A IMPRUDÊNCIA DO GOVERNADOR

A IMPRUDÊNCIA DO GOVERNADOR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Na parábola dos talentos, aprendemos que a quem muito é dado, muito será cobrado. Na vida é a mesma coisa. Isso falo em decorrência do episódio triste, protagonizado pelo governador do Maranhão, adentrando nas redes sociais, com acusações torpes e injustas, contra o candidato Eduardo Braide. Na mais rasteira e obtusa análise, se veria que o destempero do governador não foi apropriado.

Quando se compara com a resposta elegante, educada e correta do deputado Braide à cantilena leonina, vê-se a diferença de um jovem deputado estadista, para um governador que teima em ser um jovem ativista de DCE.

De início, o governador informa a sua eficiência governamental por ter feito uma escola, um parque, uma praça, uma unidade de saúde e ter feito o carnaval, festas juninas e o natal. Poderia ter ficado calado, às vezes a inteligência se perfaz em uma boca bem fechada, mas isso não aconteceu.

Muito antes do governador nascer, o Maranhão já se notabilizava por ter um grande carnaval de rua e a mais importante festa junina do mundo. É mais ou menos alguém, hoje, se achar o criador da roda. Aliás, ao se achar o criador do Natal do Maranhão, se o governante não se recorda por motivos ideológicos, essa história de Natal é decorrência do nascimento de um homem chamado Jesus, no ano primeiro da era cristã. Faz tempo e o mundo ainda não conhecia a maldição da foice e do martelo.

Em relação aos feitos no setor saúde, senhor governador, converse com os médicos, faça uma reunião com as entidades médicas. Mas se tiver  temor em fazê-lo, poderia conversar com o senhor, mas poderia haver restrições  em aprender comigo, então indicaria que conversasse, somente meia hora, com o senhor Ricardo Murad, o melhor secretário de saúde, da história do Maranhão eo senhor aprenderia muito. Creio que o senhor Ricardo Murad nada cobraria pela aula.

Querer associar o nome do deputado Braide com A, B ou C, aqui ou alhures, mostra que o governador está carente de argumentos ou desorientado. É necessário ser um aprendiz de ditador ou um tiranete mirim, para achar que o voto de um parlamentar correto (Braide o é) significa atrelamento ou obediência, e se essa é a prática aqui no Maranhão, é uma distorção imperdoável.

Para o bem da saúde moral do nosso governador, quero discordar da sua afirmação de que uma companhia ruim nos faz bandidos ou coisa semelhante, até por respeito a muito dos meus amigos, um exemplo é definitivo: os amigos e defensores do larápio Lula, são tão ladrões quanto ele? Para o bem de todos, respondo: NÃO. Do mesmo modo que andar com o bispo não faz ninguém de padre.

Mas o governador deveria usar a sua rede social para explicar o porquê de o Maranhão continuar na miséria, após oito anos ininterruptos de comunismo. Uma boa oportunidade. Prestar contas é uma obrigação da democracia, até para comunistas.

Quanto ao deputado Braide, gostaria de orientá-lo a responder essas e outras semelhantes, que certamente virão. Braide, use as palavras de Marco Túlio Cícero, no ano 63 a. C., para Lúcio Sérgio Catilina: Quo  usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta. Escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do aautor, em qualquer plataforma de comunicação.

 

O BOM PREFEITO DE SÃO LUÍS DEVE SER DO GOVERNO OU DA OPOSIÇÃO?

O BOM PREFEITO DE SÃO LUÍS DEVE SER DO GOVERNO OU DA OPOSIÇÃO?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A política será sempre maniqueísta, basta recordar a divisão, na França revolucionária, entre girondinos e jacobinos, onde as suas posições no plenário determinaram a divisão comportamental e posicional de direita e esquerda. Do mesmo modo maniqueístas são as palavras oposição e governo.

Em São Luís, quem será governo e quem seria oposição? Não é fácil responder pela multiplicidade de facetas, com que se pode basear a resposta.

Primeiro, oposição a quem? Segundo, a que governo pertence o candidato? E ainda posso fazer a pergunta mais importante e que nenhum analista fez: o candidato é, realmente, a favor do quê e de quem?

Para mim está claro que o governador constituiu uma cooperativa com diferentes espécies de animais políticos, baseado em uma experiência anterior, da lavra do José Reinaldo, com a finalidade de garantir um hipotético segundo turno, que, nos seus sonhos seria entre dois dos seus escolhidos. Essa parte do sonho com certeza falhou.

Mas admiro a inteligência do governador e creio que está determinado os papeis a ser desempenhado por cada um da trupe. A regra, em casos semelhantes, é alguém ser mais santo e conciliador, outro ser virulento e agressor, dois ou três para “maria vai com as outras” e sempre haverá alguém, que não tendo nada a dar e nem nada a perder, para trazer os artefatos de latrinas, para o bojo das discussões.

Como disse, isso é a regra e, até agora, não vi ocorrer a regra. Espero que não ocorra, aliás, vou crer que não ocorrerá.

Não vou perguntar quem seria o candidato do prefeito, por motivos tão óbvios que seria pleonástico deslindar. As pergunta é outra: quem está, nesse pleito, fazendo oposição ao prefeito de São Luís? E por quê? Até agora não vi ninguém nesse papel e isso merece e seria uma bela análise, que poderei fazê-la temporaneamente. É um caso para uma tese, um prefeito, após 8 anos, nem elogiado e nem criticado, na campanha eleitoral. São Luís, por ter prefeitos oposicionistas, alcunhou o título de Ilha Rebelde e não seria um destino, continuar rebelde?

Volto ao título dessa matéria: o bom prefeito de São Luís deveria ser do governo ou da oposição? Antes de ser oposição ou governo, o futuro prefeito dessa cidade tem que pensar na felicidade do seu povo e, assim pensando, poderá, eventualmente, ser, sem nenhum problema, oposição ou governo. Mas não poderá ser, para o bem de todos nós, um serviçal, um despachante de luxo, de nenhum palácio. Um prefeito que não se respeita, desrespeita a totalidade dos seus munícipes.

Explico. São Luís, hoje, tem poucas soluções e multidões de problemas. O futuro prefeito deve sempre dialogar de forma sensata e sadia com os demais níveis do poder executivo, mas tem que ter autonomia, postura e decisão para discordar e exigir, tanto do governo do estado, quanto da união, aquilo que nossa cidade merece e tem direito.

Jamais deverá ser um prisioneiro ideológico, quer de direita, tampouco de esquerda. Todo governante, doente ideológico, não traz ou traz raras soluções, mas não faltarão problemas, o diabo é que, nesses casos, dos ativistas ideológicos no poder, quem sofrerá com os problemas será o povo, notadamente os mais humildes.

Finalmente, voltemos de novo para São Luís.

Tem me surpreendido a postura do candidato Eduardo Braide. Inicialmente não se pintou com tintas de quem quer que seja, nem vestiu nenhuma carapuça ideológica. creio que entendendo a terrível situação de São Luís, optou preventivamente por não se meter em pequenas questões e focar em um objetivo: o progresso de São Luís.

Tendo convicção das intransigências ideológicas da sociedade brasileira, não faz parte de nenhum gueto radical e tem dialogado com todos os grupos sociais, principalmente com as lideranças classista, destacando-se o setor educação, quando inteligentemente convidou uma professora, para ser a sua vice.

Ademais, Eduardo Braide, por sua postura política cordata, decidida, independente e séria, tem todas as condições de, sem joelhos pusilânimes ou contendas estéreis, dialogar e exigir para o povo de São Luís, pleitos tanto com o governo do estado, quanto com o governo federal, do mesmo modo que discordará, com firmeza, quando aquilo que tivermos direito estiver sendo negado.

Creio que está esclarecido, que entre todos os postulantes a prefeito, Eduardo Braide é o mais preparado para dirigir os destinos dessa cidade. Mais que isso, o mais habilitado ao diálogo amplo e necessário, com gregos e troianos, com quem quer que seja.

Ah! E a pergunta inicial: o Braide é governo ou oposição? Poderia me perguntar o leitor. Isso, para Eduardo Braide, é absolutamente irrelevante. Será a favor de tudo que for bom para nossa cidade e oposição ferrenha a qualquer coisa que possa prejudicar o nosso povo. Somente isso.

Agora, o meu pedido: vamos abreviar essa travessia do deserto. A melhor maneira de fazê-lo é encerrar tudo no primeiro turno. Eduardo Braide necessita de tempo para programar os nossos destinos.

Que venha 15 de novembro. Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

    (**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

MEU BOM VEREADOR, VOLUME I: JULIO REIS

MEU BOM VEREADOR, VOLUME I: JULIO REIS

 

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

1 – “Um vereador é a maior garantia de que se vive um processo democrático e a sua escolha deveria ser a mais criteriosa possível, inclusive cada um de nós vive, realmente, nos limites da municipalidade”.

2 – “Centenas de candidatos a vereador em São Luís, muitos eu sonho que nunca se elejam, mas alguns merecem as minhas preces e intercessões. Presto minha homenagem para a minha cidade analisando alguns nomes, todos estreantes, mas com capacidade moral e intelectual de serem bons representantes”.

JULIO REIS:  10100

Terei uma participação quase simbólica nessas eleições, não sou candidato a nada, portanto um simples eleitor, que dará um simples voto para prefeito e outro para vereador. Para prefeito, aqueles que acompanham as minhas postagens sabem da minha definição, porém para vereador tenho severas dificuldades e a razão é simples: no decorrer de minha vida ganhei grandes amigos e mais de um deles está postulando a Câmara Municipal de São Luís.

Como ex-vereador dessa cidade, sei, plenamente, que um de seus problemas é a péssima qualificação do Legislativo, por isso, farei duas postagens, para duas pessoas que tenha a convicção de que serão bons representantes e um deles se chama JÚLIO REIS..

Conheço esse jovem, desde os seus primeiros dias e aí começa a convicção de minhas afirmações: é um bom, é um excelente caráter, coisa muito em falta na atividade política.

De origem humilde e honrada, preparou-se para a vida pública com inteira dedicação. Graduado em Administração, especialista em Direito Público, com ênfase em Gestão. Especialista em Gestão Pública (Universidade CEUMA) e pós-graduação em Gestão Pública pela UEMA. Também professor de Educação Física, bem como possui formação na Escola de Formação de Líderes Políticos (RenovaBR).

Foi, ainda, Diretor Administrativo e Financeiro do PROCON/VIVA, de 2015 a 2017, período em que esse órgão apresentou as maiores transformações e o seu maior crescimento.

Conhecendo bem a política, inclusive, repito, como ex-vereador, asseguro que o progresso de um município depende de inúmeros fatores, contudo caso o legislativo, ou seja, a Câmara Municipal não seja atuante, não haverá a menor chance para o progresso de qualquer comunidade.

Essa certeza é que me estimula a pedir o apoio e voto dessa cidade para JULIO REIS, número 10100. Exemplo de juventude responsável, honesta e inteligente, certeza de que São Luís tem futuro.

JULIO REIS 10100, EXCELENTE ESCOLHA!

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

JULINHO, MAIS PERSEGUIDO QUE CRISTO.

JULINHO, MAIS PERSEGUIDO QUE CRISTO
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Não se apressem em me criticar por uma indignidade teológica, mas leiam tudo e, ao final, dar-me-ão razão. De Cristo, o mundo inteiro sabe: veio do céu para remir pecadores, enfrentou o clero judeu, fez medo a Roma, contou com a fraqueza de um Pilatos e, ao final, foi crucificado, para a glória de todo o universo: estava derrotado satanás.
Olhemos Júlio César de Souza Matos, carinhosamente chamado de doutor Julinho. Origem humilde, conseguiu ser um médico brilhante e, por anos, convivi com ele, tanto na Faculdade de Medicina, como nos cursinhos da cidade, eu na Biologia e Julinho um exímio professor de Química.
Julinho achou de ir muito longe, desejou estender o seu sacerdócio médico para mais pessoas e ousou ser prefeito da cidade de São José de Ribamar. Conseguiu, mas isso lhe rendeu um caminho de pedras, espinhos e dificuldades.
Qual a razão disso? Julinho enriqueceu às custas do povo ribamarense? Julinho seria um desonesto? Julinho, uma vez sequer, não atendeu aos seus conterrâneos? Todas as respostas são NÃO.
Julinho tem dificuldades exatamente por ser correto, trabalhador, humano, e não fazer parte das patotas que dominaram e dominam São José de Ribamar, por tantos anos, e nada fizeram para levar o progresso e a felicidade para o povo ribamarense. Caso se queira encontrar alguém que se beneficiou de São José de Ribamar, de maneira indigna, que melhorou de vida, após a prefeitura, procure em outro lugar, não procure no endereço de doutor Julinho.
Mas, no início desse texto, fiz uma comparação entre dois perseguidos: Cristo e doutor Julinho. Qual a diferença e a semelhança dos dois casos?
Julinho tem mais inimigos terrenos que Cristo. A rigor, os adversários reais de Cristo foram somente os líderes judeus. Contra Julinho estão prefeitura, estado, TJ, TCE, TRE, PG, Anás, Caifás e satanás.
Repito, em outras palavras, para não deixar dúvidas. A turma contra Julinho é bem maior. Além dos adversários locais, enfrentou a sanha diabólica de juízes, promotores e dos tribunais. Basta ver que, prefeito na década de 90, agora, hoje, em 2020, ainda tentam impedi-lo de concorrer. Caso Julinho tivesse cometido um homicídio, o mais grave crime do Direito Brasileiro, há muito tempo já estaria prescrito, juridicamente perdoado.
Você, que me lê, tem alguma dúvida da perseguição ao doutor Julinho? Claro que não, mas há um fato com muita semelhança, entre a perseguição a Cristo e a perseguição dos maus ribamarense ao doutor Julinho, que não pode ser esquecido: o inspirador da perseguição. Como se trata de mentira, de tramoia e de destruição, parece que encontraremos a resposta na Bíblia.
João 8: 44: Vocês pertencem ao diabo … pois é mentiroso e o pai da mentira. O mesmo mentiroso que atacou a Jesus é o mesmo mentiroso que inspira as mentiras e acusações contra o doutor Julinho. Jesus, como Deus, venceu a morte, Julinho, como filho de Deus, vencerá essa eleição.
A vitória de Jesus completou o plano de Deus para a humanidade e a vitória de doutor Julinho tem um alcance menor, mas absolutamente relevante: devolver a São José de Ribamar a felicidade que o povo ribamarense tem efetivo direito.
Parabéns, ribamarenses! Está próximo o momento tão esperado e que deixara a todos plenamente satisfeitos, a eleição de doutor Julinho.
Essa vitória, que será de todos os ribamarenses, pode ser resumida em duas simples palavras: ESPERANÇA E MUDANÇA.
São José de Ribamar necessita de todos nós.
Tenho dito!
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

INTERROGAÇÕES ELEITORAIS NA ILHA
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Tenho uma longa trajetória na imprensa maranhense, antes mesmo de me formar em Comunicação Social, em 1986 e mantenho, em todos esses anos, respeito, primeiro comigo e depois com os que leem o que escrevo, baseado em alguns argumentos: inteligência, honestidade e independência.
Farei análises do pleito municipal, de 2020. Será uma campanha curta, mas acirrada. Dada a largada, dois blocos se engasgaram sem entrar na passarela: Adriano Sarney e o ex-juiz Madeira. Os outros continuam firmes, alguns fracos, uns dois médios e um mais forte, tudo na fotografia eleitoral de hoje, que ninguém sabe se será a mesma, em 15 de novembro.
Como alguém que já caminhou muitos caminhos, posso dizer que é uma eleição diferente, posso afirmar como um certame de jovens, o que pode significar esperança de renovação ou o perigo da inexperiência.
Nesse momento, um candidato pontua nas pesquisas, o deputado Braide e eu, conforme disse em outra matéria, acho o fato fenomenal. Estar na frente dá uma grande alegria, em qualquer candidato, mas estar na frente guarda muitos cuidados para serem observados e é exatamente esse ponto o motivo dessa análise, pontuada numericamente, que espero seja lida pelo candidato Braide.
1 – O maior inimigo de quem está na frente é o sonho imbecil do JÁ GANHOU, principalmente dos apoiadores do candidato. Caso alguém deseje que o candidato não ganhe, basta acreditar no JÁ GANHOU, caso deseje que ele vença, trabalhe até o último momento;
2 – A vitória se constrói com o voto unitário de cada um, portanto não há um voto mais ou menos valioso, reconhecer isso é relevante, cada voto não se repete, é único;
3 – Em política é natural ter adversários, mas existem políticos que possuem o dom de aumentá-los. O deputado Braide se insere naqueles com o perfil de não procurar atrito, basta ver a maneira correta, cortês e educada como trata os inquilinos dos três palácios políticos: La Ravardiére, Leões e Planalto;
4 – Essa postura cordata elimina qualquer possibilidade dos executivos municipal, estadual e federal escolherem o deputado Braide como alvo, pois, se assim o fizerem, o Braide será vítima e a repulsa social será automática;
5 – Como em toda atividade humana existem os crápulas e vagabundos, é quase impossível não ter representantes desse grupo em uma eleição. Em regra, são indivíduos desqualificados, sem nenhuma possibilidade de vitória, que se vendem à moda Judas Iscariotes, para fazer o “serviço sujo” de agressões, ataques vis e achincalhes;
6 – Em um pleito anterior existiu um canalha pago para agredir ao então prefeito João Castelo e esse canalha teve êxito. Ganhou uma secretaria de prêmio e depois desapareceu. Quase ninguém recorda o nome do pústula e mesmo os que lhe pagaram não aceitam a sua convivência: nunca sairá do sarcófago dos desqualificados;
7 – Nesse momento ainda não está claro quem será o bandido e vagabundo escalado para atacar o candidato Braide, mas sabemos que ele já está escolhido e sendo treinado, e as informações estão divididas se é um postulante a cargo, nessa eleição, ou alguém detentor de mandato, entretanto todos os cidadãos de bem sonham que ele não exista, não apareça ou que possa gozar de uma confortável eternidade;
8 – Mas vai aparecer e a primeira providência do candidato Braide é fácil: reconhecer o vagabundo; a segunda providência é não ouvi-lo e a terceira é não debater com o pústula, o resultado será realizada pelo povo: a reprovação do facínora;
9 – Um outro perigo não pode ser desconsiderado: a imprensa de aluguel, portanto bandida. A liberdade da rede social é um paraíso para os maus instintos. Responder a esses detratores e mentirosos é perder tempo e, nesse caso, a resposta virá da seriedade dos amigos, ou a justiça deve ser acionada.
Finalizando essas singelas considerações, reafirmo que as pessoas de respeito dessa ilha desejam uma campanha propositiva, séria, leal, sem agressões. Caso alguém fuja dessa linha, com certeza será envergonhado e amargará o desprezo e repulsa do eleitorado.
Pelo que conheço do deputado Braide, tenho certeza de que trilhará o caminho da decência na campanha, mostrando propostas, projetos e sonhos para a nossa cidade. Que os outros concorrentes possam se espelhar no Braide, aprender com o Braide e a eleição será, de fato, uma festa para o bem de nossa querida São Luís.
Tenho dito!
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

BRAIDE INEXPLICÁVEL

BRAIDE INEXPLICÁVEL.
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Encontro um cidadão que não sei bem direito a sua profissão, mas foi meu aluno, no velho Colégio Maristas, e veio arrotando sapiência histórica, francamente incomodado com a minha matéria, quando aventei a hipótese do deputado Braide se juntar, no mesmo patamar da maior tríade de liderança política da ilha: Cafeteira, Castelo e Jackson.
Tentou depreciar o deputado Braide, trazendo o ex-deputado Neiva Moreira para uma injustificável e mentirosa comparação. Sem querer discutir a memória do Neiva que foi um grande político e teve atuação decisiva em muitos momentos, não dei trela ao falastrão, mas comparar um Neiva Moreira, como liderança popular, a um Cafeteira, é demais, entretanto, em favor da verdade, esse citado falastrão ventrilocava a voz de outrens e o inconformismo não era comigo, era com o sucesso do deputado Braide.
O diabo é que esse apelo popular ao deputado é inexplicável, pelo menos para mim e explico o porquê. Uma maneira fácil e rápida de ter apoio é comprando corações e mentes, com dinheiro, normalmente dinheiro bandido. Pelo que me conste, o deputado Braide ainda não meteu a mão no bolso e não a meterá. Nenhum eleitor do deputado Braide necessitara ser convencido com dinheiro. Ninguém será corrompido com o vil metal.
Outra maneira boa de se eleger é ser o queridinho de algum palácio e, no caso dessa eleição, há três palácios relevantes: Planalto, Leões e La Ravadière.
Em Brasília, o deputado Braide não pode ser alcunhado de bolsonarista, tampouco esquerdista, pelo contrário, tem tido uma postura consciente, não radical, como é o seu estilo, pelo bem do Brasil. Certamente não é e nunca será um pau mandado do Palácio do Planalto.
No Maranhão e, especificamente, São Luís, ninguém olha o deputado Braide como inimigo, nem do governador Dino e nem do prefeito Holanda, mas, para o bem dessa cidade, nunca será um serviçal político, quer do governador, quer do prefeito.
Quem ganha com isso, creio, é o cidadão de São Luís, pela perspectiva de ter um prefeito descompromissado com acordos rasteiros e compromissado, exclusivamente, como progresso dessa maltratada ilha. Ademais, poderá, pelo bem do povo dessa cidade, ser parceiro tanto do governo estadual, como do governo federal. De novo, o povo de São Luís será premiado.
Continuo com a minha perplexidade. A família Braide tem outros nomes na política, mas não constituem um clã hegemônico, o deputado, no máximo, é um brigador por emendas parlamentares, principalmente em ações meritórias para saúde (que o diga o Hospital Aldenora Belo e Santa Casa do Maranhão), mas isso é muito pouco para enfrentar a força política de qualquer palácio.
O debate é outro ponto interessante. Ninguém espere do candidato Braide, em um debate, frases fortes, de efeito, agressivas, impactantes para pôr em dificuldade os adversários. Ninguém espere críticas agressivas e, principalmente, mentiras contra qualquer outro candidato, coisas absolutamente comuns em quem almeja cargos políticos.
É impossível um achincalhe da boca do deputado Braide e, pelo que vejo, o deputado Braide não aceitará nenhuma provocação de qualquer concorrente e, mais ainda, provocação de parte de algum trânsfuga político, desses que alugam a sua pena, sua boca e seus neurônios para agressões e sacanagens.
A propósito, mesmo sem saber se o deputado Braide lerá esse escrito, o aconselho a não aceitar nenhuma provocação de qualquer um dos costumeiros desqualificados, useiros e vezeiros dos momentos eleitorais. Não os responda, deixe isso para as pessoas conscientes fazerem e a melhor resposta, inclusive, é o voto.
O estilo deputado Braide, futuro Prefeito Braide é da paz e da concórdia, da proposição em vez de guerra, da educação em vez de atrito. Tudo isso poderia, em outro, significar perda de votos, de liderança, em Braide, não é.
E caso dependesse dos chamados políticos de nome, o deputado estaria perdido, do mesmo modo o deputado Braide não tem influência em nenhum sistema de rádio, jornal e TV, então, como não sei explicar, pergunto, agora, para você, caro leitor: qual o segredo desse deputado Braide, para estar tão vivo no coração do povo?
Como tudo isso foge da simples lógica, busco resposta na palavra fé, que explica o inexplicável. Como a fé tem uma absoluta afinidade com oração, creio que tem muitos e muitas orando por ele, pensando assim, a explicação tem aspecto de um milagre, eu creio em milagres e acho que o deputado Braide crê também.
Tenho dito.
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Nessa série dos “bandidos” volto, mais uma vez, ao tal STF. Não é sem razão, pois esse STF é tão deprimente, que poderíamos passar horas a fio dissecando as suas incongruências e incoerências e ainda sobraria assunto, mas tratarei da nomeação do novo ministro do STF, o desembargador Kassio Nunes Marques.
Não foi uma escolha que agradou aos bolsonaristas raiz, aqueles que sofrem com as diabruras de um STF, de um Alcolumbre ou de um torcedor do “botafogo”, segundo as planilhas da Odebrecth, Rodrigo Maia.
Bolsonaro tem incontáveis méritos, porém comete muitos defeitos políticos e o maior deles é, não sendo versado nas aulas de hipocrisia, falar todas as verdades sem titubeios. O segundo defeito político é ter feito algumas escolhas desastrosas, como Moro e Mandeta, os dois maiores desastres éticos, da política brasileira e o que nós, bolsonaristas, sonhamos é que esse novo ministro não se infeccione por duas patologias escabrosas: morosite ou mandetite.
O desembargador Kassio tem, sobre ele, uma exponencial facilidade e dificuldades incontáveis. A facilidade é o óbvio ululante: é impossível ser pior que o decano-decrépito ou decrépito-decano, Celso de Mello.
As dificuldades são muitas, mas a maior de todas é não se contaminar e o risco de contaminação vem de todos os lados. Deveria, o futuro ministro, ler e obedecer a Bíblia, exatamente com o exemplo em Daniel 1: 8: “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção de iguarias do rei, e nem com o vinho que ele bebia”.
Infelizmente a contaminação desse STF não diz respeito a comidas e bebidas, é mais grave. É contaminação em condutas e comportamentos. Não pode o futuro ministro ser um adversário da Lava Jato, todo juiz que se preze e preste para alguma coisa, nunca poderá ser garantista de marginais.
Não pode o futuro ministro ser participante de lives com pessoas pouco recomendáveis, tampouco falar às escancaras sobre processos sob julgamentos, nunca fazer acertos, às caladas, sobre votos e julgamentos.
Não poderá o futuro ministro ser um aprendiz de Gilmar e danar-se a ser o maior produtor de habeas corpus da história da justiça brasileira e mais, deveria deixar claro, para todos os brasileiros sérios, ser a favor da prisão de marginais, como um tal Luiz Inácio, após a condenação em segunda instância.
O futuro ministro não pediu o meu conselho, mas o darei. Veja nos evangelhos (Mt 7: 13, 14), que a vida nos apresenta dois caminhos, um do bem e um do mal e para não ficar em dúvida, vou ajudá-lo.
É quase impossível elogiar esse STF, porém há indicadores expressivos e indubitáveis. Em qualquer votação, tente divergir de Tofoli, Lewandovski, Alexandre e Gilmar. A chance de acertar é pule de dez.
Tenho dito.
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Nessa série dos “bandidos” volto, mais uma vez, ao tal STF. Não é sem razão, pois esse STF é tão deprimente, que poderíamos passar horas a fio dissecando as suas incongruências e incoerências e ainda sobraria assunto, mas tratarei da nomeação do novo ministro do STF, o desembargador Kassio Nunes Marques.
Não foi uma escolha que agradou aos bolsonaristas raiz, aqueles que sofrem com as diabruras de um STF, de um Alcolumbre ou de um torcedor do “botafogo”, segundo as planilhas da Odebrecth, Rodrigo Maia.
Bolsonaro tem incontáveis méritos, porém comete muitos defeitos políticos e o maior deles é, não sendo versado nas aulas de hipocrisia, falar todas as verdades sem titubeios. O segundo defeito político é ter feito algumas escolhas desastrosas, como Moro e Mandeta, os dois maiores desastres éticos, da política brasileira e o que nós, bolsonaristas, sonhamos é que esse novo ministro não se infeccione por duas patologias escabrosas: morosite ou mandetite.
O desembargador Kassio tem, sobre ele, uma exponencial facilidade e dificuldades incontáveis. A facilidade é o óbvio ululante: é impossível ser pior que o decano-decrépito ou decrépito-decano, Celso de Mello.
As dificuldades são muitas, mas a maior de todas é não se contaminar e o risco de contaminação vem de todos os lados. Deveria, o futuro ministro, ler e obedecer a Bíblia, exatamente com o exemplo em Daniel 1: 8: “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção de iguarias do rei, e nem com o vinho que ele bebia”.
Infelizmente a contaminação desse STF não diz respeito a comidas e bebidas, é mais grave. É contaminação em condutas e comportamentos. Não pode o futuro ministro ser um adversário da Lava Jato, todo juiz que se preze e preste para alguma coisa, nunca poderá ser garantista de marginais.
Não pode o futuro ministro ser participante de lives com pessoas pouco recomendáveis, tampouco falar às escancaras sobre processos sob julgamentos, nunca fazer acertos, às caladas, sobre votos e julgamentos.
Não poderá o futuro ministro ser um aprendiz de Gilmar e danar-se a ser o maior produtor de habeas corpus da história da justiça brasileira e mais, deveria deixar claro, para todos os brasileiros sérios, ser a favor da prisão de marginais, como um tal Luiz Inácio, após a condenação em segunda instância.
O futuro ministro não pediu o meu conselho, mas o darei. Veja nos evangelhos (Mt 7: 13, 14), que a vida nos apresenta dois caminhos, um do bem e um do mal e para não ficar em dúvida, vou ajudá-lo.
É quase impossível elogiar esse STF, porém há indicadores expressivos e indubitáveis. Em qualquer votação, tente divergir de Tofoli, Lewandovski, Alexandre e Gilmar. A chance de acertar é pule de dez.
Tenho dito.
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

EM SÃO LUÍS, BRAIDE É FATO NOVO

EM SÃO LUÍS, BRAIDE É FATO NOVO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Não me refiro à idade do deputado Braide, mas a outro aspecto que  a análise política rasteira não consegue entender. O fato novo, relativo ao deputado Braide, é que ele, no meu entender, caminha para alcançar algo difícil, dificílimo: ser uma liderança popular de São Luís.

Centenas de nós já tivemos mandato popular nessa ilha, mas essa ilha que elege, é a mesma ilha que esconde e mata as lideranças e poderia dar exemplos com uma interminável lista de nomes, alguns qualificados, maior parte nem tanto.

Mas nos últimos 70 anos, só tivemos três líderes populares em São Luís: Cafeteira, Castelo e Jackson. José Sarney, que dominou o mundo, aqui na ilha sofreu as mais desmoralizantes derrotas, basta ver que a Roseana foi o melhor produto eleitoral do sarneisismo na ilha, mas jamais ostentou o título de liderança popular. Dançava na Madre de Deus, mas estava muito longe de ser parte do povo. Voltemos aos líderes.

Cafeteira era um populista fisiológico genético, com uma atividade parlamentar sofrível, mas tinha incríveis tiradas e criou uma marca, quando ninguém sabia o que era marketing, assim, todos acreditavam em um tal PROMETEU E CUMPRIU.

Castelo foi líder popular e por causas que se somaram: um governo realizador, centenas de obras, milhares de moradias e quase duzentas  mil nomeações e, à falta de uma oposição efetiva ao sarneisismo, em alguns momentos pontificou como principal polo de oposição ao Sarney.

Jackson Lago foi uma mistura de alguns fatores. Tinha identificação com o Cafeteira, às vezes divergiam, mas a identificação era patente, desde a prefeitura de São Luís, nos anos 60. Foi um dos políticos que mais colecionou derrotas eleitorais, mas ninguém teve, na política do Maranhão, a sua persistência e teimosia. Deu certo e ainda vendeu uma marca: TRABALHO E HONESTIDADE.

Nessa análise não está nenhum juízo de valor a favor ou contra nenhum dos três líderes, inclusive porque elogio póstumo parece hipocrisia e crítica tardia se assemelha a covardia e ingratidão. Mas Braide está vivo e vou dar a minha humilde opinião.

É um jovem, como milhões de outros, o seu pai foi deputado estadual, mas nunca foi dono de feudos políticos, aqui, na ilha,  não tem o apoio dos poderes municipal e estadual, em Brasília, não pode ser caracterizado nem como um ideológico de direita ou de esquerda. A sua campanha é séria e austera e jamais poderá receber a acusação de crime eleitoral.

Foi derrotado na última eleição municipal, não se abateu, continuou o seu caminho e, inexplicavelmente, como um rastilho de pólvora, no asfalto quente, foi adentrando no coração do povo e fica quase impossível, alguém, em São Luís, desconhecer o nome Braide.

Não dá para explicar e eu, na vida médica diária, converso com meus pacientes, maioria decidida a votar nele, mas me espanta outra coisa: o número dos que afirmam votar em Braide, mas não conhecem o Braide. Não dá para entender, mas dá para constatar.

Como eleição é uma foto de um momento, um analista como eu jamais estaria no time imbecilizado do “já ganhou”, mas um fato tenho que reconhecer, o deputado Braide tem tudo para ser um líder popular de São Luís e aí a história nos dá outra lição: ninguém foi líder popular da ilha, para não voar mais alto.

Como na política não há tolos e nem inocentes, a classe política sabe que a minha análise é verdadeira e, desse conhecimento é que surgem os adversários do deputado Braide e ele sabe disso, afinal, é a vitória nas dificuldades o vestibular da liderança.

Em resumo, Braide é líder e caminha para juntar o seu nome à estatura popular de um Cafeteira, de um Castelo ou de um Jackson. No dizer do Bruno Henrique, do meu mengão, Braide “ESTÁ EM OUTRO PATAMAR”.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

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