OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME I

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOLUME I

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Não pensem tolices, essa afirmação do título é provocação, de cara, porque, pela primeira vez, na história da pátria, não há bandidos no executivo. A gente se acostumou tanto com ladrões esquerdistas, comunistas e outros istas assemelhados, que honestidade, que é um simples dever, passou a ser mérito.

Segundo, vou tratar de entidades e pessoas que podem, necessariamente não serem bandidos, no sentido lato da palavra, mas essa corja tenta atrapalhar o governo, de maneira até desonesta, portanto, mesmo não o sendo, tem atitudes impróprias, que num esforço, quem sabe, linguisticamente impróprio, alcunharei de bandidos.

É uma longa relação e estou com dificuldades de nomear uma ordem crescente ou decrescente de apresentação, mas por uma questão prática, iniciarei com um tal STF.

Esse tribunal deveria ser composto por onze pessoas, de notável saber jurídico, condutas ilibadas e merecedoras do respeito da sociedade. Aí já está pelo menos duas contradições assustadoras: saber jurídico e respeito da sociedade.

Esse tribunal é o paraíso para uma classe de desqualificados, que a sociedade denominou, há muito, de “bandidos de colarinho branco”. Ser julgado no STF, para essa turma é alforria, basta imaginar que Renan Calheiros e Aécio Neves jamais serão julgados, enquanto isso, o tal STF é uma fábrica incansável de habeas corpus para múltiplos delinquentes.

Mas pode piorar, aliás, o STF tem melhora impossível e estão tentando, a todo custo, exterminar a Lava Jato, anular as condenações do bandido Lula, devolvendo a sua elegibilidade, bem como cassar a chapa Bolsonaro/Mourão (TSE). Ainda não o fizeram porque tem consciência de que há variáveis perigosíssimas nesse intento e, como dizia tio Chico, o buraco é mais embaixo.

Na pandemia, na perseguição ao Bolsonaro, logo no início, tiraram-lhe todas as competências, entregando-as a governadores e prefeitos, para fazer a festa do vírus bandido, denominado COVIDÃO. Não imaginavam eles que estavam se tornando os principais aliados do presidente, sem esquecer, entre tantos exemplos, a perseguição contra nomeações de servidores, obrigar o presidente a publicizar seus exames médicos, ameaça de confisco do celular e a tal interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.

Tudo balela da turma domimimi e xororô…

O que foi determinado para o presidente realizar, ele realizou e realizou muito mais ainda, notando-se que, republicanamente, o presidente enviou recursos para aliados e adversários, sem nenhuma discriminação. Quando o número de óbitos bateu os 100 mil, tentaram botar na conta do presidente, mas era tarde demais, o povo, o povão mesmo, já sabia e sabe que o presidente fez a sua parte. Caso as 100 mil mortes tenham um GENOCIDA, procurem entre prefeitos e governadores, boa parte corruptos, e entre os ministros do STF. Bolsonaro está fora.

O resultado dessas pixotadas aparece nas pesquisas de opinião. A GLOBOLIXO E A CNNLATRINA estão engolindo a seco a tese da existência do mito. A popularidade e aprovação não param de crescer. O cidadão consciente e mesmo o cidadão comum entenderam o óbvio: O STF PERSEGUE O PRESIDENTE BOLSONARO. Os perseguidos pelas boas causas não perdem eleições.

Vou repetir, de propósito, com outras palavras, a justiça de Deus não falha, quando tentaram colocar as 100 mil mortes nas costas do Bolsonaro, o povo não foi na onda e, a bem da verdade, essa pandemia é uma bronca tão grande, que o STF ajudou demais ao presidente, tirando, de suas mãos, a gestão da crise.

Uma simples observação. Existe uma entidade muito parecida com o STF: a OMS. Como, se uma é um tribunal e a outra é uma organização sob o carimbo da ONU? A pergunta tem nexo, uma trata de constituição e a outra de saúde, mas a semelhança é outra: nas cagadas produzidas. São duas organizações com diarreia comportamental permanente.

Caro leitor, você pode não entender patavina de leis e de saúde, mas posso lhe orientar. Tudo que o STF ou a OMS afirmar, não acredite, se lhe ordenar, desobedeça.

O mundo vai lhe agradecer e Deus, com certeza, se agradará.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

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