NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

NÃO DE DEVE ODIAR A ESQUERDA I

“O ódio pode não ser um sentimento santo, mas é sério, por isso não pode ser desperdiçado com um esquerdopata”. João Melo e Sousa Bentivi

Tentarei fazer mais de uma matéria com esse título, pois o momento nacional. Vamos ao que interessa.

O conselho é: não se deve odiar a esquerda. Sim, ela é tão bandida, tão escrota, tão malévola, que não merece ódio, merece nojo, merece asco.

A esquerda é, inicialmente, mentirosa, mente nos conceitos, mente nas análises e mente nas estatísticas e, como a minha Bíblia diz que tem um sujeito que é mentiroso e o pai da  mentira, descobre-se facilmente, quem é o pai de um esquerdopata.

A ideologia esquerdista tem a finalidade precípua de destruir as amizades e as famílias, tanto nos conceitos basilares da estrutura familiar, quanto nas regras mais comezinhas da convivência humana.

Vou contar um caso de experiência própria, doída e que me machuca até hoje. Era uma reunião de comemoração, com amigos e familiares e, de repente, por uma tentação que não veio de Deus, apareceu um assunto: o assassinato da veredora Mariele.

Qualquer pessoa, com um mínimo de sentimento democrático e cristão, não pode se conformar com nenhum homicídio, incluindo o da vereadora.

Eu entrei, como se dizia antigamente, de gaiato no navio. Inicialmente, condenei o homicídio e tudo ia muito bem, até que, literalmente, me lasquei. Disse: acho que esse novo tipo penal, feminicídio, é desnecessário, pois bastava colocar uma qualificadora no homicídio e teria o mesmo efeito.

O meu raciocínio jurídico não tem nada a ver com ideologia de gênero ou ideologia política. Entendo que um ser humano é, antes de ser masculino, feminino, ou qualquer outra letra do alfabeto, um ser humano e, por isso merece respeito. Caso se queira chamar a atenção para as mulheres, ponha-se uma qualificadora e estará tudo resolvido.

A esquerdopatia pensa diferente. Ao colocar feminicídio como algo especial, esse especial transforma, queira-se ou não, o homicídio de um homem, em posição de somenos importância, tanto que morte de homem e morte de policial, por exemplo, socialmente é desimportante e, nos meios de comunicação, nem notícia é, talvez nota de rodapé.

Ao falar dos meus argumentos, naquela nefasta reunião, o mundo abateu-se sobre mim e só não fui expulso, por conta da importância do meu passado, mas naquele momento, o meu presente, foi uma verdadeira merda, a melhor e mais elogiosa qualificação que recebi, foi: MISÓGINO.

Nesse instante, dentro de um verdadeiro inferno, sem ter coragem, pelo ambiente em que estava, de romper com a precaução e dizer todas as verdades, perguntava-me: como alguém, que me conhece tão bem, poderia me chamar de misógino?

Fui pra casa arrasado e, no caminho, pude entender. Tudo aquilo foi decorrência dessa doença diabólica, chamada esquerdopatia. É grave, contagiosa, passa de maneira sub-reptícia, de tal forma, que quando o paciente percebe, já tem metástases espirituais.

Às vezes, o quadro é tão grave, que o paciente nem percebe. A patologia ataca principalmente os neurônios, com especial afronta ao sistema límbico, sem esquecer o destrambelhamento da espiritualidade.

Explico: esquerdopatia não rima com fé cristã e com valores defendidos nas Escrituras Sagradas. É uma patologia orgânica, mental e espiritual.

Vou refazer a minha afirmação original: NÃO SE DEVE ODIAR A ESQUERDA, SE DEVE TER PENA, PIEDADA, DÓ E, PRINCIPALMENTE, NOJO.

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