CANALHAVÍRUS II

CANALHAVÍRUS II

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“Pensando no tal corona

Muita coisa atrapalha

Mas nada é tão nocivo

Quanto a ação de um canalha” (JMSB)

Na matéria CANALHAVÍRUS I, mostramos as características biológicas desse bandido e as dificuldades de combatê-lo. O corona todos sabemos ser chinês, o CANALHAVÍRUS tem cepas em todos os continentes, mas a variedade brasileira é preponderante mundialmente.

Como o CANALHAVÍRUS é ideologicamente de esquerda, carrega algumas características básicas da esquerdopatia: mentiroso, disfarçado, hipócrita, na primeira chance, corrupto e especialista em transformar verdades em mentiras e mentiras em verdades.

Analisarei essa história chamada isolamento social. Ninguém, no mundo, tinha certeza absoluta com essa pandemia, por exemplo, as verdades do ebola, não são as do corona e as verdades do primeiro epicentro, na China, não podem ser consideradas, visto o comunismo não rimar com democracia, liberdade e verdade.

Desde o primeiro momento, o presidente Bolsonaro avisava que qualquer medida de isolamento deveria levar em conta a saúde fiscal e financeira da pátria, pois isso também era defesa da vida. Nunca o presidente disse: eu sou contra o isolamento, mas sempre alertou que deveria  ser estabelecida uma espécie de calendário.

Alguém com dois neurônios, desde que um não seja de esquerda, entenderia  a beleza da preocupação presidencial e a prova é que, em todos os países sérios, se caminha para o término do isolamento

Aí entra o CANALHAVÍRUS, em múltiplas instâncias, que enfatizarei, hoje, somente uma: essa coisa fétida, chamada STF. Alguns governadores e prefeitos iniciaram a destruição da constituição, interferindo em assuntos que não lhes competia, inclusive sobre aviação civil, áreas costeiras e transporte interestadual. O presidente reagiu, o CANALHAVÍRUS mandou a esquerda peitar o presidente, via imprensa bandida e via STF. O mesmo CANALHAVÍRUS fez o STF agir. A sentença: o presidente Bolsonaro estava, a partir daquele momento, proibido de qualquer gestão, em nível estadual e municipal, sobre a pandemia.

O presidente estrebuchou, mas o governo federal, de maneira responsável, fez tudo que lhe cabia: eliminou  um agente infiltrado, chamado Mandetta, rompeu seus limites e convicções macroeconômicas e mandou recursos para todos estados e municípios. Foi a maior e mais rápida inclusão social, no mundo moderno, em todos os tempos.

Os bandidos fizeram até panelaços, por entenderem que o presidente Bolsonaro tinha sido desmoralizado pelo STF. Lascaram-se! Não fizeram um acordo com o chinês corona e, como odeiam a Bíblia, desconhecem Romanos 8: 28: “todas as coisas  cooperam juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”. Bolsonaro ama a Deus e demonstra isso com clareza.

O corona, não se sabe o porquê, teima em não atingir o Bolsonaro, que anda sem máscara, sem luva, sem gorro, come esfirra e o desespero deles é tão grande, que entraram na justiça, para saber resultados dos seus exames (uma absurda tentativa de violação de privacidade). O corona, nesse caso, é um chinês, mas não está sendo um aliado. (Kkkkkk)

As mortes chegam, o caos se instala e uma verdade, maior que o corona, se apresenta. Nos locais onde a saúde pública era melhor estruturada, sem ladrões de verbas públicas, as pisadas do corona são mais leves, porém nos locais onde a saúde pública era um frangalho, o corona faz a festa e aí ficou fácil entender onde se encontra o CANALHAVÍRUS.

Toda vez que alguém ouvir e ver um prefeito ou governador tentando botar no Bolsonaro a culpa pelo corona, não tenha dúvida: é um infectado terminal do CANALHAVÍRUS! O CANALHAVÍRUS, para minha decepção, não mata, mas consolida a canalhice do canalha.

Como a canalhice não é uma doença, mas uma síndrome, nos próximos episódios dissecarei outros aspectos interessantes desse diabólico CANALHAVÍRUS.

Aguardem e tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

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