ESQUERDOPATIA É DOENÇA INCURÁVEL?

ESQUERDOPATIA É DOENÇA INCURÁVEL?

João Melo e Sousa Bentivi

Quando falavam que esquerdopatia era enfermidade, achava exagero e sempre me posicionava contra, depois passei a observar com mais acuidade e os exemplos da patologia se multiplicaram à minha vista, de maneira tão evidente, que ficou impossível não reconhecer: é doença, grave, transmissível, perigosa e  os órgãos preferencialmente atingidos, são o coração  e o cérebro.

Tenho centenas de exemplos, mas ater-me-ei a um. Trata-se de um amigo médico, de longas datas, nos conhecemos a quase 50 anos, um homem comedido, calmo, tranquilo, educado, voz mansa, etc. Qualquer pessoa o colocaria na condição de monge, de santo, não fora o fato de suas aptidões com o sexo feminino.

Acrescente-se ser um humanista, médico sacerdote, cidadão honesto, bom pai de família, sensível às artes, às letras e a poesia.

Esse anjo não está bem. Esse anjo me preocupa. Esse anjo foi acometido por uma virose, um vírus diabólico oriundo do nordeste, levado para São Paulo, sofreu várias mutações deletérias e hoje a taxonomia o denomina de Lulis diabolicus marginalis.

Vamos ao caso. Postei no meu face uma comparação entre dois marginais brasileiros: o ex-goleiro do Flamengo, Bruno e o ex-presidiário Lula. Dizia, a respeito de um movimento que tenta impedir o Bruno de voltar a ganhar o pão de cada dia com o único trabalho que sabe fazer, que é jogar futebol, que o Bruno, apesar do feminicídio, tinha direito a trabalhar e tentar reconstruir a sua vida.

Essa minha postura não tem nenhuma aprovação ao condenável feminicídio, mas pura e simples posição de acordo com a lei e com a minha postura cristã. Ponto.

Dizia que não entendia que um corrupto, como Lula, ainda recebesse os afagos de mais de 20% dos brasileiros e afirmei que a corrupção petista e de aliados matou milhares de mulheres, de crianças, de idosos e matou, ainda, os sonhos de quase uma nação inteira.

Bruno e Lula são bandidos, mas um é bem pior que o outro.

O meu amigo, agora com esquerdopatia, partiu contra os meus argumentos e iniciou o diálogo com uma sonora PORRA. Respondi e depois fiquei lívido de arrependimento. Tenho certeza que as minhas respostas foram chuva no molhado, ou sebo em venta de gato, como se dizia na minha Pedreiras.

Entendo, com lágrimas nos olhos, que para o meu amigo voltar ao normal, o caminho não é nem a argumentação e nem a lógica. O doente esquerdopata assassina a lógica logo no período de incubação do vírus.

Para que volte ao normal a luta é espiritual: oração. Entendi e vou orar. Alguém vai me dizer que essa cura é impossível. Nada vai mudar a minha determinação: vou orar. Em Lc 1:37 está escrito: Pois  nada é impossível para Deus.

Digo eu: até a cura de esquerdopatas.

 

João Melo e Sousa Bentivi

Quando falavam que esquerdopatia era enfermidade, achava exagero e sempre me posicionava contra, depois passei a observar com mais acuidade e os exemplos da patologia se multiplicaram à minha vista, de maneira tão evidente, que ficou impossível não reconhecer: é doença, grave, transmissível, perigosa e  os órgãos preferencialmente atingidos, são o coração  e o cérebro.

Tenho centenas de exemplos, mas ater-me-ei a um. Trata-se de um amigo médico, de longas datas, nos conhecemos a quase 50 anos, um homem comedido, calmo, tranquilo, educado, voz mansa, etc. Qualquer pessoa o colocaria na condição de monge, de santo, não fora o fato de suas aptidões com o sexo feminino.

Acrescente-se ser um humanista, médico sacerdote, cidadão honesto, bom pai de família, sensível às artes, às letras e a poesia.

Esse anjo não está bem. Esse anjo me preocupa. Esse anjo foi acometido por uma virose, um vírus diabólico oriundo do nordeste, levado para São Paulo, sofreu várias mutações deletérias e hoje a taxonomia o denomina de Lulis diabolicus marginalis.

Vamos ao caso. Postei no meu face uma comparação entre dois marginais brasileiros: o ex-goleiro do Flamengo, Bruno e o ex-presidiário Lula. Dizia, a respeito de um movimento que tenta impedir o Bruno de voltar a ganhar o pão de cada dia com o único trabalho que sabe fazer, que é jogar futebol, que o Bruno, apesar do feminicídio, tinha direito a trabalhar e tentar reconstruir a sua vida.

Essa minha postura não tem nenhuma aprovação ao condenável feminicídio, mas pura e simples posição de acordo com a lei e com a minha postura cristã. Ponto.

Dizia que não entendia que um corrupto, como Lula, ainda recebesse os afagos de mais de 20% dos brasileiros e afirmei que a corrupção petista e de aliados matou milhares de mulheres, de crianças, de idosos e matou, ainda, os sonhos de quase uma nação inteira.

Bruno e Lula são bandidos, mas um é bem pior que o outro.

O meu amigo, agora com esquerdopatia, partiu contra os meus argumentos e iniciou o diálogo com uma sonora PORRA. Respondi e depois fiquei lívido de arrependimento. Tenho certeza que as minhas respostas foram chuva no molhado, ou sebo em venta de gato, como se dizia na minha Pedreiras.

Entendo, com lágrimas nos olhos, que para o meu amigo voltar ao normal, o caminho não é nem a argumentação e nem a lógica. O doente esquerdopata assassina a lógica logo no período de incubação do vírus.

Para que volte ao normal a luta é espiritual: oração. Entendi e vou orar. Alguém vai me dizer que essa cura é impossível. Nada vai mudar a minha determinação: vou orar. Em Lc 1:37 está escrito: Pois  nada é impossível para Deus.

Digo eu: até a cura de esquerdopatas.

 

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