RAIOS MINISTERIAIS

RAIOS MINISTERIAIS

João Melo e Sousa Bentivi

O presidente Bolsonaro já começa acertando. Disse que reduziria o número de ministérios e está cumprindo a palavra. Houve momentos que já tivemos quase 40 ministérios e isso não mostrou eficiência, Serão  15 ou 16. Pronto.

As viúvas vermelhas estão em polvorosa, principalmente nas redes sociais, com desculpas infames. Como colocar o ensino superior na ciência e tecnologia? Como não ter um ministro da cultura? Agricultura e meio ambiente são conflitantes. E por aí vai.

Ainda não debaterei esse assunto, até porque o desenho definitivo ninguém tem certeza, mas um fato mostra muito bem como é diferente um governo que não tenha o vermelhismo como definição comportamental.

Fiquemos só com os primeiros exemplos. Bolsonaro convidou o Paulo Guedes, general Heleno, o astronauta Marcos Pontes e, provavelmente, Sérgio Moro.

Fechemos os olhos e, em um pesadelo, imaginemos o tal Hadad (pior prefeito que São Paulo já teve) no lugar do Bolsonaro. Que nomes estariam cotados para o seu ministério?

Vou dizer e não fiquem tristes: Gleise , Grazziotin, Zé Dirceu, Zé Genoino,  Suplicy e o insuperável Lindbergh. Poderia piorar ainda e muito.

Caso alguém tenha dúvidas do voto em Bolsonaro, com esse exemplo a dúvida desaparece. Olhem que não tratei do caráter quadrilheiro do PT. Outro dia trato.

BOAS NOTÍCIAS

 

BOAS NOTÍCIAS

João Melo e Sousa Bentivi

Fatura liquidada e no novo ano teremos o novo presidente, chamado de Jair Bolsonaro. Todos, do Sérgio Moro ao Lula, sabemos que haverá mudanças. Haverá erros e acertos e o que espero é que os acertos suplantem os erros e, certamente, com Bolsonaro não haverá mensalão e petrolão, marcas indeléveis da quadrilha petista.

Não é segredo para ninguém que a educação brasileira merecerá atenção, pois a escola que temos não satisfaz. Entretanto uma simples notícia me deixou satisfeito. Explico.

O desarranjo petista contaminou ideologicamente a escola brasileira, de tal forma que não há espaço para a dialética. Em algumas universidades, principalmente nas públicas, você tem a liberdade de pensar tudo, desde que pense conforme os cânones esquerdistas. Tenho exemplos, bem próximos, do dano psicológico e ideológico que esses criminosos da mente causaram.

Mas Bolsonaro já deu uma notícia alvissareira: vai acabar com as tais “escolas” do MST.

Primeiro não são escolas, são antros formadores de militantes e o melhor exemplo dessa militância está bem aí, na finada Venezuela.

Segundo, recebem verbas públicas, praticamente a fundo perdido, sem comprovação da aplicação dos recursos e sustentando coisas nefastas, como esse tal de Stédile e assemelhados, inclusive, sabe-se que esse tal MST não tem personalidade jurídica, constituindo um nome de fantasia e a fantasia só não é completa, por se tratar de um grupo violento, que age ao arrepio da lei, em perfeitas ações terroristas.

O aviso foi dado. Eles podem ter escolas, mas não serão custeadas com o dinheiro público. Um bom começo do governo Bolsonaro.

O PT E O GAMBÁ

O PT E O GAMBÁ

João Melo e Sousa Bentivi

Todos sabem sobre um bicho chamado gambá: fede. Nada mais parece com o gambá, que um outro bicho chamado PT: também fede.

O exemplo mais marcante foi a cantilena de uma nota só, de um tal Hadad, reclamando das tais fakes. Foi nauseante, para dizer o mínimo.

Tudo encenação. A genética mentirosa do PT é conhecida, o seu maior líder, o presidiário curitibano, confessou, mais de uma vez, que mentia descaradamente nas entrevistas.

A denúncia sobre fakes de Bolsonaro era um anteparo para a militância petista mentir a cântaros e descaradamente. Era o gambá espalhando fedor (mentiras) para ninguém perceber. Mas percebemos.

Um exemplo entre milhares. O pastor Silas Malafaia denunciou que uma senhora carioca, de triste memória, chamada Benedita da Silva, colocou acintosamente um fake, no qual afirmava que Malafaia se arrependera do apoio a Bolsonaro.

A tal Benedita foi identificada, mas quantos outros petistas, anônimos e igualmente virulentos e mentirosos, mentiram mundo afora, pelas ondas da net?

Não dá para contar, porém dá para sentir o fedor.

Fora PT catingueiro!

ROBERTO ROCHA E O PSDB

ROBERTO ROCHA E O PSDB

João Melo e Sousa Bentivi

O pleito foi ruim para o PSDB maranhense e, daí, surgem todos os tipos de comentários, alguns sérios, porém a maior parte, eivados de deboche e escárnio.

Foi um pleito singular e apropriado para a existência de uma terceira via. O candidato mais preparado para sê-la era o Roberto Rocha. Os dois grupos hegemônicos disso sabiam e, de maneira articulada e coesa, eliminaram a ameaça: Roberto Rocha.

O sarneisismo entendia ser difícil ganhar, mas seria desmoralizante ser o terceiro, ou ter que apoiar a terceira via. O governador tinha certeza que contar com rejeição de Roseana era muito mais confortável que enfrentar o preparo e inteligência do Roberto.  À moda maquiavélica, os dois lados adversários entendiam que o inimigo era o Roberto. Nesse particular, Roseana e Flávio Dino eram perfeitos aliados.

Não falarei do cerco partidário do Palácio dos Leões contra o Roberto. Basta dizer que nesse palácio deve ter um contágio diabólico: mudam os nomes, mas não mudam os métodos. Deu certo e, sob as bênçãos de Stálin, uniram-se alhos e bugalhos, comunistas e fascistas, fervorosos e ateus, tudo em nome de Cristo ou das moedas de Iscariotes.

Entrementes, Roberto subia ou descia do calvário. Uma chapa proporcional pequena e de abnegados, recursos ínfimos, inclusive zero centavo para os deputados estaduais, acrescido de um drama familiar enorme, equivalente ao tamanho do problema de saúde de um ente querido. Ademais, o desempenho pífio do candidato presidencial do partido foi contraproducente para o desempenho estadual.

Muitas vezes, preocupado, comentava internamente: o Roberto vai desistir. Não desistiu e isso é de merecer admiração daqueles que possuem um mínimo de bom senso. Persistiu como fazem os fortes e o não êxito eleitoral não o diminui, pelo contrário, determina admiração e respeito.

Tudo isso já é passado e importa o futuro.

Roberto é Senador da República com quatro anos de mandato, o PSDB, apesar dos pesares, continua como um partido nacional e haverá de se reciclar, quem sabe começando pelo Maranhão. Esse Maranhão, cansado de guerra, continua repleto de problemas e somente essas considerações demonstram a importância do PSDB.

Entretanto mudanças são impositivas. Há de se refazer, chamar novas lideranças, construir novas lideranças, abrir espaços nas instâncias partidárias, resgatar os soldados feridos e transformá-los novamente em combatentes.

Tudo isso é possível, exequível e depende de todos nós, mas muito mais do Roberto Rocha. A derrota de 2018 pode ser a semente que germinará os frutos de 2020 e 2022. Creio que vai ocorrer e muitos companheiros, eu incluso, esperam essa nova oportunidade.

Ah! Ia esquecendo. Entre os erros cometidos, quero apontar um, aliás, dois: a pior chama senatorial possível. Podíamos passar muito bem sem ela. Não passamos. Uma pena.

 

 

VOLTANDO AO BLOG

VOLTANDO AO BLOG

Após alguns meses de ausência, volto ao meu blog – joaobentivi.com.br – e asseguro que postarei matérias e vídeos que contarão o cotidiano local, nacional e internacional. Não haverá assunto proibido, pois o bom jornalismo não se dá bem com o vocábulo proibição. Estamos nos orientando, também, para em breve termos um canal no You Tube. Aguardem.

Mas o assunto de hoje é outro, é a mentira, no linguajar atual, fake. Mentir sempre houve, afinal, satanás no Éden iniciou tudo com a mentira. Na vida política sempre haverá mentirosos e nos partidos também, porém mentir mais que o PT é impossível. Marina Silva conhece bem esse enredo petista.

O tal poste, também chamado Hadad, vociferou à exaustão  a agressão sofrida por uma indefesa moça petista, quando os  sanguinários bolsonarianos desenharam um símbolo nazista, acho eu, no bucho da indigitada. Foi denúncia até na ONU.

A verdade tarda, mas chega. Chegou. A petista era, aliás, é, nada mais que uma farsante. Caso alguém esteja procurando um mentiroso, não perca tempo, vá a um diretório petista, ou entreviste o Hadad, pois quem diz (o Hadad disse), em rede nacional, que o general Mourão, com 15 anos, era um terrorista, pode mamar em uma onça e fazer cafuné numa jararaca.

Falar a verdade fica, então, difícil, mas mentir, uma moleza.

Tenho dito.

A QUEM ROBERTO ROCHA INCOMODA?

Não creio em casualidades e, na política, elas não existem mesmo. Tudo é importante na atividade política.

Com o senador Robert Rocha acontecem fatos estranhos. A primeira dúvida era se ele conseguiria a liderança do PSDB, já que esse partido estava teoricamente no cume do poder político no Maranhão. Digo teoricamente porque a vice-governadoria, para o PSDB, significava nada. Simplesmente nada.

Roberto e Sebastião Madeira conseguiram o comando do partido e o partido voltou a ser, de fato, um partido e mais, apto para o pleito desse ano.

A partir daí, o Roberto Rocha transformou-se em uma tábua de tiro ao alvo. Não foi respeitado nem mesmo o seu drama familiar, na enfermidade de um filho e os ataques chegaram ao ponto de ser atacado por notícias falsas, as tais fakes.

Essa introdução, a faço para dizer o óbvio: ninguém atira em árvore sem frutos. Somente essa sanha contra o senador demonstra que ele tem viabilidade e deixa severas preocupações em outros arraiais.

O maior interessado na não candidatura tucano é um leão forte e carrancudo, pelas bandas da beira-mar. O sonho do governo do Maranhãoé uma eleição plebiscitária no primeiro turno e sem Roberto Rocha no páreo, a imagem do plebiscito se torna cada vez mais forte.

O outro interessado é o grupo Sarney. A maior parte do eleitorado maranhense está no grupo “desiludidos de toda ordem”. Nesse grupo estão os decepcionados com a política de maneira geral, os decepcionados atávicos com o sarneisismo e as viúvas chorosas da sanha comunista.

Para esse grupo (desiludidos de toda ordem) que é a maioria dos maranhenses, entre as opções postas, a que mais se aproxima deles é Roberto Rocha. Não pode ser acusado de sarneisismo, de comunismo, de incompetente, de corrupto, por exemplo.

A eleição de Roberto Rocha é a maior quebra de paradigma da política maranhense retirará do sarneisismo , em definitivo, a opção majoritária e devolvera o comunismo ao seu justo tamanho. Nanico.

Ademais, quem tem um histórico de vitórias para deputado estadual e federal por tantas vezes e que teve um milhão e meio de votos para o senado na última eleição, não pode, em nenhuma hipótese, ser menosprezado ou desconsiderado.

A vivência política diz que ninguém pode ser obrigado a apoiar ou desapoiar, entretanto essa mesma vivência diz que todas as nossas atitudes carregam consequências.

Ser contra a candidatura tucana, qualquer um pode ser, mas deve ficar bem claro qual é o objetivo dessa atitude. Mais ainda, se essa atitude beneficia o PSDB. Nesse momento, o PSDB necessita mais da presença do Roberto Rocha, que Roberto Rocha do PSDB. A retirada de Roberto Rocha não traz benefício aos tucanos e ao Maranhão.

A conta é simples. O Roberto Rocha é senador da república até 2023 e o PSDB tem quatro meses para viabilizar uma eleição majoritária e proporcional. O partido quase morreu em quatro anos de genuflexão serviçal ao comunismo e, sem dúvida morrerá se, agora, sair dos trilhos.

Somos tão viáveis que temos três postulantes ao senado, todos com inquestionável valor político e eleitoral. O candidato a governador, Roberto Rocha, é, de longe, o mais preparado entre os outros do certame.

Fica inexplicável, portanto, procurar soluções distantes, quando essa solução está ao nosso lado, ao alcance de nossas mãos. Qualquer atitude que objetive tirar o Roberto Rocha do páreo é sujeita a muitos porquês.

Sonho que não tenhamos oportunidade para responder a nenhum desses porquês.

O CAMINHO DO PSDB

O PSDB já tem serviços prestados ao povo do Maranhão. Foram muitos. Alguns estão no partido desde os primórdios, sem arredar o pé, como Jaime Santana, Afonso Salgado, Sebastião Madeira  e Júlio Simões. Outros, como eu e o senador Roberto Rocha, pelas contingências naturais da política, andamos noutros ares e voltamos ao lar, para contribuir, somar e construir. Muitos outros se achegaram a nós, como os nossos deputados Waldyr Maranhão, José Reinaldo e Alexandre Almeida.

A ideia central é simples: um forte PSDB para o bem do Maranhão. E não estava fora de tempo. Basta verificar a desmoralização desse partido em tempo recente, quando, para saborear uma farofa chamada vice-governadoria, deixou de ser um partido e transformou-se em um almoxarifado fedorento do Palácio dos Leões.

Porém mudou. Sebastião Madeira e Roberto Rocha, com dificuldades enormes, quase intransponíveis, conseguiram trazer o PSDB à tona e ao respeito perdido.  Hoje constitui-se um ator relevante e respeitável no pleito que se aproxima.

A reação contra foi previsível e, acima de tudo, até criminosa. As notícias falsas tentaram torpedear o nosso pré-candidato. De onde vieram? Foram espontâneas? Será que se originaram na Casa Branca, no Vaticano ou nos Leões. Com dois neurônios funcionando, se chega a  essa resposta. Todos nós temos acima de dois neurônios.

Foi-se mais além. O PSDB, em nome de um projeto maior para o Maranhão, transformou-se no abrigo dos magoados e traídos. São muitos, mas me refiro, especialmente, aos deputados Waldyr Maranhão e José Reinaldo. Não me cumpre, porém, nominar o/os seu(s) traidor(es), mas que foram escorchados, maltratados e traídos, isso o foram.

O que foi pedido para eles e para cada um de nós que entramos ou voltamos para o PSDB? Praticamente nada, pois o ideário do partido, para o Maranhão, está muito além de ideologismos e questiúnculas pessoais. Todo bom maranhense deveria pensar com e como pensa o PSDB.

Uma premissa, porém, é a chave do sucesso e ninguém pode desconhecê-la ou descurá-la: TEMOS CANDIDATO A GOVERNADOR.

Nenhum de nós tem dúvida de que as lideranças maiores desse partido são Roberto Rocha e Sebastião Madeira e, muito mais ainda, que o senador Roberto Rocha é o nosso pré-candidato a governador. Caso existam dúvidas, se resumem a dupla postulante ao senado, com três postulações e somente duas vagas. Essa disputa senatorial demonstra a vitalidade do PSDB. E aquele não escolhido sem dúvida compreenderá essa decisão.

Assim, não resta dúvida da nossa possibilidade de êxito. Os nossos adversários sabem disso e os nossos correligionários possuem o dever e a obrigação de saber. O verbo saber, nesse particular, rima com obediência, bom senso, inteligência, nativismo e gratidão. Não sei dizer qual o substantivo mais importante, mas acho bem bonita e agradável a palavra gratidão.

O REI ESTÁ NU

A greve dos caminhoneiros foi interessante para se entender o momento brasileiro e algumas características de nossa sociedade. O grande ator, ou que deveria ser o grande ator, o governo, debaixo de uma fragilidade política e destruição moral, demorou a reagir e negociou como amador: cedeu tudo e não barganhou nada.

Os donos de postos, com exceções necessárias, representantes da falta de caráter nacional, demonstraram que são semelhantes ao tráfico. Esses vendem drogas e aqueles mexem criminosamente no registro de preço de suas bombas. Iguais.

E os caminhoneiros? Devagar, essa palavra designa uma massa amorfa, onde se misturam elementos diferentes: caminhoneiros autônomos e grandes empresários das transportadoras. A única coisa comum é o caminhão.

Exatamente por isso que o “rei está nu”. A farsa de que a greve foi um movimento democrático, uma reação espontânea pelo custo do combustível, morreu cedo. A greve foi um movimente absolutamente profissional e programado, no qual a sociedade foi a grande perdedora. A malandragem empresarial apresentou-se no seu melhor papel: malandro.

Tenho esperança que a Polícia Federal clareará tudo e eles pagarão por seus crimes. Infelizmente esses inquéritos não chegarão ao juiz Sérgio Moro, a imagem mais definida da segurança na aplicação das leis. Uma pena.

E o apoio popular? Inicialmente, todos os gestados nas esquerdas, como eu, temos o princípio de apoiar greves. Contudo quando a consciência crítica sobrepuja a imbecilidade, entendemos que há greves e greves, ou seja, devem ser analisadas cada uma de per si.

A pauta das reivindicações é muito mais favorável aos patrões, que aos autônomos e o maior de todos os perigos será que nós, contribuintes paguemos a conta. A PETROBRÁS, quase liquidada pela sanha criminosa petista, não pode assumir esse magistral prejuízo. É bom ninguém esquecer que essa empresa tem acionistas, que empregaram seus recursos em ações e que não possuem o menor dever de contribuir com a política econômica do Brasil.

Sim, repergunto, e o apoio popular, não foi relevante? Foi, sim, mas merece uma análise. Uma parte desse apoio decorre da existência desse execrável Temer. Tudo que cheira a Temer o povo não gosta. O segundo grupo do apoio popular passa pela simples concepção de que qualquer redução de preço é coisa boa. Entende-se.

O terceiro grupo de apoio são as viúvas derrotadas da esquerda ignara e nociva. Essa turma que adora o Lula, que fala em golpe, que ama os execráveis Castros e o diabólico Maduro, entre tantas outras traquinagens, completam a multidão do apoio popular dessa greve.

E o senhor, seu João Bentivi, de que lado está? Seguramente ao lado do Brasil e nunca ao lado desse esquerda nociva, que tentou destruir a nação

DINO E O MITO DA FÊNIX

É evidente que pesquisas não representam a realidade das eleições. Pesquisas e eleições são fotos de determinado momento e, como se dão em momentos distintos, as fotos podem não ser as mesmas. As eleições maranhenses merecerão a minha análise.

Há três anos, o governador Dino era tão marcante que nem adversários tinha, até porque uma grande parte dos adversários sucumbiram na subserviência, apavorados com o tacão comunista. E que tacão!

O que deveria ser o maior partido de oposição, o MDB, se desmilinguiu e vários sarneisistas que receberam o de bom e o de melhor do sarneisismo, converteram-se à foice e martelo, em uma avassaladora cretinice. Um bom exemplo chama-se Gastão.

O PSDB, ganhando a vice, foi pior ainda: tornou-se um satélite, sem luz e sem rumo, do comunismo. O vice, que geralmente tem pouca importância, nesse caso foi sem importância ou importância de nada. É a mesma coisa.

A oposição ficou restrita ao Ricardo Murad, por sua deputada Andrea Murad e mais uns três deputados. Pequena e aguerrida. O governador Dino era o senhor absoluto, ademais, reelegeu o prefeito (um dia posso fazer essa análise).

Três anos se passaram e o governo do Maranhão conseguiu algumas proezas que merecem ser enumeradas.

Construiu a mais notória insatisfação entre aliados. Sim, entre aliados. Tenho conversado com centenas de políticos, com e sem mandato, e as reclamações sobrepujam o Muro das Lamentações, em Jerusalém.

Transformou aliados em adversários, por motivos reles ou inaceitáveis, e cada um desses casos pode merecer uma abordagem: Roberto Rocha, Zé Reinaldo e Waldir Maranhão.

Transformou um jovem deputado, Eduardo Braide, em uma liderança estadual, o que tira o sono de muita gente e, especificamente, do governador Dino.

Mas o maior feito político do governador Dino, fator de insônia e pesadelos, tem nome e sobrenome: Roseana Sarney.

Essa senhora, ao terminar o mandato, auto exilou-se na Flórida, por não ter como passear em São Luís. Nesses três anos, desafio a qualquer pessoa a mostrar uma ação política relevante e importante da ex-governadora. Aparece de vez em quando, uma viagem aqui ou acolá.

Muito pouco? Não sei, mas está bem colocada em qualquer pesquisa. É mérito dela? Pode ser, mas entendo que o maior responsável pela ascensão da senhora Roseana Sarney é o próprio governado Dino e isso o deixa inigualável na história política do Maranhão.

É o “FÊNIX REVERSO”. Ressurge o adversário das cinzas. A mitologia egípcia não conta essa história, mas a realidade maranhense contará.

Esperemos e um lembrete: como falei em pesquisas na introdução dessa matéria, nas próximas postagens tratarei delas.

HABEMUS GOVERNADOR

Nunca houve dúvidas sobre a candidatura do senador Roberto Rocha, ao governo do Maranhão, mas faltava algo: a largada. Houve e foi espetacular.

O presidenciável Geraldo Alckmin passou dois dias memoráveis em nossas plagas. Falou com alunos e professores na Universidade CEUMA, com empresários na FIEMA e com o povo, no Multicenter SEBRAE. Caso houvesse alguma dúvida, não mais há.

A biografia do doutor Alckmin fala por si e vale por muitos discursos. Caso houvesse sobra de  neurônios e bom senso, nessas plagas brasileiras, nem haveria segundo turno. Creio que haverá segundo turno.

O doutor Geraldo Alckmin mostrou um discurso, sério, entendível e propositivo. Não há dúvida que será ouvido e será o protagonista do segundo turno. A dúvida é sobre qual extrema será adversária. Esquerda ou direita? Tanto faz, pois se equivalem.

O senador Roberto Rocha merece uma análise maior. Teve dificuldades na consolidação do partido, pois o governo do Maranhão estava satisfeito com um PSDB satélite, dirigido por bedéis insignificantes. A posição decidida de Sebastião Madeira, Roberto Rocha, auxiliados com a experiência de Clodomir Paz foram definidoras e consolidaram-se com Zé Reinaldo, Alexandre Almeida e Waldir Maranhão. Adversários não mais dormem tranquilos.

O doutor Geraldo Alckmin voltou satisfeito com o que viu, ouviu e sentiu no Maranhão. Roberto Rocha consolida-se e é um nome decididamente viável para o segundo turno. Outras candidaturas estão em gestação e, decerto, virão. O governo, que há dois anos  não vislumbrava nem sinal de adversários, convive, agora, com a incerteza da vitória.

A disputa será acirrada e, em um lugar, será violenta: nas tais redes sociais. Todo cuidado é pouco. Essa esquerda que administrativamente nunca deixa saudades, na mentira e destruição de reputações é inigualável. Tem uma blogosfera, por alguns denominada de esgotosfera, afiada e incansável. Isso é o chamado “milagre das migalhas do governo”.

Do nosso lado, nenhuma inocência. Sabemos o tamanho da caminhada, o grau das dificuldades e a possibilidade da vitória.

Tudo resolvido? Não. Falta uma pequenito detalhe: quem será o nosso vice-governador? Sem pressa. Está a caminho e vai melhorar o nosso plantel.