OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL III

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME III

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Ao iniciar essa série “bandidos de Bolsonaro” não imaginava a dificuldade maior que teria: quem é o pior bandido? Juro que não consigo responder, pois a desqualificação ética e argumentativa, a maldade dos argumentos, as mistificações nos comentários me dão a sincera impressão de que essa turma recebe inspiração diretamente de satanás. Simples, assim.

Depois do STF e do ladrão alcunhado de Lula, vou tratar hoje de um grupo de pessoas, no singular: A IMPRENSA.  Esquerdopata, claro.

A primeira impressão é que uma grande parte dos jornalistas sofre de uma doença grave, na sua formação jornalística: esquerdopatia sistêmica crônica. O curso de comunicação social é um dos cursos mais afetados pela doença e sei disso, porque sou formado em comunicação e exerço, ininterruptamente, o jornalismo, por quase 40 anos.

À medida que se ideologizou a formação, comprometeu-se a qualidade do futuro profissional e quando sobreveio a hecatombe esquerdopata, iniciada por FHC, essa imprensa com formação comprometida passou a viver às custas da sociedade, aspirando as migalhas do poder.

A chegada de Bolsonaro foi um choque cavalar, estava encerrada a mamata e passaram a vivenciar o velho adágio popular: vai trabalhar, vagabundo. Especialista em mamatas odeia derramar o suor do rosto e calejar as mãos.

Mesmo antes do presidente assumir, iniciou-se o massacre, vinte e quatro horas, em sete dias semanais e a ideia era simples: esse cara não resiste nem seis meses. Quebraram a cara, e como quebraram.

Um dia, cansado das mentiras da GLOBOLIXO e seus similares, ainda tive um sonho, que se tornou um pesadelo. Sonhei com o início das atividades de uma tal CNN. Absoluto engano, tão indigesta e mentirosa quanto a GLOBOLIXO, tentando vestir uma capa de imparcialidade, ou seja, tão nefasta quanto a outra, somente mais hipócrita.

Tempo passa, crises, pandemia, problemas, perseguições, erros administrativos e até mesmo de inexperiência, tudo hiperbolizado às últimas consequências. O presidente, sem nenhum critério de seriedade por parte dessa maldita imprensa, passou a receber uma lista de títulos deploráveis: machista, homofóbico, discriminador, injuriador, fascista, nazista, genocida, etc.

Quem resistiria uma guerra desse tamanho? Alguém sobreviveria politicamente? A resposta era NÃO, até aparecer um nome, Jair Messias Bolsonaro. Não preciso dizer ou comprovar nada, as pesquisas falam tanto, que a esquerda perdeu o rumo.

Quero fazer uma revelação para os jornalistas descontentes e derrotados: vocês fazem parte do sucesso do Bolsonaro, vocês são bandidos que melhoram a vida de Bolsonaro, como coloco no título dessa série, “são bandidos de Bolsonaro”.

Vou ensiná-los o porquê. São muitos porquês.

Primeiro, o povo não é burro e entendeu, desde a eleição avassaladora, que o presidente era uma espécie política diferente. Falava até impropriedades, mas não era mentiroso, poderia ser duro, mas não insensível, tinha o cargo mais importante da nação, sem perder a simplicidade de homem do povo. Acima de tudo, não era ladrão.

Segundo, o povo também entendeu que quem defende os valores da sociedade séria, valores cristãos, respeito a pátria, respeito à família tem qualidades satisfatórias, ademais, não pode ser um qualquer para sustentar o slogan BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS.

Terceiro, a população entendeu que essa imprensa vagaba fazia coro com um tal STF, OMS e figuras pouco recomendáveis para democracia como Maia, Alcolumbre, Renan, Dirceu, Gilmar, Toffoli, Fachin, Alexandre, Doria, Witzel e semelhantes. O povo entendeu, rapidinho, quem era parceiro de satanás, o velho ditado do digas com quem andas e direi quem tu és.

A pandemia foi a pá de cal. Vou resumir. Os ladrões da pandemia são incontáveis, mas nenhum no governo federal. O “fique em casa”, que era uma farsa política, foi desmoralizado e a cloroquina que a bandidalha tentou desqualificar, agora até a China e a OMS falam a verdade que Bolsonaro falou e tanto foi acusado.

Estão recomendando o uso da cloroquina e uma substancial parte dos mais de 100.000 óbitos está nas mãos de prefeitos e governadores adversários de Bolsonaro. Quem quiser encontrar um genocida, procure nesse grupo e jamais no governo Bolsonaro.

Esse conjunto de malandros programou números macabros para destruir o Bolsonaro. Iniciou-se quando aconteceu o primeiro dia, em que os óbitos passaram do número 1.000, depois, quando os óbitos ultrapassaram 100.000. Lascaram-se. O povo já tinha consciência que a gestão das mortes, o não uso da prevenção com a cloroquina, a corrupção generalizada, nada tinha a ver com Bolsonaro. Zero para os bandidos e dez para o Bozo.

Vou terminar, mas lá na minha Pedreiras, na minha infância, Bolsonaro seria o “toucinho encroado”, toucinho com cabelo. Explico.

Para se pelar o porco e ficar o toucinho, se usa água fervente, porém tem um detalhe, se a água fervente for demais, o cabelo não sai nunca mais e, a partir daí, você pode colocar toda água fervente do planeta, mais  não pela, o cabelo não sai: “toucinho encroado”. É o Bolsonaro.

Imprensa bandida, acoleada e coleada com o STF e setores do Congresso Nacional, tirem o cavalo da chuva, quanto mais baterem no Bolsonaro, mais ele fica firme, é o “toucinho encroado”. Vocês não conseguem entender e nunca irão entender, como Faraó, estão cegos para compreender o milagre da existência e sobrevivência de Bolsonaro e isso é compreensível, pois uma cabeça, materialista e marxista (diabólica) não tem capacidade de entender os milagres.

Muito há por vir, no porvir, e é melhor se acostumar com a palavra MITO.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

 

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