ISRAEL, POR QUÊ?

ISRAEL, POR QUÊ?

João Melo e Sousa Bentivi

Está causando um terrível burburinho a ida do presidente Bolsonaro a Israel e, antes, aos Estados Unidos. Burburinho inexplicável.

Tivemos quase vinte anos de um maldito bolivarianismo e o governo brasileiro fez alianças com o que havia de pior no mundo, no qual o tal Chaves e essa ignomínia chamado Maduro são exemplos insofismáveis., sem esquecer os criminosos da dinastia Castro.

Bolsonaro, por sua vez, cumpre de maneira indelével as promessas de campanha e o alinhamento aos americanos e aos judeus está dentro desse ideário, explicitado durante o embate eleitoral.

Não podendo chamar o novo governo de ladrão, como os anteriores, que de fato eram, a horda esquerdistóide parte para ataques periféricos e de medíocre raciocínio. Analiso alguns:

“O acordo com Israel poderá trazer terroristas árabes para atacarem o Brasil”. Ora, se acordo com Israel tiver como mérito o medo do terrorismo árabe, bem faz o presidente não se submeter a esse tipo pusilânime de chantagem. A soberania se perfaz de várias maneiras e essa é uma delas.

“O acordo com Israel vai impedir a venda de frangos e outros produtos para os árabes”. De novo, uma chantagem. Um país que se submeta a outro ou a outrens somente para vender frango, não pode ser um país sério, do mesmo modo que chantagear com o argumento de “não compro mais o teu frango”, também seria uma cafajestagem diplomática. De novo acerta Bolsonaro.

“Um presidente não pode se alinhar tão firmemente com a direita (leia-se Netanyahu e Trump)”. Esse argumento não inteligente é próprio dos doentes de esquerda, chamados esquerdopatas.

Quando os governos petistas se alinharam com o lixo mundial, incluindo um salvo conduto a um bandido, chamdo Cesare Battisti, os cidadãos brasileiros sérios se sentiram ofendidos e incomodados, mas não afirmaram que o alinhamento não poderia ocorrer. Agora, a lógica se inverte. Os cidadãos sérios estão alegres e felizes, os outros, não tão sérios, infelizes, manter-se-ão incomodados.

Lei da vida. Tenho dito.

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