OSBANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VI

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VI

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Hoje tratarei de um bandido denominado mentira. Quando falo em mentira, entendo,  é claro, que todos podem mentir aqui e ali, agora, sempre mentir é doença, é  patológico, talvez merecendo internação e não precisa ir muito longe para encontrar um mentiroso e, para facilitar, elencarei alguns guetos onde fatalmente estará repleto de mentirosos: esquerdopatas, estadão e GLOBOLIXO.

Alguns exemplos de como eles são incorrigíveis. Eles gostam de inventar palavras de ordem, pouco explicativas, mas com objetivos definidos e se digo pouco explicativas é porque a mentira explicada piora, precisa de mais mentiras e, portanto, recorrem sempre a essas palavras e expressões de ocasião, para não terem que explicar.

Exemplificando: fascista, negacionista, genocida, homofóbico e terraplanista. Evidente que alguém pode ser uma ou outra dessas coisas, porém para a esquerda, tem um cara que carrega todos esses qualificativos. Quem seria ele, qual o seu nome? Bolsonaro.

Todo mundo pode ser essas coisas, sem, necessariamente, cometer crimes, do mesmo modo que posso ser hetero e, por escolha do celibato, nunca tocar em mulher nenhuma. E vou mais longe, ser hetero celibatário nada tem a ver com ter atração ou aversão às mulheres. É uma simples escolha, só isso.

Agora vou interpelar aos esquerdopatas: apontem uma, uma só, mesmo, atitude do governo Bolsonaro, ou do próprio Bolsonaro, que se enquadre nessas definições de fascista, negacionista, genocida, homofóbico e terraplanista?

Um presidente que respeita as instituições, mesmo quando essas não o respeitam, tendo o formidável apoio popular e mantém-se obediente aos limites constitucionais e institucionais, seria um facista?

Bolsonaro foi negacionista no covid, afirmam os pústulas! Êpa, tem alguma coisa errada. O governo federal queria suspender o carnaval e a esquerda, governadores e prefeitos negacionistas não aceitaram; queria dirigir uma política nacional de combate a epidemia, a esquerda negacionista, acoleada com o nefasto STF, impediu; mandou dinheiro, às burras, para governadores e prefeitos e, segundo estimativa da PF, 60% dos recursos estão sob suspeição, nesse caso, mais que negacionistas, são perfeitos ladrões.

Bolsonaro é um genocida! Aí já é demais. Para ser um genocida, o cara tem que matar muita gente, como, por exemplo, Mao Tsé- Tung, Stálin, Fidel Castro, Maduro, Pol Pot e outros governos esquerdistas. Como Bolsonaro não mata nem pinto de granja, como poderia ser genocida. Acho mesmo que os ladrões do covid são perfeitos genocidas, creio que mais da metade desses óbitos carimbados de covid, são óbitos da corrupção, mas como esses ladrões são predominantemente esquerdopatas, os seus colegas ideológicos não dão um pio sequer.

Bolsonaro é homofóbico! Quem suportou a chateação de um Jean Willis, sem espernear, sem chamá-lo de nenhum adjetivo ou substantivo preconceituoso, seria homofóbico? Talvez a esquerda, na sanha mentirosa, afirme que todos os heteros são homofóbicos e aí, eu e todos os resistentes heteros restantes, nessa pátria, estaríamos incluídos. Nesse caso, as vítimas da discriminação seríamos nós, os remanescentes corajosos da heterossexualidade.

Por fim, Bolsonaro é terraplaniosta! Essa palavra virou moda na esquerda e demonstra a imbecilidade e mentirosidade esquerdista. Mais ou menos assim, se você vota em Bolsonaro é terraplanista, se você acha Lula um ladrãozinho sem-vergonha, é terraplanista, se você é contra a liberação de maconha e cocaína, é terraplanista, se você defende os valores cristãos da família é terraplanista.

A pergunta para esse descarados esquerdistas é simples: que relação existe entre votar em Bolsonaro, não ser ladrão como o Lula, não fumar maconha e cheirar cocaína e achar que o Brasil está acima de tudo e Deus acima de todos, com o terraplanismo, ou seja, achar a terra plana.

Como tenho afirmado, os adversários de Bolsonaro, que chamo de “bandidos de Bolsonaro”, de tanto agredirem, mostram para o cidadão, mesmo os mais simples, que Bolsonaro está sendo perseguido, que é uma vítima, daí de vítima a mito, a distância é muito pequena e o sonho esquerdopata do impedimento, via STF/TSE/Congresso é cada vez mais impossível.

A realidade visível e previsível, em 2022, é taca, é bordoada desmoralizante na esquerdopatia.

Finalmente, por minha irritação, vou pedir perdão às famílias que leem o que escrevo, pedir perdão às minhas convicções cristãs, para soltar um grito preso, há muito tempo, em minha garganta: PUTA QUE PARIU, ESQUERDOPATAS, DEIXEM O BRASIL EM PAZ E DEIXEM ESSE GEN DE FDP!

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

A VICE DE BRAIDE

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Final das convenções partidárias e os times prontos para a largada eleitoral, em São Luís. O que faltava eram os vices e agora não mais faltam vices, todos estão revelados.

Qual seria mesmo o papel de um vice? Interessante, mas tudo se inicia com a escolha. Há vices que são escolhidos exatamente pela inexpressividade, ou para cumprir uma gratidão a alguém ou para dar um último cargo para alguém em final de carreira. Há vices que correspondem a composições políticas, às vezes tão bizarras, que titular e vice                    não possuem a capacidade de conversar, sozinhos, por dois minutos.

Há uma receita para vice? Não. Mas entendo duas coisas fundamentais. Primeiro, um bom vice deve ser de absoluta confiança do titular, segundo, o vice ideal nunca deve ser incômodo para o titular, caso não possa ajudá-lo, nunca atrapalhe.

Nessa campanha sou, com orgulho, um simples eleitor e votarei no candidato Eduardo Braide, mas pude acompanhar algumas articulações e posso afirmar que a escolha da professora Esmênia Miranda é bastante singular: decisão altaneira, sem conchavos e pessoal do deputado Braide. Tem tudo para dar certo, aliás, creio que deu certo.

Não farei aqui essa defesa insuportável de que a escolha de uma pessoa deve ser feita por cor, sexo, minoria, altura ou dimensão da circunferência abdominal. Não, nunca me filiarei a essa postura rasteira, pusilânime e esquerdopata, que alegra uma parte dessa sociedade doente.

Adoro as escolhas feitas baseadas no mérito e na competência e nesses critérios, mérito e competência, seguramente se insere a professora Esmênia Miranda, medidas exatamente por sua história de vida.

Você não aplaude o fato de ela ser mulher e negra? Poderia alguém me provocar. Claro que aplaudo, inclusive por ser fruto de um matriarcado e viver em um matriarcado, não há um homem, no mundo que entenda tanto o poder e importância da mulher, quanto eu.

Pela negritude, sou testemunha pessoal e genética, sou proveniente da senzala e conheci, ainda, minha bisavó Bonifácia, oriunda da Lei do Ventre Livre, na fazenda de Afonso Jansen, no Coroatá. Dá sempre uma alegria ver o sucesso de um negro.

Mas volto ao início e reitero que a negra e a mulher que se apresentam na professora Esmênia, só servem de modelos qualificativos meritórios pela cidadã correta que é a professora Esmenia Miranda, ademais, por sua história, representa muitos milhares de são-luisenses que, vindos com dificuldades, do interior, aqui se fixaram e aqui venceram.

Que nesse pleito, professora Esmenia Miranda, a senhora possa ser, mais uma vez, vitoriosa.

Parabéns, Eduardo Braide.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.