NINGUÉM QUER ME RESPONDER E FEMINISMO VAGABUNDO

NINGUÉM QUER ME RESPONDER

Uma pergunta fiz, domingo, e ninguém me respondeu. Fi-la para todos, mas especialmente para alguns: comissões de direitos humanos, qualquer que seja ela. Dei uma caso que chamei hipotético, mas que se repete todos os dias, portanto nada de hipotético, porém real e ninguém quis se manifestar. Repetirei o caso:

FAST NEWS 1: O que você faria?

A violência brasileira atingiu níveis estratosféricos e impensáveis e a pior notícia é que não se vislumbra qualquer solução.

A polícia reclama, e com razão. que prende e a justiça solta. O MP e a Justiça se estribam que cumprem as determinações da lei. As tais comunidades sempre estão acusando a polícia e nunca dizem um til sequer contra os marginais. Os governos, à moda do Rio de Janeiro, estão falidos moral e financeiramente, finalmente, o pessoal esquerdopata que domina as tais comissões de direitos humanos, se constituem como a principal fonte de solidariedade da marginália.

As perguntas são costumeiras, uma delas repetitiva: você é a favor da corrupção policial? Nunca, como não sou a favor de nenhum tipo de corrupção, como da política, da justiça, do ministério público, de médicos, de advogados, de pastores, de padres, de porteiros, de vigias, etc.

Umas perguntinhas interessantes sobram: a cobertura da imprensa é imparcial, nessa luta de polícia e bandido? O tráfico, que a tudo corrompe, ficou longe da imprensa? Essas comissões de direitos humanos, tão ciosas e compadecidas com o bem estar de marginais, o fazem somente por ato de fé e piedade cristãs?

Não quero e nem vou dar nenhuma resposta. Deixo para você, mas proporei uma situação teórica para reflexão de quem quiser fazê-la. Ninguém é obrigado a isso. Reitero: é uma situação teórica.

Você que me lê e você que me ouve sinta-se na condição de um pai ou de uma mãe, cujo filho seja um sargento da Polícia Militar. Esse sargento hipotético é um militar brioso, vocacionado, honesto, cumpridos dos seus deveres. Incorruptível!

Esse sargento prende um perigoso marginal, já preso muitas vezes e muitas vezes solto e, na delegacia, o marginal diz, acintosamente, como já o fez em outro casos: sargento, vou te matar. O passado desse bandido conta que mais de um militar já teve a vida ceifada por ele.

Volto a você, pai ou mãe hipotéticos, desse hipotético sargento: qual conselho daria para seu filho?

Eu, como amigo desse pai ou dessa mãe hipotéticos, repito, daria uma sugestão: procure a comissão de direitos humanos.

Acho que o sargento teria um futuro promissor: o céu.

Continuando a matéria de hoje. Segunda-feira, pela manhã, uma dessas redes apresentou reportagem que, em resumo, dizia, entre outras coisas: a) Aumento do número de mortos em confronto com a PM de São Paulo; b) Que a PM usava de muita violência; c) Que não adiantava, em nada, combater o pequeno delinquente/traficante.

É evidente que em uma reportagem dessa haverá, sempre, alguém da comunidade a atacar a polícia e alguém de uma comissão qualquer dos direitos humanos, para concluir a esculhambação contra os policiais. E o pior, sempre um repórter desorientado ou, quem sabe, orientado pelo crime, para fazer as perguntas direcionadas a desmoralizar o organismo policial.

Não estou dizendo que todo policial é santo ou que a polícia não precise de controle, disciplina e correção. Não, mil vezes não. O que digo é que transformar toda ação policial em suspeita é a melhor ajuda que o crime organizado deseja e necessita. Como o crime organizado é inteligente e eficaz, por que não patrocinaria a quem o ajuda?

A tal reportagem passou de maneira quase imperceptível na outra ponta da realidade: não há nenhum país do mundo em que tantos policiais tenham sido assassinados, como o Brasil. A razão é simples demais: é fácil, muito fácil matar um policial. Senão vejamos.

O bandido brasileiro é semelhante ao norte-americano, por exemplo? Pode ter semelhança, mas o que vale é a diferença. O americano tem certeza que se pego, será punido. O brasileiro tem convicção de que a cadeia é uma colônia de reeducação para o crime e pós-graduação para o mal, tanto que ser preso não vale coisa nenhuma.

País que se preze, preza os seus cidadãos e preza a lei. Trinta anos de prisão são trinta anos, prisão perpétua é perpétua. Não tem alívio. O ladrão inglês, Donald Biggs, famoso assaltante do Trem Pagador, ficou homiziado no Brasil por décadas e, já aos oitenta anos, voltou para Inglaterra. Não teve moleza, foi para o xilindró. No Brasil, era um bom velhinho camarada, na Inglaterra, somente um gatuno.

O policial tem nome, tem cara e tem endereço. Em regra, pelo baixo salário, convive na mesma área geográfica do criminoso. Essa convivência próxima pode tanto transformá-lo em vítima, como em colaborador da atividade criminosa, o que também o faz vítima. Essa proximidade ainda tem um componente mais dramático: a família do policial pode sofrer e ser alvo da vingança.

Por que nos Estados Unidos morrem muito menos policiais? Razões várias, mas a punição para quem o faz é drástica, com a possibilidade de prisão perpétua ou pena de morte. Entretanto essa pena grave não é o fato mais relevante para coibir o homicídio de policiais. A sociedade americana não é solidária com a execução dos seus agentes, não é solidária com o crime. Ao morrerem em combate, por exemplo, autoridades e sociedade rendem todas as honras possíveis ao policial vitimado.

Como a pergunta inicial e da semana passada não foi respondida, não mais a farei. Contudo esse blog e o meu programa na Rádio Capital AM 1180 está a disposição de qualquer comissão de direitos humanos que queira se manifestar.

# Tenho dito.

FEMINISMO VAGABUNDO

A gente tem a boba ideia de que o ruim não piora e que existe fundo do poço. Bobagem. Piora e não há fundo. Tudo parecia normal no Senado Federal, a sessão conduzida por uma senadora do PT, como tantas vezes já ocorrido, até que chega o presidente. Aí se inicia o descalabro.

As senadoras Fátima Bezerra, Gleise Hoffmann, Regina Souza, Vanessa Graziotin e Lidice da Mata usurparam a mesa diretora, fizeram barraco, trouxeram comes e bebes, churrasco e impediram, por horas, o trabalho da casa que elas, por serem senadoras, deveriam, no mínimo, respeitar.

Um inocente qualquer veria o fato como se fosse uma cena impensada de radicalismo político e ideológico. Discordo. Não houve nada impensado. Tudo foi armado nos mínimos detalhes.

Por que foram mulheres e não homens? É evidente que se fosse um irresponsável como Lindenberg, a presidência do senado poderia ter outra atitude mais coercitiva. Ao serem mulheres, o presidente Eunício viu-se em palpos de aranha e sacou que era uma armadilha do feminismo vagabundo. Tudo o que elas armaram era para receberem uma ação de força. Seria o céu para essa malandragem esquerdopata.

Usar a condição feminina para obter vantagem política é o mesmo que prostituir para obter vantagens indevidas. Duas situações vergonhosas e inaceitáveis. O pior, é que o orientador dessa sacanagem coube o descomposturado Lindenberg. Os outros senadores do PT e outros acólitos da esquerda, mesmo estando de acordo, não tiveram coragem de participar da pantomina.

Estavam certos. Quem tem Fátima Bezerra, Gleise Hoffmann, Regina Souza, Vanessa Graziotin, Lidice da Mata e Lindenberg Farias nunca sentirá falta de ator para qualquer malandragem. Nesse aspecto, PT e Cia são formidáveis. Invencíveis.

FAST NEWS: PEDREIRAS EM FESTA

01) II ENCONTRO DOS CONTERRÂNEOS DA PRINCESA DO MEARIM. Os pedreirenses somam muitos milhares mundo afora e resolvemos nos encontrara anualmente na velha cidade. Foi demais. Conversa fora, conversa dentro, dança, beijos e abraços, em dois dias inesquecíveis. Grande jantar, na noite de sexta-feira, cortejo da Praça do Jardim até a Igreja Matriz, missa emocionante e almoço de despedida. Todos nós que participamos, com certeza estamos saudosos e pensando em 2018. Que venha o III ENCONTRO DE CONTERRÂNEOS DA PRINCESA DO MEARIM.

02) Também participei do QUINTO FÓRUM DE CULTURA DE PEDREIRAS. Sob a batuta do jovem e dinâmico prefeito Antonio França e da Secretária de Cultura e Turismo, Francinete Braga com a briosa colaboração do secretário de Articulação Política, o meu amigo e médico, Alan Roberto. Esse encontro foi sucesso absoluto, do começo ao fim. Todos os setores da vida artística, cultural e literária de Pedreiras estavam presentes, felizes, coesos nesse novo momento da vida política e cultural da Princesa do Mearim. Estarei aqui, dessa trincheira, pronto para colaborar.

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