FOI UM RATO DE BOTICA?

FOI UM RATO DE BOTICA?

João Melo e Sousa Bentivi

Nunca o crítico e satírico romano Quintus Horatius Flaccus foi tão atual, no Brasil: parturiunt montes nascetur ridiculus mus. “A montanha pariu um rato”. E foi um rato esculhambado, como se dizia em minha Pedreiras, de botica.

Um sujeito americano, Glenn Greenwald, em conluio com a nata da esquerdopatia nacional e internacional, de forma absolutamente criminosa, divulgou supostas conversas do ex-juiz Sergio Moro, com membros do Ministério Público.

Caso alguém ache isso normal, entramos todos na maior e mais espetacular insegurança jurídica. Qualquer bandido (e esse Glenn o é) poderá grampear qualquer cidadão, editar em casa as conversas, e, ao seu bel prazer, destruir qualquer reputação. Evidente que alguns defensores do tal Glenn, incluindo magistrados, só o defendem porque não são possuidores dessa coisinha, tão sagrada para os sérios e honestos, chamada reputação.

Quem não tem reputação não pode perde-la.

A traquinagem tinha objetivos bem definidos: forçar a renúncia do ministro, levar o presidente Bolsonaro a demiti-lo e desmoralizar a Lava Jato. Esses três objetivos, isolados ou juntos, só podem sair da cabeça de um bandido. O problema é que não há bandido solitário pelas bandas da esquerda. A bandidagem é solidária.

Os debates, tanto no Senado, quanto na Câmara serviram muito. Primeiro, mostrou a cara de muitos que no futuro estarão atrás das grades, fazendo companhia ao “nove dedos” e Zé Dirceu. Segundo, serviu para mostrar a firmeza e tranquilidade do ministro Sergio Moro e, terceiro e mais importante, mostrou a diferença entre um homem honesto e uma cambada de futuros presidiários.

E o objetivo inicial dos vagabundos? Nenhum deu certo. O ministro Moro jamais renunciará por essa bobagem, inclusive uma nação inteira foi às ruas para apoiá-lo. O presidente Bolsonaro, que não é tolo, jamais o demitiria por isso e ressalte-se que o ministro Moro saiu fortalecido. Por último, a Lava Jato deixou, há muito, de ser uma força tarefa. A lava Jato é propriedade da sociedade brasileira, é propriedade do Brasil.

Quero contrariar o famoso Quintus Horatius Flaccus: a montanha não pariu um rato. O tal Glenn e seus comparsas igualmente desqualificados prestaram um relevante serviço para a nação brasileira. Fortaleceram o governo da mudança, governo Bolsonaro, consolidaram o ministro Moro e mostraram para os bandidos que a Lava jato é indestrutível.

E o tal Glenn? Continuará como sempre foi, um vagabundo internacional. Em outras plagas estaria sendo processado, no mínimo, expulso. No Brasil existe a leniência com bandidos, basta olhar para Curitiba, ademais, fica difícil encontrar, em outros países, uma Suprema Corte com quilates da qualidade de um  Lewandowski, um Toffoli, ou um Gilmar, quem sabe, na Venezuela, o que comprova a seriedade e gravidade dessa afirmação.

Finalizando, toda essa encenação grotesca e criminosa só fortaleceu o ministro Moro e a Lava Jato e é hora de bandido chorar e se preocupar.

Ah! E os ratos? Não saíram das montanhas, mas são nativos, principalmente, de uma organização criminosa, chamada PT. Alguns estão na cadeia e outros a caminho. Bom para todos nós, bom para o Brasil.

 

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