O FINAL DE UM LIDER

O FINAL DE UM LÍDER

João Melo e Sousa Bentivi

Foi triste demais a oitiva do senhor Lula ante a juíza Gabriela Hardt. Era a mistura malvada da inconsistência e despreparo, frente a lei e a justiça. Predominou a lei e a justiça.

Lula quis polemizar e a juíza, dura e inflexível não permitiu. Lula quis politizar e a juíza, séria e consistente, não tergiversou. Lula quis vitimar-se agredindo o Moro e a juíza, fria e inabalável, colocou-o no seu devido desiderato: um simples bandido.

O advogado de defesa é aquilo que se compararia com um amputado quere vencer uma corrida de 100 metros. Nunca. O tal Zanin causa até pena. Todo acusado tem o direito constitucional de defesa, mas há defesas que, por si sós, são inglórias. A de Lula o é.

Iniciei falando de tristeza, sim, de tristezas. Nunca votei no PT, muito menos votaria no Lula. Desde o início de sua vida, andou nas beiradas do erro e, abstraindo-se o sucesso político, nada há de meritório na vida do outrora metalúrgico, mas o final na masmorra não pode ser motivo de felicidade de ninguém.

Resta pedir a Deus que a solidão do cárcere o torne reflexivo e um dia, quem sabe, possa resolver fazer algo que há muito não realiza: falar a verdade.

Com aquela magistrada, a situação de lula está descrita na expressão latina “auribus teneo lupum” (segurando um lobo pelas orelhas).

Tenho dito.

SER FLAMENGO É…

SER FLAMENGO É…

João Melo e Sousa Bentivi

Prefiro não completar o título, pois, dependendo do meu estado anímico, poderia ser uma palavra não canônica.

Ser flamengo não foi uma escolha, mas uma determinação nascida no Jardim do Éden. Um gene de Adão já era rubro-negro e, infelizmente, sofreu mutações deletérias que originaram essa turma corintiana, palmeirense, vascaínos, etc. (todos iguais). Devíamos ser, todos, rubro-negros.

Mas esse ano não foi e não está fácil. Grande e caro elenco e nada. Até confusões de alcova estão atrapalhando nossa nação.

Ontem, na trágica derrota para outro clube, cujo nome não lembro, o Mengão deu adeus a qualquer título e reafirmou a realidade flamenguista nesse ano. Trágica e resumida nessa frase: quando a gente pensa que o Flamengo não vai dar certo a realidade nua e crua confirma – não vai dar certo. Tudo resolvido.

OS NEURÔNIOS ESQUERDISTAS

OS NEURÔNIOS ESQUERDISTAS

João Melo e Sousa Bentivi

A nomeação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça está sendo notícia nacional e internacional. Enquanto o mundo do bom senso, dos bons brasileiros elogiava e se sentia feliz e representado, a reação comuno-petista-stalinista foi violenta. Foi bonito de se ver.

A resposta esquerdista, por falta de argumentos, foi desastrosa: associar a nomeação de Moro com a prisão de Lula. Mais ou menos comparar o papa Francisco com Marcola. Só haverá diferenças.

Moro é um juiz inteligente, ilibado, consenso no Brasil e no mundo das coisas corretas. Lula é um bandido contumaz, perigoso, sem limites e consenso no Brasil e no mundo, pela bandidagem.

Com Moro ou sem Moro, o futuro de Lula é a cadeia por muitos anos, principalmente porque Bolsonaro não vai lhe indultar, como seria o desejo do Hadad.

Já presença de Moro no ministério é, no mínimo, o reavivamento do espírito da Lava Jato, acrescido de novas medidas contra a corrupção.

Sem redundância, qualquer pessoa com alguns neurônios descobriria que Lula no xilindró e Moro na justiça é bom para o Brasil. Como a turma comuno-petista-stalinista pensa exatamente ao contrário é de se constatar que ou falta neurônio ou eles estão dormindo.

Dá no mesmo.

RAIOS MINISTERIAIS

RAIOS MINISTERIAIS

João Melo e Sousa Bentivi

O presidente Bolsonaro já começa acertando. Disse que reduziria o número de ministérios e está cumprindo a palavra. Houve momentos que já tivemos quase 40 ministérios e isso não mostrou eficiência, Serão  15 ou 16. Pronto.

As viúvas vermelhas estão em polvorosa, principalmente nas redes sociais, com desculpas infames. Como colocar o ensino superior na ciência e tecnologia? Como não ter um ministro da cultura? Agricultura e meio ambiente são conflitantes. E por aí vai.

Ainda não debaterei esse assunto, até porque o desenho definitivo ninguém tem certeza, mas um fato mostra muito bem como é diferente um governo que não tenha o vermelhismo como definição comportamental.

Fiquemos só com os primeiros exemplos. Bolsonaro convidou o Paulo Guedes, general Heleno, o astronauta Marcos Pontes e, provavelmente, Sérgio Moro.

Fechemos os olhos e, em um pesadelo, imaginemos o tal Hadad (pior prefeito que São Paulo já teve) no lugar do Bolsonaro. Que nomes estariam cotados para o seu ministério?

Vou dizer e não fiquem tristes: Gleise , Grazziotin, Zé Dirceu, Zé Genoino,  Suplicy e o insuperável Lindbergh. Poderia piorar ainda e muito.

Caso alguém tenha dúvidas do voto em Bolsonaro, com esse exemplo a dúvida desaparece. Olhem que não tratei do caráter quadrilheiro do PT. Outro dia trato.

BOAS NOTÍCIAS

 

BOAS NOTÍCIAS

João Melo e Sousa Bentivi

Fatura liquidada e no novo ano teremos o novo presidente, chamado de Jair Bolsonaro. Todos, do Sérgio Moro ao Lula, sabemos que haverá mudanças. Haverá erros e acertos e o que espero é que os acertos suplantem os erros e, certamente, com Bolsonaro não haverá mensalão e petrolão, marcas indeléveis da quadrilha petista.

Não é segredo para ninguém que a educação brasileira merecerá atenção, pois a escola que temos não satisfaz. Entretanto uma simples notícia me deixou satisfeito. Explico.

O desarranjo petista contaminou ideologicamente a escola brasileira, de tal forma que não há espaço para a dialética. Em algumas universidades, principalmente nas públicas, você tem a liberdade de pensar tudo, desde que pense conforme os cânones esquerdistas. Tenho exemplos, bem próximos, do dano psicológico e ideológico que esses criminosos da mente causaram.

Mas Bolsonaro já deu uma notícia alvissareira: vai acabar com as tais “escolas” do MST.

Primeiro não são escolas, são antros formadores de militantes e o melhor exemplo dessa militância está bem aí, na finada Venezuela.

Segundo, recebem verbas públicas, praticamente a fundo perdido, sem comprovação da aplicação dos recursos e sustentando coisas nefastas, como esse tal de Stédile e assemelhados, inclusive, sabe-se que esse tal MST não tem personalidade jurídica, constituindo um nome de fantasia e a fantasia só não é completa, por se tratar de um grupo violento, que age ao arrepio da lei, em perfeitas ações terroristas.

O aviso foi dado. Eles podem ter escolas, mas não serão custeadas com o dinheiro público. Um bom começo do governo Bolsonaro.

O PT E O GAMBÁ

O PT E O GAMBÁ

João Melo e Sousa Bentivi

Todos sabem sobre um bicho chamado gambá: fede. Nada mais parece com o gambá, que um outro bicho chamado PT: também fede.

O exemplo mais marcante foi a cantilena de uma nota só, de um tal Hadad, reclamando das tais fakes. Foi nauseante, para dizer o mínimo.

Tudo encenação. A genética mentirosa do PT é conhecida, o seu maior líder, o presidiário curitibano, confessou, mais de uma vez, que mentia descaradamente nas entrevistas.

A denúncia sobre fakes de Bolsonaro era um anteparo para a militância petista mentir a cântaros e descaradamente. Era o gambá espalhando fedor (mentiras) para ninguém perceber. Mas percebemos.

Um exemplo entre milhares. O pastor Silas Malafaia denunciou que uma senhora carioca, de triste memória, chamada Benedita da Silva, colocou acintosamente um fake, no qual afirmava que Malafaia se arrependera do apoio a Bolsonaro.

A tal Benedita foi identificada, mas quantos outros petistas, anônimos e igualmente virulentos e mentirosos, mentiram mundo afora, pelas ondas da net?

Não dá para contar, porém dá para sentir o fedor.

Fora PT catingueiro!

ROBERTO ROCHA E O PSDB

ROBERTO ROCHA E O PSDB

João Melo e Sousa Bentivi

O pleito foi ruim para o PSDB maranhense e, daí, surgem todos os tipos de comentários, alguns sérios, porém a maior parte, eivados de deboche e escárnio.

Foi um pleito singular e apropriado para a existência de uma terceira via. O candidato mais preparado para sê-la era o Roberto Rocha. Os dois grupos hegemônicos disso sabiam e, de maneira articulada e coesa, eliminaram a ameaça: Roberto Rocha.

O sarneisismo entendia ser difícil ganhar, mas seria desmoralizante ser o terceiro, ou ter que apoiar a terceira via. O governador tinha certeza que contar com rejeição de Roseana era muito mais confortável que enfrentar o preparo e inteligência do Roberto.  À moda maquiavélica, os dois lados adversários entendiam que o inimigo era o Roberto. Nesse particular, Roseana e Flávio Dino eram perfeitos aliados.

Não falarei do cerco partidário do Palácio dos Leões contra o Roberto. Basta dizer que nesse palácio deve ter um contágio diabólico: mudam os nomes, mas não mudam os métodos. Deu certo e, sob as bênçãos de Stálin, uniram-se alhos e bugalhos, comunistas e fascistas, fervorosos e ateus, tudo em nome de Cristo ou das moedas de Iscariotes.

Entrementes, Roberto subia ou descia do calvário. Uma chapa proporcional pequena e de abnegados, recursos ínfimos, inclusive zero centavo para os deputados estaduais, acrescido de um drama familiar enorme, equivalente ao tamanho do problema de saúde de um ente querido. Ademais, o desempenho pífio do candidato presidencial do partido foi contraproducente para o desempenho estadual.

Muitas vezes, preocupado, comentava internamente: o Roberto vai desistir. Não desistiu e isso é de merecer admiração daqueles que possuem um mínimo de bom senso. Persistiu como fazem os fortes e o não êxito eleitoral não o diminui, pelo contrário, determina admiração e respeito.

Tudo isso já é passado e importa o futuro.

Roberto é Senador da República com quatro anos de mandato, o PSDB, apesar dos pesares, continua como um partido nacional e haverá de se reciclar, quem sabe começando pelo Maranhão. Esse Maranhão, cansado de guerra, continua repleto de problemas e somente essas considerações demonstram a importância do PSDB.

Entretanto mudanças são impositivas. Há de se refazer, chamar novas lideranças, construir novas lideranças, abrir espaços nas instâncias partidárias, resgatar os soldados feridos e transformá-los novamente em combatentes.

Tudo isso é possível, exequível e depende de todos nós, mas muito mais do Roberto Rocha. A derrota de 2018 pode ser a semente que germinará os frutos de 2020 e 2022. Creio que vai ocorrer e muitos companheiros, eu incluso, esperam essa nova oportunidade.

Ah! Ia esquecendo. Entre os erros cometidos, quero apontar um, aliás, dois: a pior chama senatorial possível. Podíamos passar muito bem sem ela. Não passamos. Uma pena.

 

 

VOLTANDO AO BLOG

VOLTANDO AO BLOG

Após alguns meses de ausência, volto ao meu blog – joaobentivi.com.br – e asseguro que postarei matérias e vídeos que contarão o cotidiano local, nacional e internacional. Não haverá assunto proibido, pois o bom jornalismo não se dá bem com o vocábulo proibição. Estamos nos orientando, também, para em breve termos um canal no You Tube. Aguardem.

Mas o assunto de hoje é outro, é a mentira, no linguajar atual, fake. Mentir sempre houve, afinal, satanás no Éden iniciou tudo com a mentira. Na vida política sempre haverá mentirosos e nos partidos também, porém mentir mais que o PT é impossível. Marina Silva conhece bem esse enredo petista.

O tal poste, também chamado Hadad, vociferou à exaustão  a agressão sofrida por uma indefesa moça petista, quando os  sanguinários bolsonarianos desenharam um símbolo nazista, acho eu, no bucho da indigitada. Foi denúncia até na ONU.

A verdade tarda, mas chega. Chegou. A petista era, aliás, é, nada mais que uma farsante. Caso alguém esteja procurando um mentiroso, não perca tempo, vá a um diretório petista, ou entreviste o Hadad, pois quem diz (o Hadad disse), em rede nacional, que o general Mourão, com 15 anos, era um terrorista, pode mamar em uma onça e fazer cafuné numa jararaca.

Falar a verdade fica, então, difícil, mas mentir, uma moleza.

Tenho dito.

BELO FIM DE PERÍODO

Após mais de 40 anos de magistério, poderia pensar que não ocorreria mais nenhuma novidade. Poderia, pois sempre entendo que ser professor sempre envolve uma carga extrema de emoção e surpresas.

Há muito tempo escrevi uma crônica, na qual dizia que “ninguém se torna professor, mas nasce professor”. Os que tentam se transformar em mestres, podem até ensinar, mas sempre estarão no lugar errado.

Na semana passada tive mais um dia emocionante: a aula final da turma M20, da Universidade Ceuma, na disciplina que orgulhosamente ministro, há 15 anos: Medicina Legal e Bioética.

O motivo da emoção não foi a disciplina, mas os alunos. Em resumo, posso dizer que trata-se de uma safra de bons valores. Algum poderá argumentar: safra? Sim, safra. Não há metáfora melhor que comparar alunos a frutos de uma árvore. Essa grande árvore é o conhecimento, os galhos são as carreiras e os frutos são os alunos. Nós, professores, somente cuidamos dessa árvore.

A safra da M20 é muito boa. Repito. A felicidade foi contribuir com uma parte pequena do seu adubo. A colheita está próxima e o Brasil vai agradecer. Parabéns M20, parabéns Curso de Medicina da Universidade Ceuma.