O GENOCIDA BOLSONARO.

O GENOCIDA BOLSONARO

(*) João Melo e Sousa Bentivi(**)

Irei falar, em outra oportunidade, sobre um documento gestado por um grupo de bispos brasileiros, a respeito do governo Bolsonaro,  e antes que o faça, adianto que cagadas são naturais na vida dos homens, mas cagadas em quem advoga  a pretensão de ser a voz de Deus na terra, se torna algo imperdoável, mas deprimente, ainda, se falar a baboseira em nome de Cristo. Esses bispos parecem que se esqueceram do papelão nefasto da Igreja, durante a Idade Média, ou do papa Pio XII, em relação ao nazismo.

Vamos lembrá-los em momento oportuno e não adianta, depois, pedir perdão. O reino dos céus é dualista e cada bispo, supondo que tenha lido a Bíblia, conhece esse texto. “Quem comigo não ajunta, espalha” (Lucas 11:23). Caso apresentem uma só bandeira anticristã, do governo Bolsonaro, me rendo e aproveitem, senhores bispos, para mostrar uma única bandeira bíblica das esquerdas. Nesse caso, me tornarei esquerdista!

Mas essa discussão séria fica para outra oportunidade. Vamos tratar do “genocida”.

A definição de genocídio é clara (do grego genos – tribo, raça e do latim cidio – matar). É o ato deliberado de extermínio da existência física de um povo, raça, grupos nacionais, étnicos ou religiosos. É um termo oriundo do pós- guerra, que, segundo a ONU, em 1946, seria “a recusa ao direito de existência de inteiros grupos humanos…”.

Foi estabelecido como crime, de caráter internacional, em 09.12.48, e entre as suas definições, citam-se:

  1. a) Assassinato de membros do grupo;
  2. b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
  3. c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;
  4. d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
  5. e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.

Agora, algumas notícias e manchetes, nos últimos tempos.

“Barroso diz que STF impede genocídio”. “Bolsonaro é denunciado em Haia por genocídio”. “Genocídio: Bolsonaro é alvo de nova queixa. “Sindicatos acusam Bolsonaro de genocídio”. “O Exército está se associando a um genocídio” – (Gilmar Mendes).

Pergunto, agora, a cada leitor: onde está uma única atitude do Governo Bolsonaro que se enquadre na definição de GENOCÍDIO? Nem mesmo os esquerdopatas encontram essa resposta, imagine uma pessoa consciente, séria e honesta. Quem sabe, não seriam essas acusações desvairadas, sem pé e nem cabeça, sem sustentação fática a razão da manutenção, quase mitológica, da popularidade do presidente?

As atitudes em favor do povo brasileiro, tomadas pelo Governo Bolsonaro, na pandemia, foram tantas, mas resumo-as: não faltou ajuda para as populações vulneráveis, estabeleceu-se a maior distribuição de rendas da história brasileira, não faltaram recursos aos governos estaduais e municipais,  não faltaram insumos dependentes do governo federal, foram propostas medidas para manutenção dos empregos, liberação de créditos para as empresas sobreviverem e garantirem os empregos dos brasileiros, etc. etc. etc.

Pergunto, agora, para você, vagabundo esquerdopata (claro que pessoas sérias não necessitam dessa indagação): onde está uma só atitude genocida do Governo Bolsonaro? Para chamar Bolsonaro de genocida, ou o cara não sabe quem é o Bolsonaro, ou não sabe o que é genocídio ou é um “vagabundo mental” (as aspas escondem um outro termo pornográfico, que manterei na minha mente, que pode ser grafado com três letras maiúsculas do alfabeto).

Caso o meu cretino leitor esquerdista queira encontrar um genocida, vou dar algumas pistas.

1 – Aquele governador, prefeito, secretário de saúde ou ministro que sonegou a hidroxicloroquina aos pobres, ou mandou ministrar somente quando o pobre estava nas UTIs, não tem dúvida, É UM GENOCIDA!

2 – Aquele governador, secretário ou prefeito que  desviou o dinheiro público, enviado pelo governo Bolsonaro, na corrupção, chamada vulgarmente de COVIDÃO, esse, não tem dúvida, É UM GENOCIDA.

3 – Aquele governador, prefeito, secretário, ministro, juiz ou promotor que advogou o isolamento total, que provou não ser remédio para o covid, mas que matará de fome e miséria milhões de brasileiros, não tem dúvida, É UM GENOCIDA.

4 – Aquele ministro ou ministros que tiraram o poder coordenador do Governo Bolsonaro (o governo mais honesto em toda história brasileira) e o colocaram, indistintamente, nas mãos  da bandalha corrupta que infesta a pátria, são a raiz da corrupção da pandemia, PERFEITOS GENOCIDAS.

5 – Aqueles médicos, a exemplo de alguns amazonenses, que ministraram hidroxocloroquina em doses brutais, dez vezes maiores que as doses habituais, com 100% de óbitos, são QUALIFICADOS GENOCIDAS.

As mortes da pandemia que decorreram do VÍRUS CHINÊS e das morbidades e comorbidades da espécie humana são denominadas de morte natural, entretanto todas as mortes decorrentes da corrupção do covid e da sonegação de drogas, bem como milhões de mortes que advirão da pobreza decorrente dos tais lockdowns esquerdistas são, juridicamente, homicídios qualificados, hediondos e se enquadram perfeitamente como GENOCÍDIO.

É, de fato, no Brasil, tem genocidas, mas não é o tal Bolsonaro e não adianta forçar a barra. Caso alguém queira encontrar algum genocida, basta enquadrá-lo em qualquer um dos cinco grupos, antes elencados.

Mas se o cara não fizer parte de nenhum dos grupos e, em algum momento vociferar, por exemplo, “lula livre”, “fora Bolsonaro”, cuidado, pode não ser um genocida, porém é, pelo menos, um admirador.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

 

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