BRAIDE, O PREFEITO VACINADOR

BRAIDE, O PREFEITO VACINADOR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Estou um pouco ausente do jornalismo opinativo, minha praia jornalística, por alguns motivos, como saco cheio, falta de tempo e diminuição da paciência com a imbecilidade campeante.

Mas isso trouxe uma grande alegria: centenas de leitores, talvez milhares, reclamando do meu silêncio. Atendi, vou falar alguma coisa.

A vida pode ser descrita como um conjunto de fatos ruins, bons e de oportunidades. Os fatos ruins ou desagradáveis não precisam de preocupação, são incontáveis; os bons, por serem bons, rareiam e as oportunidades, também não são abundantes.

Nesse último item, um detalhe, há boas e más oportunidades; as más predominam e as boas são raras. Aí está o cerne desse palavrório e tentarei explicar em detalhes.

Nunca bajularia a quem quer que seja, inclusive ao prefeito Braide, principalmente com a certeza de que nenhum administrador está livre de errar. Certamente, ao final do mandato, a primeira pessoa que fará essa análise será o próprio prefeito. Todo homem sensato faz ajustes interiores dos seus atos.

Mas nesse tempo que convivi com ele pude entender que, dificilmente, ele errará por imprudência. Poderá receber insatisfação por demora, mas jamais por açodamento. O episódio  cepa indiana é um exemplo. Parecia um cataclisma em São Luís, mas um grande resultado foi mostrar o modus operandi braidiano.

Durante a campanha, o prefeito transitou entre duas grandes fogueiras. A esquerda bandida, sabendo que ele nunca seria marionete de nenhum plantonista dos Leões, tentou carimbá-lo de bolsonarista e os bolsonaristas sonhavam que, o então candidato, se transformasse em líder de uma direita disforme e sem patrono, que sonhava com um patrono. Os dois grupos deram-se mal nos seus intentos.

Terminada a eleição veio a construção do governo e, de novo, uma indagação para os analistas de ocasião: quem é a liderança que se fortaleceu com o novo governo? Ouvi análise de todo tipo e nenhuma chegou a qualquer conclusão e o motivo é simples: se tem alguém forte, no governo Braide, é somente o próprio Braide.

De repente, o diabólico vírus comunista da China dá luz a uma tal cepa indiana e ela adentra ao Maranhão. É um problema ou uma oportunidade? Teoricamente um problema, para o Braide nem foi uma oportunidade, foi um prêmio de uma “mega política” acumulada: sem acordo espúrio, sem negociatas, sem se apequenar, aproveitou a cepa e buscou o produto mais cobiçado no mundo, as vacinas, muitas vacinas.

Uma revolução estava instalada, um epíteto ganhou o Brasil ea imprensa mundial não deixou por menos: BRAIDE, PREFEITO VACINADOR. Ao seu lado, bem ao seu lado, ouviu-se um canto, como se fosse um Orfeu com sobrepeso, chorando por Eurídice: ai, doeu, ai, doeu, ai, doeu…

Um milagre aconteceu, não por causa de Bolsonaro, pois mandar vacinas é a especialidade do presidente, mas apareceram mais vacinas, que pareciam formigas em urina de diabético, ou, quem sabe, estivessem esquecidas em algum local. Graças a Deus por isso, soube até que tinha arraial da vacina oferecendo mingau.

Nada demais, quando Deus quer, até ateu faz a sua obra.

Por que essa agilidade não aconteceu antes? Talvez porque em vez de alguém se preocupar com a vacinação de maranhenses, estivesse gastando tempo e energia com questões pessoais e ideológicas.

O prefeito Braide tem suas conveniências ideológicas, com certeza, inclusive nunca conversei com ele sobre isso, mas acho que ele antes de ser direita, esquerda ou centro foca no que é mais importante: a felicidade e as necessidades do povo de São Luís. Nenhum eleitor do prefeito o elegeu para ele ser um militante, mas para ser um administrador sério.

A seriedade indica que cada qual tem o seu cada qual. A cadeira de administrador público não se compatibiliza com a de um panfletário militante. Quando essas ações se encontram, o povo perde, o povo sofre.

Braide deu uma grande lição, porém creio que um aluno perdeu a aula. Tem aluno de vários tipos, inteligentes, tapados, feios, lindos, faquires e gordos, mas o pior é aquele gazeteiro que insiste em faltar, ou aquele teimoso, que teima em não aprender. Aí, só Deus na causa e o aluno precisaria acreditar, realmente, em Deus.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

MANIFESTAÇÕES E VONTADE POPULAR

MANIFESTAÇÕES E VONTADE POPULAR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Sou a favor de manifestações populares de qualquer lado que seja, pois nada se parece mais com democracia, que a vontade do povo, ou pela força do voto ou pela força das ruas.

Nos últimos tempos a vontade do povo está sendo suprimido, inclusive somente dois poderes nascem no povo: Executivo e Legislativo e esses estão claudicantes: assiste-se ao agigantamento indevido do Judiciário, de maneira tão acintosa, que de vez em quando são os próprios ministros do STF que, de maneira explícita, confessam as suas idiossincrasias e contradições.

Mas ainda creio na força do povo, inclusive porque alguns acontecimentos, como, por exemplo, um impeachment, só acontecem com apoio popular.

Entretanto não é disso que quero falar, quero falar das manifestações do primeiro de maio. Interessantes e merecem análise isenta.

Primeiro, não se registrou, em todo Brasil, nenhum ato de violência e os cálculos mais conservadores mostram que nenhuma manifestação, na história brasileira, reuniu tantos adeptos, apesar que em muitos municípios elas foram impedidas de acontecer, pela sanha ditatorial de prefeitos tiranetes, com fulcro no poder que lhes foi dado pelo STF. Mesmo assim, supõe-se mais de cinco milhões nas ruas.

Segundo a cor predominante: verde e amarelo. Não se viram o negro dos black blocs, nem os vermelhos do comunismo. É evidente que o exterior nem sempre revela o interior, mas na minha Pedreiras se afirmava: “se conhece o pau pela casca”. O verde-amarelo é muito mais que uma decoração, mas, acima de tudo, uma manifestação de patriotismo. Haverá sempre uma contraposição entre os patriotas e aqueles que desejam um Brasil vermelho.

O primeiro de maio não foi vermelho, foi patriota.

Terceiro, quem eram os manifestantes? Sindicalistas profissionais, membros de ONGs bandidas, integrantes do PCC? Não, essa turma nem teria coragem de comparecer. Os integrantes foram as famílias brasileiras e, quando se fala de família, dois segmentos retratam-nas muito bem: idosos e crianças. Estavam lá.

Quarto, as pautas defendidas. Caso fosse uma manifestação pintada de vermelho, seguramente veríamos defesa da maconha, internacionalização da Amazônia, a favor do aborto, ideologia de gênero, contra o cristianismo, habeas corpus de grandes bandidos, etc.  Os patriotas, em contrário, pediam liberdade, respeito a constituição, respeito ao voto popular, auditagem nas próximas eleições, respeito aos princípios conservadores cristãos e familiares. A cada dez palavras de ordem, o nome de Deus e de Cristo era engrandecido pelo menos por três vezes.

Sem querer trazer a religiosidade para a discussão, ouso perguntar: será se Cristo se agradou ou não desse primeiro de maio, dito por alguns de primeiro de maio bolsonarista?

A resposta não será minha, é sua, é tua: “vai que é tua, Tafarel”!

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

A FALÁCIA DO LOCKDOWN

A FALÁCIA DO LOCKDOWN

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Esse termo lockdown, que não está no nosso ordenamento jurídico, virou um mantra, em português representado como o tal FIQUE EM CASA. Como a maldade, hipocrisia e mau caratismo se tornaram vigentes, descubro facilmente isso em cada defensor intransigente dessa tese, ressalvando-se um ou outro inocente útil.

O primeiro grande defensor público do FIQUE EM CASA (e volte para ser entubado e morrer) foi um sujeito asqueroso chamado de Mandetta. O aconselhamento tinha uma maldade pior que a dos nazistas, quando mandavam os judeus para câmara de gás: lá, na Alemanha, o sujeito ia para a morte obrigado, aqui, no Brasil, pelo Mandetta, ele foi para a morte convencido.

Bolsonaro demorou em mandá-lo para o “quinto-dos infernos”. Antes tarde, do que nunca.

Qual a justificativa racional ou científica do FIQUE EM CASA? Ninguém apresentou um só documento científico que prove a eficácia dessa medida e a única justificativa, no início da pandemia, quando o vírus chinês ainda iniciava a sua caminhada, era o SUS ganhar tempo suficiente, preparando uma estrutura que pudesse suprir as necessidades sanitárias.

O FIQUE EM CASA é a mais perfeita inovação da burrice. Na história da humanidade sempre existiram epidemias e contágios e sempre foram tratados com o isolamento dos doentes, nessa burrice do FIQUE EM CASA, defendido por esquerdopatas e mal intencionados (no fundo a mesma coisa) preconiza-se o isolamento dos sadios.

No passado, enquanto os doentes ficavam no “fique em casa”, os sãos trabalhavam para prover a sobrevivência de todos, tanto doentes como sãos.  A mais perfeita lógica que somente um esquerdopata não aceita.

Uma observação pertinente. Nós, críticos do FIQUE EM CASA, em nenhum momento somos contra as medidas de segurança e a vacina. Essa é uma narrativa mentirosa, pulha, característica dos indivíduos esquerdopatas.

Os exemplos de que o FIQUE EM CADA é contraproducente acumulam-se no mundo. Nos Estados Unidos são evidentes. Desde o ano passado, em Nova Iorque descobriu-se que a contaminação era maior no FIQUE EM CASA. Os estados da Flórida, republicano não foi para o FIQUE EM CASA e tem resultados melhores que o TEXAS, paraíso dos pulhas democratas.

Um tiro fatal no FIQUE EM CASA foi assestado por dona Angela, chanceler alemã: pediu desculpas pelo erro e os exemplos pelo mundo se acumulam.  Hoje não há mais dúvida: o FIQUE EM CASA já está desmoralizado.

Um outro aspecto mata de morte e desmoraliza totalmente o FIQUE EM CASA. Cada simulacro de ditador determina, na chutomeria explícita, e ciência zero, a intensidade e o tempo do seu particular FIQUE EM CASA. Não há dois FIQUE EM CASA iguais, no Brasil: o FIQUE EM CASA é a mais perfeita falácia do improviso.

Só uma pergunta para facilitar o seu raciocínio. Onde seria mais fácil receber o covid, banhando na praia ou em casa, junto a sua família? Na empresa em que você trabalha, ou em casa? No campo de futebol, jogando bola, ou em casa? Precisa responder?

Algumas classes possuem razões importantes para o FIQUE EM CASA. Os funcionários públicos são as maiores defensores, inclusive porque, em alguns casos, como na rede de ensino, existe a maior concentração per capita de esquerdopatas.

Um prefeito, não me recordo a cidade, deixou todos livres para aderir ao FIQUE EM CASA, desde que eles declinassem do salário. Sabem quantos aceitaram? Nenhum. Pergunto, especialmente para os cretinos: o picolezeiro, o sorveteiro o flanelinha podem ser adeptos do FIQUE EM CASA? Quem vai lhes dar a comida necessária? Teriam dinheiro para comprar máscaras e álcool gel, quando não tem dinheiro para comprar um ovo?

Caso tivesse que escolher um sujeito com as características de um nazista, para não perder tempo, escolheria simplesmente um defensor do FIQUE EM CASA. Pronto.

Mas porque o FIQUE EM CASA aumenta as chances de contágio? Algumas considerações. Quem tem casa ampla, que pode manter distâncias de mais de 50 metros, são ministros do STF, políticos importantes, governadores ou milionários de qualquer  jaez.

Os pobres moram confinados em locais em que cada pessoa se amontoa, em menos de um metro quadrado. Como o vírus já se alastrou, no tecido social, entre está em casa confinado ou andando na praça, a contaminação maior estará no FIQUE EM CASA.

O detalhe que as mentes diabólicas não querem reconhecer é que o FIQUE EM CASA, além de aumentar a transmissão do vírus, cria a mais letal de todas as epidemias: o desemprego e a fome e aí interpelo a esses socialistas de araque e desonestos ideológicos e afirmo: vocês defensores do FIQUE EM CASA são os mais perfeitos GENOCIDAS.

O covid chinês ataca a todos indistintamente, a fome e o desemprego só mata pobres. Isso é GENOCÍDIO.

Finalmente, duas observações. No Maranhão, o primeiro lockdown foi efetivo. O vírus chinês estava restrito a São Luís, mas como o povo de São Luís é predominantemente oriundo da Baixada Maranhense e, ao saber que iria haver o fato, o pessoal da ilha se mandou às escâncaras para o interior e o governador se transformou, com essa medida, no grande disseminador do vírus na baixada.

São Paulo, há mais de um ano brinca de lockdown e é o campeão nacional de óbitos, caso fosse um país, seria o campeão mundial, porém, descaradamente, o governador “calça apertada” tenta jogar esse descalabro paulista em Bolsonaro e, evidentemente, não existe nenhuma atitude de Bolsonaro que justifique essa mentira “dorinésia”, já que o tal STF autorizou ao Bolsonaro, somente que mandasse dinheiro. Mandou e foi muito dinheiro.

Em resumo. A esquerda não é burra. É má, diabólica, hipócrita e bandida. O FIQUE EM CASA nunca foi e nunca será solução, é simplesmente uma estratégia limitada no tempo e no espaço. Mas o FIQUE EM CASA é perfeito para destruir qualquer economia e levar milhões para o desemprego e para a fome, o mesmo que dizer, para a morte.

Disse que a esquerdalha não é burra e que era má, diabólica, hipócrita e bandida. Sim, o é. Morrerem 300, 400 ou um milhão de brasileiros é justificável para eles, desde que possam destruir o Bolsonaro. O Brasil e os brasileiros nada representam para uma mente diabolizada pela esquerda.

Na próxima matéria explicarei a razão de tantos óbitos, mas adianto que caso tivéssemos instituído o tratamento profilático e precoce, não estaríamos nessa situação, enfatizando que esses tratamentos não se opõem às medidas profiláticas e jamais contra a vacinação. Ao contrário da falácia esquerdopata, medidas sanitárias de higiene, proteção permanente, vacina, tratamento profilático e tratamento precoce representam o combo do sucesso.

Agora o rei está nu, os gerentes da pandemia (prefeitos e governadores) falharam, no desespero tentam jogar essa derrota sanitária no colo do presidente: não deu certo. Esse insucesso político contra Bolsonaro parece demais com o insucesso da facada do tal Adélio.

A facada de Adélio consolidou a vitória, em 2018 e a pandemia fará o Bolsonaro consagrar-se no primeiro turno, em 2022. Desse modo, para os olhos da esquerdocracia bandida restará dois destinos: ver a vitória de Bolsonaro e o inevitável choro.

Não vejo a hora de documentar o mimimi e que venha o mimimi.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

BOLSONARO SERÁ CASSADO?

BOLSONARO SERÁ CASSADO?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Êpa, não pensem que virei a casaca, perdi o juízo, virei ateu e fui acometido por um dos vírus mais traiçoeiros do planeta: esquerdiste, dorite, morite e mandetite ou merdite. Nunca, tenho o antídoto desses vírus, um xarope repleto de gratidão e seriedade, capitaneado por uma sólida fé cristã. Vamos ao que interessa.

Esse STF é o pior da história brasileira e cada um dos onze ministros possuem essa certeza, mais que isso, o povo brasileiro também tem essa certeza, até os esquerdopatas, pessoal desqualificado geneticamente, também carregam essa consciência, basta imaginar que esses partidos trombadílicos ideológicos, tipo PT, PC do B, PSOL, REDE, PDT possuem um banquinho na porta do STF.

Em regra, o STF merece ressalvas e basta ver alguns úteros que os pariram: Sarney, FHC, Lula, Dilma e Temer. O diabo é que, quando o Bolsonaro foi dar luz a um ministro, o fez com um espermatozóide vesgo e o resultado foi um míope jurídico, um tal Kassio, que nas poucas decisões que participou deixou um rastro de desconfiança.

Ninguém deu atenção a ameaça real, contra a democracia, vinda da boca do bandido José Dirceu. Disse, sem subterfúgio, que Bolsonaro não terminaria o governo e que a esquerda iria tomar de qualquer maneira, antes de 22. Essa declaração é uma verdadeira ameaça para a democracia, mas o STF não viu e nem se deu por incomodado e a razão é simples, o STF concorda.

Na minha vida tive e tenho muitos amigos e fui amigo de um assassino profissional que, inclusive, foi assassinado, ele nascido nas Assembleias de Deus, sofria por seu modo de vida, chorou várias vezes em minha presença e me revelou mais de uma vez que só se sentiu culpado no primeiro homicídio, pois a partir do segundo, todos se tornaram iguais.

É a mesma coisa que acontece com um juiz, quando desanda e sai do trilho da legalidade. A partir do momento que deslizou, pela primeira vez, se cumpre a Bíblia na sua vida, na descrição de Ap 22:11 – “quem é injusto, faça injustiça ainda e quem está sujo, suje-se, ainda”;

O STF, há muito tempo só tem dois objetivos: CASSAR BOLSONARO E TRAZER LULA DE VOLTA A PRESIDÊNCIA!!! Evidente que esses dois objetivos se casam plenamente com o versículo bíblico, mas hei de reconhecer que esse STF e as esquerdas mancomunadas possuem competência e método, quando o quesito é maldade. O diabo foi um tal de Bolsonaro, que em vez de dizê-lo mito, afirmo ser um milagre.

Quando entenderam o perigo potencial de Bolsonaro, tentaram o homicídio, à luz do dia. Nós médicos temos convicção de que o golpe foi mortal, mas uma sucessão de coincidências médicas e logísticas impediram o infeliz desiderato.

Adélio, o criminoso, recebeu toda proteção ao ponto de ser transformado em um louco e o verdadeiro mandante do crime dorme nas brumas do esquecimento e inapetência policial e jurídica teima em escondê-lo.

Assume Bolsonaro e o trabalho era desgastá-lo, com a maior campanha midiática de perseguição da história da humanidade, tudo para preparar o sonhado impedimento. Saiu de tudo, incluindo a família do presidente. Mais um milagre: não deu certo e o Bozo terminou o primeiro ano na crista da onda.

O vírus chinês aparece e eles viram no comparsa amigo a chance imperdível de liquidar o Bozo. Logo no início, quando governadores charlatães quiseram legislar sobre portos, praias e aeroportos, Bolsonaro estrilou e o STF viu um momento de ouro para atacá-lo: suprimiu todas as suas prerrogativas de gestão da crise, passando para estados e municípios e o governo federal deveria somente mandar o dinheiro, aliás, muito dinheiro.

Essa decisão do STF não foi casual, todos sabiam que a pandemia custaria caro e todos os ladrões sabiam que com Bolsonaro na gestão, não iriam roubar, mas todo ladrão não pode viver sem roubar e roubaram. É o COVIDÃO, do mesmo naipe do MENSALÃO, PETROLÃO E LULADRÃO.

Cumpriu-se, de novo, na vida do Bolsonaro, a palavra de Deus: “Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”! (Rom 8:28). Bolsonaro ama a Deus, subiu no coração do povo. Pronto.

A sacanagem matou a grande bandeira da diabólica esquerda: colocar nas mãos de Bolsonaro as mortes do covid. Quando completaram 100 mil mortes, tentaram um movimento de massa contra o Bozo: se perderam!!! (como gostaria de usar um outo verbo mais terminativo!!!)

Entrementes, o pior acontecia, os partidos trombadílicos ideológicos acampados no plenário do STF, insuflam os ministros a fazerem monumentais cagadas. É o encontro da fome com a vontade de comer. Conluio sacanalóide!

Um dia desses, um grupo de advogados sensatos tentou uma brincadeira: cada um faria uma relação das diabruras do STF. Foi engraçado, todas as listas tinham mais de 100 cagaadas, mas nenhuma era igual a outra. A verdade: ninguém tem condições de mensurar o tal STF.

Eles são inteligentes e muito orientados, fazem rodízio de desatinos. Alguns são exponenciais em atos e manifestações impróprias para um ministro: Gilmar, Alexandre, Lewandowsky, Barroso, Fachim e Tofolli; outros se mostram mais recatados, Weber e Carmem; outro caminha uma difícil linha imaginária, Marco Aurelio; o presidente Fux mostra raios de coerência e o tal Kassio, transita em um verdadeiro mar de desconfiança.

Mas nos grandes desastres constitucionais votam em unanimidade, basta ver os inquéritos absurdos dos tais atos inconstitucionais, das fakes e, agora, a prisão do deputado Daniel Silveira. Precisa dizer mais o quê?

Essa trama, entretanto, é maior, é transnacional, dentro dos critérios traçados diabolicamente, no tal globalismo. As grandes plataformas e a grande imprensa perderam até a hipocrisia e se tornaram profissionais, full time em agredir o Bolsonaro. Pensavam que, em assim procedendo, chegariam ao objetivo. De novo: se perderam!!! (como gostaria de usar um outo verbo mais terminativo!!!).

O cidadão comum, retrato do povo brasileiro, já entendeu que Bolsonaro é UM DE NÓS e que está sendo perseguido. Bolsonaro, não só uma vez disse coisas que eu jamais diria, mas o povo já se acostumou e acredita nele, os cristãos observam no Bozo a defesa dos seus princípios e não adianta mimimi ou chororô: a previsão, inclusive do facínora Dirceu, é que é imbatível em 2022. Aí está o verdadeiro perigo.

Os ladrões, vagabundos e parasitas de todas as tribos não aguentam mais ficar sem roubar e, no desespero, podem fazer coisas inimagináveis. Como carecem de voto, alguns partidos da esquerda caminham para o desaparecimento e aqueles dois objetivos, que falei no início, representam a única tábua de salvação das diabólicas hostes esquerdistas. Pior, todas as soluções serão inconstitucionais e, para isso, todas passarão pelo STF, para constitucionalizá-las.

Para trazer Lula para o embate a estratégia está posta: anular o processo, com a desculpa de parcialidade do Moro. Ainda não o fizeram por um simples detalhe: todos os comparsas do Lula estão na moita e, caso se perdoe um ladrão, os outros serão perdoados. Pior ainda, se houver o perdão, todo dinheiro devolvido para o Estado tem que voltar para o ladrão. O tal triplex, inclusive, foi leiloado, será que o STF tem uma saída jurídica para anular o leilão?

Mas imaginemos que o STF consiga desmoralizar todas as instâncias da justiça, que democraticamente se manifestaram pela condenação, e anule o processo do triplex e, como “disgrota” pouca é refresco, paralise todos os outros inquéritos, mesmo assim restaria um colossal obstáculo: Jair Bolsonaro. Assim, na cabeça dos bandidos, torna-se inevitável a outra ação: eliminar o próprio Bolsonaro.

È um plano meticuloso, inteligente e diabólico e, se deu certo com o Trump porque não daria com Bolsonaro? O plano tem várias facetas.

A primeira é internacional. Nunca um presidente brasileiro foi tão mal recebido mundo afora e o noticiário internacional bandido, insuflado por maus brasileiro é um verdadeiro escárnio na seriedade, a ponto de se afirmar que o nosso agronegócio destrói a floresta amazônica, um candidato a presidente (agora presidente) constranger uma nação soberana e um simples embaixador, de uma tal China, peitar um parlamentar nacional, legitimamente eleito.

Mas satanás brada e ruge, lá das trevas: eliminem Bolsonaro!

Adélio falhou, a pandemia mostrou que é bom brasileiro e quem são os ditadores e ladrões: Bolsonaro não se encaixa nesses dois grupos. O povo tem certeza disso. Então procuraram um poema, supostamente de Maiakóvski: “Na  primeira noite roubam uma flor…ninguém disse nada…evoluíram na maldade, até o dia em que o mais fraco rouba tudo e, conhecendo o medo da vítima, …arranca-nos a voz da garganta e já não podemos dizer nada”.

A semelhança não é coincidência. Centenas de ações ao descortino da lei, prisão de uma Sara Winter, terrorista usando fogos de artifício (isso é piada em qualquer lugar do mundo), prisão e destruição do Osvaldo Eustáquio, inquéritos anômalos e prisão e destruição de um parlamentar. Não houve resistência,  a não ser quando tentaram confiscar o celular do Bolsonaro.

Aliás um parêntese, o STF já foi peitado por um cidadão brasileiro: Renan Calheiros. Desobedeceu e ficou por isso mesmo.

O treinamento para eliminar o Bolsonaro tem sido eficiente, inteligente e interminável. Essa administração é um verdadeiro milagre e o presidente contribui, também, com os seus adversários.

Tudo estaria resolvido se, no dia em que um ministro anulou a nomeação do chefe da PF, o presidente tivesse resistido. Não resistiu. Não sei e nunca irei saber dos seus motivos, mas aquele dia é a base filosófica e comportamental de todos os atos subsequentes. Deu-lhes a sensação de onipotência.

O episódio Daniel Silveira é de uma clareza definitiva: no Brasil há, de fato, um poder e todo resto simples coadjuvantes ou farsantes da democracia. Caso um parlamentar não tenha imunidade no falar, também não tem para votar.

Já estou vendo o futuro. Bia Kicis defendendo a anulação da PEC da Bengala e será presa. Os seus colegas de parlamento dirão o mesmo que disseram do Daniel e o crime estará claro: ser uma deputada bolsonarista. Os cretinos sabem que o qualificativo de ser bolsonarista, jamais poderia invalidar a essência que é ser um PARLAMENTAR.

Apesar do ministro Barroso ter encontrado em Maduro as características de um “governo de direita” (pasmem!) as ações da dupla Chaves/Maduro é o sonho mais perfeito, na cabeça de um esquerdopata e tudo está facilitado, não é necessário mexer com a tal Suprema Corte, inclusive o presidente Bolsonaro, quando poderia ter posto um grão de um bom fermento, na nomeação do juiz Kassio, colocou mais da mesma massa, no dizer do meu interior: farinha do mesmo saco e cachaça da mesma pipa.

Nas prisões de Sara Winter, Osvaldo Eustáquio e Daniel Silveira o verdadeiro preso tem outro nome: Jair Messias Bolsonaro. Essas três vítimas são atos preparatórios para o ato final, na cabeça dos bandalhas: destruir Jair Messias Bolsonaro.

Está, portanto, tudo preparado para o plano de satanás: eliminar Bolsonaro. Ainda não o fizeram pela proteção do apoio popular ao Bolsonaro. Um amigo meu, idoso e inocente, pensa demais no art. 142 da CF. Dei-lhe um choque de realidade com uma frase singela: meu amigo, se Bolsonaro perder o apoio popular esqueça do 142, um querido deputado afirmou, inocentemente, que para determinadas missões patrióticas necessário seria somente um jipe, um cabo e dois soldados, o problema é que não falta jipe, não faltam cabos e soldados, mas generais não se encontra com facilidade.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

HOMENAGEM AO LÍDER DAS ESQUERDAS, RODRIGO MAIA

HOMENAGEM AO LÍDER DAS ESQUERDAS, RODRIGO MAIA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

 

Foi-se embora o capadócio

Que tem cara de fofão

O pior é que o beócio

Joga com o LULADRÃO

 

Em mais de 1000 dias o congresso

Aguentou o nefasto

O bochechudo Besta-Fera

Era da esquerda um capacho

 

Pousava de coisa boa

Até tentava fazer graça

Mas o seu time de gente à toa

Formou a mais perfeita ameaça

 

Agora sem regalias

Volta para a insignificância

Compatível no dia a dia

Com a sua ignorância.

 

Um problema, porém, não morre

Pois ninguém apaga essa trilha

De corrupto da Odebrecth

E titular da planilha

 

Mas todo grande corrupto

Tem uma esperança final

Há sempre um não impoluto

Ministro do federal

 

Capaz de soltar bandido

Desonesto e trapaceiro

Ninguém sabe em que sentido

Se por burrice ou por dinheiro

 

Mas algo é definitivo

Ninguém pode mudar o jogo

Um dia será condenado

O marginal Botafogo.

 

Mesmo com a ajuda do supremo tribunal

Não há oração que apague

Os crimes do marginal

E se aproxima o dia, quando ninguém terá dó

E o bandido Botafogo dormirá no xilindró.

 

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

DEZ DIAS DE 2021.

DEZ DIAS DE 2021

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

E 2021 iniciou de maneira frenética. Trump sai e Kamala entra, digo isso porque Biden é um ser inexistente, ou fim de carreira, tanto que o seu nome não rima com o futuro, mas nada muda, os democratas americanos, de hoje, não guardam nenhuma semelhança com os Kennedys, por exemplo, na realidade são psolistas americanos, mais ranzinzas e venenosos que os do Brasil (o que é pior pode piorar). A história de América first acabou, agora o first é a China. O mundo ainda vai chorar.

Pelo Brasil, em alguns aspectos, eu preferia continuar em 2019, com o meu Mengão trucidando todos e ganhando tudo. Desconfio que a urucubaca de 20 entrou com força no 21. Um pesadelo!

Na política nacional tudo tende a piorar para a seriedade, iniciando com quatro ministros do STF que resolveram não gozar férias. Isso é certeza de cagadas e interferências no governo e o presidente Bolsonaro tem a chance de continuar sendo uma perfeita alegoria.

Sim, alegoria, porque de fato a executivo brasileiro não governa,  em plenitude, melhor dizendo, não lhe deixam governar e a oportunidade de o presidente Bolsonaro realmente governar foi perdida, exatamente naquele dia em que obedeceu a um ordenamento espúrio e não manteve a nomeação do dirigente da PF.

Foi a senha que os Toffolis e Alexandres queriam. Resta uma só saída: ou o presidente peita o STF, ou estará se candidatando a ser o Trump brasileiro, em 2022.

Aqui, pelo Maranhão, como em todo Brasil, a novidade foram as posses dos comandos municipais, São Luís em destaque, por sua importância e, muito mais, porque por seu peso específico, a capital é pedra angular na sucessão de 2022.

Com muito prazer estive na campanha vitoriosa do prefeito Braide, contribuindo da melhor maneira e ele, o prefeito, mais que qualquer outra pessoa, sabe das minhas motivações em apoiá-lo, inclusive já tinha feito isso na eleição anterior. Disse-lhe textualmente: meu voto é do convencimento, acho você o melhor candidato. Creio, deveras, que acertei.

Não seria, jamais, um calhorda para, oportunisticamente, fazer elogios ao prefeito que entra e críticas para quele que se foi. A minha análise é política, conceitual, quase impessoal e avessa aos interesses subalternos, mas os dez dias do prefeito Braide mostram uma mudança de postura interessante.

Primeiro. Todo governo tem composições, mas reconheço que as escolhas do prefeito, ainda que correspondam a acordos políticos (e isso é da regra), foi de sua absoluta vontade e discernimento. Esse secretariado tem a sua cara e carrega o seu DNA.

Segundo. Está posta uma meta de performance: 100 dias. Ou seja, a equipe sabe que esse prefeito cobrará resultados e isso pode redundar em eficiência administrativa. Definitivamente não teremos secretários anônimos, pois o pior de todos os gestores é aquele que a população não toma conhecimento de sua presença.

Terceiro. Parece que a conta de luz municipal, de água e cafezinho. está muito e muito mais cara. A informação que tenho é que as reuniões de trabalho adentram a madrugada e, somente isso, já mostra que está se formando uma equipe. Na administração, como no futebol, equipe tem que ter técnico, muito treino, suor e repetição. A resultante é a favor da coletividade.

Quarto. O prefeito deve ter aprendido com aquele adágio popular que afirma “quem engorda o burro é o olho do dono”. Traduzindo: quem faz uma administração eficiente é o olho do gestor, no caso o olho do prefeito. Ele já deve ter recebido centenas de relatórios, mas nenhum relatório pode prescindir da avaliação in loco, na afirmação de um saudoso personagem da TV, “cara/crachá”. Um detalhe não pode ser olvidado, esse comportamento presencial do prefeito tem jeito de se transformar em uma marca de sua administração. Merece parabéns.

Quinto. São mais de 30 colaboradores, mas um se destaca, a escolha da vice Esmênia, como Secretária de Educação. A história do mundo é vasta sobre a figura dos vices e, pela minha observação, do processo, inclusive a primeira análise jornalística sobre a vice foi de minha lavra, posso asseverar o acerto da escolha.

Mas quando a vice é convidada para uma das secretarias mais importantes do governo, isso é uma interessante sinalização. O prefeito quer a certeza de que essa secretaria será bem gerida, que se trata de alguém firmemente envolvida com o setor e que haverá uma absoluta relação de confiança, mais exponencial que com os outros secretários, todos demissíveis ad nutum.

Mas são somente dez dias, muito pouco tempo em relação a quatro anos vindouros e, como espero ultrapassar muitas décadas ainda, quero ter a alegria de continuar analisando a administração do nosso atual prefeito com esses meus olhos de esperança. Sei, perfeitamente, que ele enfrentará dificuldades, mas sei, também, que as dificuldades forjam os grandes líderes.

Que 2021 seja fértil em realizações para essa nova administração e que uma fada encantada possa trazer de volta o Flamengo de Jorge de Jesus, pois esse de agora tem me feito produzir rios de lágrimas de amargura.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

E PAPA COMUNISTA, PODE?

E PAPA COMUNISTA, PODE?.

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Há pouco tempo escrevi uma matéria, na qual provei que um sacerdote católico, ou um ministro evangélico possuíam uma absoluta incompatibilidade em ser ministro cristão e esquerdista. Provei, à luz da Bíblia, que a incompatibilidade  se dá, mesmo, entre Cristo e marxismo, os dois não podem conviver em uma mesma pessoa.

Quando criança, nas Assembleias de Deus, conheci  muito bem, um dos principais pontos de discórdia entre católicos e protestantes: São Pedro. Todo cristão sabe que Pedro foi o líder inicial da Igreja Primitiva, entretanto, à época, protestantes abominavam se dizer que Pedro fora o primeiro papa. Hoje essa questão não é relevante.

Mas o papado é o mais proeminente aspecto dogmático do catolicismo e nesses muitos anos a Igreja Católica teve ótimos papas e papas verdadeiramente diabólicos, assunto extenso, que nunca caberia nesse arrazoado.

Há papas exponenciais como Melquíades (311-314), primeiro papa africano, construtor da paz com o Império Romano; Silvestre I (314-335), que estabeleceu o acordo com Constantino e canonizado sem ser mártir; João XXIII (1958-1963), um curto papado e mudou a cara da Igreja, com ponto  alto no Concílio Vaticano II e, finalmente, o papa João Paulo II (1978-2005), que dispensa comentários.

Mas o número de papas diabólicos é grande, com pecados de várias matizes, inclusive a Igreja Católica nega, veementemente, a figura da papisa Joana ou João VIII (855-857), que pariu, afirmam, em uma procissão. Citam-se Sergio III (904-911), amante de prostitutas, assassino de Leão V, de quem se diziam “escravo de todos os vícios”; Bonifácio VIII (1294-1303), entre suas qualidades destacava-se a pedofilia e mereceu destaque no Inferno de Dante Alighieri; Júlio III (1550-1555), que nomeou um amante a cardeal e um bispo insatisfeito escreveu um poema “Elogio a Sodomia”.

Não tratarei, por controverso, o papel do papa Pio XII, que poderia ter sido cúmplice do nazismo ou, também, ter livrado milhares de judeus da morte. Tratarei, sim, de um tal de Jorge Mario Bergoglio, ou Chico, aliás, Francisco. Um mar de dúvidas e apreensões em quem conhece a Bíblia e os evangelhos.

Como professor de Bioética, em tantos anos, ensino aos meus alunos a importância ética do Vaticano e respeito tanto o Vaticano, que já o visitei várias vezes, inclusive em um momento exponencial, quando assisti uma missa rezada por Bento XVI, de quem sou admirador.

Classificava o Vaticano como âncora moral da vida, pois os seus dogmas repercutiam em católicos e não católicos, cristãos e não cristãos, de tal maneira que se concordava ou discordava, mas a âncora era cristã.

A mesma Bíblia que afirma que o amor é irrestrito é também a mesma Bíblia que garante a existência do pecado  e é a mesma Bíblia que não permite que creiamos em uma parte e abdiquemos da crença em outra. A ideologia de gênero, o materialismo e o marxismo não têm guarida no texto sagrado e o papa, por definição, deveria ser o maior defensor do texto santo.

As suas afirmações sobre o criacionismo são frágeis e inseguras e todos podem não acreditar no criacionismo, mas o verdadeiro cristão tem a obrigação de defendê-lo, pois sem a base do criacionismo, do jeito que está no Gênesis, a fé cristã é nula. (1 Cor 15:14)

Porém faltava o descortino da farsa papal, que já se mostrava no amor que esse tal Francisco nutre pelo lixo político mundial: Lula, Dilma, Maduro, os Castros, para ser exemplificativo. Veio a aprovação do aborto na Argentina, verdadeiro presente para os esquerdopatas de todas as etnias.

O farsante papal, que chorou pela queima de uma andiroba, na Amazônia, não dá um pio de inconformismo e reprovação pela morte de milhares de inocentes, na Argentina, sua pátria. Volto para a minha Bíblia, de novo, e vou até concordar que Pedro foi o primeiro papa, mas dizer que esse Chico, aliás, Francisco é um verdadeiro sucessor de São Pedro, vira um sacrilégio.

São Pedro, por exemplo, em momento de questionamento do próprio Jesus, foi taxativo na obediência:  Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras de vida eterna. (Jo 6: 69)

Esse Chico, aliás, Francisco está muito longe de São Pedro, mas semelhante a um tal Herodes. Herodes ordenou a morte dos inocentes, o tal Chico, aliás, Francisco aceita calado, em sua pátria, esse horrendo crime. Comparando os dois, Chico e Herodes, Herodes, por incrível que pareça, merece mais respeito: era enganador, mas não era hipócrita.

Chico é as duas coisas. Lamentável, um nojo. Sem julgamento, Chico, faça, a você mesmo, essa simples pergunta: EM MEU LUGAR, O QUE FARIA JESUS?

Jesus não faria quase nada do que Chico faz. Vade retro, Chico!

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

DINO, QUE RIDÍCULO!

 

DINO, QUE RIDÍCULO!

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Passei muito tempo sem me posicionar sobre o governador Dino, mas confesso ter perdido a paciência, o cabra está cada vez mais insuperável: no mal e no mau.

O cidadão tem méritos, passou em concurso, deu aulas e se elegeu deputado, caindo de helicóptero no Congresso Nacional e eu, na minha ignorância, não tenho a menor ideia da qualidade do combustível dessa nave, cujo comandante foi o ex-governador José Reinaldo.

Com ajuda da história e da falta de administração da Roseana, associadas com golpes sujos assestados contra o doutor Jackson Lago, chegou ao governo e nos encheu de esperanças, inclusive a mim, o guerreiro mais representativo do antisarneisismo.

Foram muitas promessas e a mais expressiva era tirar as cidades maranhenses do mapa da fome, falhou em todas e nessa promessa atingiu, diabolicamente, o ápice: piorou a fome nos lares maranhenses. E não está pior por conta da ação destemida de um tal de Bolsonaro.

Inocentemente sonhei que a sova desmedida que ele pegou, nesse pleito municipal, o teria levado a, pelo menos, a  uma reflexão: dei com os burros n’água, o cara piorou. Fez discursos desconexos, contou basófias desqualificadas, ameaçou antigos aliados e atingiu o clímax da temeridade/burrice: é o ventríloquo de uma outra coisa espúria, chamado de João Doria (que merda, o estrupício é também João).

A questão é a tal vacina chinesa. Claro que a vacina chinesa tem uma qualidade que nenhuma outra vacina tem: a mesma nacionalidade do vírus. Isso pode ser vantagem ou desvantagem, dependendo da ótica do observador. Na minha ótica é desvantagem.

Os países que estão testando essa vacina são China, Turquia, Indonésia e Brasil. Você, caro leitor, sem prejulgamentos ideológicos, acredita em seriedade de dados oriundos da China e da Turquia?  Qual a expertise científica da Turquia e Indonésia, para eu arriscar introduzir, em meu corpo meigo e sem veneno, uma vacina nessas condições?

Esse Doria, está se avacalhando e as pessoas de bom senso, que são a maioria, já estão entendendo que mais que politicagem, pode haver outros interesses subalternos, na postura do infame governador. Alguém poderia informar para essa pústula que vacinação é política nacional, com mais de 40 anos de experiência e que sem o aval da ANVISA torna-se crime.

A Bíblia mostra que às vezes o mal é ação de um só demônio, mas em outras eles se juntam e formam legiões. Dória não ficou só, apareceram cupinchas vários, mas o mais visível e serelepe, até pela protrusidade lipídica, foi o tal Dino.

Lá em Pedreiras, o Dino seria chamado, por dona Varinha, de um “sujeito sem noção”. Ela teria razões. Já é, de longe, o mais achincalhado governador do Brasil, nas redes sociais, a tal ponto que eu mesmo me incomodo, não por ele, mas pelo respeito que tenho, como maranhense, com a instituição GOVERNO DO MARANHÃO.

Chego a formular a hipótese da falta de conselheiros eficientes. O Jackson se acompanhava de um Mauro Bezerra, Aziz Santos e, também, Aderson Lago. João Castelo tinha José Maria de Jesus e Silva e José Burnett. Flávio Dino tem … (que desgrota, diria seu Varão, marido de dona Varinha).

Terminada a reunião do governo com os governadores, Caiado, Casagrande e outros, sem subserviência ao Bolsonaro, diga-se, entenderam os fatos, outros, mesmo inconformados, se calaram. Doria descabelou-se e quase desfigurou o botox, horrível.

Flávio Dino não perdeu tempo, foi hors concours: transformou-se no Doria Júnior e, como toda sacanagem deve ter parceria, adivinhem o parceiro chamado? Não poderia ser outro, o STF. Mas não precisa ser sábio para entender que nem o STF vai entrar nessa bola dividida.

Aí está o fundo do poço para o Dino e eu desejaria evitar isso, pelo amor e respeito que nutro pela a instituição GOVERNO DO MARANHÃO.

O Doria é um fiasco absoluto, mas o governador Dino, por essas atitudes impensadas (alguém lembra do episódio Cola Jesus?), ficará pior que o Doria, será a corruptela do fiasco, um final desmoralizante para quem foi, em um passado distante, um príncipe da Justiça.

O que seria ser a “corruptela de um fiasco”? Deixo a resposta para os universitários.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

BRAIDE, UMA SAÍDA PARA DINO

BRAIDE, UMA SAÍDA PARA DINO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A política é sinônimo de guerra, de luta e pode até dar empates, mas a regra é vencidos e vencedores. As eleições desse ano não fugiram a regra.

No Maranhão, não posso qualificar todos os vencedores e nem todos os vencidos, mas há nomes que se destacam, nos dois grupos: Eduardo Braide e Flávio Dino.

No começo da campanha, quando pairavam muitas dúvidas, vaticinei que o Eduardo Braide caminhava para ser um líder popular, em São Luís, nas estaturas comparativas de Cafeteira, João Castelo e Jackson Lago. Fui até criticado por um desses trânsfugas de nenhuma importância, com a caneta a soldo de algumas moedas de prata, tal qual Iscariotes. Não respondo a trânsfugas.

Até agora acertei e está nas mãos de Deus e do próprio Eduardo fazer essa previsão verdadeira e, quem sabe, chegar mais longe que os personagens citados.

Entretanto o governador Dino, nesse momento, transita pelo espinhoso caminho dos derrotados, aliás, o maior derrotado das eleições maranhenses. Nem sei mesmo se ele é o culpado do vexame, mas poderia estar bem melhor, caso tivesse me ouvido. Não ouviu.

O primeiro grande erro do governador foi trazer para a província um aliado desastroso e um inimigo inexistente. O aliado desastroso é Lula. Como alguém de juízo pode, nesse momento, colocar um bandido ao seu lado. Nem ou tronchas de comportamento, tipo Ciro, Manuela, Boulos e outros asnos semelhantes, vinculam suas vidas com esse marginal. Dino e um dos seus acólitos, talvez o mais bobão, o fizeram e se … (mamãe Zima diz: controle essa língua!)

O segundo erro foi querer transformar o presidente Bolsonaro  em um adversário municipal: ou loucura ou burrice. Bolsonaro quando pensa em Dino, pensa no maranhão e em Guaraná Jesus, a nossa mais popular bebida. Nunca pensa em Dino como adversário de coisa alguma, pois para ser adversário do presidente, Dino teria que tirar o Maranhão da miséria (aliás, afundou mais o estado), adquirir estatura de estadista, ter um partido que preste e pelo menos assessores, com inteligência e neurônios funcionantes.

Pelo visto, há carência de neurônios funcionantes em muitas cabeças.

O que eu desejo e estou orando é para Deus influenciar o coração do governador e que ele não cometa um terceiro grande erro: TRANSFORMAR O PREFEITO EDUARDO BRAIDE EM INIMIGO POLÍTICO.

Caso isso aconteça, asseguro que não foi por conta do prefeito Braide. Conheço o prefeito e sei que, pelo bem de São Luís, ele nem tem amores e nem ódios de quem quer que seja e, dentro desse quem quer que seja está o governador Dino. Aproveite, governador, o Braide é uma grande saída. Não para ser um “holandinha” de maior estatura, mas para fazer coisas por São Luís, que melhorarão a sua desgastada imagem, com o povo dessa ilha.

O seu sonhado “serpentário” para 2022 ruiu em 2020. O seu “poder de convencimento” sobre Maranhãozinho, Wewerton, Brandão e outros atores diminui a cada dia, até o dia que não mais existirá. Não perca tempo, telefone para o Braide, seja o estadista, pelo menos tupiniquim, e a sua imagem fisicamente rombuda adquirirá alguma beleza.

Apesar de não nutrir grandes amores por vossa pessoa, também não tenho nenhuma desavença ou querela e o meu espírito direitista, conservador e cristão me manda desejar o bem de todos, mesmo se esse todo é comunista, esquerdista ou qualquer outro desses istas.

Aproveite a chance, ligue e parabenize o prefeito Braide, pois nesse momento é uma das suas poucas saídas. Na pior das hipóteses, diminuirá o vexame da derrota, que está corroendo a sua alma.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

DINO NÃO ENGANA MAIS

DINO NÃO ENGANA MAIS

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

As eleições são acontecimentos importantes, divisores de épocas e significam, mais ou menos, mais que a perspectiva do futuro, uma prestação de contas do passado. O segundo turno, em São Luís, segue essa regra.

Apontará o novo prefeito, mas está mostrando a verdadeira essência do governador do Maranhão, o ex-juiz Flávio Dino. Às vezes, tenho sentimentos não satisfatórios, quando penso na figura de um juiz, que ao se tornar ex, envereda pelo erro, como, por exemplo, o senhor Wytzel e, lógico, até agora, não há nenhum paralelo entre Wytzel e Dino. Peço a Deus que nunca haja, sobretudo na ótica criminal, já que, na gestão da crise, os dois foram arautos do “fique em casa”.

Mas na via administrativa, o posicionamento do senhor Dino é um manual de como não deve se comportar um homem sério, sobretudo se carrega o epíteto de governador e de ex-juiz.

O governador pode ter qualquer aptidão filosófica, ideológica, sexual ou religiosa, mas o GOVERNO está proibido de tê-las. Quando o senhor Dino, pessoalmente ou através de ventríloquos loquazes, ameaça a funcionários, à luz do dia, sem nem mesmo ser hipócrita, só não está em maus lençóis pela cegueira e inaptidão funcional do Ministério Público e Justiça.

O candidato Eduardo Braide é uma força eleitoral? Nem Dino desconhece. O candidato Braide tem os votos bolsonaristas, em São Luís? Tem. Esses votos vieram por pedido de Bolsonaro a qualquer eleitor de São Luís? Não. Mas porque esse governador insiste em dizer que o candidato Braide é candidato do Bolsonaro? Vamos resumir.

A primeira razão do governador Dino tentar pintar o deputado Eduardo Braide, como candidato escolhido por Bolsonaro, decorre de uma de suas características: mentiroso. Repito, o governador mente. Caso ele fosse filho de dona Zima Bentivi estaria com o beiço quebrado, pois mentir, em minha casa, era inadmissível. Que falta uma Zima faz.

Segundo, querer nacionalizar o pleito municipal, em uma fictícia luta ou disputa Dino x Bolsonaro é desonestidade intelectual, por muitos argumentos. A figura adiposa do governador, em nenhum cenário possível ou imaginário é um player, à altura do presidente. Mais ou menos, na minha adolescência e juventude, eu querer namorar com Sonia Braga. Ter consciência da nossa estatura nos livra de sermos ridículos. O governador está, infelizmente.

Terceiro, como bolsonarista que sou e como participante da campanha do deputado Eduardo Braide posso afirmar que nem antes e nem durante, o deputado Eduardo Braide teve um só contato, conversa ou acordo com alguém do clã Bolsonaro. Essa minha afirmação tem fé pública, pois, ao contrário do governador, desafio a qualquer pessoa a provar que eu tenha dito uma mentira, inclusive esse desafio começa pela minha casa, na pessoa de minha esposa e minha sogra.

Quarto, caso queira encontrar um bolsonarista no segundo turno de São Luís, é fácil. Circula pelas redes um vídeo em que um cidadão, por nome Duarte Júnior, afirma a brados: EU SOU DO PARTIDO REPUBLICANOS, PARTIDO 10, PARTIDO DA BASE DO GOVERNO BOLSONARO!!! Tenho certeza de que o governador viu esse vídeo e, o que não se explica é o governador, em vídeo, dizer: O CANDIDATO DO BOLSONARO QUER A PREFEITURA PARA FAZER OPOSIÇÃO!!!

Esse fato me encheu de dúvidas, caso eu fosse dizer as características marcantes da figura do governador Dino, começaria pelas menos importantes, mais ou menos assim: é um sujeito feio, acima do peso, autoritário, prepotente, com um bom discurso, que maneja com regularidade o vernáculo, comunista, marxista, materialista (esses três atributos decorrem do fato de acreditar na coerência comunista do governador), inteligente, focado nos seus objetivos.

E a dúvida, perguntaria alguém? A dúvida é na inteligência do governador, pois se ele está querendo apoiar um candidato não bolsonarista, não pode ser o deputado Duarte Júnior. Pior ainda, deveria esquecer o candidato Duarte Júnior, porque se ontem o Duarte se orgulhava de ser bolsonarista, agora faz de conta que é contra Bolsonaro, amanhã poderá virar as costas para o Dino e passar a ser Wewerton ou Brandão. Agradeça-me por alertá-lo, senhor governador, tenha cuidado governador!

Mas elogiei, sem falsidade e disse que o governador é inteligente, pois ao apontar levianamente que o deputado Braide é o candidato de Bolsonaro, o governador está querendo tirar da carapuça a notícia que já ganhou o Brasil e o mundo: um simples deputado federal derrota o governador comunista do Maranhão.  Até o correligionário do governador, aquele democrata comunista de Coréia do Norte, Kim Jon-um, ficaria decepcionado. Para ser derrotado, em vez do Braide, fica melhor, nacionalmente, ser por Bolsonaro. O governador é inteligente, em alguns casos, reconheço.

Finalizando, certamente o povo de São Luís não enveredará cor essa cantilena comunista, baguncista e imoral e cravará o 19, pois entre tantas razões, o deputado Braide antes de ser contra ou a favor de Dino, contra ou a favor de Bolsonaro, o deputado Braide É A FAVOR DO POVO DE SÃO LUÍS.

Basta, simples assim.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.