DIMINUIÇÃO DE PENA NÃO CANONIZA UM BANDIDO

DIMINUIÇÃO DE PENA NÃO CANONIZA UM BANDIDO

João Melo e Sousa Bentivi

Mas reafirma a seriedade de um juiz. É exatamente isso que aconteceu com os últimos episódios jurídicos envolvendo o facínora conhecido como Luiz Inácio.

Após tantos julgamentos, uma turma do STJ dosou a pena do referido condenado a menos de 9 anos de reclusão. A diferença temporal com a pena arbitrada, pelo então juiz Sergio Moro, mostra que essa cantilena de perseguido, mártir ou qualquer coisa que o valha, não valem nada, a não ser tentar construir uma narrativa mentirosa, que todos sabem mentirosa, inclusive, o bandido tem certeza.

O trabalho, portanto de petistas, comunistas e outros istas semelhantes é a construção mentirosa de um valhacouto para um famoso marginal. Nada mais.

Mas uma vitória foi expressiva. Explico. A turma da bandalha queria mesmo era transformar o rosário criminal do Luiz Inácio em crime eleitoral e, consequentemente, ser julgado nessa justiça, sabidamente lenta e sem experiência criminal. Não deu certo.

Os ministros do STJ receberam pressões insuportáveis, devendo se observar que a maioria dessa turma foi nomeada pelo bandido em epígrafe e por sua correlata Dylma. Fraquejaram, sim, mas não caíram.

Nesse episódio salta aos nossos olhos o oceano de incoerência das esquerdas. Vibraram com a diminuição da pena, como se isso fosse uma grande vitória. O fato sério, dessa decisão não será mais ou menos meses de cadeia, mas a confirmação de que o tal Luiz Inácio é, de fato, um corrupto, seguramente o corrupto mais importante de toda nossa história e da história da humanidade.

Os meses de cadeia, hoje diminuídos, são de somenos importância. As inúmeras ações penais com a titularidade do Luiz Inácio são o aval de que, ao final de sua saga marginal,  ultrapassará os limites da pena máxima no direito brasileiro.

Entretanto há boas notícias para Luiz Inácio diminuir o seu tempo de encarceramento, basta ele querer: ler livros e trabalhar no presídio. Como dizia minha vovó Chiquinha, é aí que a porca entorta o rabo. Ler e trabalhar não faz parte da trajetória do Luiz Inácio.

Tenho dito.

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