BENDITO TEMER

Gosto de provocar e quando a provocação é contra a esquerda ignara, faz-se em mim um orgasmo jornalístico. Acho que existe em mim um gene da provocação, um tal “ppxpt”. Pensem bem, chamar Michel Temer de bendito, nem dona Marcela tem coragem de chamá-lo e, a essa altura do campeonato, bendizê-lo seria um crasso erro. Para a esquerda um pecado imperdoável.

Acalmem-se, tenho certeza que esse Temer pode ser qualquer coisa, exceto bendito. Creio que o seu passivo moral peemedebista transita, afinado, entre Jucá, Moreira, Eduardo e Gedel. Essa afinação rima com organização criminosa, pelo menos. Mas, por incrível que pareça, esse Temer será glorificado pela história, no futuro, como um estadista, ainda que delinquindo.

Há anos, muitos anos, todos sabemos que o Brasil necessitaria de reformas. Desde o Sarney isso era flagrante. O Sarney, nos dois últimos anos, só tratava em preservar o seu mandato, alvejado por todos os lados e, aí, iniciou-se esse presidencialismo de coalizão, agora chamado, pelo glorioso PSDB, de cooptação.

Parabéns ao PSDB: além de apontar o crime, confessa o crime e continua no crime.

Itamar era transição, FHC teve o avanço do plano real e deppis perdeu-se negociando o segundo mandato. O Lula poderia ter feito a reforma, mas como reformar se estava no projeto bolivariano, maldito, de implantar uma ditadura corporativa de esquerda? Em vez de fazer o que seria correto, enganou os menos favorecidos com benesses mil e instituiu a corrupção como norma. Deixo de analisar a Dylma por questões óbvias: um poste de burrice.

Volte-se ao senhor Temer. Já é parte da história e no capítulo dos recordes: o mais odiado presidente da história brasileira. O velho Sarney não esconde a alegria, alguém o ultrapassou. No pior. Mas surge o não racional: o Temer goza de um confortabilíssimo apoio político. Todos podem colocar ressalvas sobre esse apoio, se foi conseguido com emendas, cargos e outros agrados, porém apoio é apoio e, para ser específico, com Janot ou sem Janot, Temer terminará o mandato.

Outra explicação para o apoio político desfrutado por Temer, seria que o apoio ao Temer seria um apoio entre iguais. Entre iguais, nesse caso, não se trataria de apoio entre santos, mas muito apropriado para ser entre demônios. Nada demais, o PT, há pouco tempo, com tantos demônios, não soube fazer a cooptação das hostes infernais e dona Dylma escafedeu-se, para nunca mais voltar. Incompetência política.

Assim, por qualquer que seja o caminho, o senhor Temer demonstra competência política e o “fora Temer” cada vez mais esvai-se, tanto que está substituído, pouco a pouco, por um “xô Lula”. Fato por demais agradável.

Pois bem, dois fatores se encontram nesse Temer: não possui mais sonhos políticos pessoais e tem convicção de que nunca será amado pelos brasileiros. Essas duas condições se somam e permitem ao Temer fazer as reformas, muitas das quais amargas, porém necessárias e inadiáveis.

Sonho, todos os dias, que ele consiga fazer a reforma de previdência, pois as outras que realizou somente melhorara o Brasil. Fui, por anos, contrário às privatizações. Para não confessar a minha obtusidade, tenho um atenuante: não conhecia o PT. Hoje tenho convicção de que o estado menor rima com vida melhor. Espero que das mais de cem estatais ineficientes, corruptas e inoperantes, consigamos ver a maioria privatizada. Lucro para o Brasil, eliminação de descaminhos e a volta da eficiência.

Por tudo isso, posso afirmar, “fica Temer”, “bendito Temer”, até 31.12.2018. Depois quero que se encontre com Moro. Somente isso.

FAST NEWS 1: A ESPERA DO 100 (esse tópico, fi-lo no sábado, como está dito, e não estava errado infelizmente)

Espero que esteja errado. Escrevo essa matéria na madrugada do sábado e informo o que todos sabem. Foi assassinado o policial carioca de número 98. Nada de criticar o bandido que o assassinou. A minha crítica, a passeata pedindo paz, erigir cruzes nas areias da praia, tudo isso não vale nada, coisa nenhuma e ninguem viu qualquer bandido arrependido depois de uma dessas manifestações.

Explicável. O cabeleireiro tem que cabeleirar; o professor, professorar; o pastor, pastorear; o maconheiro, maconhar e como querer que o profissional do crime pregue o evangelho?

Mais ainda. Coloque-se na condição de um chefe de facção criminosa. Um determinado sargento PM tem a infeliz ideia de prendê-lo. O chefe não gosta e resolve se vingar. Lá de dentro do presídio, com todos os celulares e outros meios à mão, manda uma siples ordem: matem o sargento fulano de tal. Alguém acha que o sargento sobreviverá? Esse sargento fictício seria mais um na lista dos quase cem.

O mais grave é que os policiais mortos, em regra, são bons policiais. Explico. Caso fosse eu um chefão do tráfico, iria exterminar um policial amigo, que trabalha para o tráfico, que dá informações privilegiadas? Nunca, esse policial já não mais é um policial. Faz parte co crime, apesar de fardado. Os policiais eliminados, repito, em regra são bons policiais e a presença deles incomoda. Perdemos policiais, o que já é deplorável e perdemos bons policiais. Muito pior ainda.

O meu inconformismo será interminável. Não é contra o delinquente, é contra essa coisa monstruosa, escrota, hipócrita denominada COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS. Qualquer que seja ela, o desastre é o mesmo. O meu programa de rádio, na Rádio Capital AM, 1180, aos domingos, das 7:30 às 9:00 horas, está aberto para qualquer COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS. Basta me ligar, no 988191530, e acertaremos a data.

FAST NEWS 2: GILMAR, O GRANDE

O foco agora é Gilmar Mendes e, entre tantos pecados apontados, ressalta-se a verborragia. Um juiz deveria falar nada e decidir tudo. Essa regra foi morta, na pátria brasileira, há muito tempo. O atual STF exacerbou aquilo que já era deplorável.

Nunca tivemos um supremo com tantas vaidades e tão poucas qualidades. Esse supremo danou-se, inclusive, a usurpar as funções do Congresso Nacional, com total desfaçatez. Esse supremo, de guardião da constituição, tornou-se um seu agressor. A determinação da prisão de um condenado, antes do trânsito em julgado da sentença penal condenatória é patognomônica das artimanhas inconstitucionais da alta corte.

Voltemos ao senhor Gilmar e ao juiz Bretas. Bretas prende e Gilmar solta. Trinta minutos depois, Bretas solta nova ordem de prisão e imediatamente o Gilmar se insurge. Anula. Dois vaidosos para quem as leis a cidadania o bom senso não possuem a menor importância.

Sem juízo de valor, esse juiz promoveu uma infantil rebeldia e, se eu fosse o Gilmar Mendes faria a mesma coisa. Evidente que a metáfora de que “quem abana o cachorro é o rabo” foi debochada e medíocre. Porem correta.

O pior estava por vir. Chegam novas provas e o juiz Breta, no auge da insolência, manda o ministro tomar as providências. Caso fosse na vida militar, seria insubordinação e o Bretas pegaria uma prisão exemplar. O juiz Breta sabe que a decretação de prisão, nesse caso, é papel dele e nunca do ministro e sabe, melhor ainda, que um juiz singular não pode e nem deve dar ordem a qualquer ministro.

Mas ainda haveria coisa pior. A manifestação de juizes e promotores contra o Gilmar. Sabem eles e sabem todos que essa insubordinação não será acolhida no STF. Tudo não passou de uma pantomina, uma reunião aos moldes petistas para promover o desgaste do tal Gilmar. Burrice. O desgaste não será do Gilmar, mas o é de toda justiça brasileira.

Quem ganha com isso? Não sei, mas com certeza a nação brasileira está somente perdendo.

MUDAR TUDO PARA NÃO MUDAR NADA

Como se dizia, lá na minha Pedreiras, chegou a hora da onça beber água. O grau de incertezas, na pátria brasileira está no ápice, creio eu. Nas prateleiras da nossa democracia faltam muitos itens, tais como credibilidade, inteligência, seriedade, comprometimento com o bem público, respeito, mas sobram burrice, falsidade, hipocrisia, desfaçatez, corrupção e malandragens.

Uma ideia corrente, de alguns malandros, é explicar que o problema da corrupção, na política brasileira, é a existência de muitas siglas de aluguel, ou, simplesmente, partidos nanicos.

Uma parte da assertiva é correta. São partidos de ocasião, que se vendem mesmo, se alugam e ideologicamente nada podem acrescentar, visto não terem nada para acrescentar. Contudo, quando observamos a listagem dos corruptos presos, apenados e por apenar, a maioria esmagadora é oriunda de grandes siglas, com o PT imbatível, na saga da corrupção.

Alguém poderá objetar: não estão no mesmo patamar de corrupção, por não terem sido convidados para ela. Pode ser. Não tenho elementos nem para dizer, nem para desdizer essa tese.

A mudança de nome das siglas é outro ponto que se assemelha com a pedra filosofal da antiguidade: muda o nome, muda tudo e todos os problemas estão resolvidos. De novo, malandragem.

No passado, nem tanto recente, já ocorreu. O antigo MDB ganhou um P e virou PMDB. Não me lembro bem, mas parece que a legislação, de então, exigia a palavra “partido”. A velha e carcomida ARENA transformou-se em PDS, depois PFL e, mais depois, DEM. O PRN do Collor virou PTC e o PPB, PP; PRT para PSTU; PSN para PHS e PDC, para PSDC. Sem esquecermos as muitas incorporações, como, por exemplo, o PAN que foi incorporado ao PTB, em 2007.

As perguntas não querem calar. O quê e em que mudou, para nós, brasileiros? Alterou a eficiência? Houve um banho de honestidade em seus integrantes? O corrupto deixou de sê-lo só com a mudança do nome da sigla? É evidente que a mudança do nome dos partidos, independente das justificativas, foram meras malandragens eleitorais.

Mas não parou por aqui. Agora mesmo o PTN tornou-se PODEMOS, o PT do B, cuja principal liderança é o presidiário da Lava Jato Cândido Vaccareza, será AVANTE e as más línguas já perguntam: avançar para qual destino e sobre que pessoas? O PSL chamar-se-á LIVRES e retorna a indagação: livres de quê e de quem?

O leitor, que não é bobo, já entendeu que a mudança de nomes de partidos nada tem a ver com a seriedade de qualquer proposta ou levantar qualquer bandeira séria. Nada, nadica de nada, a não ser um indisfarçável interesse eleitoreiro. Mau, muito mau.

A tal reforma política é outro exemplo catastrófico. Nesse momento, a classe política desfruta do seu maior desgaste. Em uma fictícia disputa, entre a classe política e o presidente Michel Temer, assistiríamos a uma disputa sem vencedor: os dois lados segurariam, juntos, a gloriosa lanterna.

O problema dessa tal reforma política é tanto conceitual, quanto operacional. Como fazer uma reforma de tal envergadura em menos de dois meses? Nesse tempo, não daria certo em nenhum lugar do mundo e, evidente, no Brasil também não dará. O mais importante: como fazer essa reforma, sem ouvir a sociedade? Não foi ouvida e nem será ouvida.

Alguém ensinou que a raposa nunca seria uma boa protetora do galinheiro, do mesmo modo que o lobo jamais será um bom pastor. É a mesma coisa. Como um congre,sso com muitos já na cadeia, 1/3 respondendo a processos e com o passaporte carimbado para a PAPUDA, poderia produzir uma boa reforma política?

Sejamos inteligentes. O instinto mais fundamenta, no ser humano, é o da sobrevivência, qualquer que seja ela: familiar, profissional, emocional, física e, também, política.

Como exigir que um parlamentar, sentindo o perfume da cela, vote algo que ponha em risco o seu mandato? Ou se exigir que o Michel Temer confesse, sem mais e nem menos, que a mala dos 500 era dele ou para ele.

Todas as teses, como distritão, distritinho, fundo público de campanha, diminuição do tempo de campanha, tudo isso e muito mais são discussões com interesses pessoais, grande parte inconfessáveis.

Existem mais balelas: a causa da corrupção é o voto proporcional? Dou um doce para quem provar isso. O corrupto não é concebido pelo tipo de voto que recebe, mas pelo tipo de homem que recebeu o voto. Caso o sujeito seja corrupto, com voto ou sem voto o será.

Finalmente, uma abordagem que a imprensa não falou, não fala, mas que falarei. Em que momento nasceu o PETROLÃO, pai da Lava Jato? Não especulem, que eu respondo: no processo eleitoral. Sendo mais específico: sem a corrupção e desonestidade do eleitor não existiria o político corruptor.

Caso o eleitor não vendesse o seu voto, não fosse levado pelas megacampanhas, pelos megaeventos, as eleições escolheriam os melhores e a representação política seria outra.

Para termos um congresso honesto, necessitamos de um eleitorado honesto. Para termos políticos sérios, necessitamos de eleitores sérios. Político e eleitor são seres indissociáveis, nada mais.

E mais, você não é obrigado a concordar comigo e saiba que o que desejo é que esse texto sirva para alguma reflexão.

BADERNOPATAS

São frases feitas, costumeiras, mas que o dia a dia, o senso comum as justifica. “O poço não tem fundo”, “quando se pensa que chegamos ao fundo do poço, se abre um alçapão”, “tudo que está ruim pode piorar”…

Essas frases expressam, praticamente, maldições e é exatamente isso que penso, toda vez que passa em minha mente, duas letrinhas do alfabeto, que já serviram para tantas palavras lindas, tantas frases de amor, quantos cânticos de fé e penitência, mas que, há muito, expressam maldade, corrupção, sacanagem, crime, desmando, irresponsabilidade, traição à pátria, ódio a fé, posturas antibíblicas, bandeiras ateosatânicas, incompetência, burrice, hipocrisia, etc.

Essas duas letras, separadas, são normais, mas ao se juntarem fazem a festa de tudo que não presta: PT. Pode botar seus satélites. Tudo igual, tudo como dantes, no quartel d’Abrantes.

São bandidos nas ideias e nem estou falando nos bandidos penalmente comprovados, apenados, com especial atenção a toda cúpula petista, cujas penas somadas, ultrapassam a centenas de anos de xilindró. Cada ideia petista carrega uma malandragem. Já falei disso em outras oportunidades. Exemplos não faltam.

Contra a reforma trabalhista? Qualquer pessoa, com dois neurônios funcionantes, sabe que essa CLT dos anos 40 é um monstro. Contra a reforma da previdência? Qualquer pessoa, com dois neurônios funcionantes, sabe que essa previdência, nos moldes atuais, está falida e levará o estado brasileiro à falência e é mais um monstro. Foram contra a reforma da educação e todos sabíamos que a escola brasileira necessitava de uma reforma. Foi feita e está sendo praticada, com êxito. Poderia dar dezenas de exemplos de teses furadas, imbecilizadas desse esquerdopatas, agora, por mim chamados de badernopatas (esse neologismo é meu!)

As posturas desses vagabundos merece um capítulo especial. Volta-se ao passado e, no dia que for apurado o assassinato de prefeito Celso Daniel, joga-se a pá de cal definitiva do no PT. Volta-se ao presente e a presidenta do PT, a tal Gleise Hoffman, está denunciada e, pelo andar da carruagem, terá domicílio, em pouco tempo, na Papuda.

Tudo deprimente, mas podia piorar. E piora. O comportamento desses badernopatas no parlamento é, de fato, deplorável e injustificável. No impeachment da Dylma, o show deles foi visto mundo afora. Estão piorando.

Há pouco, aquelas senhoras que se dizem senadoras, usurparam a mesa do senado, fizeram piquenique, sujaram a mesa da presidência, obstacularam os trabalhos, entre tantos outros desatinos. Quem era o líder mental dessa sacanagem? Ele, sim, ele, o desfaçatado Lindbergh.

A tática eu já discorri nesse blog: transformar qualquer reação pela lei e pela ordem, em uma agressão às mulheres. Um parlamentar, antes da qualidade determinada nas partes pudendas ou antes, de suas opções de gênero, é, primeiramente, um parlamentar. A minha atividade como médico vem muito na frente da minha postura de ser hetero (me orgulho disso). O Eunício de Oliveira não caiu na armadilha. Elas desejavam ser agredidas. Não o foram.

Agora foi o episódio da reunião da Comissão de Ética do Senado. A postura das tais senadoras deveria ser analisada, ainda que fosse arquivada e, de fato, seria. Tenho certeza. O problema é que não foi possível nem iniciar a discussão. Um só sujeito, de maneira ditatorial, burra, imbecil mal educada, agrediu a todos e quase agredia ao senador maranhense João Alberto. A interferência doutros impediu esse ato trágico.

Caso a atitude desse badernopata Lindenberg fosse um ato determinado pela emotividade, já seria deprimente. Não o foi. Foi uma atitude determinada pelo mau caratismo petista. Pelo desespero de um partido sem futuro, já que esse partido não tem mais nem passado e nem presente.

Ninguém sabe quais regras determinarão a eleição do próximo ano, mas espero que, com qualquer regra, o PT e outros nautas de mesma estirpe sejam varridos do espectro político da nação.

FAST NEWS: NOTA DE REPÚDIO

Ontem morreu o nonagésimo sétimo policial militar carioca. Foi uma notícia tão costumeira que quase não é mais notícia, inclusive a notícia não prende-se à morte do policial, prende-se ao número de mortes. Lamentável.

O que fazer? Nada, nada, nada. A sociedade civil, entidades, partidos, organizações sociais nem dão o ar de sua graça: policial ser assassinado é de uma normalidade e desimportância angustiante. Mas alguém deveria se pronunciar. Alguém tem obrigação de se manifestar. Refiro-me as tais Comissões de Direitos Humanos, qualquer que seja ela, OAB, federal, estadual, municipal, escambau…

Tenho a impressão/certeza de que essas demoníacas comissões entendem o policial em um estrato diferente do meu entendimento. Ou policial não tem direitos, ou o policial não é humano, ou, o mais grave, é desprovido das duas qualidades: nem tem direitos e nem é humano.

Alguém com um mínimo de bom senso perguntaria: qual a razão desse comportamento injustificável? A resposta é simples. Essas comissões são sempre repletas de esquerdopatas e, se assim o são, não poderiam produzir nada de bom, nada de justo e nada de relevante.

SEM BANDIDO DE ESTIMAÇÃO

Basta me perguntar que digo: acho que esse Temer está envolvido até o gogó com a corrupção. Como também acho que Lula, Dilma, Aécio, Renan e tantos outros também estão. Do mesmo modo, que os partidos estão corrompidos, mas a medalha Al Capone ninguém tira do PT, entretanto no meio dessas notícias escabrosas, pelo menos uma me dá alento: vou me livrar da visão daquela coisa espúria, chamado Rodrigo Janot.

Um simples manipulador do Ministério Público, usando a instituição a favor do PT e em benefício eleitoral próprio. Primeiro sonhou com a Presidência da República e, agora, sonha com o Governo de Minas. Um simples detalhe mostra a vagabundagem desse sujeito: os processos contra Eduardo Cunha, Aécio Neves e Michel Temer são de uma agilidade de um servo, mas os de Renan Calheiros seguem a passos de Rubinho Barricello. De cágados.

Deixem-me colocar uma dose de irritação de muitos contra a minha pessoa, ou seja aprimorar a irritação (ultimamente não tenho dado bolas para isso): torci pelo Temer. Revolta geral: como torcer por um bandido? Logo você que se diz honesto? E o sujeito chegando ao ponto zero. Zero por cento de aprovação? Acalmem-se. Explico, para os não irritados.

Tenho convicção de que Temer tem, à sua frente, um cipoal que não o deixará livre. Agora ou depois, com Moro ou sem Moro, a situação não é promissora, entretanto não posso fazer coro ou dueto com esse discurso esquerdistóide, psicopático e hipócrita do PT e outros acólitos.

Só a exemplificar, um dos arautos da moral petista é um tal de José Guimarães, irmão de outro condenado petista, José Genoíno, do Ceará, que há pouco tempo foi flagrado no aeroporto, com dinheiro na cueca. O padrão corruptivo do Temer é mala, o padrão cuecas poderia ser denominado “escroto-petista”. A bandidagem é a mesma.

Os caras ainda continuam com a cantilena da emenda das diretas para agora, quando todos, até os “desoneuronados” esquerdistas, sabem ser essa hipótese de diretas impossível. Mas porque continuam com a mesma história? Simplesmente para promover o desgaste administrativo do país. Traidores da pátria, a ódio ao tal Temer não pode ser ódio ao Brasil.

Pela vontade deles, até hoje se estaria decidindo a tal autorização processual. Para processar o Temer? Nunca. Para atrapalhar o Brasil, sim.

Outra discussão foi a liberação de emendas parlamentares. Nesse per si estão juntos, como irmãos siameses, a esquerdopatia e uma imprensa formada pelos infiltrados de esquerda e os outros que perderam a boquinha petista. O discurso é simples e parece verdadeiro: O Temer está comprando apoio distribuindo emendas parlamentares. Ódio geral da nação. Mentira safada.

Emenda parlamentar existe em nível federal, estadual e municipal. Não dá nenhum rombo no orçamento: está no orçamento. Caso seja impositiva, independente do partido do parlamentar, será disponibilizada. O executivo pode é apressar e pagar as emendas de aliados com mais presteza, mas alegar desonestidade nesse fato é um discurso mentiroso e bandido. Próprio para mentirosos e bandidos. O deputado Sérgio Reis, cujo coração não é de papel, recebeu suas emendas e votou contra e está cheio de petistas que também receberam-nas.

O sonho dessa corja de badernista é mais uma denúncia do Janot e creio que virá, mas creio muito mais: será a última dessa cópia desengonçada de vovó Mafalda.

Fora Janot!

NEYMAR COM A BOLA CHEIA

O acontecimento mais midiático do mundo, nessa semana, foi, sem dúvida, Neymar Junior. Não sem razão pelas somas e pelos desdobramentos inevitáveis.

Sempre guardei uma bronca contra esse tal de Neymar: nunca foi do Flamengo. Como também não era do tal Coríntians, amenizou a decepção. Depois teve um Flamengo e Santos em que esse rapaz sacaneou com o gigante da Gávea. Até hoje Ronaldo Angelim procura uma pelota que passou por baixo da encruzilhada das duas coxas. Por último, foi jogar nesse insuportável Barcelona, como torcedor madrilenho, foi uma pá de cal. Como não há maldição eterna, Neymar respirará ares de Torre Eiffel. Muito mais saudável que os de Barcelona.

Já ouvi de tudo e, principalmente de quem não deveria dizer asneiras, ou seja, comentaristas esportivos. Recordarei algumas.

“Neymar traiu o Barcelona”. Pare cara-pálida, contrato entre clube e jogador não tem nada de relação conjugal-sexual. É um contrato como outro qualquer, com cláusulas aceitas, o que faz lei entre as partes, principalmente aqueles que tratam da denúncia. No caso de jogadores, a maior é a tal multa rescisória. Como o Paris Saint Germain pagou, ponto final e nada mais. Alguém em inocência adâmica, acredita que o Barcelona ama Neymar? Quando a relação é trabalhista ou comercial, o liame maior é cumprir o acertado e se tiver essa história de amor, fica para depois, muito depois.

“Neymar deveria esperar mais um pouco, para ser o melhor jogador do mundo depois que o tal Messi se aposentasse”. Esse argumento é uma grande sacanagem. Com o Neymar. No Barcelona, como auxiliar requintado do Messi, seria, no máximo, o terceiro do mundo, pois um pouquinho, ali por perto, existe um Cristiano Ronaldo.

Todo ator coadjuvante sonha ser estrela principal. Neymar não inventa nada, segue o raciocínio lógico de qualquer pessoa de bom senso. Na França já é a maior estrela e um grande elenco trabalhará em função de sua genialidade.

Por fim a hipérbole: “Neymar esta gananciosos, ele não precisa de mais dinheiro para viver. Ou complexo de pobreza ou inveja do sucesso alheio. Alguém fica triste ao ganhar dinheiro? Ninguém. Quer dizer que o seu Neymar, por ter ganho muito dinheiro no Barcelona, não pode ganhar nais onde lhe aprouver e tiver oportunidade?

Ah! As somas são astronômicas? Sim e se tratando de Neymar não seriam de outra maneira. Aliás, esse raciocínio falso socialista se repete. Fulano ganha demais, porque em um único mês, ganha o que um trabalhador brasileiro ganharia em 10 anos, por exemplo. Basta imaginar o Neymar ganhando o mesmo que eu ganho como médico. Para o padrão Neymar um desastre e porque a nossa notável diferença salarial? Simples, eu sou médico e ele é um craque. Não bato penais na Champions e nem ele opera amidalectomia no Juvêncio Mattos. É muito melhor bater penais.

Deixo de fazer a análise afirmativa da transferência do Neymar. Talvez nem a faça.