OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL V

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL V

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Para você que não leu as quatro versões anteriores, uma explicação: Bolsonaro não tem bandidos no seu governo.  Mas estou falando de bandidos, sim, bandidos, nem sempre incursos no Código Penal, apesar de muitos estarem em múltiplos capítulos, porém alguns são bandidos na acepção extensiva de seus métodos espúrios e abomináveis.

Todos esses bandidos, tanto no sentido lato, quanto extensivos ajudam demais ao presidente Bolsonaro e não por determinação do Bozo, mas pelo cumprimento da Bíblia: “todas as coisas contribuem conjuntamente para o bem daqueles que amam a Deus…” (Romanos 8: 32). Afinal, o cara teima em dizer Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!

Hoje, o bandido V, é genérico: a esquerda. Não é fácil ser uma pessoa coerente, democrata e cristã sendo esquerdista. Incompatibilidade absoluta.

O maior etambém o mais gritante desconhecimento da esquerda é o conceito de democracia e darei umas tarefas, não para crianças do primeiro grau, porém para as elites esquerdopatas e esquerdofílicas das universidades brasileiras..

Mostre um só país comunista democrata? Mostre um país comunista com imprensa livre? Mostre um país comunista com liberdade religiosa? Mostre um país comunista em que o povo tenha plenitude no direito de ir e vir? Mostre um país comunista sem censura de opinião? Mostre um país comunista em que qualquer pessoa pode ameaçar de morte um presidente? Mostre um país comunista que tenha justiça independente? Mostre um só país comunista com plenitude de atividade parlamentar? Mostre um só país democrata que tenha um muro para impedir a saída de um seu cidadão?

As respostas a essas indagações já seriam suficientes para que nenhum brasileiro, por exemplo, seguisse ou admirasse esse diabólico ideário, mas, infelizmente, muitos continuam nesse deprimente estágio. A explicação religiosa é simples: coisa do capeta, mas apontarei outras razões para tal.

Esquerdopatas e esquerdofílicos não possuem, de fato, pátria, são apátridas, pois o que eles amam mesmo não é o Brasil, não é a França, não é a Argentina, porém o ideário marxista. São orgânicos e repetem as acusações e achincalhes em nível mundial. Não se emocionam com o hino nacional, mas desejam cantar a canção da internacional socialista, conforme já aconteceu, no Brasil, em falsas escolas do MST.

A resposta das indagações é um número bem conhecido, o zero. Não existe nenhum país comunista democrático, tampouco que o seu povo possa se dizer feliz.

Alguém imagina seriedade em uma pesquisa de opinião na Coréia do Norte, na Venezuela, em Cuba ou na China? Alguém acredita em qualquer estatística chinesa sobre covid? A veracidade dessas respostas será a mesma que uma nota de três reais, entretanto a infelicidade no comunismo é a mais cruel realidade.

Ah! Alguém pode me alertar: a esquerda é boa para Bolsonaro? Não o atrapalha? Não deseja a sua morte? Como pode beneficiar ao presidente Bolsonaro?

Simples. As escolhas inteligentes não são feitas entre as coisas perfeitas e imperfeitas, mas entre as melhores e piores. O presidente Bolsonaro, ao meu critério, é cheio de defeitos, inclusive fala demais, mas ao compará-lo com o passado esquerdopata, torna-se o mito.

Defende os verdadeiros valores da democracia, os princípios familiares, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, o amor à pátria, o respeito aos princípios da seriedade, tudo aquilo que  a esquerda tentou solapar.

Mas posso ser mais didático. A esquerda brasileira ensinou, com maestria, o valor do verbo ROUBAR e Bolsonaro, todo santo dia ensina o conceito da seriedade com a coisa pública, em outras palavras, digam tudo do Bozo, mas é impossível alcunhá-lo de LADRÃO.

No exemplo puro e simples, na história mundial, quando se escolhe o LADRÃO, Cristo é crucificado, nesse caso, o ladrão é a esquerda e o crucificado é o povo, portanto o melhor destino para o ladrão é a cadeia.

Precisa dizer mais alguma coisa?

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL IV

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“O Brasil é terra boa, até para admirar

Tem matas, rios, garoa e em se plantando tudo dá

O diabo é ter uma esquerda, aliada de satanás

Trabalhando todo tempo pra nos botar para trás

Mas Deus olhando de cima, abençoou a nação

E disse aos brasileiros: sigam com o capitão”. (JMSB)

Já tratei de muitos bandidos, nessas postagens, e tenho dificuldade, repito, de encontrar o pior, a concorrência para o cinturão do mais diabólico é enorme: STF, LULADRÃO e imprensa.  A relação vai aumentar, entretanto todos se assemelham em uma coisa: melhoram a vida do Bolsonaro.

Hoje vou tratar do “bandido genocida”.  Essa é uma das acusações mais preferidas pelos esquerdopatas, contra o presidente, e eles imaginavam que ao massacrarem o presidente de maneira impiedosa, o presidente seria reconhecido por essa alcunha e estaria destruído. Lascaram-se!

Aliás, a acusação de genocida tem semelhança com aquela da suposta interferência de Bolsonaro na PF, coisa que ninguém acredita e ninguém mais fala e na matéria que postei, em 27 de julho, expliquei o que significava genocídio: do grego genos – tribo, raça e do latim cidio – matar. É o ato deliberado de extermínio da existência física de um povo, raça, grupos nacionais, étnicos ou religiosos. É um termo oriundo do pós-guerra, que, segundo a ONU, em 1946, seria “a recusa ao direito de existência de inteiros grupos humanos…”.

Evidente que Bolsonaro não se enquadra nessa definição, mas eu relatarei algumas atitudes de um determinado brasileiro e, ao final, você, leitor, dirá se está ou não enquadrado no conceito de genocídio.

Imaginem um Ministro da Saúde que, após mais de um ano de administração, ainda não tinha apresentado nenhum avanço expressivo nas políticas públicas de saúde, quando, de repente, irrompe a pandemia. O sujeito saca a fórmula de combate: fiquem todos em casa, não tome nenhum medicamento a não ser paracetamol, espere piorar em casa, aí volte a procurar um hospital, para, em insuficiência respiratória grave, ser entubado e, depois, morrer, para melhorar as estatísticas de prefeitos e governadores e, assim, aumentar o repasse do dinheiro, para ser gasto sem licitação, no paraíso diabólico do COVIDÃO.

Enquanto isso, os ricos e classe média faziam seus estoques de cloroquina, a ponto dessa droga faltar em toda rede de farmácias e os preços ficarem inflacionados e proibitivos. A falta da cloroquina, inclusive sonegada politicamente pelos administradores esquerdistas, matou somente pobres. É ou não é genocídio?

A desculpa era risível, se não fosse trágica: não há comprovação científica de cura.  Sim, não havia comprovação para nenhuma droga e, entre todas, a cloroquina era, de longe, a mais testada. Ah! A cloroquina pode matar! Sim, tudo em medicina pode matar, mas se o uso da cloroquina tivesse matado, a imprensa bandida teria noticiado e os únicos casos comprovados de morte por cloroquina foram no Amazonas, quando médicos irresponsáveis aplicaram-na em doses dez vezes maiores. Esses verdadeiros homicídios iatrogênicos não mereceram importância, devido a pusilanimidade ideológica dessa imprensa bandida e os mortos serem pessoas humildes.

Mas o tempo é o senhor da razão, de repente, a fatídica OMS se rende a cloroquina e a própria China Comunista, fabricante do vírus comunista, maior beneficiária financeira da pandemia afirma: USEM A CLOROQUINA.

Alguém saberia dizer, nesses mais de 100 mil óbitos brasileiros, quantos o foram pela sonegação da droga cloroquina, pelos Mandetas da vida, encastelados em estados e municípios? Aqui no Maranhão, quando alguns médicos descaradamente tentavam puxar saco do comunista dos Leões, em campanha contra a cloroquina, eu os desafiei: se você é contra, assine um documento dizendo que não aceita a droga, caso se contamine.

Sabem quantos responderam? Zero. Alguns esculhambavam nas suas redes e prescreviam para as suas famílias. Esses médicos, que assim o fizeram, são cúmplices de genocídio, mas antes são mesmo FDP, da estirpe de um tal UIP, que se curou e renegou a droga.

O tempo é o senhor da razão (repito) e quem mais se desmoralizou com o reconhecimento chinês da cloroquina foi o grupo esquerdopata, pegou uma severa bordoada: os chineses redimiram a cloroquina. O que falta é essa súcia é dizer: Bolsonaro tem razão. A imprensa bandida faz de conta que isso não é notícia, mas o povo se orgulha da atitude do seu presidente, que sempre, com todos os achincalhes, defendeu a cloroquina.

Nada, porém, apagará as milhares de mortes pela sonegação política da cloroquina, que foi uma atitude francamente genocida, cujo personagem master é um lixo chamado Mandeta.

Caso esses esquerdopatas tivessem o mínimo de discernimento cristão, estariam em desespero, mas Cristo e Deus não fazem parte do cardápio de pensares de um bom esquerdista. Porém isso não os livrará do castigo eterno. A propósito quero oferecer e instá-los a guardar o versículo de Mateus 25: 41: “mas o Rei ordenará aos que estiverem  à sua esquerda: malditos! Afastai-vos  de mim. Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.

Como dizem os padres (até os esquerdopatas), na missa: palavra do Senhor.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

 

 

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL III

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME III

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Ao iniciar essa série “bandidos de Bolsonaro” não imaginava a dificuldade maior que teria: quem é o pior bandido? Juro que não consigo responder, pois a desqualificação ética e argumentativa, a maldade dos argumentos, as mistificações nos comentários me dão a sincera impressão de que essa turma recebe inspiração diretamente de satanás. Simples, assim.

Depois do STF e do ladrão alcunhado de Lula, vou tratar hoje de um grupo de pessoas, no singular: A IMPRENSA.  Esquerdopata, claro.

A primeira impressão é que uma grande parte dos jornalistas sofre de uma doença grave, na sua formação jornalística: esquerdopatia sistêmica crônica. O curso de comunicação social é um dos cursos mais afetados pela doença e sei disso, porque sou formado em comunicação e exerço, ininterruptamente, o jornalismo, por quase 40 anos.

À medida que se ideologizou a formação, comprometeu-se a qualidade do futuro profissional e quando sobreveio a hecatombe esquerdopata, iniciada por FHC, essa imprensa com formação comprometida passou a viver às custas da sociedade, aspirando as migalhas do poder.

A chegada de Bolsonaro foi um choque cavalar, estava encerrada a mamata e passaram a vivenciar o velho adágio popular: vai trabalhar, vagabundo. Especialista em mamatas odeia derramar o suor do rosto e calejar as mãos.

Mesmo antes do presidente assumir, iniciou-se o massacre, vinte e quatro horas, em sete dias semanais e a ideia era simples: esse cara não resiste nem seis meses. Quebraram a cara, e como quebraram.

Um dia, cansado das mentiras da GLOBOLIXO e seus similares, ainda tive um sonho, que se tornou um pesadelo. Sonhei com o início das atividades de uma tal CNN. Absoluto engano, tão indigesta e mentirosa quanto a GLOBOLIXO, tentando vestir uma capa de imparcialidade, ou seja, tão nefasta quanto a outra, somente mais hipócrita.

Tempo passa, crises, pandemia, problemas, perseguições, erros administrativos e até mesmo de inexperiência, tudo hiperbolizado às últimas consequências. O presidente, sem nenhum critério de seriedade por parte dessa maldita imprensa, passou a receber uma lista de títulos deploráveis: machista, homofóbico, discriminador, injuriador, fascista, nazista, genocida, etc.

Quem resistiria uma guerra desse tamanho? Alguém sobreviveria politicamente? A resposta era NÃO, até aparecer um nome, Jair Messias Bolsonaro. Não preciso dizer ou comprovar nada, as pesquisas falam tanto, que a esquerda perdeu o rumo.

Quero fazer uma revelação para os jornalistas descontentes e derrotados: vocês fazem parte do sucesso do Bolsonaro, vocês são bandidos que melhoram a vida de Bolsonaro, como coloco no título dessa série, “são bandidos de Bolsonaro”.

Vou ensiná-los o porquê. São muitos porquês.

Primeiro, o povo não é burro e entendeu, desde a eleição avassaladora, que o presidente era uma espécie política diferente. Falava até impropriedades, mas não era mentiroso, poderia ser duro, mas não insensível, tinha o cargo mais importante da nação, sem perder a simplicidade de homem do povo. Acima de tudo, não era ladrão.

Segundo, o povo também entendeu que quem defende os valores da sociedade séria, valores cristãos, respeito a pátria, respeito à família tem qualidades satisfatórias, ademais, não pode ser um qualquer para sustentar o slogan BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS.

Terceiro, a população entendeu que essa imprensa vagaba fazia coro com um tal STF, OMS e figuras pouco recomendáveis para democracia como Maia, Alcolumbre, Renan, Dirceu, Gilmar, Toffoli, Fachin, Alexandre, Doria, Witzel e semelhantes. O povo entendeu, rapidinho, quem era parceiro de satanás, o velho ditado do digas com quem andas e direi quem tu és.

A pandemia foi a pá de cal. Vou resumir. Os ladrões da pandemia são incontáveis, mas nenhum no governo federal. O “fique em casa”, que era uma farsa política, foi desmoralizado e a cloroquina que a bandidalha tentou desqualificar, agora até a China e a OMS falam a verdade que Bolsonaro falou e tanto foi acusado.

Estão recomendando o uso da cloroquina e uma substancial parte dos mais de 100.000 óbitos está nas mãos de prefeitos e governadores adversários de Bolsonaro. Quem quiser encontrar um genocida, procure nesse grupo e jamais no governo Bolsonaro.

Esse conjunto de malandros programou números macabros para destruir o Bolsonaro. Iniciou-se quando aconteceu o primeiro dia, em que os óbitos passaram do número 1.000, depois, quando os óbitos ultrapassaram 100.000. Lascaram-se. O povo já tinha consciência que a gestão das mortes, o não uso da prevenção com a cloroquina, a corrupção generalizada, nada tinha a ver com Bolsonaro. Zero para os bandidos e dez para o Bozo.

Vou terminar, mas lá na minha Pedreiras, na minha infância, Bolsonaro seria o “toucinho encroado”, toucinho com cabelo. Explico.

Para se pelar o porco e ficar o toucinho, se usa água fervente, porém tem um detalhe, se a água fervente for demais, o cabelo não sai nunca mais e, a partir daí, você pode colocar toda água fervente do planeta, mais  não pela, o cabelo não sai: “toucinho encroado”. É o Bolsonaro.

Imprensa bandida, acoleada e coleada com o STF e setores do Congresso Nacional, tirem o cavalo da chuva, quanto mais baterem no Bolsonaro, mais ele fica firme, é o “toucinho encroado”. Vocês não conseguem entender e nunca irão entender, como Faraó, estão cegos para compreender o milagre da existência e sobrevivência de Bolsonaro e isso é compreensível, pois uma cabeça, materialista e marxista (diabólica) não tem capacidade de entender os milagres.

Muito há por vir, no porvir, e é melhor se acostumar com a palavra MITO.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

 

OS BANDIDOS DE BOLSONARO II

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME II

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Na matéria anterior, “os bandidos eram plurais”, falei do tal STF, agora irei para o singular e esse sujeito não é um bandido por esforço semântico. Sim, é verdadeiramente bandido, apenado, sentença confirmada em inúmeras vezes e ninguém tem dúvida, mesmo um doente esquerdopata ou esquerdofílico, que estamos falando do marginal Lula, a quem cognominei de LULADRÃO.

É o maior aliado do presidente Bolsonaro. Não tente me desqualificar, como louco, pois explicarei tudo.

Um detalhe inicial: as semelhanças entre Lula e Bolsonaro são muito poucas, talvez a condição humana, heterossexualidade, presidência da República, respirar oxigênio e poucas coisitas mais. Em contrário, as diferenças são abissais e eu resumiria em poucas e simplórias palavras: um é absolutamente honesto e o outro é totalmente ladrão. Evidente que não há uma só pessoa no mundo que não entenda que a honestidade rima com um tal de Bolsonaro e a ladroagem é aspecto genético-comportamental do “nonodáctilo”, denominado Lula.

Onde se dá a aliança benéfica para com Bolsonaro? Em vários aspectos.

O bandido Lula é um autocrata partidário e tem um séquito de capachos obedientes. No PT e nas esquerdas subservientes ele determina tudo, como, por exemplo, a escolha do poste Hadade. Esse modus operandi determina a não existência de lideranças esquerdistas viáveis, a ponto de alguém abaixo da linha do zero eleitoral, como o governador Dino, do Maranhão, ter aventado a hipótese de se candidatar.

Esse mesmo comportamento facista-ditatorial do Lula divide as esquerdas de modo irremediável, como, por exemplo, a impossibilidade do verborrágico Ciro Gomes se assentar como cordeiro amestrado do lulismo.

Imagine-se, agora, um debate entre Bolsonaro e Lula, em um hipotético segundo turno. Seria imperdível. A vida pregressa do sujeito é uma feira de amostra de indignidades e exemplo a nunca ser seguido por qualquer pessoa de bem. O cara nunca estudou, trabalhou muito pouco, aboletou-se na atividade sindical, perdeu um dedo de maneira mal explicada, alcoólatra, mau pai, usou os bens da república em aventuras (leia-se, por exemplo, o avião presidencial), colocou os parentes em sinecuras e corrupções e o esquema chefiado por ele é a maior corrupção da história da humanidade.

Caro leitor, você gostaria de seguir esse exemplo? Gostaria que alguém de sua família seguisse esse exemplo? Gostaria que o prefeito de sua cidade ou o governador do seu estado tivesse essas qualidades? Finalmente, você gostaria que o Brasil ressuscitasse da trevas todos os bandidos esquerdistas, incluindo o próprio Lula? Claro que sua resposta e a resposta da maioria dos brasileiros é não, pois quem responde sim, ou não tem sentimentos, ou não tem consciência ou é tão bandido, quanto o Lula.

Quando disse que Lula é aliado de Bolsonaro não estava bêbado como costumeiramente o Lula está, mas o candidato dos sonhos do Bolsonaro em uma eleição majoritária é o Lula, como se dizia antigamente, é pule de dez. Democratas, torçamos pela candidatura do Lula, apressemos o óbito eleitoral do famigerado larápio.

Melhor ainda é a análise dos possíveis aliados no palanque do bandido: Dória, Wytzel, Renan, Botafogo, Freixo, Lindberg, Flavio Dino, Zé Dirceu, Mantega, Jandiras, Boff, Beto, Rosários, Boulos, Alcolumbre, Gedel, Gilmar, Gleise, Dylma, Dias, Raul Castro, Maduro…ufa, é lixo demais! Chame-se a GLOBOLIXO!!!!

Caso essa turma fosse convocada para uma assembleia geral de alguma coisa (que não seria séria), qual seria o auditório mais conveniente e pertinente para o conclave: a Capela Sistina, Mesquita Azul, Muro das Lamentações ou a Papuda?

Responda meu leitor, não quero influenciá-lo com a minha resposta.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME I

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME I

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Não pensem tolices, essa afirmação do título é provocação, de cara, porque, pela primeira vez, na história da pátria, não há bandidos no executivo. A gente se acostumou tanto com ladrões esquerdistas, comunistas e outros istas assemelhados, que honestidade, que é um simples dever, passou a ser mérito.

Segundo, vou tratar de entidades e pessoas que podem, necessariamente não serem bandidos, no sentido lato da palavra, mas essa corja tenta atrapalhar o governo, de maneira até desonesta, portanto, mesmo não o sendo, tem atitudes impróprias, que num esforço, quem sabe, linguisticamente impróprio, alcunharei de bandidos.

É uma longa relação e estou com dificuldades de nomear uma ordem crescente ou decrescente de apresentação, mas por uma questão prática, iniciarei com um tal STF.

Esse tribunal deveria ser composto por onze pessoas, de notável saber jurídico, condutas ilibadas e merecedoras do respeito da sociedade. Aí já está pelo menos duas contradições assustadoras: saber jurídico e respeito da sociedade.

Esse tribunal é o paraíso para uma classe de desqualificados, que a sociedade denominou, há muito, de “bandidos de colarinho branco”. Ser julgado no STF, para essa turma é alforria, basta imaginar que Renan Calheiros e Aécio Neves jamais serão julgados, enquanto isso, o tal STF é uma fábrica incansável de habeas corpus para múltiplos delinquentes.

Mas pode piorar, aliás, o STF tem melhora impossível e estão tentando, a todo custo, exterminar a Lava Jato, anular as condenações do bandido Lula, devolvendo a sua elegibilidade, bem como cassar a chapa Bolsonaro/Mourão (TSE). Ainda não o fizeram porque tem consciência de que há variáveis perigosíssimas nesse intento e, como dizia tio Chico, o buraco é mais embaixo.

Na pandemia, na perseguição ao Bolsonaro, logo no início, tiraram-lhe todas as competências, entregando-as a governadores e prefeitos, para fazer a festa do vírus bandido, denominado COVIDÃO. Não imaginavam eles que estavam se tornando os principais aliados do presidente, sem esquecer, entre tantos exemplos, a perseguição contra nomeações de servidores, obrigar o presidente a publicizar seus exames médicos, ameaça de confisco do celular e a tal interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.

Tudo balela da turma domimimi e xororô…

O que foi determinado para o presidente realizar, ele realizou e realizou muito mais ainda, notando-se que, republicanamente, o presidente enviou recursos para aliados e adversários, sem nenhuma discriminação. Quando o número de óbitos bateu os 100 mil, tentaram botar na conta do presidente, mas era tarde demais, o povo, o povão mesmo, já sabia e sabe que o presidente fez a sua parte. Caso as 100 mil mortes tenham um GENOCIDA, procurem entre prefeitos e governadores, boa parte corruptos, e entre os ministros do STF. Bolsonaro está fora.

O resultado dessas pixotadas aparece nas pesquisas de opinião. A GLOBOLIXO E A CNNLATRINA estão engolindo a seco a tese da existência do mito. A popularidade e aprovação não param de crescer. O cidadão consciente e mesmo o cidadão comum entenderam o óbvio: O STF PERSEGUE O PRESIDENTE BOLSONARO. Os perseguidos pelas boas causas não perdem eleições.

Vou repetir, de propósito, com outras palavras, a justiça de Deus não falha, quando tentaram colocar as 100 mil mortes nas costas do Bolsonaro, o povo não foi na onda e, a bem da verdade, essa pandemia é uma bronca tão grande, que o STF ajudou demais ao presidente, tirando, de suas mãos, a gestão da crise.

Uma simples observação. Existe uma entidade muito parecida com o STF: a OMS. Como, se uma é um tribunal e a outra é uma organização sob o carimbo da ONU? A pergunta tem nexo, uma trata de constituição e a outra de saúde, mas a semelhança é outra: nas cagadas produzidas. São duas organizações com diarreia comportamental permanente.

Caro leitor, você pode não entender patavina de leis e de saúde, mas posso lhe orientar. Tudo que o STF ou a OMS afirmar, não acredite, se lhe ordenar, desobedeça.

O mundo vai lhe agradecer e Deus, com certeza, se agradará.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

TORNEI-ME UM MONSTRO (*)

João Melo e Sousa Bentivi

Um dia, sem meu querer, fui projeto gestado

Nas entranhas do útero de um maior amor

Nada poderia, nem de longe, ser contestado

Estava escrito, então, mais um milagre do Senhor

 

Sem perceber, no dia a dia, em mim foi se juntando

Pedaços enormes e coloridos com estranha emoção

Cada pedacinho, em verdade, representando

As marcas de tantas pessoas, em meu velho coração

 

Sem entender, insidiosa ataca a velhice inclemente

Percebo a minha volta a multidão de ausentes

E cada um que se foi tirou de mim um pedaço

 

Estou menor, monstruoso, me assegura a vaidade

O fim, tão próximo e incansável, leva toda esperança

Mas deixa, assim, de lambança, o refúgio da saudade.

(*) Uma homenagem aos meus amigos que se foram com o tal covid

DESOBEDECER AO SUPREMO É DEFESA DA DEMOCRACIA

DESOBEDECER AO SUPREMO É DEFESA DA DEMOCRACIA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Não concordo mais com essa fábula de que “decisão judicial se cumpre”. Entendo que se discute e, se for do STF, deve ser desobedecida. Explico.

O STF é um tribunal constitucional e, teoricamente, deveria ser composto por pessoas da mais alta estirpe, com credibilidade indiscutível, passado sem névoas e atitudes escorreitas.  Alguém acha que essas características são as encontradas nos ministros? Nem eles mesmos acreditam nisso, basta ver que o presidente do STF é um costumeiro reprovado em concurso para juiz singular.

Os processos de figurões corruptos, notadamente do PT e PSDB, mofam nas gavetas do STF e, caso esses ministros tivessem um mínimo de vergonha e discernimento constitucional teriam, pelo menos constrangimento, mas para eles isso não incomoda, como dizia a minha santa mãe:  é sebo em venta de gato. Claro que não quero sacanear nenhum gato.

Pior, o sonho do STF é anular as condenações do maior e mais descarado marginal dessa pátria, um tal de Lula. Como nem eles e nem o Lula são capazes de encontrar inocência, estão armando artimanhas processuais, que não foram efetivadas, simplesmente, pelo medo da reação da opinião pública.

Em outro aspecto o STF se supera, basta um dos polos da lide se chamar Jair Messias Bolsonaro, a decisão é rápida, muito rápida: contra. Bolsonaro nunca está certo na visão desses ministros calças curtas. Os motivos e as decisões chegam a ser prosaicas, como impedir a nomeação de um diretor da PF, tornar pública uma reunião ministerial ou ter que mostrar os resultados de um exame laboratorial. Nenhuma suprema corte do mundo teria coragem de fazer umas cagadas desse tamanho, mas o nosso incomparável supremo tem. E como tem!

Quero, entretanto, analisar dois exemplos interessantes, quanto ao cumprimento de decisões do STF. O primeiro, quando Renan Calheiros, então presidindo o senado, desdenhou de uma ordem e ficou tudo por isso mesmo. O segundo, quando o pijamoso decano determinou o confisco do celular do presidente.

Renan não só descumpriu a ordem do supremo, como nunca será por esse supremo julgado. Os tais ministros do supremo que todo santo dia dão entrevistas, declarações, lives jamais falam a respeito de Renan. Qual a razão do silêncio?

Darei algumas opções que poderiam explicá-lo: espírito corporativo? O Renan é muito bonito? O Renan sabe segredos explosivos a respeito da vida de Donald Trump? Acho que essa última opção é a correta e explica razão de nenhum ministro do STF ter coragem de peitar e julgar Renan Calheiros, já que, entendo que todos os ministros do STF conhecem o versículo de 2 Timóteo 2: 15: “obreiros que não tem nada  que se envergonhar”.

O caso da tentativa de confisco do celular do presidente foi interessante. O pijamoso Celso, achando-se o Alexandre de Moraes da senilitude, tentou desmoralizar o instituto (mais que a pessoa) da Presidência da República. Quando o general Heleno deu a resposta, o tal ministro que foi alcunhado de ministro de merda pelo finado Saulo Ramos, sofreu um processo de borratura ministerial incoercível, tecnicamente se borrou e ficou tudo no dito por não dito.

Esse episódio demonstra que o presidente Bolsonaro, que jamais teria os argumentos de um Renana Calheiros, poderia contribuir grandemente com a democracia desobedecendo a uma dessas ordens ignominiosas desses togados. É hora, presidente, de se colocar um freio no absurdo, para defender a verdadeira democracia.

Desobedecer ao STF rima com “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.