NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA III

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Nessa oportunidade vou tratar da audiência do ministro Moro no tal Senado Federal. Estará na série ”não se deve odiar a esquerda” porque os seus principais adversários, na inquisição, são da esquerda, misturados com PMDB e outros achincalhes.

Salvo engano, foram doze senadores adversários. Apesar de o ministro ter se oferecido para ir, o motivo é mais que prosaico: responder acusações oriundas de um fato criminoso, produzido em conluio com a esquerda bandalha.

De cara, se pudéssemos colocar a vida pregressa dos doze senadores adversários, até agora haveria senador sem sair das páginas do Código Penal. A rigor, caso a coisa fosse séria mesmo, essa turma da bandalha deveria se sentir constrangida em estar frente a frente com o ministro Moro.

Poderia dar muitos exemplos, mas um é mais que irretocável, definitivo: RENAN CALHEIROS.

Esse sujeito foi eleito pelo povo de Alagoas e, por isso, já se pode entender o porquê da pobreza alagoana. Mas os votos alagoanos lhe dão legitimidade. É duro encontrar algo legítimo em Renan Calheiros.

A cena, que poderia ser hilária, fez-me lembrar um episódio que caminha para cem anos, ocorrido nos Estados Unidos: a prisão de Al Capone.

Esse bandido, o mais famoso da história americana, sofreu a perseguição implacável do  detetive Eliott Ness. Foi condenado.

Alguém, com um mínimo de bom senso, imaginaria Al Capone inquirindo Eliott Ness? O que poderia Al Capone perguntar para Eliott Ness? Na pátria americana, essa hipótese só passaria na cabecinha de um brasileiro, como eu, acostumado com os desatinos de minha pátria.

Na pátria brasileira ela se dá à luz do dia, transmitida com som e imagem: o tal Renan, com quase duas dezenas de inquéritos criminais, inquiriu duramente o ministro Moro.

Um fato, no senhor Renana é elogiável: é um tremendo cara de pau e sem óleo de peroba para lustrar. Para rivalizar, nesse pormenor com ele, só um outro criminoso, trancafiado pelas bandas do Paraná, chamado Luiz Inácio.

Nas redes sociais dos esquerdopatas o tal Renan virou, mais uma vez, um ídolo. Nunca será sem razão a minha carinhosa afirmação: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA II

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Ser da esquerda, salvo honrosas exceções, exige esforço e dedicação enormes. Não é fácil ser, ao mesmo tempo, mentiroso, disfarçado, hipócrita, cretino e outras coisitas mais.

Poderia dar centenas de  exemplos, mas vou recordar um, um pouco antigo: a ausência de mulheres no primeiro ministério do finado Michel Temer. A gritaria foi esquerdista e “engolobou”, como se dizia na minha Pedreiras, até pessoas sérias e incontáveis inocentes úteis.

Um pequeno raciocínio matemático, de mais e menos, mataria a argumentação: se ao não ter nenhuma mulher, no ministério, esse ministério fosse uma droga, então se todas fossem ministras, seria excelente? Qualquer uma das afirmações estará repleta de algo, conhecido popularmente como burrice, então, pode ser um raciocínio esquerdista, decerto.

Ter mulher no poder, no comando, é sinônimo de competência? Não vou dizer nem sim e nem não, mas vou dar alguns exemplos, entre centenas. Uma pequena lista de notáveis mulheres: Dilma Rousseff, Benedita da Silva, Luíza Erundina, Tereza Crusius, Rosinha Garotinho, Roseana Sarney, Gleise Hoffmann, Erika Kokay, Jandira Fegali, Maria do Rosario, etc.

Farei algumas perguntas gerais: você convidaria alguma delas para dirigir a sua empresa? Para dirigir a prefeitura de sua cidade? Para dirigir a sua casa? Para tomar conta de uma empresa de ônibus? Você pode dizer não e será pouco questionado, mas se disser sim, causará uma justificável admiração. Admiração negativa, ou seja, o sujeito teria que ser excessivamente corajoso, mesmo temerário, para assumir tamanho risco. Creio que nem esquerdopata aceitaria esse risco.

Serei mais específico. Alguém, mesmo um doente esquerdopata, ainda votaria em Dilma Rousseff para presidente da república? Gleise Hoffmann, para o Banco Central? Maria do Rosario para o Ministério da Justiça? A tal Erika Kokay ou Jandira Fegali para um hipotético Ministério da Família? A resposta NÃO é filha do bom senso e a resposta SIM é digna de um esquerdopata.

Alguém convidaria a famosa Benedita da Silva ou a Roseana para alguma coisa em uma empresa de pequeno porte, por exemplo? Ou Rosinha Garotinha para a tesouraria de sua igreja?

As respostas dizem tudo, a competência de qualquer pessoa não guarda nenhuma relação com o sexo explícito ou camuflado, tem relação, sim, com as qualidades intrínsecas de cada pessoa.

Esse discurso de competência relacionada com a sexualidade é mais uma das centenas de mentiras urdidas pelos esquerdopatas e isso não significa que os homens sejam melhores que as mulheres, a propósito, tem um gatuno, certamente homem, preso em Curitiba, denominado Luiz.

Alguém lembra do sobrenome?

NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Tentarei fazer mais de uma matéria com esse título, pois o momento nacional. Vamos ao que interessa.

O conselho é: não se deve odiar a esquerda. Sim, ela é tão bandida, tão escrota, tão malévola, que não merece ódio, merece nojo, merece asco.

A esquerda é, inicialmente, mentirosa, mente nos conceitos, mente nas análises e mente nas estatísticas e, como a minha Bíblia diz que tem um sujeito que é mentiroso e o pai da  mentira, descobre-se facilmente, quem é o pai de um esquerdopata.

A ideologia esquerdista tem a finalidade precípua de destruir as amizades e as famílias, tanto nos conceitos basilares da estrutura familiar, quanto nas regras mais comezinhas da convivência humana.

Vou contar um caso de experiência própria, doída e que me machuca até hoje. Era uma reunião de comemoração, com amigos e familiares e, de repente, por uma tentação que não veio de Deus, apareceu um assunto: o assassinato da veredora Mariele.

Qualquer pessoa, com um mínimo de sentimento democrático e cristão, não pode se conformar com nenhum homicídio, incluindo o da vereadora.

Eu entrei, como se dizia antigamente, de gaiato no navio. Inicialmente, condenei o homicídio e tudo ia muito bem, até que, literalmente, me lasquei. Disse: acho que esse novo tipo penal, feminicídio, é desnecessário, pois bastava colocar uma qualificadora no homicídio e teria o mesmo efeito.

O meu raciocínio jurídico não tem nada a ver com ideologia de gênero ou ideologia política. Entendo que um ser humano é, antes de ser masculino, feminino, ou qualquer outra letra do alfabeto, um ser humano e, por isso merece respeito. Caso se queira chamar a atenção para as mulheres, ponha-se uma qualificadora e estará tudo resolvido.

A esquerdopatia pensa diferente. Ao colocar feminicídio como algo especial, esse especial transforma, queira-se ou não, o homicídio de um homem, em posição de somenos importância, tanto que morte de homem e morte de policial, por exemplo, socialmente é desimportante e, nos meios de comunicação, nem notícia é, talvez nota de rodapé.

Ao falar dos meus argumentos, naquela nefasta reunião, o mundo abateu-se sobre mim e só não fui expulso, por conta da importância do meu passado, mas naquele momento, o meu presente, foi uma verdadeira merda, a melhor e mais elogiosa qualificação que recebi, foi: MISÓGINO.

Nesse instante, dentro de um verdadeiro inferno, sem ter coragem, pelo ambiente em que estava, de romper com a precaução e dizer todas as verdades, perguntava-me: como alguém, que me conhece tão bem, poderia me chamar de misógino?

Fui pra casa arrasado e, no caminho, pude entender. Tudo aquilo foi decorrência dessa doença diabólica, chamada esquerdopatia. É grave, contagiosa, passa de maneira sub-reptícia, de tal forma, que quando o paciente percebe, já tem metástases espirituais.

Às vezes, o quadro é tão grave, que o paciente nem percebe. A patologia ataca principalmente os neurônios, com especial afronta ao sistema límbico, sem esquecer o destrambelhamento da espiritualidade.

Explico: esquerdopatia não rima com fé cristã e com valores defendidos nas Escrituras Sagradas. É uma patologia orgânica, mental e espiritual.

Vou refazer a minha afirmação original: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

NEYMAR, BUNDAS E HEMATOMAS

João Melo e Sousa Bentivi

Não, não vou elogiar o Neymar. Nesse  momento conturbado do pensamento nacional, qualquer tomada de posição pode gerar problemas, principalmente nesses assuntos atinentes com a sexualidade.

A minha análise se prenderá a um “tal laudo” de um “tal médico”, que determinou a existência de hematomas, na região glútea, de uma “tal garota”. De início, não era uma garota, mas uma cidadã, bem crescida e bem alimentada, se aproximando dos 30 anos.

Em qualquer livro de Medicina Legal tem uma explicação sobre perícias e documentos médico-legais. O “tal médico” não é um perito, o “tal laudo” nunca foi laudo, para ser uma perícia, portanto um auto ou um laudo, deveria ser feito por um perito e, não o sendo, teria que haver uma designação de uma autoridade competente, para algum com qualidade técnica fazê-lo.

A autoridade que pediu a “tal perícia” foi a “tal garota”, portanto a incompetência já está explícita; o “tal laudo” não passou de um simples atestado médico, que posso afirmar ser um atestado merda ou uma merda de atestado.

Ater-me-ei somente em um ponto: presença de hematomas e, pelo que pude entender, na região glútea da “tal garota”.

Uma descrição de uma lesão deve ter localização definida, limites e dimensões, pelo menos. Não teve nada disso.

Entender o que é hematoma é simples, qualquer pessoa pode entender: uma coleção de sangue, decorrente do extravasamento de um vaso calibroso, que não se difundiu pelas malhas teciduais, podendo ser superficial ou profundo.

As nádegas, região glútea, tem uma pele, um subcutâneo rico, uma aponeurose consistente com três folhetos e uma densa musculatura, destacando-se o glúteo máximo, médio, mínimo  e piramidal. As principais artérias são a artéria glútea superior, ramo da artéria ilíaca interna, que se anastomosa com a artéria femural lateral e ainda podem ser citadas as artérias isquiática e pudenda interna.

Essas artérias são protegidas por uma volumosa massa muscular, antes já descrita. No caso das nádegas da “tal garota”, pelas fotos circulantes, o que não lhe falta é fartura de glúteos e quanto mais fartos, mais difícil a lesão de um vaso grosso, calibroso.

Em verdade, nunca houve hematoma nenhum e o Neymar foi mesmo sacaneado, duramente sacaneado.

Para um desses vasos do bumbum da “tal garota” ser lesionado, nunca seria a base de palmadas ou unhadas, aliás, ouso dizer que palmada alguma causará hematoma nas nádegas, principalmente nádegas do quilate das nádegas da “tal garota”.

Pior ou melhor, ainda, se o agressor for um sujeito como o Neymar, com a compleição física do Neymar, poderia passar três dias batucando aquela bunda e nunca causaria um hematoma sequer.

Não posso dizer o que houve, naquela memorável noite de amor, tudo parece apontar que não faltou malandragem, mas posso dizer, sim, nunca existiu o tal hematoma.