CEM DIAS

CEM DIAS (João Melo e Sousa Bentivi)

Causou uma grande celeuma a tal prestação de contas, do início governo Bolsonaro. Os adversários, como não poderiam deixar de ser, espinafraram e não viram nenhuma realização. Deram nota zero, com restrições.

Os bolsonaristas e o governo, por definição, cantaram loas e boas: os cem dias foram de absoluto sucesso, ainda que determinadas propostas tivessem que ser desfiadas, para parirem mais propostas, até chegar a um número cabalístico, salvo engano, trinta.

Uma discussão pouco inteligente, passional, burra. O governo decerto perdeu tempo com coisas adjetivas, inexperiência nas interlocuções internas e externas, incluindo algumas colocações do próprio Bolsonaro, mas somente com as propostas do Guedes e do Moro, já pode se considerar acima de qualquer administração petista. Bastaria que o tal Congresso não mutilasse esses dois projetos e o Brasil estará com um pé bem fincado, em um glorioso futuro.

Entretanto, muito mais que projetos, medidas e políticas que deveriam ou foram implantadas, o que mais diferencia, para o bem do Brasil, para o bem de todos nós, é que ninguém viu nenhum ladrão no governo Bolsonaro.

Ao contrário das administrações esquerdo-petralhas, onde os larápios se amontoavam, a cântaros, na atual esplanada, parece não haver lugar para gatunos.

Simplesmente por isso, esquecendo quaisquer outros argumentos, posso dizer que foi um sucesso os cem primeiros dias do governo Bolsonaro.

Que continue assim, bem diferente do passado, um governo sem ladrões!

Tenho dito.

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