OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL IV

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“O Brasil é terra boa, até para admirar

Tem matas, rios, garoa e em se plantando tudo dá

O diabo é ter uma esquerda, aliada de satanás

Trabalhando todo tempo pra nos botar para trás

Mas Deus olhando de cima, abençoou a nação

E disse aos brasileiros: sigam com o capitão”. (JMSB)

Já tratei de muitos bandidos, nessas postagens, e tenho dificuldade, repito, de encontrar o pior, a concorrência para o cinturão do mais diabólico é enorme: STF, LULADRÃO e imprensa.  A relação vai aumentar, entretanto todos se assemelham em uma coisa: melhoram a vida do Bolsonaro.

Hoje vou tratar do “bandido genocida”.  Essa é uma das acusações mais preferidas pelos esquerdopatas, contra o presidente, e eles imaginavam que ao massacrarem o presidente de maneira impiedosa, o presidente seria reconhecido por essa alcunha e estaria destruído. Lascaram-se!

Aliás, a acusação de genocida tem semelhança com aquela da suposta interferência de Bolsonaro na PF, coisa que ninguém acredita e ninguém mais fala e na matéria que postei, em 27 de julho, expliquei o que significava genocídio: do grego genos – tribo, raça e do latim cidio – matar. É o ato deliberado de extermínio da existência física de um povo, raça, grupos nacionais, étnicos ou religiosos. É um termo oriundo do pós-guerra, que, segundo a ONU, em 1946, seria “a recusa ao direito de existência de inteiros grupos humanos…”.

Evidente que Bolsonaro não se enquadra nessa definição, mas eu relatarei algumas atitudes de um determinado brasileiro e, ao final, você, leitor, dirá se está ou não enquadrado no conceito de genocídio.

Imaginem um Ministro da Saúde que, após mais de um ano de administração, ainda não tinha apresentado nenhum avanço expressivo nas políticas públicas de saúde, quando, de repente, irrompe a pandemia. O sujeito saca a fórmula de combate: fiquem todos em casa, não tome nenhum medicamento a não ser paracetamol, espere piorar em casa, aí volte a procurar um hospital, para, em insuficiência respiratória grave, ser entubado e, depois, morrer, para melhorar as estatísticas de prefeitos e governadores e, assim, aumentar o repasse do dinheiro, para ser gasto sem licitação, no paraíso diabólico do COVIDÃO.

Enquanto isso, os ricos e classe média faziam seus estoques de cloroquina, a ponto dessa droga faltar em toda rede de farmácias e os preços ficarem inflacionados e proibitivos. A falta da cloroquina, inclusive sonegada politicamente pelos administradores esquerdistas, matou somente pobres. É ou não é genocídio?

A desculpa era risível, se não fosse trágica: não há comprovação científica de cura.  Sim, não havia comprovação para nenhuma droga e, entre todas, a cloroquina era, de longe, a mais testada. Ah! A cloroquina pode matar! Sim, tudo em medicina pode matar, mas se o uso da cloroquina tivesse matado, a imprensa bandida teria noticiado e os únicos casos comprovados de morte por cloroquina foram no Amazonas, quando médicos irresponsáveis aplicaram-na em doses dez vezes maiores. Esses verdadeiros homicídios iatrogênicos não mereceram importância, devido a pusilanimidade ideológica dessa imprensa bandida e os mortos serem pessoas humildes.

Mas o tempo é o senhor da razão, de repente, a fatídica OMS se rende a cloroquina e a própria China Comunista, fabricante do vírus comunista, maior beneficiária financeira da pandemia afirma: USEM A CLOROQUINA.

Alguém saberia dizer, nesses mais de 100 mil óbitos brasileiros, quantos o foram pela sonegação da droga cloroquina, pelos Mandetas da vida, encastelados em estados e municípios? Aqui no Maranhão, quando alguns médicos descaradamente tentavam puxar saco do comunista dos Leões, em campanha contra a cloroquina, eu os desafiei: se você é contra, assine um documento dizendo que não aceita a droga, caso se contamine.

Sabem quantos responderam? Zero. Alguns esculhambavam nas suas redes e prescreviam para as suas famílias. Esses médicos, que assim o fizeram, são cúmplices de genocídio, mas antes são mesmo FDP, da estirpe de um tal UIP, que se curou e renegou a droga.

O tempo é o senhor da razão (repito) e quem mais se desmoralizou com o reconhecimento chinês da cloroquina foi o grupo esquerdopata, pegou uma severa bordoada: os chineses redimiram a cloroquina. O que falta é essa súcia é dizer: Bolsonaro tem razão. A imprensa bandida faz de conta que isso não é notícia, mas o povo se orgulha da atitude do seu presidente, que sempre, com todos os achincalhes, defendeu a cloroquina.

Nada, porém, apagará as milhares de mortes pela sonegação política da cloroquina, que foi uma atitude francamente genocida, cujo personagem master é um lixo chamado Mandeta.

Caso esses esquerdopatas tivessem o mínimo de discernimento cristão, estariam em desespero, mas Cristo e Deus não fazem parte do cardápio de pensares de um bom esquerdista. Porém isso não os livrará do castigo eterno. A propósito quero oferecer e instá-los a guardar o versículo de Mateus 25: 41: “mas o Rei ordenará aos que estiverem  à sua esquerda: malditos! Afastai-vos  de mim. Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.

Como dizem os padres (até os esquerdopatas), na missa: palavra do Senhor.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *