BANDIDO UNIDO É DIFÍCIL SER VENCIDO.

BANDIDO UNIDO É DIFÍCIL SER VENCIDO.

João Melo e Sousa Bentivi *

Espírito corporativo é natural no mundo, mas quando se trata de bandidos é mais evidente, visto que ao não terem limites éticos, a corporação bandida se torna mais monolítica e quem se insurgir contra tem chance de se dar mal. É esse o calcanhar de Aquiles do presidente Bolsonaro.

Tudo se iniciou pela origem, quando, no dizer de Roberto Jeferson, Bolsonaro passou 28 anos no tal Congresso, sem uma única acusação de corrupção. Em uma casa em que centenas estão às portas do cárcere (alguns dentro), o ser Bolsonaro foi um extraterrestre. Continua sendo.

Ganhou a eleição impossível e, ao fazer o seu ministério, rompeu com uma prática espúria chamada coalizão, prática corruptiva inaugurada pelo Sarney e exacerbada nos bandidos esquerdopatas, chefiados por Lula. Bolsonaro, excetuando um Mandetta qualquer da vida, fez um ministério sem conchavos. Assim, quando vejo um desses bandalhas da esquerda querendo vilipendiar o ministério do Bolsonaro, tenho a convicção de que os canalhas têm opinião.

A partir daí, a corja de sempre procurou comparsas algures e alhures e passaram a armar contra Bolsonaro, dizendo melhor, contra a pátria. Todas as importantes medidas aprovadas, ainda que torpedeadas, até por esse nojo, chamado STF, só o foram pela pressão popular, inclusive inviabilizaram várias, como o 13º salário, do Bolsa-Família, por pura provocação e perseguição ao Bolsonaro. O diabo é que a perseguição contra Bolsonaro significa sacanagem com o povo.

De repente, o demônio socorreu os vagabundos e esse demônio tem nome: corona. Nada melhor para um ladrão, um marginal, que um bom disfarce e não há nenhum disfarce mais perfeito que a DEFESA DA VIDA. É muito fácil um marginal que desvia verbas públicas, remédios de UPAS, merenda escolar, agora, na pandemia, falar palavras contritas e hipócritas. Tudo que Bolsonaro não aprendeu.

Brandindo a bandeira DEFESA DA VIDA estão arrancando milhões, praticamente a fundo perdido, para gastar sem licitações: é o caixa 2 da campanha eleitoral que se aproxima.

A Justiça faz a festa do comandita, destruindo as poucas amarras de segurança e deixando sem obstáculos o caminho da corja. É a festa da corrupção, a comemoração da marginalidade e tudo embaixo do enxoval da DEFESA DA VIDA.

Como os cultos e reuniões religiosas estão suspensos, nem precisam disfarçar e entrar em uma igreja, até faz bem, o templo não é um local apropriado para esses seguidores do capeta.

Enquanto isso, o apetite desses marginais não cessa, estão urdindo, às caladas da noite, o impedimento do presidente legitimamente eleito e como não podem colocá-lo naquele grupo de bandidos capitaneados por Lula, usam argumentos  estapafúrdios como: Bolsonaro desobedeceu às recomendações da OMS.

Crie vergonha cara-pálida, não aceitar recomendação dessa organização a serviço da China, nunca foi delito e jamais crime de responsabilidade. Caso queiram voltar ao poder, posso dar um conselho e não cobrarei nada.

Como a esquerda tem todos os seus principais nomes relacionados com a cadeia, tentem fabricar um esquerdista honesto, cristão e inteligente para concorrer em 22. Isso não é fácil, em condições normais, porém impossível se o sujeito for um verdadeiro esquerdopata. Nesse caso, do esquerdopata, faltará sempre uma dessas três qualidades: honesto, cristão e inteligente.

Tenho dito.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

O BANDIDO E O CIDADÃO

O BANDIDO E O CIDADÃO

João Melo e Sousa Bentivi *

Em condições normais, em um país normal e democrático, seria fácil demais distinguir esses dois conceitos: bandido e cidadão. No Brasil há uma primeira dificuldade, quando o verdadeiro cidadão é comparado ao bandido e quando os muitos bandidos se camuflam, na roupagem da cidadania, notadamente quando fazem parte de algum poder constituído.

Voltemos às CNTP sociais e observamos que umas das mais elementares normas protetivas ao cidadão brasileiro são a liberdade de opinião e a liberdade de ir e vir e, bem aí, está um nó,  nesse  Brasil, carcomido e estraçalhado por uma imprensa bandida, um judiciário deprimente, uma classe política sofrível e uma esquerdopatia tumoral. Isso, para a felicidade dos bandidos, torna cada vez mais difícil diferenciar, cidadão de bandido, inclusive porque o cidadão é cada vez mais um sujeito de quinta categoria.

Qualquer prefeitinho ou governador de meia tigela pode, ao arrepio da lei, legislar sobre praias, terras costeiras, sobre normas penais, etc., tudo com uma rapidez impressionante.

Agora mesmo, em São Paulo, o governador Dória queria acompanhar os passos de cada paulista, mais ou menos como a esposa de um amigo meu que, após flagrá-lo em uma pulada de cerca, o acompanha, em tempo real, a cada segundo A mulher do meu amigo tem o vínculo matrimonial e Dória, infelizmente, o ditatorial. Isso não é simples, mas uma substancial diferença e, se no matrimônio gera desconforto, pelas ordens de um governador é inaceitável. Graças a Deus ele, como se diria, no tempo da Jovem Guarda, se mancou.

Permitam-me sonhar com esses prefeitinhos e governadores, corruptelas de Hitler, fazendo algo admirável. É sonho, repito. Sonharei que toda essa brabeza, contra o cidadão, obrigando-o a ficar em casa, até passando fome, se faça contra o crime organizado.

Uma simples perguntinha, será que o senhor Dória teria peito de tomar todos os celulares do crime organizado, dentro das cadeias paulistas? Dou um doce para quem responder sim. Mas queria vasculhar os passos dos cidadãos de bem.

O mais ultrajante é que já foram libertados, Brasil afora, dezenas de milhares de perigosos marginais e ninguém pode afirmar se algum deles está cumprindo quarentena, aliás, nenhum corona é capaz de transformar um bandido em um cidadão decente.

Caso eu fosse um bandido, libertado na onda do corona, eu teria um irrefutável argumento, para minha liberdade. Assim, se fosse questionado, a resposta estaria na ponta da língua: “para me libertar precisei de uma pandemia, mas um bandido maior que eu,  mais perigoso do que eu, que matou mais que qualquer corona, chamado Lula, foi libertado sem nenhuma pandemia, bastou o STF.

Esse bandido seria um bandido incontestável.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

UM QUASE CENTENÁRIO SAFADO.

UM QUASE CENTENÁRIO SAFADO

João Melo e Sousa Bentivi *

Dizem que a idade nem faz um monge, tampouco canoniza um bandido. Severa verdade, principalmente se levarmos para um sujeito chamado FHC. Tem qualidades culturais, acadêmicas e literárias, mas ideologicamente é um lixo.

Pousando de liberal, preparou o Brasil para o paraíso dos esquerdopatas, inclusive, quando o Lula poderia ser cassado no mensalão, trabalhou no PSDB para deixá-lo fora, na tese lorótica de que Lula sangraria, até morrer politicamente. Tudo sacanagem do velho maroto, estava em conluio com o bandido e fica difícil distinguir o bandido do maroto ou o maroto do bandido. Eles se merecem.

Nos últimos tempos o velho maroto tem apresentado senhas de sacanagem política: “Bolsonaro perdeu a governabilidade”; “o governo perdeu a liderança política”; “a tese do parlamentarismo branco”; etc. Era a preparação do golpe.

O que os cretinos não contavam era que Roberto Jeferson colocasse tudo em pratos limpos: ESTÃO PREPARANDO UM GOLPE, CONTRA O GOVERNO BOLSONARO. Acontece que o golpe não é contra o Bolsonaro, é contra o Brasil.

Não havia dúvida dos planos violentos que unem um centrão fisiológico, com um PSDB sem alma e sem destino, uma esquerda diabólica e uma parte desse funesto STF, mas Roberto Jeferson clareou tudo, desvendou tudo, deu nome aos bois, com respeito devido aos bois, que não merecem tamanha calúnia.

Os principais nomes da infâmia são conhecidos: Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar, Lewandowski e ele. Quem seria ele? O maior bandido brasileiro, Lula.

Alguém me pergunta: há esperança? Respondo: creio que sim. Creio ainda no povo brasileiro, creio ainda nas orações dos fiéis de todos os credos, creio que ainda há uma parte da classe política que merece confiança e creio nas Forças Armadas, que constitucionalmente devem proteger a Pátria em perigo.

Sim, a Pátria está em perigo.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

BANDIDOS DA QUARENTENA

BANDIDOS DA QUARENTENA

João Melo e Sousa Bentivi *

Essa quarentena é o principal argumento da gentalha bandida, nessa crise do corona, para atingir o Bolsonaro e, até agora (espero que continue) estão absolutamente decepcionados com o famoso vírus: não aconteceu o morticínio projetado e desejado por eles, para derrubar o presidente, e o corona teima, teimosamente, em não entrar no Bolsonaro.

A coisa chegou a tal ponto que proliferaram Brasil afora, aprendizes de Hitler, que aqui, pela linha do Equador, são simples corruptelas, tais como Dória, Wytzel e outros pior qualificados. Essa turma, atropelando o ordenamento pátrio, tentou criminalizar o fato do cidadão, dentro do seu direito constitucional de ir e vir, achar de exercitar o ir e vir.

Nesse momento, o cidadão, com ordem de prisão, passa a ser um bandido pior que o Lula, pois esse, que é o mais conhecido facínora nacional, está soltinho da silva (artimanhas do funesto STF). O cidadão, sem roubar um til sequer, pode ser e é algemado.

Há pouco, vi um vídeo de uma solitária senhora, numa cidade de São Paulo, Araraquara, administrada por um prefeito picareta petista (desculpem o pleonasmo picareta), em maus lençóis. Como na música de Bruno e Marrone, estava sozinha, sentada no banco da praça, quem sabe, tentando esquecer.

Não adiantou dizer “seu guarda eu não sou delinquente”, nem que “era carente”. Os guarda municipais, ao arrepio da lei, algemaram a senhora, maltrataram-na e ainda querem processá-la por muitos argumentos, inclusive, porque a senhora, em legítima defesa própria, mordeu um dos agressores.

De acordo com esses discípulos nazistas, que fiz referência, quem obedece a quarentena está livre do corona e quem desobedece, pode até se livrar do corona, mas chegará facilmente a cadeia. O que não sabiam eles, porém, é que iriam comer do próprio veneno: dois desses energúmenos estão positivados para o corona, o Barbalho do Pará e o Wytzel carioca.

Romperam a quarentena, com certeza, não ficaram em casa comendo pizza gelada, ficaram dando entrevistas a toda hora, com holofotes de vaidade encaixados em algum local da anatomia. Desobedeceram a quarentena e posso chamá-los de os principais bandidos da quarentena.

Ainda amparado e baseado em seus próprios argumentos, digo que merecem ser presos. Claro que estou exagerando e sei perfeitamente que em um país em que Lula está solto e Renan nunca foi julgado, Barbalho, mesmo sendo um Barbalho e Wytzel nunca sofreriam as sanções da lei.

Entretanto tenho uma preocupação suplementar: o que faz aquele prefeito de São Paulo, o dia inteiro na rua, sem EPIs, dando entrevistas em três turnos, sem obedecer a quarentena? O pior é que esse ser esquálido é, clinicamente, um imunodeprimido e merece severos cuidados e precauções. Não as cumpre. A quarentena não serve pra ele? Dória deveria, em favor dos seus próprios argumentos ditatoriais, prendê-lo por desobedecer a quarentena doriana.

Essa é outra história, são comparsas no “antibolsonarismo”, aliás, companheiros. No caso, a mesma coisa.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

UM MANDETTA POR UM TOSTÃO.

UM MANDETTA POR UM TOSTÃO

João Melo e Sousa Bentivi *

O problema é saber se vale. O ministro Mandetta recebeu um honroso convite para ser ministro e, dentre as características de qualquer auxiliar correto está a fidelidade para com aquele que o convidou e isso não quer dizer  que a fidelidade signifique abstrair as convicções, mas, caso queira divergir publicamente, com o seu superior, antes que o faça, peça pra sair. Não pediu.

Alguém dirá: por que Bolsonaro não o demite? Antes de responder farei outras considerações. Desde que a turma da bandalha viu que Bolsonaro era a favor do isolamento vertical, passou a incensar Mandetta e o também cientificamente   questionado isolamento horizontal. O ministro entendeu tudo muito bem e começou a jogar o jogo. Da sacanagem!

A partir daí formou-se a corrente diabólica e vejam que a favor do Mandetta está Rede Globo, Estadão, Veja, Rodrigo Maia, Alcolumbre, ministros do STF, João Dória, Wytzel, Caiado, Dylma, Gleyce e Lula, entre outros de tão desprezível quilate. Alguém perguntaria: está faltando algum nome: Respondo, sim, o diabo.

O sonho de Maia é Bolsonaro transformar Mandetta em vítima e, talvez, com isso, fabricar uma nova liderança. Aliás, já tem emprego garantido com Caiado.

Creio que Bolsonaro não lerá esse escriba, mas, se me lesse, lhe daria esse conselho: não demita Mandetta, deixe Mandetta, suporte Mandetta! Nomeie uma comissão, no Ministério da Saúde, específica para o corona e coloque o Osmar como coordenador.  Depois de algum tempo, sem nenhum trauma, alguém, quem sabe Maia, Caiado ou Dória, amigos de Mandetta, dirá: Mandetta, pede para ir para aquela salinha de reflexões e sai.

Como todos sabem, até para fazer cagadas, necessárias são as reflexões.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

CONSOLAI-VOS (I Tes 4: 18)

CONSOLAI-VOS (I Tes 4:18)

João Melo e Sousa Bentivi

Esse texto paulino, junto com I Cor 15, trata do assunto mais importante do cristianismo: a ressurreição. E nada mais significativo, nesse contexto, que a Páscoa, festa judaica, oriunda dos tempos do Egito, mas que com Cristo assume a perfeita proeminência. O cordeiro Pascal que, no Egito, livrava os primogênitos da morte, em Cristo livra toda a humanidade.

As religiões, em regra, tratam da espiritualidade e o pensamento grego era dualístico em essência: alma e corpo e, por isso, os primeiros cristãos, muitos gregos, tinham dificuldade em entender essa coisa denominada ressurreição, daí, São Paulo teve que pôr as coisas nos seus devidos lugares.

“Pois se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e permaneceis em vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos”. (I Cor 15: 16-18).

Vivemos um momento em que pensamos mais na morte que na vida, de tal forma que abstraímos, do raciocínio lógico que, de todos os acometidos pela pandemia, se salvaram muito mais do que aqueles que morreram. A cada dia, a oração maior é: Senhor me livra do covid 19.

Não quero falar como médico, mas simplesmente como cristão e um cristão do grupo de risco. Não conheço, na terra, nenhum lugar estéril que me proteja de microrganismos e a única certeza é que medidas e posturas posso tê-las, para diminuir as chances de contaminação. Só.

Como cristão, jamais posso me divorciar da dimensão da fé, que nunca significou eternidade terrena. Hebreus 11: 1: “Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. Também não significa que tomarei atitudes provocativas e não inteligentes em nome da fé, pois o próprio Jesus, filho de Deus, afirmou: “Não tentarás o Senhor, teu Deus” (Lc 4: 12).

E o que fazer, que atitude tomar, nesses tempos de corona? Sou muito tolo para dar essa resposta e desconfio que muitos carregam essa mesma tolice minha, porém, na minha Bíblia, palavra do Senhor, encontro sempre os caminhos, ou melhor, O CAMINHO.

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. (Tiago 5: 16)

Quando tudo se tornar impossível, São Paulo aponta: “Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé. Desde agora, a coroa de justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”. (II Tm 4: 7-8)

Finalmente, em qualquer que seja a circunstância, agradável ou não, sigamos com a recomendação explícita no título dessa conversa: “Portanto, consolai-vos uns aos outros com essas palavras”. (I Tes 4:18).

Tenho dito.

BOLSONARO É DOIDÃO

BOLSONARO É DOIDÃO

João Melo e Sousa Bentivi

É muito doidão, sim, e explico. Primeiro, votei em Bolsonaro e, pelo andar da carruagem, votarei novamente, mas está cada vez mais claro que os movimentos de Bolsonaro fogem absolutamente às regras estabelecidas.

Elegeu-se sem partido, fala tudo o que pensa, não dá bolas para a hipocrisia, não fez os costumeiros acordos com os costumeiros bandidos republicanos, está pouco se lixando com esse funesto judiciário de Toffolis e Gilmares, não faz acordos com governadores inconfiáveis e manda a PQP esse insuportável “politicamente correto”.

Pode ter juízo, esse camarada?

Não é médico e está dando um banho nesse grupo de tais doutores, professores de Deus. Há mais de dois meses apostou na cloroquina e o mundo veio abaixo. Eu, médico, que conheço essa droga, desde a faculdade, pensei: esse cabra é doidão!

Tempo passa e o mundo se curva a velha cloroquina, a ponto do farsante Doria, de maneira cínica, ter tentado faturar os loiros da droga. Deus é bom, abençoa justos e farsantes, e salvou a vida do funesto Uip com a droga. Uip, pior que os nove leprosos ingratos, curados por Jesus, na atitude mais sórdida, não só não agradeceu, mas tentou esconder um fato que nunca poderia ser escondido.

Dez para Bolsonaro e zero para Uip!

Bolsonaro, na loucura, pegando bordoadas minuto a minuto, coloca todo Brasil no amparo governamental e defende a manutenção dos empregos, sinal imprescindível para o nosso progresso. Os bandidos de todas as cores urdem armadilhas incessantemente, porém ele não se abate, pois sabe o que quer.

O povo, que não é bobo, apesar do bombardeio midiático diário, começa a perceber que o isolamento não pode ser eterno.

Os esquerdopatas estão desesperados e sonham pelo menos que o corona ataque o Bolsonaro, até agora Bolsonaro está imune e, pelo sim e pelo não, eu acompanho os milhares de movimentos de oração, do Brasil inteiro, pedindo a Deus para lhe preservar.

Não sei nada sobre o futuro da saúde do Bolsonaro, mas tenho certeza de uma coisa maravilhosa: esse Bolsonaro pode até ser chamado de doidão, mas ninguém tem a petulância de chamá-lo de ladrão.

Na terra do LULADRÃO é benção divina ter o BOLSONARO DOIDÃO.

Tenho dito.

CORONA EM AÇÃO

CORONA EM AÇÃO

João Melo e Sousa Bentivi *

Esse tempo do tal Covid 19 está marcando e deixará marcas indeléveis no mundo, em outras palavras, o planeta não será o mesmo, tanto no aspecto geopolítico, quanto nas questões pessoalíssimas.

Enquanto noutros tempos o mundo clamou por carinho, aconchego e proximidade, agora a palavra de moda, de toque, de conduta é isolamento e isolamento está em contraponto com um verbo lindo, lindo demais: abraçar.

E ninguém desconhece a importância do abraço. Faz bem para a saúde física e psíquica, mexe no sistema endócrino, reduz stress e ansiedade, fazendo as pessoas mais felizes.

Pode expressar um mundo de coisas: amor, proteção, companheirismo, afeição, segurança, apoio, cumplicidade, etc. O importante é que se trata de um simples gesto, que todos podem fazer, com tão intensos significados.

Na Bíblia são muitas as citações sobre o abraço e retratarei algumas para tentar encontrar algum consolo bíblico, nesse mundo terrível do isolamento. Em Cantares 8:3 “O seu braço esquerdo esteja debaixo da minha cabeça, e o seu braço direito me abrace”. Qualquer que seja a interpretação desse livro, não há dúvidas quanto ao abraço.

Jesus era afeito ao abraço e a ser abraçado. Em Mt 10:16: “Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou”. No episódio do filho pródigo, um dos mais lindos dos evangelhos: “Estando de longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para o seu filho, e o abraçou e beijou”. (Lc 15:20).

Finalmente, após a ressurreição, o seu primeiro encontro foi com as mulheres fantásticas e assim está descrito, em Mt 28:9: “De repente Jesus saiu ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram”.

Mas essa mesma Bíblia que advoga o abraço, em Ec 3: 1, 5b, diz: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu… tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar”.

Sem religiosidade e concorde com a realidade desse tempo, agora, acho que é hora de obedecer o sábio Salomão, até que volte o tempo do abraçar e de abraçar. Ai, quando esse tempo chegar, como se diria, na minha Pedreiras, “vou tirar o atrasado”.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

LULA É GENIAL.

LULA É GENIAL

João Melo e Sousa Bentivi *

Essa crise do corona é inimaginável e me faz até elogiar o ex-presidiário Lula. Não se apressem, não virei petista, esquerdista e jamais faria parte da seita “Lula Livre”, mas o cara, politicamente, é fera.

Essa ferocidade política é clara, quando você faz uma simples comparação entre o Lula e Bolsonaro e advirto que não gosto de raciocínios maniqueístas. Bolsonaro, no discurso político, é absolutamente tosco, em contrário, o Lula é genial e sabe, com uma hipocrisia geométrica, dizer tudo aquilo que os outros querem ouvir e sabe esconder tudo aquilo que o povo necessitava saberi.

A outra comparação, porém, não rende nenhuma manchete ou comentário na Globo, Estadão, Veja,  etc. Bolsonaro, oriundo da caserna, não carrega nenhuma mácula corruptiva, o velho Lula, em contrário,  das mesas dos bares e do movimento sindical, é o maior corrupto da história do planeta terra, a tal ponto, que mesmo os seguidores da sua seita gritam ‘lula livre”, mas não conseguem dizer “lula honesto”. Dou um doce para que me apresentar uma faixa, nessas manifestações de esquerdopatas, que diga “lula honesto”, às vezes falam da inocência, que é termo genérico e e uma maneira eficaz de esconder a falta de caráter da esquerdopatia.

Vamos ao que interessa: a troca de elogios entre Dória e Lula.

Lula tem sofrido um grande ostracismo, desde 2007, salvo engano, não faz nenhum pronunciamento público a plateias brasileiras não amestradas, ou seja, só fala para o público sindical e jornalistas acostumados  com as benesses dos governos petistas.

As suas homenagens são da corrente esquerdista, além fronteiras, como a audiência com o senhor papa, aliás, essa audiência foi ótima para ao Lula e péssima para o papa, que, por sinal, dá sinais de amar ditadores: gosta da turma de Cuba, de Maduro e, pior, de Lula, repito.

O alinhamento com Dória segue a mesma estratégia: ótima para Lula e péssima para Dória. Quando afirmam que Dória deu um tiro no pé, acho  muito pouco, pois entendo que o tiro foi, no mínimo, no fígado.

O PSDB  que viveu da contraposição ao petismo, se fingindo de um perfil conservador, foi massacrado pela avalanche da direita e hoje, nacionalmente, é um protagonista pouco efetivo em nível nacional. Basta imaginar que, informalmente, a maior liderança da Câmara Federal é o Aécio Neves.

Mas Dória se salvou e salvou o PSDB, em parte por um discurso conservador e em parte pelo apoio de Bolsonaro. Agora pensa muito alto, a presidência. Precisa ser o antagonista da esquerda.

A chance real de Dória se apresentar como um nome palatável e confiável para ser o contraponto ao esquerdismo brasileiro, que não morreu, é ser o contraponto a essa esquerda, com um discurso melhor que o Bolsonaro, o que não é tarefa difícil.

Acho até que estava com algum êxito, mas, de repente, escorregou ao abraçar-se a Lula, que é o mesmo que se enlamear. Lula é lama.

Lula, por sua vez foi excepcional na estratégia: matou Dória e continua sendo o grande contraponto ao Bolsonaro. Digam-me se esse facínora não é genial politicamente? O estrago é a desonestidade monstruosa, genética, que carrega.

Felizmente, creio, o Brasil não precisa ser administrado por bandidos politicamente geniais, pois se assim o fosse, reelegeríamos Lula e chamaríamos, para o ministério,  Sérgio Cabral, Gedel, Eduardo Cunha, Zé Dirceu, Beira Mar, Marcola, Dilma e assemelhados.

Ainda, felizmente, o Brasil pode continuar optando pela seriedade.

Tenho dito.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.