BRAIDE, UMA SAÍDA PARA DINO

BRAIDE, UMA SAÍDA PARA DINO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A política é sinônimo de guerra, de luta e pode até dar empates, mas a regra é vencidos e vencedores. As eleições desse ano não fugiram a regra.

No Maranhão, não posso qualificar todos os vencedores e nem todos os vencidos, mas há nomes que se destacam, nos dois grupos: Eduardo Braide e Flávio Dino.

No começo da campanha, quando pairavam muitas dúvidas, vaticinei que o Eduardo Braide caminhava para ser um líder popular, em São Luís, nas estaturas comparativas de Cafeteira, João Castelo e Jackson Lago. Fui até criticado por um desses trânsfugas de nenhuma importância, com a caneta a soldo de algumas moedas de prata, tal qual Iscariotes. Não respondo a trânsfugas.

Até agora acertei e está nas mãos de Deus e do próprio Eduardo fazer essa previsão verdadeira e, quem sabe, chegar mais longe que os personagens citados.

Entretanto o governador Dino, nesse momento, transita pelo espinhoso caminho dos derrotados, aliás, o maior derrotado das eleições maranhenses. Nem sei mesmo se ele é o culpado do vexame, mas poderia estar bem melhor, caso tivesse me ouvido. Não ouviu.

O primeiro grande erro do governador foi trazer para a província um aliado desastroso e um inimigo inexistente. O aliado desastroso é Lula. Como alguém de juízo pode, nesse momento, colocar um bandido ao seu lado. Nem ou tronchas de comportamento, tipo Ciro, Manuela, Boulos e outros asnos semelhantes, vinculam suas vidas com esse marginal. Dino e um dos seus acólitos, talvez o mais bobão, o fizeram e se … (mamãe Zima diz: controle essa língua!)

O segundo erro foi querer transformar o presidente Bolsonaro  em um adversário municipal: ou loucura ou burrice. Bolsonaro quando pensa em Dino, pensa no maranhão e em Guaraná Jesus, a nossa mais popular bebida. Nunca pensa em Dino como adversário de coisa alguma, pois para ser adversário do presidente, Dino teria que tirar o Maranhão da miséria (aliás, afundou mais o estado), adquirir estatura de estadista, ter um partido que preste e pelo menos assessores, com inteligência e neurônios funcionantes.

Pelo visto, há carência de neurônios funcionantes em muitas cabeças.

O que eu desejo e estou orando é para Deus influenciar o coração do governador e que ele não cometa um terceiro grande erro: TRANSFORMAR O PREFEITO EDUARDO BRAIDE EM INIMIGO POLÍTICO.

Caso isso aconteça, asseguro que não foi por conta do prefeito Braide. Conheço o prefeito e sei que, pelo bem de São Luís, ele nem tem amores e nem ódios de quem quer que seja e, dentro desse quem quer que seja está o governador Dino. Aproveite, governador, o Braide é uma grande saída. Não para ser um “holandinha” de maior estatura, mas para fazer coisas por São Luís, que melhorarão a sua desgastada imagem, com o povo dessa ilha.

O seu sonhado “serpentário” para 2022 ruiu em 2020. O seu “poder de convencimento” sobre Maranhãozinho, Wewerton, Brandão e outros atores diminui a cada dia, até o dia que não mais existirá. Não perca tempo, telefone para o Braide, seja o estadista, pelo menos tupiniquim, e a sua imagem fisicamente rombuda adquirirá alguma beleza.

Apesar de não nutrir grandes amores por vossa pessoa, também não tenho nenhuma desavença ou querela e o meu espírito direitista, conservador e cristão me manda desejar o bem de todos, mesmo se esse todo é comunista, esquerdista ou qualquer outro desses istas.

Aproveite a chance, ligue e parabenize o prefeito Braide, pois nesse momento é uma das suas poucas saídas. Na pior das hipóteses, diminuirá o vexame da derrota, que está corroendo a sua alma.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

DINO NÃO ENGANA MAIS

DINO NÃO ENGANA MAIS

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

As eleições são acontecimentos importantes, divisores de épocas e significam, mais ou menos, mais que a perspectiva do futuro, uma prestação de contas do passado. O segundo turno, em São Luís, segue essa regra.

Apontará o novo prefeito, mas está mostrando a verdadeira essência do governador do Maranhão, o ex-juiz Flávio Dino. Às vezes, tenho sentimentos não satisfatórios, quando penso na figura de um juiz, que ao se tornar ex, envereda pelo erro, como, por exemplo, o senhor Wytzel e, lógico, até agora, não há nenhum paralelo entre Wytzel e Dino. Peço a Deus que nunca haja, sobretudo na ótica criminal, já que, na gestão da crise, os dois foram arautos do “fique em casa”.

Mas na via administrativa, o posicionamento do senhor Dino é um manual de como não deve se comportar um homem sério, sobretudo se carrega o epíteto de governador e de ex-juiz.

O governador pode ter qualquer aptidão filosófica, ideológica, sexual ou religiosa, mas o GOVERNO está proibido de tê-las. Quando o senhor Dino, pessoalmente ou através de ventríloquos loquazes, ameaça a funcionários, à luz do dia, sem nem mesmo ser hipócrita, só não está em maus lençóis pela cegueira e inaptidão funcional do Ministério Público e Justiça.

O candidato Eduardo Braide é uma força eleitoral? Nem Dino desconhece. O candidato Braide tem os votos bolsonaristas, em São Luís? Tem. Esses votos vieram por pedido de Bolsonaro a qualquer eleitor de São Luís? Não. Mas porque esse governador insiste em dizer que o candidato Braide é candidato do Bolsonaro? Vamos resumir.

A primeira razão do governador Dino tentar pintar o deputado Eduardo Braide, como candidato escolhido por Bolsonaro, decorre de uma de suas características: mentiroso. Repito, o governador mente. Caso ele fosse filho de dona Zima Bentivi estaria com o beiço quebrado, pois mentir, em minha casa, era inadmissível. Que falta uma Zima faz.

Segundo, querer nacionalizar o pleito municipal, em uma fictícia luta ou disputa Dino x Bolsonaro é desonestidade intelectual, por muitos argumentos. A figura adiposa do governador, em nenhum cenário possível ou imaginário é um player, à altura do presidente. Mais ou menos, na minha adolescência e juventude, eu querer namorar com Sonia Braga. Ter consciência da nossa estatura nos livra de sermos ridículos. O governador está, infelizmente.

Terceiro, como bolsonarista que sou e como participante da campanha do deputado Eduardo Braide posso afirmar que nem antes e nem durante, o deputado Eduardo Braide teve um só contato, conversa ou acordo com alguém do clã Bolsonaro. Essa minha afirmação tem fé pública, pois, ao contrário do governador, desafio a qualquer pessoa a provar que eu tenha dito uma mentira, inclusive esse desafio começa pela minha casa, na pessoa de minha esposa e minha sogra.

Quarto, caso queira encontrar um bolsonarista no segundo turno de São Luís, é fácil. Circula pelas redes um vídeo em que um cidadão, por nome Duarte Júnior, afirma a brados: EU SOU DO PARTIDO REPUBLICANOS, PARTIDO 10, PARTIDO DA BASE DO GOVERNO BOLSONARO!!! Tenho certeza de que o governador viu esse vídeo e, o que não se explica é o governador, em vídeo, dizer: O CANDIDATO DO BOLSONARO QUER A PREFEITURA PARA FAZER OPOSIÇÃO!!!

Esse fato me encheu de dúvidas, caso eu fosse dizer as características marcantes da figura do governador Dino, começaria pelas menos importantes, mais ou menos assim: é um sujeito feio, acima do peso, autoritário, prepotente, com um bom discurso, que maneja com regularidade o vernáculo, comunista, marxista, materialista (esses três atributos decorrem do fato de acreditar na coerência comunista do governador), inteligente, focado nos seus objetivos.

E a dúvida, perguntaria alguém? A dúvida é na inteligência do governador, pois se ele está querendo apoiar um candidato não bolsonarista, não pode ser o deputado Duarte Júnior. Pior ainda, deveria esquecer o candidato Duarte Júnior, porque se ontem o Duarte se orgulhava de ser bolsonarista, agora faz de conta que é contra Bolsonaro, amanhã poderá virar as costas para o Dino e passar a ser Wewerton ou Brandão. Agradeça-me por alertá-lo, senhor governador, tenha cuidado governador!

Mas elogiei, sem falsidade e disse que o governador é inteligente, pois ao apontar levianamente que o deputado Braide é o candidato de Bolsonaro, o governador está querendo tirar da carapuça a notícia que já ganhou o Brasil e o mundo: um simples deputado federal derrota o governador comunista do Maranhão.  Até o correligionário do governador, aquele democrata comunista de Coréia do Norte, Kim Jon-um, ficaria decepcionado. Para ser derrotado, em vez do Braide, fica melhor, nacionalmente, ser por Bolsonaro. O governador é inteligente, em alguns casos, reconheço.

Finalizando, certamente o povo de São Luís não enveredará cor essa cantilena comunista, baguncista e imoral e cravará o 19, pois entre tantas razões, o deputado Braide antes de ser contra ou a favor de Dino, contra ou a favor de Bolsonaro, o deputado Braide É A FAVOR DO POVO DE SÃO LUÍS.

Basta, simples assim.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

DINO É MAU, CONSTRUIU MAIS UM CADÁVER POLÍTICO

DINO É MAU, CONSTRUIU MAIS UM CADÁVER POLÍTICO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

O segundo turno da eleição de São Luís está interessante e um personagem se destaca, e tem o nome Dino. Conheço dezenas de Dinos, mas esse é diferente e exuberante em uma qualidade (desqualidade?): é mau, muito mau e não é bom tê-lo como amigo.

Pela Bíblia, há amigo que é mais apegado que irmão (Pv 18:24), mas o amigo Renato Souza (in memoriam) dizia que tem o amigo, o amigo da onça e a própria onça. Nesse particular o Dino é a onça.

O seu candidato in pectoris, do seu partido, vergonhosamente derrotado, fez uma campanha corajosa: despersonalizou-se e assumiu que era uma marionete de uma dupla, não sertaneja, que nada canta, mas farfalha, chamada Lula/Dino. Recebeu a devida reprovação nas urnas.

Mas durante a campanha, esse candidato recebeu acusações violentas, de outro candidato, também da trupe, que resumirei, em palavras mais educadas: você é um bandido sem recuperação, deveria ser retirado do convívio social, pois além de você ser bandido, o seu pai também é bandido. Essa afirmação atinge requintes de crueldade, quando o pai, do então candidato, se encontrava entre a vida e a morte, assestado pelo famoso vírus comunista.

O acusador se chama Duarte Júnior e o bandido, pelas palavras do acusador (e eu não concordo com uma grosseria dessas) é nada mais, nada menos, que o ex-postulante, deputado Rubens Júnior.

Os homens dignos carregam muitas qualidades, porém algumas se destacam: a capacidade de indignação e a defesa dos valores familiares. Eu tive somente uma mãe e somente um pai e nunca fui dado a violências, mas em duas oportunidades tentei fazê-la com as próprias mãos e Deus me livrou de consumar o meu desiderato: um gaiato que se insurgiu contra a minha irmã Zefinha Bentivi e um outro debochado que teve a infeliz ideia de pilheriar com dona Zima Bentivi, a minha santa mãe.

Coisa de homem e os homens não se constroem, eles nascem prontos.

Quando vi a ode de amor e carinho do ex-agredido (sim, o perdão promove esquecimento e o esquecimento anula a agressão kkkkk), para o agressor, tive dúvidas para explicar: submissão humana rasteira ou um milagre de conversão em nome de Cristo?

Logo retirei o nome de Cristo dessa balbúrdia, até porque para alguém ser comunista, mesmo, Cristo não tem a menor importância. FOI SUBMISSÃO! E a pessoa a quem prestam essa obediência tem nome e sobrenome: Flavio Dino.

Agora vocês entenderam quando afirmei que DINO É MAU, repito MUITO MAU.

O episódio a que esse jovem deputado foi submetido enodoa a sua carreira definitivamente, pois se alguém lhe chama de bandido (creio que não o é) e ele não reage, mesmo não o sendo, passa a impressão de que a acusação é verdadeira, mas pode piorar.

Chamar um enfermo grave, em UTI, de bandido, sem que ele possa se defender com um simples monossílabo, é uma crueldade diabólica. Será que o enfermo perdoaria essa agressão? Pelo que o conheço, jamais. Será que o enfermo, ao se recuperar (eu estou orando para isso, por minha amizade com ele), perdoaria ao agressor?

A rigor, estou sendo até injusto com o jovem deputado, que seguramente está sofrendo. A minha inconformação é com esse governador, que deve ter obrigado ao jovem parlamentar a se submeter a tamanha esbórnia. Tudo correlato com o DNA dinista: sacaneou e traiu um Tema, um Zé Reinaldo e, principalmente ao Jackson Lago.

Rubens Júnior foi somente mais um e eu, como analista político já estou fazendo um bolão, para a próxima vítima. Tem uma legião de candidatos a vítima, de relance alguns com muita chance: Brandão, Wewerton, Elisiane, Juscelino, Neto Evangelista, Yglésio, etc. Mais que o amor, a traição não tem limites.

Assim, qualquer pedido eleitoral do deputado Rubens Júnior, nesse segundo turno, carece de seriedade. São Paulo ensinou que as coisas boas se iniciam em casa, com os “domésticos da fé” (Gal 610). A defesa do povo de São Luís se inicia com a defesa do povo de São Luís que mora junto comigo.

Querido deputado Rubens Júnior, não tenho nenhuma convivência com você, mas tenho amizade e respeito por seu pai e, repito, rogo a Deus para que ele se restabeleça, porém aceite um conselho: aprenda a escolher os seus amigos, com cuidado para não optar por amigos da onça, se bem que, a bem da verdade, nesse caso, você escolheu a PRÓPRIA ONÇA.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

ACABOU A FARSA E RESTOU A TRAGÉDIA

ACABOU A FARSA E RESTOU A TRAGÉDIA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Entendo que o substantivo tragédia está indevido, pois tragédia poderia se referir a uma das veias da arte cênica e melhor seria usar a instrutiva palavra SACANAGEM.

Quando nominei o conjunto de candidatos, com origem palaciana, de CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES, o próprio governador se apressou em negar, mas a negativa dele tem a mesma veracidade de uma nota de três reais e como a minha Bíblia diz que quem não é fiel no pouco, não o será no muito (Lc 16:10), posso dizer, ao senhor governador, que quem mente uma vez já passa a ter o título de mentiroso.

A grande dúvida era saber quem enveredaria por essa tragédia, desculpem, por essa sacanagem leonina, quem formaria, com a regência tosca do governador, O CORAL DOS MENTIROSOS DOS LEÕES? Para a alegria da decência e da seriedade, o coral sonhado por seu Dino se resumirá a um dueto ou, no máximo, um trio desafinado com a seriedade, mas experiente em sacanitudes políticas.

Para a minha alegria, o primeiro a se insurgir foi o meu amigo Yglésio Moysés. Não poderia ser diferente, a genética não diz tudo, mas muito fala e falou. A genética e o nome do deputado Yglésio carimbam a palavra seriedade. Parece que a minha alegria poderá se tornar maior: o deputado Neto Evangelista, por notícias que recebi, também não caminhara na senda do pecado do marxista de plantão. Espero que isso seja verdade.

Como tudo que é ruim pode deixar uma lição, esse episódio, pelo menos clareia muita coisa. Primeiro, o verdadeiro candidato a prefeito, pelas forças da malignidade esquerdista, é o governador Flávio Dino.

Segundo, esse governador deveria aprender com e ter a decência do presidente Bolsonaro. Bolsonaro deu apoio a alguns candidatos, em sua live semanal, mas sem meter nenhuma estrutura do governo, em qualquer candidatura. Um governo em campanha descarada para um candidato é uma atitude criminosa.

Tem explicação. Pelas palavras de um ex-candidato a prefeito, de apelido Júnior, ele e o governador são discípulos de Lula. Desejo ardentemente que esse larápio, de nome Lula, não tenha grande eficiência com seus alunos. Aluno de Lula, se aprender a lição, pode terminar na cadeia. Não desejo isso para ninguém.

Finalmente registrar uma tragédia, que talvez explique as atitudes do senhor Dino: ele vive um inferno astral. O Maranhão, após seis anos de comunismo, caminha impoluto para ser o estado mais miserável do Brasil. O sonho presidencial do governador caminha junto com Marina Silva, um pesadelo e o resultado das eleições municipais, até agora, foi uma sova de galho de goiabeira, nas ancas governamentais. E tudo está muito claro.

Os prefeitos eleitos carregam alguns carimbos: Maranhãozinho, Wewerton Rocha, Juscelino, Fufuca e. principalmente, Carlos Brandão. Quase não se vê alguém com o carimbo Flávio Dino. Caso tire a bunda da cadeira do poder, corre o risco de ficar do tamanho do PC do B. Quase nada!

A situação política do governador é, sem dúvida, desesperadora. Perder em São Luís será a pá de cal e estamos trabalhando para que não falte cal.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

MELHOROU, ERA UM SERPENTÁRIO, FICOU SÓ UMA

MELHOROU, ERA UM SERPENTÁRIO, FICOU SÓ UMA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Para alguém que enfrentou um SERPENTÁRIO, lutar conta uma só vira refresco, claro que me refiro ao deputado Eduardo Braide e, mesmo sem querer, está implícita uma outra figura, o governador Dino. Esse tentou desqualificar a realidade, revelada por esse escriba, dizendo não haver CONSÓRCIO nenhum, mas não teve êxito em convencer tanto o seu João das Quantas, como também o porteiro do palácio, todos sabem que o governador inventou o CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES, com pavor e medo político do deputado Braide.

Aconteceu a primeira surra e a segunda se aproxima.

E a serpente? A mais importante, da história mundial, apareceu no Jardim do Éden e, de acordo com a Bíblia, representava o próprio Satanás. Evidente é que essa serpente bíblica nada tem a ver com as serpentes reais, lepidosaurias, da ordem Squamata. Mas tudo tem relação com esse processo político da sucessão municipal.

Esses animais, mesmo sem pernas e braços se locomovem com muita facilidade, inclusive tem espécies aquáticas e possuem muitas adaptações, como, por exemplo, mudar de cor, para enganar outros animais e, assim, poder atacá-los, com mais facilidade.

As venenosas possuem uma adaptação terrível: as glândulas e a presas inoculadoras de veneno. Parece um dente qualquer, mas se trata de um dente diabólico, que, a uma simples mordida, pode determinar a morte da presa.

Essas palavras não são simples metáforas para a luta que vai enfrentar o deputado Braide, nesse segundo turno, antes fossem, porque a realidade será bem mais dramática.

O veneno de uma cascavel pode ser neutralizado com um soro, o veneno que pode vir, nessa disputa eleitoral, pode ter tantas composições químicas diabólicas, que necessário será uma verdadeira farmácia para combatê-los.

Imaginemos os venenos a serem usados nesse segundo turno: uso da máquina pública, pressão indigna contra servidores, compra de lideranças corruptas, compra de votos à luz do dia, com o beneplácito de quem deveria coibir esse crime, uso de uma imprensa vagabundo em blogs, rádios e TV, etc. etc.

Você que me lê, me diga: essas ações teriam a orientação de Deus ou a orientação daquela coisa (Satanás), lá do Jardim do Éden? A solução para o caso do Jardim do Éden foi realizada, na pessoa de Jesus, conforme diz a Bíblia.

No caso de São Luís, nesse segundo turno, precisamos de Jesus, sim, para tudo, Incluindo para iluminar as mentes, mostrando a todos que o soro que vai resolver e anular esses diabólicos venenos é o voto consciente, sincero e honesto de cada pessoa dessa cidade. Em outras palavras, o seu voto, caro eleitor e cara eleitora.

Votar 19, Eduardo Braide, é o único soro que anulara o veneno da diabólica serpente.

Ah! Ia me esquecendo, qual é o nome da serpente? Deixo essa resposta para você.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

O MELANCÓLICO DEBATE

O MELANCÓLICO DEBATE

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

E houve o último debate? Não, não houve debate e o culpado dessa patacoada é, exatamente, quem não deveria sê-lo: o governador Dino. Os motivos são fáceis de serem entendidos.

Dominando 99% das prefeituras, contando com a obediência absoluta das bancadas estadual e federal, o governador, na mais pueril análise, “nomearia” o prefeito de São Luís e ele achou que poderia fazê-lo: caiu do cavalo é arrebentou o velho cóccix.

Tentou criar e criou o CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES para fustigar um segundo turno, mas tudo caminha para não haver e. se houver, o governador estará absolutamente desgastado e eticamente destruído, pois colocou a estrutura  do governo indevidamente na campanha, repetindo, com deméritos, as praticas vitorinistas e sarneisistas, que gostaríamos de não relembrar e, se há alguma coisa nova, na política do Maranhão, é a idade do governador, pois os seus métodos são típicos do mais tenebroso passado.

Mas a ópera bufa do tal debate teve duas ausências. Uma das ausências decorreu pela ação do covid, em um personagem, talvez aprendiz de Mandetta:  aquele cretino, defensor do “fique em casa”, que saiu do ministério, sem máscaras, sem luvas, sem álcool gel e abraçando a todos, sem nenhum distanciamento. No caso em questão, foi preciso os exames do personagem caírem nas redes sociais, para desmascarar o embuste.

A outra ausência foi a do deputado Braide. Inteligente e necessária ausência. Explico.

O deputado Braide fez muito mal em ter ido a outros debates, pois as pessoas que estavam debatendo com ele, salvo alguns momentos, como a participação inteligente do deputado Yglesio, não eram elas, porque estavam representando um personagem imerso no disfarce das sombras do anonimato, fingindo-se um estadista, cujo epíteto pode ser representado por duas letras, FD.

Sem querer desmerecer a nenhum dos candidatos, todos jovens de grande potencial político, entendo que todos eles fizeram uma grande bobagem em aceitar serem protagonista dessa arrumação dinista, definida como CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES. O desgaste para suas carreiras políticas está absolutamente evidenciado e torço para não haver consequências desastrosas.

Enfim, não houve o último debate e os jovens candidatos poderiam ser mais efetivos, em suas campanhas, se também não tivessem comparecido. Compareceram, uma pena, mas fica a lição: da próxima vez, desconsiderem o governador Dino, procurem um outro conselheiro, inclusive poderiam ter procurado conselho no político mais experiente que esse estado já produziu: José Sarney.

Nada demais, se o governador, estando em dilemas, já foi ao altar sarneisista para pedir preces e orientações, por que vocês não poderiam fazê-lo? Andar os mesmos caminhos do chefe. Quem segue o exemplo do chefe não pode ser chamado de insubordinado e o nosso governador adora os obedientes, independente de ideologias.

Agradeçam a mim, esse humilde escriba, pelo sincero conselho.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

A FARSA DOS LEÕES

A FARSA DOS LEÕES

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Mas não é a peça de Ariano Suassuna, na qual o personagem Joaquim Simão era acometido de três incomensuráveis paixões: preguiça, poesia e mulher. Infelizmente não estamos no teatro, mas na dura realidade de nossa amada ilha de São Luís e aí a farsa pode se tornar uma tragédia, com o nome de pleito municipal de 2020.

Teoricamente temos um pleito de múltiplos candidatos e isso, à primeira vista, poderia dizer da pujança democrática da ilha, mas não é, muito pelo contrário, é uma farsa fabricada exatamente pelo inquilino casual dos Leões, o senhor Flavio Dino.

Em verdade, o pleito de São Luís tem só dois lados. Um lado sem engano e sem firula, chamado Eduardo Braide e outro lado de aliados, que se fingem de adversários, mas comem no mesmo cocho e bebem cachaça da mesma pipa. Assim, sem nenhum esforço, você pode até não ver o cocho, tampouco a pipa, pouco importa, basta conhecer o seu proprietário, o governador Dino, para saber e entender porque é o dono do cocho e dono da pipa.

O senhor governador não tem legitimidade para apoiar um candidato a prefeito de São Luís? Claro que tem e isso ninguém discute, o problema é que desde o primeiro momento, a estratégia do governador foi eivada de desonestidade política com cada cidadão de São Luís. Ele, se fosse um governante honesto com o seu povo (não o é), deveria escolher o melhor nome, entre os seus obedientes subordinados, brigar por ele, assumir a carapuça e seria essa conduta por todos nós elogiado.

Mas não foi esse o pensamento e comportamento. O governador, um gigante em adiposidade, é um anão em altruísmo, desde o primeiro momento, a sua ideia fixa não foi o bem de São Luís, mas vencer Eduardo Braide.

Fez um consórcio de nomes, alguns de minha amizade, inclusive familiar, dando a cada um papel definido, inclusive um manual de comportamento, tendo até ensaios de fictícias divergências, tudo para enganar o povo sério e trabalhador, dessa cidade.

Na vida teatral, esse enredo poderia receber diferentes nomes – O DINOFARSA/A FARSADINO – o problema é que você, cidadão de São Luís, não será chamado para comprar um ingresso, para essa trupe de atores de quinta categoria, até porque você poderia comprar ou não esse ingresso e creio que você não compraria. Não jogaria no lixo o seu sofrido dinheiro.

O problema, meu querido eleitor, é que o governador usa, o momento maior da democracia, o momento em que o seu valor é igual a todos, o momento da obrigatoriedade do seu voto, para enganar, mostrando diferentes nomes, mas, em realidade, o nome de cada um deles deveria ser o nome real dos seus papeis. Todos deveriam assumir um só nome: Dino. Quem sabe, Dino 1, Dino 2, Dino 3…

Uma grande burrice e ingratidão desse governador (ingratidão não é novidade, basta conversar com Zé Reinaldo, com doutor Tema, ou qualquer   admirador do ex-governador Jackson Lago). O candidato Eduardo Braide nunca se apresentou como adversário desse governador, sua atuação parlamentar sempre foi de tentar a harmonia com esse governador, sua ação parlamentar tem o foco maranhão/São Luís e, como prefeito, também não terá esse comportamento belicoso, que o governador possui.

O que o candidato Braide tem afirmado e reiterado é que a sua administração só tem um foco: o desenvolvimento e felicidade do povo dessa ilha.

Tenha juízo, senhor governador, esqueça e deixe de perseguir o deputado Braide. Com quase oito anos no comando do Maranhão o senhor afundou muito mais o nosso estado na miséria. Uma boa parte do seu tempo, quando o senhor deveria estar trabalhando e pensando no seu povo, o senhor usou para brigar com Bolsonaro.

Não queira transformar o futuro prefeito Braide em um novo Bolsonaro, para alimentar as suas vaidades. É impossível. Braide é Braide, Bolsonaro é Bolsonaro. O diabo é que, para a desgraça de todos nós, Flavio Dino, não consegue evoluir, continua Flavio Dino.

Volto para você, eleitor. Vamos acabar com essa cantilena, vamos riscar do mapa essa farsa, politicamente desonesta, chamada CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES. Vamos encerrar tudo no dia 15, eliminemos a possibilidade de segundo turno. Quem sabe, isso não dará uma luz na cabeça ditatorial do nosso querido e jovem governador.

No dizer de Júlio César, alea jacta est!

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

SACERDOTE OU PASTOR ESQUERDISTA, PODE?

SACERDOTE OU PASTOR ESQUERDISTA, PODE?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A minha resposta consciente é metafórica: seria o mesmo que entregar uma escola de menores para um pedófilo dirigi-la. Aliás, um sacerdote ou pastor esquerdista é mais nocivo que o tal pedófilo a que me referi. Explico.

Essas duas categorias, sacerdotes católicos e ministros evangélicos, só existem devido a existência de uma pessoa chamada Jesus. Esse Jesus não é simplesmente uma evidência de marcação de eras, esse Jesus é o resultado profético que permeia toda história bíblica, para promover, na humanidade, um fenômeno chamado REDENÇÃO.

REDENÇÃO é o ato de remir, redimir, libertar, soltar escravos por um preço, em outras palavras, voltar ao estado de pureza perdida e a pureza humana foi perdida, exatamente no Jardim do Éden, portanto redenção e voltar à pureza, é voltar ao Éden.

Um líder cristão, aliás, qualquer cristão, para sê-lo, tem que acreditar na existência do Jardim do Éden, portanto, na criação divina, na tentação e queda do primeiro casal, na promessa do próprio Deus de que mandaria um homem, filho da mulher, Jesus, com a missão de resolver, em definitivo, o desastre original e esmagar a cabeça da serpente, portanto, completar o processo da REDENÇÃO.

Cristão que aceita e prega o evolucionismo, de cara, nega a REDENÇÃO e se transforma, simplesmente, em um enganador da verdade bíblica, um farsante da fé, um discípulo de belzebu fantasiado de cordeiro.

Por tudo isso é que o verdadeiro cristão crê na ressurreição de Cristo e essa crença está alicerçada e alicerça o entendimento da REDENÇÃO, daí, o apóstolo Paulo, sabendo que apareceriam falsos líderes, falsos pastores, afirmou em  1Cor 15: 14: “E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.

Todo e qualquer esquerdista, para sê-lo, tem a obrigatoriedade de ser um seguidor de Marx e seus acólitos, daí a condição obrigatória é ser materialista e desafio a qualquer marxista/esquerdista a apontar como poderíamos inserir os ensinamentos de Cristo, no ideário marxista.

A Igreja Católica, no século passado, inventou essa mistura malvada, na chamada Teologia da Libertação e o resultado foi dramático para ela: perda de fiéis, crescimento dos evangélicos, notadamente os neopentecostais (muito bom) e, pior, um resultado diabólico: a Igreja Católica foi a principal responsável pelo nascedouro de uma organização criminosa, chamada de PT.

O marxismo desses líderes católicos é mais diabólico que todas as atrocidades doutrinárias da igreja, durante a Idade Média. Creio mesmo que se fizéssemos um ranking dos maiores erros da Igreja Católica, seriam a Inquisição e a criação do PT.

Nesse momento, como estudioso e admirador de tudo aquilo que presta, tenho pruridos de pavor, quando comparo o comportamento do Papa Emérito Bento XVI, de quem sou admirador, com o desse atual ocupante, “papa argentino” alcunhado como Francisco. Pelos seus comportamentos, suas preferências de amizades e interlocutores, tudo indica que as coisas podem piorar.

Mas ninguém pode dizer que o demônio é preguiçoso. De repente, vejo lideranças evangélicas filiadas a siglas como PT, PSOL, PC do B e similares e a pergunta é automática: burrice cristã, meninice teológica ou seriam instrumentos do maligno, infiltrados na Igreja, para corromper a verdadeira fé cristã?

Creio que a explicação para existência desses tais supostos líderes cristãos e diabolicamente esquerdistas está na Bíblia, em 2 Cor 11: 13, 14: “Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, pois o próprio Satanás se transforma em anjo de luz”.

Enquanto muitos estão descaradamente nesses partidos anticristãos, existem os satanistas sorrateiros que se afirmam apolíticos, mas apoiam esses partidos do ideário marxista e, o mais lamentável, é um líder cristão liberar os púlpitos, para um marxista/esquerdista se pronunciar, às vezes, até citando a Bíblia.

Nada demais, o próprio Satanás, quando tentou Jesus, citou corretamente a Palavra, um esquerdista, para ganhar voto, será capaz de comer  hóstia, cantar hinos, quem sabe, falar línguas estranhas, até porque a língua mais estranha (estranha mesmo, de fato) que pode ocorrer, dentro de um templo, é a falada por alguém inspirado pelo demônio.

A verdadeira língua estranha, iniciada no pentecostes, para nós não é, de fato, estranha, é a língua dos anjos e os anjos são seres da pátria que todos os cristãos fiéis desejam, um dia, habitar.

Mas a crítica não é para o emissário do inimigo, que está tendo oportunidade no átrio do Senhor, ele está no seu papel de mentir e enganar, como o fez, desde o princípio. A crítica é para o ministro que abre o seu púlpito para mensageiros desse quilate, é o crente que se torna cabo eleitoral dessa gente, é o cristão que dá o seu voto para os inimigos da fé e, principalmente, para políticos com a capa de cristãos, de evangélicos, que fazem espúrias alianças, com o reino das trevas.

Pastores vendilhões, aprendam que todo templo guarda relação com o templo modelo que foi o templo de Salomão. Você, pastor, que faz negociatas políticas com o mundo e com esquerdistas, deveria saber que, na sua igreja, você deveria ser o sumo sacerdote e o lugar que você ocupa é o Santo dos Santos e esse local é consagrado para a verdadeira adoração a Deus, local exclusivo para ungidos. Por muito menos que isso, Ananias e Safira foram consumidos (Atos 4: 32-35).

Tenho um amigo, dos tempos pioneiros da ABU (Aliança Bíblica Universitária), que agora se diz e formalmente é pastor, em um estado nordestino, mas é diabólica e absolutamente esquerdista, inclusive odeia Bolsonaro. Tenho uma curiosidade para passar uma pequena temporada na igreja desse sujeito e tenho certeza absoluta de que um pastor com as suas desqualidades deverá dirigir a igreja de Laodicéia.

O que mais existe, hoje, são Laodiceias de esquerdistas. Numa igreja dessas será impossível o evangelho pleno. O evangelho que busca o arrependimento, que busca milagres e maravilhas, que busca os dons do Espírito Santo. Essas igrejas são meros clubes rotulados de cristianismo, mas com o verdadeiro Cristo ausente.

São igrejas materialistas, que se afastaram de Deus e receberam, do Senhor, essa sentença: “Assim, porque és morno, e não és frio e nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”. (Ap 3:16)

Finalmente, um desafio. Ninguém está obrigado a concordar comigo e eu não tenho a pretensão de transformar nenhum esquerdista/materialista em um verdadeiro cristão. Isso não é o meu papel e se alguém se transformar, o fará pela ação do Espírito Santo.

Mas desafio a qualquer pessoa, em todo o universo, que prove base bíblica para as bandeiras defendidas pelos partidos de orientação marxista/materialista.  Todo mundo tem a liberdade de ser o que quiser, porém há sínteses incompatíveis e a mais incompatível que conheço é marxismo e cristianismo. Explico.

O homicida, o mentiroso, o adúltero, o desonesto podem se arrepender, reconhecer o seu pecado e o perdão é consequência desse reconhecimento. A Bíblia está cheia de exemplos de correção de rumos, na vida dos homens, mas em todos esses casos, os pecadores reconheceram a soberania de Deus.

O marxista/materialista não obterá perdão, não porque Deus não esteja pronto a perdoá-los, mas porque eles não se submetem a soberania do Senhor. Como caminham ao lado de Satanás, com eles ocorre o que está, em Tiago 2: 19: “os demônios também o creem e estremecem”. A Bíblia não fala que eles obedecem. Não obedecem.

E a pergunta inicial: sacerdote ou pastor esquerdista, pode? Já dei a resposta, na metáfora inicial, mas posso fazê-la com outras palavras. Lá, em minha Pedreiras, seria o mesmo que entregar o galinheiro para a raposa e, na Bíblia, o mesmo que entregar as ovelhas aos cuidados do lobo.

Um padre ou pastor esquerdista ou em conluio com a esquerda jamais entendeu ou praticou a parábola do bom pastor. Esse, o bom pastor, dá a vida pelas suas ovelhas, o ministro esquerdista caminha, com suas ovelhas para a morte. Simples e terrível.

Que Deus continue guardando o seu povo.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

TRUMP, BIDEN E SÃO LUÍS

TRUMP, BIDEN E SÃO LUÍS

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Quando fui convidado para dirigir o setor ambiental de São Luís, obriguei-me a me qualificar e fiz um MBA em Gestão Ambiental, pela FGV. Nesse curso aprendi que o melhor ambientalista não é o que defende as grandes bandeiras mundiais, mas, exatamente, o que pensa e age ambientalmente na cozinha de sua casa.

Essa introdução, a faço, por causa de uma pretensa discussão que tentou uma mistura indevida da campanha eleitoral de prefeito de São Luís, antes com a questão Bolsonaro e, agora, com a questão Trump x Biden.

Em muitos casos, torcida política e de futebol se assemelham. Qual seria a explicação de minha paixão doentia pelo Flamengo? Não tendo eu nenhuma evidência científica, criei uma explicação supostamente genética: uma mutação gênica, há 33 gerações anteriores, criou um telômero rubro-negro, que será transmitido até que Jesus volte. Misturo nessa explicação a minha fé cristã, com a minha doença flamenguista e me dou por satisfeito.

Todas as questões mundiais, principalmente no mundo globalizado, interessam a todos nós, dessa ilha. Aquecimento global, bolsas no mundo, vírus chinês. Massacre do povo venezuelano, vacina do covid, até Trump x Biden. Mas tudo isso se torna irrelevante, quando pensamos na multidão de problemas que assolam a ilha de São Luís e seu povo.

Não é segredo que a saída de São Luís para o progresso poderia ser ideológica, porém muito antes de ser ideológica ela passa por competência, trabalho, honestidade e princípios familiares e cristãos.

Já tentaram ideologizar a campanha, primeiro tentando qualificar o candidato Braide de nomeado por Bolsonaro. Não é segredo o meu bolsonarismo, mas pegaria muito mal, para mim, se o Eduardo Braide tivesse saído de seu gabinete, para pedir anuência ao presidente.

A candidatura Eduardo Braide existe com ou sem a vontade do presidente Bolsonaro, mas como eu creio que o presidente ama São Luís, seria excelente que esse amor fosse viabilizado na administração de um homem correto e trabalhador: Eduardo Braide.

O mesmo se passa com a questão Biden. Todos podem gostar ou não gostar da ainda não concluída vitória do Biden. Eu, quero confessar, estou muito puto com isso (desculpem a emoção!), mas antes de pensar no Biden, no Trump, na ONU, penso em São Luís.

Faço uma metáfora baseada em minhas vivência  em meio ambiente, conforme expliquei, no primeiro parágrafo: para ser o melhor cidadão para São Luís, não é necessário pensar em Trump, em Biden, em Lula, ou em Bolsonaro. Deve pensar e focar em São Luís, nos seus problema e nas suas soluções e caminhos.

Trazer Trump ou Biden para nossas preferências é um fato naturalíssimo, sorrir com Biden ou chorar com Trump, dar parabéns ou não, está tudo nos conformes, no jargão, direito e operante.

Agora, votar ou não votar em alguém, nesse pleito, em São Luís, com essa história de Trump e Biden, seria uma interferência patológica no pleito municipal. Um voto, em São Luís, determinado por uma discussão Trum x Biden é um voto de uma imbecilidade estratosférica.

Finalmente, uma palavra para alguns bolsonaristas. A turma contrária a candidatura Eduardo Braide tentar atrapalhar a sua caminhada é um fato absolutamente compreensível e legítimo. Faz parte da lide eleitoral. Agora, um bolsonarista fazer parte dessa trupe, se acoleando com eles, é burrice explícita, ignorância de mundo. É se tornar um vil emissário de qualquer sátrapa de plantão.

Direitista ou bolsonarista de respeito não dá ouvidos a qualquer canto de sereia corrompida. O dia 15 se aproxima, vamos tentar concluir tudo no dia 15. Você que se diz bolsonarista, por favor, não atrapalhe e ficar calado, em vez de ruminar tolices, é uma grande ajuda.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

QUALHIRAGEM E MARKETING

QUALHIRAGEM E MARKETING

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A passagem do presidente Bolsonaro, no Maranhão, rendeu notícia pelo lado tosco e pitoresco, pois em vez de se noticiar os ganhos políticos e financeiros do estado, pela zanga e mumunha de alguns políticos, a notícia foi outra: boiolismo, que em linguagem mais tupiniquim, seria qualhirismo.

Nunca haverá, em mim, qualquer discriminação, de qualquer tipo, aliás não discrimino nem esquerdopata, apesar de sabê-los mentirosos, malandros, pouco patriotas e coisas afins. Mas não tenho nenhum constrangimento em carregar a condição genética de heterossexual convicto, na linguagem dos jovens, da espécie CIS.

Por isso, eu e alguns amigos, nos acreditando uma espécie em  extinção, fundamos, de maneira quase clandestina, a AMERC – Associação Maranhense de Heterossexuais Convictos. O quórum não tem sido vantajoso.

Não temos nenhuma pauta de luta, não temos inimigos a derrotar, mas a AMERC é o local para compartilharmos as nossas dificuldades, solidão e abandono, para criar empatia e solidariedade para coisas simples e que não incomodam os jovens, como o desimportante episódio de brochar. Sim, brochar.

Explico. Como essa turma da AMERC teve uma formação defeituosa para os padrões atuais, gostavam de pagar as contas de restaurantes e motéis, abriam a porta para as mulheres, faziam poesias e recitavam trovas apaixonadas, inclusive achavam meritório respeitar pai, mãe e ir a missas e cultos.  Mas odiavam brochar, a tal ponto que ninguém lhes ensinou a inevitabilidade desse momento.

É ou não é uma espécie em extinção?

Nessa briga relacionada ao Guaraná Jesus, boiolagem e companhia, a AMERC não se fez ausente e realizou uma reunião extraordinária para tirar alguns indicativos, esclarecedores para nós e sem nenhuma pretensão de influenciar o pensamento e o posicionamento de quem quer que seja:

01 – O Guaraná Jesus é tão expressivo de nossa maranhensidade, quanto os nossos folguedos populares;

02 – Que durante quase um século foi motivo para crônicas, trovas, poesias, receitas de drinques, gozações e zoeiras típicas da irrequieta e gozadora alma maranhense;

03 – Que concordamos respeitosamente com todas as pessoas que, de maneira individual ou representando grupos, tenham se sentido ultrajadas e vilipendiadas, pelas declarações do presidente Bolsonaro, desde que os inconformados e entristecidos se posicionem em seus próprios nomes;

04 – Que não concordamos com qualquer posicionamento em defesas genéricas como, por exemplo: em nome das mulheres de Upaon-Açu, dos anões maranhenses, dos diabéticos de São Luís, dos chifrudos de Poidea, ou do povo do Maranhão.

Por essas e outras razões semelhantes, a AMERC vem informar que não se sentiu ofendida, em nenhum momento, pelas declarações do presidente Bolsonaro, quanto ao  suposto “boiolismo” do Guaraná Jesus, inclusive a AMERC sugere ao Governo do Maranhão uma moção de aplauso, ao presidente Bolsonaro,  pela  ajuda mercadológica ao nosso autêntico conterrâneo, Guaraná Jesus.

Assim, todos podem brigar, zangar, criticar o presidente Bolsonaro e informo que alguns membros da AMERC o fazem, mas, nessa questão da boiolagem e o Guaraná Jesus, estampado na mídia, nenhum inconformado faz parte de nossa associação e não tem autorização para falar em nome dela.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.