, é sinônimo de competência? Não vou dizer nem sim e nem não, mas vou dar alguns exemplos, entre centenas. Uma pequena lista de notáveis mulheres: Dilma Rousseff, Benedita da Silva, Luíza Erundina, Tereza Crusius, Rosinha Garotinho, Roseana Sarney, Gleise Hoffmann, Erika Kokay, Jandira Fegali, Maria do Rosario, etc.

Farei algumas perguntas gerais: você convidaria alguma delas para dirigir a sua empresa? Para dirigir a prefeitura de sua cidade? Para dirigir a sua casa? Para tomar conta de uma empresa de ônibus? Você pode dizer não e será pouco questionado, mas se disser sim, causará uma justificável admiração. Admiração negativa, ou seja, o sujeito teria que ser excessivamente corajoso, mesmo temerário, para assumir tamanho risco. Creio que nem esquerdopata aceitaria esse risco.

Serei mais específico. Alguém, mesmo um doente esquerdopata, ainda votaria em Dilma Rousseff para presidente da república? Gleise Hoffmann, para o Banco Central? Maria do Rosario para o Ministério da Justiça? A tal Erika Kokay ou Jandira Fegali para um hipotético Ministério da Família? A resposta NÃO é filha do bom senso e a resposta SIM é digna de um esquerdopata.

Alguém convidaria a famosa Benedita da Silva ou a Roseana para alguma coisa em uma empresa de pequeno porte, por exemplo? Ou Rosinha Garotinha para a tesouraria de sua igreja?

As respostas dizem tudo, a competência de qualquer pessoa não guarda nenhuma relação com o sexo explícito ou camuflado, tem relação, sim, com as qualidades intrínsecas de cada pessoa.

Esse discurso de competência relacionada com a sexualidade é mais uma das centenas de mentiras urdidas pelos esquerdopatas e isso não significa que os homens sejam melhores que as mulheres, a propósito, tem um gatuno, certamente homem, preso em Curitiba, denominado Luiz.

Alguém lembra do sobrenome?

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Tentarei fazer mais de uma matéria com esse título, pois o momento nacional. Vamos ao que interessa.

O conselho é: não se deve odiar a esquerda. Sim, ela é tão bandida, tão escrota, tão malévola, que não merece ódio, merece nojo, merece asco.

A esquerda é, inicialmente, mentirosa, mente nos conceitos, mente nas análises e mente nas estatísticas e, como a minha Bíblia diz que tem um sujeito que é mentiroso e o pai da  mentira, descobre-se facilmente, quem é o pai de um esquerdopata.

A ideologia esquerdista tem a finalidade precípua de destruir as amizades e as famílias, tanto nos conceitos basilares da estrutura familiar, quanto nas regras mais comezinhas da convivência humana.

Vou contar um caso de experiência própria, doída e que me machuca até hoje. Era uma reunião de comemoração, com amigos e familiares e, de repente, por uma tentação que não veio de Deus, apareceu um assunto: o assassinato da veredora Mariele.

Qualquer pessoa, com um mínimo de sentimento democrático e cristão, não pode se conformar com nenhum homicídio, incluindo o da vereadora.

Eu entrei, como se dizia antigamente, de gaiato no navio. Inicialmente, condenei o homicídio e tudo ia muito bem, até que, literalmente, me lasquei. Disse: acho que esse novo tipo penal, feminicídio, é desnecessário, pois bastava colocar uma qualificadora no homicídio e teria o mesmo efeito.

O meu raciocínio jurídico não tem nada a ver com ideologia de gênero ou ideologia política. Entendo que um ser humano é, antes de ser masculino, feminino, ou qualquer outra letra do alfabeto, um ser humano e, por isso merece respeito. Caso se queira chamar a atenção para as mulheres, ponha-se uma qualificadora e estará tudo resolvido.

A esquerdopatia pensa diferente. Ao colocar feminicídio como algo especial, esse especial transforma, queira-se ou não, o homicídio de um homem, em posição de somenos importância, tanto que morte de homem e morte de policial, por exemplo, socialmente é desimportante e, nos meios de comunicação, nem notícia é, talvez nota de rodapé.

Ao falar dos meus argumentos, naquela nefasta reunião, o mundo abateu-se sobre mim e só não fui expulso, por conta da importância do meu passado, mas naquele momento, o meu presente, foi uma verdadeira merda, a melhor e mais elogiosa qualificação que recebi, foi: MISÓGINO.

Nesse instante, dentro de um verdadeiro inferno, sem ter coragem, pelo ambiente em que estava, de romper com a precaução e dizer todas as verdades, perguntava-me: como alguém, que me conhece tão bem, poderia me chamar de misógino?

Fui pra casa arrasado e, no caminho, pude entender. Tudo aquilo foi decorrência dessa doença diabólica, chamada esquerdopatia. É grave, contagiosa, passa de maneira sub-reptícia, de tal forma, que quando o paciente percebe, já tem metástases espirituais.

Às vezes, o quadro é tão grave, que o paciente nem percebe. A patologia ataca principalmente os neurônios, com especial afronta ao sistema límbico, sem esquecer o destrambelhamento da espiritualidade.

Explico: esquerdopatia não rima com fé cristã e com valores defendidos nas Escrituras Sagradas. É uma patologia orgânica, mental e espiritual.

Vou refazer a minha afirmação original: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

João Melo e Sousa Bentivi

Não, não vou elogiar o Neymar. Nesse  momento conturbado do pensamento nacional, qualquer tomada de posição pode gerar problemas, principalmente nesses assuntos atinentes com a sexualidade.

A minha análise se prenderá a um “tal laudo” de um “tal médico”, que determinou a existência de hematomas, na região glútea, de uma “tal garota”. De início, não era uma garota, mas uma cidadã, bem crescida e bem alimentada, se aproximando dos 30 anos.

Em qualquer livro de Medicina Legal tem uma explicação sobre perícias e documentos médico-legais. O “tal médico” não é um perito, o “tal laudo” nunca foi laudo, para ser uma perícia, portanto um auto ou um laudo, deveria ser feito por um perito e, não o sendo, teria que haver uma designação de uma autoridade competente, para algum com qualidade técnica fazê-lo.

A autoridade que pediu a “tal perícia” foi a “tal garota”, portanto a incompetência já está explícita; o “tal laudo” não passou de um simples atestado médico, que posso afirmar ser um atestado merda ou uma merda de atestado.

Ater-me-ei somente em um ponto: presença de hematomas e, pelo que pude entender, na região glútea da “tal garota”.

Uma descrição de uma lesão deve ter localização definida, limites e dimensões, pelo menos. Não teve nada disso.

Entender o que é hematoma é simples, qualquer pessoa pode entender: uma coleção de sangue, decorrente do extravasamento de um vaso calibroso, que não se difundiu pelas malhas teciduais, podendo ser superficial ou profundo.

As nádegas, região glútea, tem uma pele, um subcutâneo rico, uma aponeurose consistente com três folhetos e uma densa musculatura, destacando-se o glúteo máximo, médio, mínimo  e piramidal. As principais artérias são a artéria glútea superior, ramo da artéria ilíaca interna, que se anastomosa com a artéria femural lateral e ainda podem ser citadas as artérias isquiática e pudenda interna.

Essas artérias são protegidas por uma volumosa massa muscular, antes já descrita. No caso das nádegas da “tal garota”, pelas fotos circulantes, o que não lhe falta é fartura de glúteos e quanto mais fartos, mais difícil a lesão de um vaso grosso, calibroso.

Em verdade, nunca houve hematoma nenhum e o Neymar foi mesmo sacaneado, duramente sacaneado.

Para um desses vasos do bumbum da “tal garota” ser lesionado, nunca seria a base de palmadas ou unhadas, aliás, ouso dizer que palmada alguma causará hematoma nas nádegas, principalmente nádegas do quilate das nádegas da “tal garota”.

Pior ou melhor, ainda, se o agressor for um sujeito como o Neymar, com a compleição física do Neymar, poderia passar três dias batucando aquela bunda e nunca causaria um hematoma sequer.

Não posso dizer o que houve, naquela memorável noite de amor, tudo parece apontar que não faltou malandragem, mas posso dizer, sim, nunca existiu o tal hematoma.

MINISTÉRIO MAIS DIFÍCIL   

João Melo e Sousa Bentivi

Nunca foi tão difícil governar como agora, no Brasil. O presidente Bolsonaro e seus ministros são analisados com lupa, pela esquerdalhada. Aliás, esses esquerdofrênicos que dominaram o Brasil, por quase duas décadas e quase o destruíram, sabem, como ninguém, criticar e, muito mais ainda, mentir. Não dão tréguas e o Brasil, no desejo deles, que se lasque!

O ensino brasileiro é uma lástima e não é culpa do Bolsonaro, tampouco falta de recursos. O Brasil gasta 6% do PIB em educação, mais que a maioria dos países desenvolvidos e com um resultado pífio.

Olhemos só para as universidades públicas e aí o buraco é maior. Uma pergunta é salutar: o desenvolvimento tecnológico, industrial e social do Brasil, nasceu nas universidades públicas? Um exemplo de sucesso aqui e acolá, o resto e necas de catibiriba.

Mas em um quesito ela é imbatível: na pregação e adoecimento ideológico da nossa juventude. Tenho exemplo perto de mim, junto a mim.

Sou de uma família numerosa e há muito ultrapassamos os três dígitos em “Bentivis”, mas fui o pioneiro em tudo, primeiro formado, primeiro doutor, primeiro automóvel, etc. (nada de orgulho tolo, porém realidade inapagável). Temos vários grupos de zap e, evidente, que sempre haverá postagens de cunho ideológico.

Tudo muito bem, desde que, por exemplo, não se diga que Lula é bandido. Depois de vários episódios desagradáveis, tomei a decisão de me posicionar ideologicamente somente em minhas páginas e no meu blog. A reação esquerdopata dentro da família foi mordaz, ferina e violenta. Confesso, tive medo e impus-me a um “silêncio obsequioso”.

A esquerdopatia é uma doença que desconhece relações, afetividade, hierarquia, respeito aos mais velhos, às crenças religiosas e outras coisitas mais, tão relevantes para a chamada direita e que construíram a sociedade. O modus operandi esquerdopata é a destruição de valores, de crenças e da família, sendo a nossa universidade é o maior celeiro dessa nocividade.

Durante muito tempo tive receio de dizer essas verdades, até mesmo por uma autocensura. Dei um basta no medo e resolvi adentrar, novamente, no ringue. E tenho história que a maior parte desses vagabundos de esquerda jamais terão.

Na adolescência líder estudantil, na universidade ativista, na Residência Médica, fundei e fui vice-presidente de uma das primeiras associações de médicos residentes, no Rio de janeiro e no Brasil. Como profissional, fui líder de classe, fundador do Sindicato dos Médicos do Maranhão, quando isso era quase um crime hediondo, fui preso durante a ditadura e nunca abdiquei dos meus valores.

Passei pelo parlamente e pelo executivo e desafio a qualquer um que encontre um senão na minha conduta. Sou o único jornalista, com quase 40 anos de militância que palmilhou no antisarneisismo com coragem e determinação, sem um minuto de transigência, também sem irresponsabilidade.

Há algum tempo não digo uma só palavra contra o Sarney e tenho razões para isso: uma boa parte dos atuais detratores do sarneisismo fez carreira, fortuna e fama lambendo as botas do velho cacique. Agora, esses pérfidos vagabundos jogam pedra, no seu antigo senhor e dono. Vagabundos, sim, e posso nominá-los um a um.

Voltando às universidades públicas e ao ministro Abraham Weintraub. O ministro está absolutamente correto em mexer nesse vespeiro ideológico chamado universidade pública e não vai resolver o problema. A pregação esquerdopata já existe há dezenas de anos, revigorou-se nos quatro governos quadrilheiros do PT. Precisamos de, pelo menos vinte anos, para uma relativa cura

O ministro necessita de nosso apoio, as pancadas serão descomunais e nós, brasileiros conscientes, não podemos deixá-lo só. Eu sou quase nada, mas no limite de minhas possibilidades, sou tudo. Não sei o tamanho desse limite, mas trabalharei no meu limite, para o bem de minha pátria.

Tenho dito.

Em tempo: os vagabundos deram uma trégua para a ministra Damares Alves. Acho que foi jejum e oração. Xô satanás!

DIMINUIÇÃO DE PENA NÃO CANONIZA UM BANDIDO

DIMINUIÇÃO DE PENA NÃO CANONIZA UM BANDIDO

João Melo e Sousa Bentivi

Mas reafirma a seriedade de um juiz. É exatamente isso que aconteceu com os últimos episódios jurídicos envolvendo o facínora conhecido como Luiz Inácio.

Após tantos julgamentos, uma turma do STJ dosou a pena do referido condenado a menos de 9 anos de reclusão. A diferença temporal com a pena arbitrada, pelo então juiz Sergio Moro, mostra que essa cantilena de perseguido, mártir ou qualquer coisa que o valha, não valem nada, a não ser tentar construir uma narrativa mentirosa, que todos sabem mentirosa, inclusive, o bandido tem certeza.

O trabalho, portanto de petistas, comunistas e outros istas semelhantes é a construção mentirosa de um valhacouto para um famoso marginal. Nada mais.

Mas uma vitória foi expressiva. Explico. A turma da bandalha queria mesmo era transformar o rosário criminal do Luiz Inácio em crime eleitoral e, consequentemente, ser julgado nessa justiça, sabidamente lenta e sem experiência criminal. Não deu certo.

Os ministros do STJ receberam pressões insuportáveis, devendo se observar que a maioria dessa turma foi nomeada pelo bandido em epígrafe e por sua correlata Dylma. Fraquejaram, sim, mas não caíram.

Nesse episódio salta aos nossos olhos o oceano de incoerência das esquerdas. Vibraram com a diminuição da pena, como se isso fosse uma grande vitória. O fato sério, dessa decisão não será mais ou menos meses de cadeia, mas a confirmação de que o tal Luiz Inácio é, de fato, um corrupto, seguramente o corrupto mais importante de toda nossa história e da história da humanidade.

Os meses de cadeia, hoje diminuídos, são de somenos importância. As inúmeras ações penais com a titularidade do Luiz Inácio são o aval de que, ao final de sua saga marginal,  ultrapassará os limites da pena máxima no direito brasileiro.

Entretanto há boas notícias para Luiz Inácio diminuir o seu tempo de encarceramento, basta ele querer: ler livros e trabalhar no presídio. Como dizia minha vovó Chiquinha, é aí que a porca entorta o rabo. Ler e trabalhar não faz parte da trajetória do Luiz Inácio.

Tenho dito.

TOFFOLI É MUITO CORAJOSO

TOFFOLI É MUITO CORAJOSO

João Melo e Sousa Bentivi

Duas frases iniciais:

“ Um bom motor da coragem é a ignorância” e “ Se queres demitir, promova”.

Acho o ministro Toffoli um homem corajoso demais. A história é singular e conhecida nacionalmente. Um homem que tentou ser um simples juiz de primeiro grau, com absoluto sucesso: foi reprovado.  Teve uma militância advocatícia, creio, comum e se notabilizou profissionalmente em locais não tão bem recomendáveis: advogado do PT e assessor do  conhecidíssimo José Dirceu.

De repente, sim, de repente, foi guindado a ministro da mais alta corte, o STF e, mesmo sendo “esse” STF, de não boa imagem, imagino a aflição interior do senhor Toffoli, quando foi escolhido. Ainda que existam dezenas de assessores para preparar peças jurídicas, mesmo assim, não seria fácil desempenhar as funções a contento.

A Bíblia diz que assim como uma noite chama outra noite, um abismo chama outro abismo. Toffoli cai exatamente na tal Segunda Turma e, entre as suas companhia orientadoras, estavam, nada mais e nada menos, Lewandowski e o insuperável Gilmar. Ninguém tem dúvida do quilate dessas influências e as suas relevantes consequências.

Eis que algo faltava para acontecer e aconteceu. O rodizio natural tomou Toffoli e o guindou a presidência do STF. Agora, o ex-reprovado para a magistratura era o maior de todos os magistrados. Pronto.

Volto para a segunda frase. O sujeito é um bom porteiro da loja, é o melhor de todos os porteiros, de repente e promovido a vendedor. Sai-se um bom vendedor, mais não o melhor.

Quando chega coordenador de turno, as cagadas começam a aparecer, até que, ao ser promovido a gerente, faz tanta besteira que a demissão se torna natural. Não há demissão de ministro de tribunais.

A qualidade do ministro Toffoli se mostrou exacerbada nesses últimos episódios de censura a liberdade de expressão e o consequente  estupro a ordem jurídica e constitucional da pátria, com o tal inquérito cala boca.

É evidente que não irá prosperar e irão dar uma decisão apaziguadora e hipócrita para resolver a cagada, entretanto limpar simplesmente a merda, não tira o fedor. Continuará fedendo.

Muito há por vir, a dúvida é a qualidade do que virá, mas fica, aqui, a minha admiração com a coragem do ministro Toffoli.

É, deveras, um homem muito corajoso.

CEM DIAS

CEM DIAS (João Melo e Sousa Bentivi)

Causou uma grande celeuma a tal prestação de contas, do início governo Bolsonaro. Os adversários, como não poderiam deixar de ser, espinafraram e não viram nenhuma realização. Deram nota zero, com restrições.

Os bolsonaristas e o governo, por definição, cantaram loas e boas: os cem dias foram de absoluto sucesso, ainda que determinadas propostas tivessem que ser desfiadas, para parirem mais propostas, até chegar a um número cabalístico, salvo engano, trinta.

Uma discussão pouco inteligente, passional, burra. O governo decerto perdeu tempo com coisas adjetivas, inexperiência nas interlocuções internas e externas, incluindo algumas colocações do próprio Bolsonaro, mas somente com as propostas do Guedes e do Moro, já pode se considerar acima de qualquer administração petista. Bastaria que o tal Congresso não mutilasse esses dois projetos e o Brasil estará com um pé bem fincado, em um glorioso futuro.

Entretanto, muito mais que projetos, medidas e políticas que deveriam ou foram implantadas, o que mais diferencia, para o bem do Brasil, para o bem de todos nós, é que ninguém viu nenhum ladrão no governo Bolsonaro.

Ao contrário das administrações esquerdo-petralhas, onde os larápios se amontoavam, a cântaros, na atual esplanada, parece não haver lugar para gatunos.

Simplesmente por isso, esquecendo quaisquer outros argumentos, posso dizer que foi um sucesso os cem primeiros dias do governo Bolsonaro.

Que continue assim, bem diferente do passado, um governo sem ladrões!

Tenho dito.

ELOGIE A QUEM VOCÊ NÃO AMA

ELOGIE A QUEM VOCÊ NÃO AMA

João Melo e Sousa Bentivi

A vida em sociedade se torna cada vez mais difícil e, no circuito familiar, não é diferente. A noção mais comum é que os problemas de relacionamento se devem ao cometimento de erros. Isso é verdade, porém não é a explicação única.

Há inúmeras desavenças e crises que não se estribaram em falhas, mas, muito mais, no desconhecimento ou, pior, no não reconhecimento dos acertos.

Basta focar no micromundo dos casais e perguntar: há quanto tempo, o seu esposos ou esposa, companheiro, ou qualquer denominação que o valha, não ouviu um elogio de sua parte? Em regra, faz tanto tempo, que esse tempo está no mais profundo esquecimento, ou nunca existiu esse fato.

Sim, há casais que convivem dezenas de anos e chegam a morte, sem que em uma única oportunidade alguém ouvisse um “muito obrigado”, “você é espetacular”, “você é importante no meu viver”, etc. etc.

Por outro lado, se perguntasse para qualquer casal, qual foi a última reclamação, por serem tantas, a dificuldade seria determinar a última. O pior é que, na maioria das vezes, a reclamação é atávica, repetida, e cujo efeito nunca será a correção, mas a simples e danosa aporrinhação no relacionamento.

As reclamações repetidas são fontes de imutáveis contendas, conflitos e desenlaces e nunca se viu nenhuma felicidade baseada em reclamações.

O mesmo se dá com os filhos. Pais há que só se manifestam se os filhos tiverem boas notas escolares, em contrário, reclamações e corte de privilégios. Será que o único fator importante, em um filho, é o rendimento escolar? Nada mais vale?

Do outro lado, há pais que sonharam a vida inteira com um abraço ou um beijo dos filhos, eivados de espontaneidade. Morreram sem tê-los. Agradecimentos só aparecem se vierem na cauda de presentes materiais, como celulares, computadores, automóveis e similares.

Conheço um pai, pra lá de empolgado, com uma grande inserção científica e cultural, que o maior desejo e felicidade do seu coração seria receber elogios e afagos dos seus filhos, já que sua esposa não é dada a elogios. Não obteve até agora. Essas práticas não ocorrem se não forem costumeiras. Não foram.

Outro aspecto diz respeito a vaidade.  Muito comum dizer-se que quem gosta de elogios é um vaidoso e alguns colocam a vaidade como sinônimo de pecado (não está no decálogo). Há múltiplas formas de ser vaidoso e a vaidade pode, inclusive, ser construtiva para o indivíduo e para o mundo. A premissa é que a vaidade não prejudique a outros, que você não prejudique a ninguém. Sendo assim, seja vaidoso.

Voltemos aos casais. De repente, o argumento fidelidade sobrepuja a todos os outros argumentos. Quem disse que a fidelidade, sozinha, determina um lar feliz? Conheço centenas, milhares de casais que tiveram infidelidades, no decorrer do percurso, e obedeceram o “até que a morte os separe”. Inclusive porque tem um argumento bem maior que a fidelidade, santo, denominado perdão.

Jamais admitirei que a fidelidade conjugal não importa, pois nunca defenderei uma assertiva antibíblica. O que enfatizo é que somente ela não constrói um lar feliz. Piora muito, quando a fidelidade se transforma em moeda de barganha: eu sou fiel!!!!

Ser fiel não decorre do reconhecimento de outrens, mas de uma determinação interior e a fidelidade de alguém não está determinada pela fidelidade do outro. É decisão pessoalíssima.

No casamento ou acasalamento, a espontaneidade tem que ser maior que a obrigatoriedade. Dentro dessa espontaneidade está o reconhecimento de que a sua fidelidade não obriga a ninguém ser fiel e é primariamente, repito, uma decisão pessoal. Alguém ser fiel, somente se o outro o for é comércio, troca, escambo, simplesmente isso e nada mais.

O título desse arrazoado foi ELOGIE A QUEM VOCÊ NÃO AMA. Fi-lo para provocar. A ideia cristã é fazer o bem, indistintamente, para todos e essa ideia tem que ser perseguida, mas se você não consegue fazer o bem para os que estão na sua proximidade, notadamente para a sua família, como fará com os outros mais distantes?

Assim, ame os seus, elogie os seus, acaricie os seus, abrace os seus, beije os seus e farás um bom treinamento para fazer isso com o mundo e, claro, com os inimigos.

Não falei eu, falou a Bíblia.

EM DEFESA DO SUPREMO

EM DEFESA DO SUPREMO

João Melo e Sousa Bentivi

Foi tudo bonito demais, para não dizer execrável. Todos os poderes, sindicatos, classe produtiva, empresários, padres, pastores, macumbeiros, ateus, tudo em defesa do STF. Faltaram, talvez, representantes das milícias e dos comandos carcerários.

O mote parece lindo, à primeira vista: DEFESA DO STF.

Ah, estava presente uma coisa denominada OAB Nacional, que não me representa.

Parei, pensei e perguntei-me: será que a Suprema Corte Americana necessitaria ou aceitaria uma sessão de desagravo, de apoio, solidariedade de quem quer que seja? Ganhou um doce, quem responder, jamais.

Outras perguntas são mais incomodantes: um STF que necessita sessão de desagravo, apoio, solidariedade é, de fato, um STF? Pode ser considerado como um verdadeiro tribunal constitucional? Quem precisa dessas artimanhas de apoio tem autoridade moral e institucional para dar a última palavra?

Não preciso responder. Mas volto para a Suprema Corte Americana. Seria possível um ministro americano ser um próspero empresário jurídico, às expensas do poder e influência do cargo? Seria possível um ministro americano ser um sujeito reprovado mais de uma vez em concurso de início de carreira na magistratura? Seria possível um ministro americano ser nomeado, porque sua genitora era amiga da esposa de um presidente americano? Seria possível um ministro americano ser especialista em soltar bandidos, principalmente do seu círculo de amizade?

Esse STF não necessita de nenhum fake para ser caracterizado, pois muitas de suas condutas, por definição, são fakes, já que não se coadunam com uma postura correta de uma corte constitucional.

A rigor, os onze ministros do STF não constituem um tribunal. São um ajuntamento de togas, onde o saber jurídico e comedimento falecem junto a uma desmedida vaidade, que impunemente campeia, para não dizer muito mais. Ilhas jurídicas que jamais constituirão um arquipélago.

Legislam a torto e a direito, mas como não foram constitucionalmente gestados para legislar, o torto prepondera e o direito fenece.

Quem está sujando a imagem do STF não são as redes sociais bandidas, mas a desconfiança generalizada do povo brasileiro. Um exemplo é avassalador: as manobras para a soltura de um criminoso, bandido, julgado em múltiplas instâncias, chamado Luiz Inácio.

Por tudo que conheço desse STF, o criminoso Luiz Inácio está prestes a sair do xilindró. Será um dos poucos momentos em que o STF fará justiça, ainda que na contramão do bom senso, da ética e da seriedade. Juntos com Luiz Inácio sairão quase 200 mil criminosos, de todas as estirpes.

O cidadão brasileiro correto ficará em luto. Uma festa para quem gosta de criminoso. O tal PT gosta.

Tenho dito.