OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL V

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL V

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Para você que não leu as quatro versões anteriores, uma explicação: Bolsonaro não tem bandidos no seu governo.  Mas estou falando de bandidos, sim, bandidos, nem sempre incursos no Código Penal, apesar de muitos estarem em múltiplos capítulos, porém alguns são bandidos na acepção extensiva de seus métodos espúrios e abomináveis.

Todos esses bandidos, tanto no sentido lato, quanto extensivos ajudam demais ao presidente Bolsonaro e não por determinação do Bozo, mas pelo cumprimento da Bíblia: “todas as coisas contribuem conjuntamente para o bem daqueles que amam a Deus…” (Romanos 8: 32). Afinal, o cara teima em dizer Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!

Hoje, o bandido V, é genérico: a esquerda. Não é fácil ser uma pessoa coerente, democrata e cristã sendo esquerdista. Incompatibilidade absoluta.

O maior etambém o mais gritante desconhecimento da esquerda é o conceito de democracia e darei umas tarefas, não para crianças do primeiro grau, porém para as elites esquerdopatas e esquerdofílicas das universidades brasileiras..

Mostre um só país comunista democrata? Mostre um país comunista com imprensa livre? Mostre um país comunista com liberdade religiosa? Mostre um país comunista em que o povo tenha plenitude no direito de ir e vir? Mostre um país comunista sem censura de opinião? Mostre um país comunista em que qualquer pessoa pode ameaçar de morte um presidente? Mostre um país comunista que tenha justiça independente? Mostre um só país comunista com plenitude de atividade parlamentar? Mostre um só país democrata que tenha um muro para impedir a saída de um seu cidadão?

As respostas a essas indagações já seriam suficientes para que nenhum brasileiro, por exemplo, seguisse ou admirasse esse diabólico ideário, mas, infelizmente, muitos continuam nesse deprimente estágio. A explicação religiosa é simples: coisa do capeta, mas apontarei outras razões para tal.

Esquerdopatas e esquerdofílicos não possuem, de fato, pátria, são apátridas, pois o que eles amam mesmo não é o Brasil, não é a França, não é a Argentina, porém o ideário marxista. São orgânicos e repetem as acusações e achincalhes em nível mundial. Não se emocionam com o hino nacional, mas desejam cantar a canção da internacional socialista, conforme já aconteceu, no Brasil, em falsas escolas do MST.

A resposta das indagações é um número bem conhecido, o zero. Não existe nenhum país comunista democrático, tampouco que o seu povo possa se dizer feliz.

Alguém imagina seriedade em uma pesquisa de opinião na Coréia do Norte, na Venezuela, em Cuba ou na China? Alguém acredita em qualquer estatística chinesa sobre covid? A veracidade dessas respostas será a mesma que uma nota de três reais, entretanto a infelicidade no comunismo é a mais cruel realidade.

Ah! Alguém pode me alertar: a esquerda é boa para Bolsonaro? Não o atrapalha? Não deseja a sua morte? Como pode beneficiar ao presidente Bolsonaro?

Simples. As escolhas inteligentes não são feitas entre as coisas perfeitas e imperfeitas, mas entre as melhores e piores. O presidente Bolsonaro, ao meu critério, é cheio de defeitos, inclusive fala demais, mas ao compará-lo com o passado esquerdopata, torna-se o mito.

Defende os verdadeiros valores da democracia, os princípios familiares, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, o amor à pátria, o respeito aos princípios da seriedade, tudo aquilo que  a esquerda tentou solapar.

Mas posso ser mais didático. A esquerda brasileira ensinou, com maestria, o valor do verbo ROUBAR e Bolsonaro, todo santo dia ensina o conceito da seriedade com a coisa pública, em outras palavras, digam tudo do Bozo, mas é impossível alcunhá-lo de LADRÃO.

No exemplo puro e simples, na história mundial, quando se escolhe o LADRÃO, Cristo é crucificado, nesse caso, o ladrão é a esquerda e o crucificado é o povo, portanto o melhor destino para o ladrão é a cadeia.

Precisa dizer mais alguma coisa?

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

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