A PROCURA DE UM CIENTISTA.

A PROCURA DE UM CIENTISTA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Vivendo e aprendendo, frase ouvida, desde a minha infância e continua atualíssima, em minha vida. Explico. Nos últimos dias o que mais ouço é a palavra CIÊNCIA, aliás, a bem da verdade, gente demais falando em nome da ciência. Também nunca vi a palavra ciência servir tanto para encobrir motivos, muitas vezes, sórdidos.

Nesses meus tantos anos de vida, enveredei por diferentes caminhos: medicina, jornalismo, direito, música, poesia, pesquisa histórica e social, entre tantas outras, mas se quisesse resumir a minha vida diria, sem falsa modéstia: li muito, tenho facilidade de escrita e comunicação e creio ter desenvolvido algumas coisas para o desenvolvimento dos indivíduos. Inocentemente imaginei-me fazendo ciência, um cientista. Caí do cavalo.

Entrando em um supermercado, com todos os armamentos contra o corona, encontro dois amigos e, nesse papo, aprendi várias lições. A primeira é que eu nunca deveria nem dizer e nem me sentir um cientista e antes que eu pudesse, quem sabe, aventar que a minha tese de doutorado tem uma baita pesquisa sobre a história da saúde no Brasil,  ele afirmou: tese de doutorado não tem nada a ver com ciência, a minha foi uma droga.

O outro amigo da conversa me ensinou mais, disse que um cientista tinha que ter produção científica, inclusive a matemática, que durante toda a minha vida considerei ciência, de ciência nada tinha. Ensonou-me: matemática é somente uma linguagem.

Compreendendo a minha obtusidade, cumprimentei-os carinhosamente (nos moldes do covid, de longe) e voltei ao lar, mas tornei-me um ser cheio de dúvidas.

Naqueles moldes, quem seriam os verdadeiros cientistas do Maranhão, por exemplo? Dentro dessa enormidade de teses e dissertações, qual o critério para saber se o papel é científico ou similar ao papel higiênico? Aquele agente chinês da OMS seria um cientista? A mocinha ativista política, dirigente da FIOCRUZ seria uma cientista? Tentar esconder o uso pessoal de uma droga, como fez um tal UIP, seria atitude de um cientista? Confesso que, depois daquele papo, não respondi dúvidas, somente ganhei uma solene verdade: não sou cientista de porra nenhuma. Outro detalhe, essa constatação não me traz nenhuma insatisfação, aliás, tira um fardo de minhas costas.

Mas preciso de cientistas, pelo menos um, para responder algumas dúvidas peremptórias. Vou exemplificar.

Afirmação da “ciência”: “O isolamento ou o lockdown que fizemos, salvou 200 mil vidas”. Pergunto: baseado em que ciência esse cara-pálida é capaz de quantificar o futuro, com tanta preciosidade? Por que não seriam 199 mil, 201 mil? O cretino fala em nome da ciência e como não sou cientista, procuro esse cientista, com tamanha precisão obituária.

Sem precisar de ciência para entender esse dado numérico que salta aos olhos, preciso de um cientista para me dar simples explicações: “catorze unidade da federação administradas por adversários públicos de Bolsonaro, carregam nas costas 79% das infecções e 87% das mortes”. Esses dados não são mostrados pela grande imprensa, mas mesmo sem ser cientista, entendo que uma das funções da ciência é explicar os fenômenos.

As indagações são muitas. É um caso médico ou policial? Seriam esses estados aqueles que fizeram guerra contra a cloroquina?  Seriam esses que compraram respiradores inadequados? Seriam os que  decretaram o lockdown? Serão os estados de superfaturamento? Será que nesses estados a PF vai ter muita atividade?

Como não tinha nenhum cientista para me responder, ontem recebi uma ligação de um amigo, irmão Agapito, dos meus velhos tempos de Assembleia de Deus. Acho que estava preocupado se o covid tinha ou não me agarrado. Conversa vai e conversa vem, nem sei o porquê, perguntei-lhe: irmão Agapito, por que que nos estados contra o Bolsonaro a morte está fazendo essa festa toda? A resposta foi rápida e fulminante: meu irmão, coisa do inimigo, esse tal covid vem de uma terra sem temor a Deus e você sabe que o diabo veio para matar, roubar e destruir, a grande arma contra esse maligno é o temor do Senhor e oração.

Claro que essa resposta não é de um cientista, mas é de um simples homem, com a bênção de Deus no coração, porém ele pode entrar em uma “camisa de onze varas”, caso aquele ministro sem cabelo, caracterize essa afirmação como fake news.

Preocupado, ciente de minha insignificância científica, orientei ao irmão Agapito, pois essa opinião poderia ser investigada por um senhor de nome Alexandre e acrescentei para ele: tome cuidado,  o futuro pode ser pior, pelo andar da carruagem, temor a Deus e oração poderão ser catalogados de fake news.

Belzebu não dorme, Alexandre também.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

CLAUDIA RAIA BOLSONAROU.

CLAUDIA RAIA BOLSONAROU

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Primeiro, o verbete “bolsonarou” é de minha lavra e o futuro haverá de reconhecer a minha criatividade. Mesmo debaixo da maior onda de perseguição de um governante, na história brasileira, muitos e muitos já começam a desconfiar que a história é  outra  e, em pouco tempo, acreditem, teremos o verbo “bolsonarar”, que será o antônimo do verbo “lulalar”, esse, o Aurélo dirá, um dia: é o mesmo que roubar. (até rimou, rima fraca!).

Claudia Raia é da GOBOLIXO e fica difícil encontrar coisa boa no lixo, mas como tenho fé, ainda acredito na transformação de merda em ouro. Ela e a família pegaram o corona e ficaram curados, não afirmou se usou a cloroquina, mas acho que sim, porém  confessar é outra história, basta lembrar aquele médico descarado, chamado UIP.

Analisarei algumas afirmações de dona Raia.

“Desde o começo da quarentena tomei todas as precauções possíveis”; “a coisa que mais pensei foi que esse vírus está em todo lugar”; “o que a gente tem que entender é que esse vírus tem uma escolha aleatória”.

Dona Raia, rica, deve morar na favela da Maré em um quarto e sala? Nunca. Ficou em casa, com marido e dois filhos, em 500 m2, creio, de área construída, comida entregue na porta e o corona encontrou um buraquinho e… crau! Desmoralizou o isolamento horizontal, que está na boca dessa turma.

Como é da GLOBOLIXO, talvez petista/comunista, o que é a mesma bandalha, afirmou: “Não vou falar publicamente, porque achei que estava dando um exemplo ruim”. Pera aí, cara pálida! Ruim, por quê? Não estavas em isolamento horizontal, perfeito lockdown familiar?  Seria porque a informação desse razão ao Bolsonaro que, diga-se de passagem, nunca foi contra isolamento, mas que, desde o início, prega que deve ser feito de maneira inteligente.

Dona Raia, trancada em casa, foi “coronada”, o que significa dizer aquilo que todos sabem, que quando o vírus caminha pela sociedade, ficar trancado, deitado debaixo da cama, nunca significará ficar livre do vírus .Não existe, em nenhum lugar do planeta, 100% de possibilidade de proteção, nem de contaminação.

Dona Raia ainda acrescenta: “o vírus tem uma escolha aleatória, está em todo lugar, todo mundo vai pegar, é uma tristeza, mas é verdade”.

Parece até que estou vendo o Bolsonaro falando e só não confundo, porque um Bozo, jamais terá os atributos da Raia, mas o Bozo deveria contratar a dona Raia para ser a porta voz dos assuntos do corona. A imagem seria mais agradável e a defesa viria de alguém da GLOBOLIXO.

Tenho certeza de que esse Bolsonaro não sabe nada de medicina e de isolamento, mas não está fácil a explicação, pelos seus adversários, para muitas coisas, como, por exemplo:

1 – Por que isolamento absoluto, em todo Brasil, se mais de 4000 municípios estão ao largo do corona?

2 – Por que a morte está tendo uma estranha predileção pelos estados e municípios administrados por inimigos do Bozo? Castigo dos céus?

3 – Por que todos os municípios que usaram a tal HCQ, profilaticamente, como Donald Trump usa, praticamente possuem números insignificantes de óbitos?

4 – Por que as denúncias de superfaturamento e corrupção com a pandemia estão mais evidentes, até agora, nos municípios e estados administrados pelos inimigos do Bozo?

5 – A vitalidade e crescimento do agronegócio, nesse tempo de quarentena, tem alguma coisa a ver com o fato de seus trabalhadores não estarem “em casa”, mas trabalhando para alimentar quem “está em casa”?

6 – Quem responderá, civil e penalmente, pelos óbitos, daqueles que por motivos políticos, ideológicos ou de logística, foram  impedidos de usar a HCQ? Aquele “chinês” da OMS ou o papa?

Como podem ver, a “bolsonorização” das declarações de dona Raia obrigaram-nos a formular vários questionamentos, como não sou autoridade nenhuma e tenho importância quase inexistente, penso nas indagações e não dou nenhuma resposta.

Por enquanto, resta-me sonhar, mais que me livre do corona, que ele passe por mim e não se apresente. A confiança em Deus é maior que no tal isolamento e quem me deu essa informação científica, de que o isolamento não é eficaz, foi a GLOBOLIXO, por meio de dona Raia.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

PARABÉNS AO AMIGO YGLÉSIO

PARABÉNS AO AMIGO YGLÉSIO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Tenho perfeita dificuldade em falar mal dos meus amigos e o doutor, professor e deputado Yglesio Moisés é um amigo e goza da minha mais profunda admiração.

A amizade familiar vem muito antes do seu nascimento e, por experiência de vida, posso dizer que o nome Yglésio Moisés rima com inteligência, trabalho e seriedade, o que não me obriga e nem me determina a aceitar todos os seus posicionamentos. Nessa matéria não tratarei de nenhuma divergência minha com o Yglésio, muito pelo contrário e, diferente de alguns colegas, com quem tenho conversado, ainda que, no fundo do coração, quisesse criticar o amigo Yglésio, o que está, no centro do meu coração, impediria de fazê-lo.

Deixando para trás a minha amizade e respeito com os seus familiares, reenfatizo que com o Yglesio sempre tive o coração aberto, tanto como colega médico, como professor universitário como um seu auxiliar, quando, brilhantemente dirigiu o Socorrão I e  eu coordenava a ORL. Pude, com ele, colaborar e aprender. Não votei nele, mas dentro de minha atividade médica (ele bem sabe), contribuí com muita felicidade, com a sua vitoriosa campanha: tenho orgulho de tê-lo feito.

É da lavra do Yglésio a melhor ideia para o novo Socorrão de São Luís, cuja construção, por irresponsabilidade de prefeitos, hoje nada mais é que uma promessa eleitoreira, escondida nem se sabe por onde e nem mesmo se ela, um dia, foi urdida com seriedade.

Elogios passados, vamos ao hoje: uma interessante nota, atribuída ao deputado Yglesio, médico, circula nas redes sociais. O destinatário é governador Dino, não médico: ”Governador @FlavioDino, não aceite pegar pressão por esse medicamento de quem quer que seja, incluindo associações médicas. Altíssimas chances de jogar dinheiro público fora. Espero que outro fármaco tenha  resultado. Esse aí  já era”. Diz a simples lógica que essa coisa para jogar dinheiro fora refere-se a essa tal hidroxicloroquina.

 

Reitero que não farei juízo de valor contra o pensamento do querido Yglésio, principalmente na condição do médico que sou, mas serei simplesmente o jornalista tentando desvendar o não dito, na nota do  atento parlamentar.

O primeiro conselho é “não aceite  pegar pressão…por quem quer que seja”. Salta a primeira dúvida: quem estaria pressionando o  notável  governante? O povo? Os mortos? As associações médicas estão apontadas e eu ainda pergunto: o Bolsonaro? Respondo que o Bolsonaro não tem a menor chance de pressionar o governador, pois o STF garantiu ao governador a direção absoluta na crise do covid. Tanto os vivos, como os mortos referem-se a gestão do governador.

“Altíssimas chances de jogar dinheiro fora”. Nesse momento pensei não se tratar da tal HCQ, pois essa droga é tão barata que, ainda que distribuída a todos os maranhenses, custaria muito pouco. Aí pensei: o deputado pode estar preocupado, quem sabe, com algum desvio do dinheiro público? Vou tranquilizá-lo. Meu querido parlamentar, um corrupto que se preze, entre surrupiar o erário com HCQ ou respirador, sempre escolherá o respirador. Evidente que isso não acontecerá, jamais, por aqui, mas valeu a preocupação do nosso representante da classe médica.

Ainda sentado, em frente ao computador, leio uma notícia que me deixou estupefato: o governo do Maranhão liberou a prescrição da HCQ. Minha tola cabecinha fervilhou e surgiram dúvidas, não afeitas mais a nota do amigo Yglésio. O problema é que a minha ignorância não tem resposta para nenhuma de minhas dúvidas.

A HCQ será efetiva somente a partir de agora? Há quase três meses  não prestava? Caso tivessem-na usado desde o início, teríamos mais óbitos ou menos óbitos? Como o deputado Yglésio, médico, disse para não usar, o secretário de saúde e o governador, advogados, mandam agora ministrar, em quem teremos maior confiança, no médico ou nos advogados? O governo do Maranhão ao se render ao uso da HCQ estaria concordando com o doidão do Bolsonaro?

Finalmente, com a cabeça em pânico, com tantas perguntas e nenhuma resposta, pensei em algo que não se relaciona com a postagem do meu querido deputado. Agora que o governo do Maranhão, aceitando o uso da HCQ, perdeu o primeiro grande round para Jair Messias Bolsonaro, quando será que  esse governo decretará a morte do inoperante lockdown?

Aí já será 2×0 para o Bozo, início de goleada?

Tenho dito.

EM TEMPO: Há vários dias espero uma declaração formal de qualquer colega médico, contrário a HCQ, afirmando publicamente, mais ou menos assim: Eu, fulano de tal, asseguro, de forma irrevogável e irretratável, que, caso seja contaminado pelo covid 19, não aceito, em nenhuma hipótese, o uso, em mim, dessa besteira chamada hidroxicloroquina.

Não apareceu um só e, por minhas investigações, uma parte dos detratores da droga estão com um estoque escondido em casa, para qualquer eventualidade.

Compreendo que, nesse caso,  há uma perfeita simbiose entre a defesa da vida e falta de vergonha. Como disse, compreendo e acrescento um canônico perdão.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

ODEIO A CLOROQUINA

ODEIO A CLOROQUINA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Nunca pensei que iria odiar tanto uma droga, como estou odiando essa tal de cloroquina.  Ela caminha para um século ajudando a humanidade e sempre se soube dos seus efeitos colaterais, mas ninguém, nenhum médico, nenhum sociólogo ou ideólogo tinha raiva dela e ela caminhava, como tantas outras, sem problemas, até que um dia, um boca rota, chamado Bolsonaro, lhe fez uma declaração de amor.

Foi o fim. Sem nunca ter militado no centro, na direita ou esquerda, a coitada da cloroquina transformou-se em um direitista, fascista e em pouco tempo será racista e homofóbica. A cloroquina, agora perseguida, caminhou e derrubou dois ministros. Teve um alento, quando o CFM deu uma bordoada em todos os seus algozes, ao dizer que, se o médico prescrever e o paciente aceitar, pode ser ministrado a cloroquina. Tem alguma novidade nisso?

Não se sabe o porquê, em todos os estados que politicamente se proscreveu a cloroquina os óbitos crescem, nos que aceitaram-na, os óbitos descem, mas isso não interessa ser analisado, pois dá argumentação favorável ao Bolsonaro.

Vou falar, agora, para os meus amigos que odeiam a cloroquina e creio que vocês não são cretinos, hipócritas e com comportamento FDP (como um tal UIP). Tenho certeza de que todos os amigos, principalmente os médicos e professores universitários, que tanto detratam a cloroquina, caso se acometam com o tal corona, deverão ter a honestidade ideológica de recusar essa cloroquina.

Vou escrever em maiúscula: QUEM ESCULHAMBA BOLSONARO E A CLOROQUINA, TEM O DEVER MORAL DE RECUSAR A CLOROQUINA!!!

Na minha página do face tenho pegado muita bordoada da esquerda e quero continuar apanhando, mas, nessa matéria, vou fazer um teste com os meus amigos contrários a cloroquina. Imploro que se manifestem nesse questionamento:

CASO VOCÊ ESTEJA CONTAMINADO COM O COVID:

  1. NÃO ACEITO A CLOROQUINA EM NENHUMA HIPÓTESE;
  2. NEM MESMO SE ESTIVER EM UTI;
  3. ACEITO SOMENTE QUANDO EU ESTIVER ENTUBADO NA UTI.

Como tenho lido e ouvido calorosas manifestações contrárias a cloroquina, dos amigos de esquerda e, como oro todo dia para me livrar do corona, caso alguém contrário a cloroquina esteja acometido, me ligue, pois eu e minha equipe estaremos vigilantes, para que nenhum médico direitista, bolsonarista, ou nenhum “ista” prescreva essa droga, a cloroquina, pra você.

Creio que tudo será um sucesso e a cada pessoa que recusar a cloroquina, explicitamente, com clareza,  ganhara o meu apoio  e de minha equipe para não ser agredido com essa droga, por outro lado, demonstrará duas coisas: a cloroquina não serve e que é uma pessoa honrada, séria, diferente da postura safada, de um tal UIP. Na vida ou na morte, sem a cloroquina.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

UM CISNE PODE VIRAR SAPO

UM CISNE PODE VIRAR SAPO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Sou insuspeito em assuntos relativos ao doutor Moro, para mim, o mais importante juiz da história brasileira. A sua escolha para o ministério foi saudada por todos os homens de bem da pátria, evidente que os que não aplaudiram estavam nas hostes esquerdopatas. A sua saída do ministério e o modo como saiu entristeceram-me. Mais ainda, a motivação baseada em uma suposta interferência na Polícia Federal.

Mas o doutor Moro parece estar escrevendo um Lago dos Cisnes em versão tupiniquim. Não é uma boa versão.

A obra original, data  de 1876, da lavra de P. I. Tchaikovsky, trata do encantamento de uma linda jovem, Odete, por um feiticeiro malvado, Von Rothbart, que transformou-a em um cisne, o qual nadava em um lago, oriundo das lágrimas de sua mãe. Somente a noite a jovem deixava a condição de cisne e, para quebrar o encanto, seria necessário aparecer um jovem virgem, que lhe declarasse amor eterno. Tudo terminou em happy end.

Não parece a mesma coisa com doutor Moro.

Por sua ação inconteste na Lava Jato, Moro tornou-se o cisne encantado de milhões de brasileiros sérios, evidente que odiado por toda horda de lulistas e assemelhados e precisava sair do lago (Justiça Federal), para  transformar-se em algo maior, tal como ministro do STF, ou, quem sabe, a presidência da república. O príncipe virgem também apareceu e a virgindade não era sexual, era moral: Jair Bolsonaro.

O diabo é que, diferente da obra original, o feiticeiro não morreu e são muitos feiticeiros: a esquerda toda, a bandalha podre do congresso, a imprensa bandida e desonesta, a maioria desse tal STF e milhares de disfarçados sob a capa hipócrita da ciência. Tem demônio demais no terreiro!

O final é futuro, mas posso fazer previsões. A primeira, é um desejo do fundo do coração: desejo mil felicidades ao doutor Moro. Agora, a parte lamentável: temo pelo futuro público do doutor Moro.

Pelo andar da carruagem, todas as alegações do ex-ministro contra o presidente, viraram menos que pó, viraram nada e num novo fim para o nosso hipotético Lago dos Cisnes: o cisne não virou princesa, no máximo, um sapo, sapo cururu.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

CANALHAVÍRUS II

CANALHAVÍRUS II

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“Pensando no tal corona

Muita coisa atrapalha

Mas nada é tão nocivo

Quanto a ação de um canalha” (JMSB)

Na matéria CANALHAVÍRUS I, mostramos as características biológicas desse bandido e as dificuldades de combatê-lo. O corona todos sabemos ser chinês, o CANALHAVÍRUS tem cepas em todos os continentes, mas a variedade brasileira é preponderante mundialmente.

Como o CANALHAVÍRUS é ideologicamente de esquerda, carrega algumas características básicas da esquerdopatia: mentiroso, disfarçado, hipócrita, na primeira chance, corrupto e especialista em transformar verdades em mentiras e mentiras em verdades.

Analisarei essa história chamada isolamento social. Ninguém, no mundo, tinha certeza absoluta com essa pandemia, por exemplo, as verdades do ebola, não são as do corona e as verdades do primeiro epicentro, na China, não podem ser consideradas, visto o comunismo não rimar com democracia, liberdade e verdade.

Desde o primeiro momento, o presidente Bolsonaro avisava que qualquer medida de isolamento deveria levar em conta a saúde fiscal e financeira da pátria, pois isso também era defesa da vida. Nunca o presidente disse: eu sou contra o isolamento, mas sempre alertou que deveria  ser estabelecida uma espécie de calendário.

Alguém com dois neurônios, desde que um não seja de esquerda, entenderia  a beleza da preocupação presidencial e a prova é que, em todos os países sérios, se caminha para o término do isolamento

Aí entra o CANALHAVÍRUS, em múltiplas instâncias, que enfatizarei, hoje, somente uma: essa coisa fétida, chamada STF. Alguns governadores e prefeitos iniciaram a destruição da constituição, interferindo em assuntos que não lhes competia, inclusive sobre aviação civil, áreas costeiras e transporte interestadual. O presidente reagiu, o CANALHAVÍRUS mandou a esquerda peitar o presidente, via imprensa bandida e via STF. O mesmo CANALHAVÍRUS fez o STF agir. A sentença: o presidente Bolsonaro estava, a partir daquele momento, proibido de qualquer gestão, em nível estadual e municipal, sobre a pandemia.

O presidente estrebuchou, mas o governo federal, de maneira responsável, fez tudo que lhe cabia: eliminou  um agente infiltrado, chamado Mandetta, rompeu seus limites e convicções macroeconômicas e mandou recursos para todos estados e municípios. Foi a maior e mais rápida inclusão social, no mundo moderno, em todos os tempos.

Os bandidos fizeram até panelaços, por entenderem que o presidente Bolsonaro tinha sido desmoralizado pelo STF. Lascaram-se! Não fizeram um acordo com o chinês corona e, como odeiam a Bíblia, desconhecem Romanos 8: 28: “todas as coisas  cooperam juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”. Bolsonaro ama a Deus e demonstra isso com clareza.

O corona, não se sabe o porquê, teima em não atingir o Bolsonaro, que anda sem máscara, sem luva, sem gorro, come esfirra e o desespero deles é tão grande, que entraram na justiça, para saber resultados dos seus exames (uma absurda tentativa de violação de privacidade). O corona, nesse caso, é um chinês, mas não está sendo um aliado. (Kkkkkk)

As mortes chegam, o caos se instala e uma verdade, maior que o corona, se apresenta. Nos locais onde a saúde pública era melhor estruturada, sem ladrões de verbas públicas, as pisadas do corona são mais leves, porém nos locais onde a saúde pública era um frangalho, o corona faz a festa e aí ficou fácil entender onde se encontra o CANALHAVÍRUS.

Toda vez que alguém ouvir e ver um prefeito ou governador tentando botar no Bolsonaro a culpa pelo corona, não tenha dúvida: é um infectado terminal do CANALHAVÍRUS! O CANALHAVÍRUS, para minha decepção, não mata, mas consolida a canalhice do canalha.

Como a canalhice não é uma doença, mas uma síndrome, nos próximos episódios dissecarei outros aspectos interessantes desse diabólico CANALHAVÍRUS.

Aguardem e tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

CANALHAVÍRUS I

CANALHAVÍRUS I

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“Pensando no tal corona

Muita coisa atrapalha

Mas nada é mais nocivo

Que a ação de um canalha” (JMSB)

Os dicionários definem canalha como o que é vil, ordinário, mau caráter, velhaco se entendermos como adjetivo e como substantivo, uma pessoa desprovida de moral, desonrada, desprezível, patife, vil ou infame. Tanto o substantivo, quanto o adjetivo são socialmente danosos, mas o problema é que muitas pessoas, são tão especiais, que poderiam ser chamadas de “o canalha canalha”, verdadeira harmonia entre o substantivo e o adjetivo.

Nesse conturbado momento da vida nacional, sei que tudo gira em volta desse vírus comunista, chamado corona, mas entendo que temos, há séculos, um problema maior: o CANALHAVÍRUS.

Talvez, pela diversidade biológica desse animal, tenha que fazer mais de uma matéria, daí ter intitulado essa,  como CANALHAVÍRUS I, mas tentarei extinguir o assunto nessa.

Uma das características mais importantes dos seres vivos é a reprodução e qualquer livro de biologia dirá que os dois tipos de reprodução são sexuada e assexuada,  já que desde o século XIX, Louis Pasteur, liquidou a geração espontânea. Com o CANALHAVÍRUS a biologia foi deturpada. Esse animal se reproduz de maneira sexuada, assexuada e também por geração espontânea. É o verdadeiro cão.

Algumas lideranças brasileiras podem ser entendidas pelo nome familiar, bastando ler o nome familiar e o Código Penal se abre de maneira automática, sendo o único problema o fato do Código Penal ficar em ativo movimento, visto que  o nome familiar transita em inúmeras páginas. É uma reprodução sexuada.

Caso o time de canalhas fosse somente esse, de quadrilhas  genéticas, se aguentaria, o problema é que  quando você coloca um olhar mais crítico, temos a sensação que há tantos canalhas que eles se originaram até por geração espontânea.

Outra especial característica biológica do CANALHAVÍRUS é a sua adaptabilidade. Todo ser vivo tem esse caráter. Mas o CANALHAVÍRUS dá um show a parte, sem comparação no planeta terra. Vamos fazer uma análise sintética.

É cosmopolita, tem em todo lugar, não tem barreiras de idiomas, por exemplo, um dos principais CANALHAVÍRUS do Brasil, não sabia nem ler e nem escrever e fez canalhada em espanhol, inglês, francês, sueco, japonês, mandarim e búlgaro arcaico. O tarado nunca leu um catecismo, mas em canalhice é pós-doutor.

Não tem barreira religiosa e nele se verifica a perfeita adaptação a todos os credos. Pode ser ateu, muçulmano, católico, evangélico, macumbeiro, agnóstico, qualquer coisa, aliás, a religião, muitas vezes, é fator potencializador do CANALHAVÍRUS. Digo sempre que o pior marginal é aquele que age em nome de um deus. É o CANALHAVÍRUS.

Não conhece barreiras geográficas, nesse aspecto parece demais com o corona chinês, se dá bem no deserto ou na neve, nos trópicos ou no equador, no ar, no mar e na terra. Mais ainda, ostenta uma adaptação morfofuncional, de raros seres vivos, chamada de mimetismo, quer dizer, quando as coisas estão ruins para o lado do bandido, ele se camufla, de tal maneira, que fica imperceptível, porém voltando as condições satisfatórias, se reassume como CANALHAVÍRUS.  É um tarado, como dizia o velho Quincas, lá em Pedreiras!

Para piorar, o CANALHAVÍRUS é um demônio que não faz acepção de classe social, nem de nível de escolaridade, pode atacar a pátria, via PETROBRÁS, CORREIOS, BNDES ou a cantina da escola de São Pedro do Cafundó do Judas. Pode se associar com ministros, deputados, senadores, promotores, juízes, lideranças, entidades   sérias como OAB ou OMS, com outros conselhos de classes, pode até ser recebido em missas, cultos,  terreiros, inclusive receber as bênçãos do papa. É um tarado, como dizia o velho Quincas, lá em Pedreiras.

Como observam, os leitores, o CANALHAVÍRUS é um ser interessante e a  minha tristeza, pelo que entendo, é que ao contrário do corona, que terá prazo de validade, ainda não se concebeu uma vacina eficaz para esse CANALHAVÍRUS.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

O CORONA COMPROVOU A MINHA IMBECILIDADE.

O CORONA COMPROVOU A MINHA IMBECILIDADE

  • João Melo e Sousa Bentivi

A minha santa mãe, dona Zima, errou feio comigo: desde que me entendi ela dizia que o João era muito sabido. O João era eu e sabido, no interior analfa, era o mesmo que inteligente.

O tempo passa e fui fazendo um monte de presepada, coleção de diplomas e até um doutorado. Agora, com mamãe no céu, tinha a tola ideia de que era um homem das letras e das ciências. Tudo falso e foi necessário um corona, insignificante, produzido na democracia chinesa, para me dar um choque de realidade: sou um beócio.

Tudo se dá em nome da ciência, todos falam em nome da ciência e se alguém falar em contrário, imediatamente será um inimigo da ciência, o problema é que atrás desse nome ciência, tem todo tipo de interesses, alguns meritórios e uma infinidade não tanto, melhor, escabrosos.

O tolinho, aqui, não entende de ciência!

Isolamento vertical ou horizontal? Tem opiniões para os dois lados, mas, de repente, quem defende o vertical virou um fora da lei e defensor da morte. Hidroxicloroquina ou não? Essa droga, após anos curando, principalmente pobres, tornou-se uma droga ideológica, de direita, ao ponto de um médico famoso, tentar escondê-la, mesmo ela tendo lhe salvado a vida. Ingrato, sacana! Ademais é muito barata e os ladrões de plantão não suportam coisa barata.

O tolinho, aqui, não entende nada de terapêutica!

Fique em casa! Tenho já ódio desse bordão e é insuportável as milhares de lives mostrando como os ricos e famosos ficam em casa.  Tem apartamento que dá para treinar corrida de 200 metros. Uma verdadeira sacanagem e discriminação para aqueles pobres, em um cubículo de 15 m2, abrigando 20 pessoas, com as tripas roncando, como se dizia em minha Pedreiras. Fome! Graças a Deus que a ajuda federal minimiza o caos.

O burrinho, aqui, também não entende de quarentena, mas sabe muito bem diagnosticar sacanagem e safadeza política.

A maior parte de governos estaduais e municipais nunca deram interesse e seriedade para a saúde pública, aí o corona chegou e a culpa ficou com o corona e como o corona não disputa eleição, escolheram o governo federal como o autor de todas as traquinagens.

Faça uma radiografia para descobrir quantos serviços foram fechados e sucateados nos últimos quatro anos: centenas. Quantos foram abertos? Quase nenhum. O Amazonas é um exemplo. Um estado continental e só tinha UTIs na capital. Quem é o culpado? Governo Federal? Corona? O sacana do prefeito até chorou, mas pela irresponsabilidade deveria chorar na cadeia, apenado por homicídio doloso.

Como disse, no início, o corona fez-me assenhorar de minha burrice e não consigo mais entender nada sobre o corona, mas reconheço facilmente um malandro da política.

E toda vez que vejo aquele time paulista no “corona`s show”, afirmando uma cantilena do tal 70%, número mágico que resolveria a pandemia paulista, pergunto-me, com meus botões: e se fosse 69 %? E um dos culpados de não ser os 70% é aquele time de São Paulo, todo dia desobedece a quarentena, o governador é idoso e o esquálido prefeito é, também, do grupo de risco, ou seja, esses dois sujeitos estão diariamente desobedecendo a quarentena, portanto não podem exigir, do homem comum uma obediência em algo, que eles não obedecem.

Dentro da minha imbecilidade, quero propor para as nossas autoridades maranhense um teste de lockdown, pois quem decreta conhece: três dias de lockdown para as nossas autoridades, mas seguindo algumas condições, aliás, uma inocente ideia:

Os deputados maranhenses se confinariam em uma casa no Barreto, os vereadores, no Coroadinho, o promotor e o magistrado, gênese do  lockdown, nas imediações de Pedrinhas e o governador, prefeito e secretários, no Fumacê. Como dinheiro não lhes falta, delivery não seria problema.

Dou um doce se o lockdown demorasse 24 horas.

Tenho dito.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.