CORONA EM AÇÃO

CORONA EM AÇÃO

João Melo e Sousa Bentivi *

Esse tempo do tal Covid 19 está marcando e deixará marcas indeléveis no mundo, em outras palavras, o planeta não será o mesmo, tanto no aspecto geopolítico, quanto nas questões pessoalíssimas.

Enquanto noutros tempos o mundo clamou por carinho, aconchego e proximidade, agora a palavra de moda, de toque, de conduta é isolamento e isolamento está em contraponto com um verbo lindo, lindo demais: abraçar.

E ninguém desconhece a importância do abraço. Faz bem para a saúde física e psíquica, mexe no sistema endócrino, reduz stress e ansiedade, fazendo as pessoas mais felizes.

Pode expressar um mundo de coisas: amor, proteção, companheirismo, afeição, segurança, apoio, cumplicidade, etc. O importante é que se trata de um simples gesto, que todos podem fazer, com tão intensos significados.

Na Bíblia são muitas as citações sobre o abraço e retratarei algumas para tentar encontrar algum consolo bíblico, nesse mundo terrível do isolamento. Em Cantares 8:3 “O seu braço esquerdo esteja debaixo da minha cabeça, e o seu braço direito me abrace”. Qualquer que seja a interpretação desse livro, não há dúvidas quanto ao abraço.

Jesus era afeito ao abraço e a ser abraçado. Em Mt 10:16: “Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou”. No episódio do filho pródigo, um dos mais lindos dos evangelhos: “Estando de longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para o seu filho, e o abraçou e beijou”. (Lc 15:20).

Finalmente, após a ressurreição, o seu primeiro encontro foi com as mulheres fantásticas e assim está descrito, em Mt 28:9: “De repente Jesus saiu ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram”.

Mas essa mesma Bíblia que advoga o abraço, em Ec 3: 1, 5b, diz: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu… tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar”.

Sem religiosidade e concorde com a realidade desse tempo, agora, acho que é hora de obedecer o sábio Salomão, até que volte o tempo do abraçar e de abraçar. Ai, quando esse tempo chegar, como se diria, na minha Pedreiras, “vou tirar o atrasado”.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

LULA É GENIAL.

LULA É GENIAL

João Melo e Sousa Bentivi *

Essa crise do corona é inimaginável e me faz até elogiar o ex-presidiário Lula. Não se apressem, não virei petista, esquerdista e jamais faria parte da seita “Lula Livre”, mas o cara, politicamente, é fera.

Essa ferocidade política é clara, quando você faz uma simples comparação entre o Lula e Bolsonaro e advirto que não gosto de raciocínios maniqueístas. Bolsonaro, no discurso político, é absolutamente tosco, em contrário, o Lula é genial e sabe, com uma hipocrisia geométrica, dizer tudo aquilo que os outros querem ouvir e sabe esconder tudo aquilo que o povo necessitava saberi.

A outra comparação, porém, não rende nenhuma manchete ou comentário na Globo, Estadão, Veja,  etc. Bolsonaro, oriundo da caserna, não carrega nenhuma mácula corruptiva, o velho Lula, em contrário,  das mesas dos bares e do movimento sindical, é o maior corrupto da história do planeta terra, a tal ponto, que mesmo os seguidores da sua seita gritam ‘lula livre”, mas não conseguem dizer “lula honesto”. Dou um doce para que me apresentar uma faixa, nessas manifestações de esquerdopatas, que diga “lula honesto”, às vezes falam da inocência, que é termo genérico e e uma maneira eficaz de esconder a falta de caráter da esquerdopatia.

Vamos ao que interessa: a troca de elogios entre Dória e Lula.

Lula tem sofrido um grande ostracismo, desde 2007, salvo engano, não faz nenhum pronunciamento público a plateias brasileiras não amestradas, ou seja, só fala para o público sindical e jornalistas acostumados  com as benesses dos governos petistas.

As suas homenagens são da corrente esquerdista, além fronteiras, como a audiência com o senhor papa, aliás, essa audiência foi ótima para ao Lula e péssima para o papa, que, por sinal, dá sinais de amar ditadores: gosta da turma de Cuba, de Maduro e, pior, de Lula, repito.

O alinhamento com Dória segue a mesma estratégia: ótima para Lula e péssima para Dória. Quando afirmam que Dória deu um tiro no pé, acho  muito pouco, pois entendo que o tiro foi, no mínimo, no fígado.

O PSDB  que viveu da contraposição ao petismo, se fingindo de um perfil conservador, foi massacrado pela avalanche da direita e hoje, nacionalmente, é um protagonista pouco efetivo em nível nacional. Basta imaginar que, informalmente, a maior liderança da Câmara Federal é o Aécio Neves.

Mas Dória se salvou e salvou o PSDB, em parte por um discurso conservador e em parte pelo apoio de Bolsonaro. Agora pensa muito alto, a presidência. Precisa ser o antagonista da esquerda.

A chance real de Dória se apresentar como um nome palatável e confiável para ser o contraponto ao esquerdismo brasileiro, que não morreu, é ser o contraponto a essa esquerda, com um discurso melhor que o Bolsonaro, o que não é tarefa difícil.

Acho até que estava com algum êxito, mas, de repente, escorregou ao abraçar-se a Lula, que é o mesmo que se enlamear. Lula é lama.

Lula, por sua vez foi excepcional na estratégia: matou Dória e continua sendo o grande contraponto ao Bolsonaro. Digam-me se esse facínora não é genial politicamente? O estrago é a desonestidade monstruosa, genética, que carrega.

Felizmente, creio, o Brasil não precisa ser administrado por bandidos politicamente geniais, pois se assim o fosse, reelegeríamos Lula e chamaríamos, para o ministério,  Sérgio Cabral, Gedel, Eduardo Cunha, Zé Dirceu, Beira Mar, Marcola, Dilma e assemelhados.

Ainda, felizmente, o Brasil pode continuar optando pela seriedade.

Tenho dito.

  • Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

ESQUECI O QUE É SER FILHO

ESQUECI O QUE É SER FILHO

João Melo e Sousa Bentivi

Nada há mais antigo e arcaico que essa história de pais e filhos, melhor, de ser pai e de ser filho, mesmo agora que essa definição ficou tão ampla e tão multicolorida. Saio da história da humanidade e foco em mim, esse ser unitário e desprezível pecador, como diz a Bíblia. Tá difícil raciocinar, hoje, na dimensão do “ser filho”. As razões são muitas.

Primeiro, fui filho no século passado e deixei de sê-lo no limiar desse século. Todas as verdades do século passado parecem irremediavelmente perdidas, a começar por uma bem simples e clara, como água de rochas, então: filho era filho, pai era pai e muito antes dos pais desejarem ser amados, exigiam ser respeitados.  Somente isso é uma baita diferença.

Segundo, nascido de uma família humilde, nunca tive nenhuma expectativa de receber coisa alguma de meus pais e, ao contrário de hoje, quando os filhos exigem desde brinquedos a coisas mais caras, o sonho de minha geração era crescer, proceder e ajudar aos seus pais na velhice, inclusive porque a velhice, outrora, chegava mais precocemente.

Terceiro, jamais os pais seriam colocados no banco dos réus. Explico. Não havia, por exemplo, a diabólica “lei da palmada” e os pais, de acordo com a Bíblia, podiam corrigir seus filhos (não é apologia a maus tratos, informo). Na minha geração não conheci um só exemplo de problemáticos psicológicos e/ou psiquiátricos, decorrentes de palmada. Hoje basta uma palavra mais forte ou agressiva dos pais para gerar um paciente psicológico ou mental.

Quarto, os filhos de minha geração não tinham a menor vontade de fazer o julgamento dos “erros de seus pais” e isso é de suma importância no contexto de hoje. Os pais, do século passado são julgados pelas leis e costumes de agora, seria o mesmo que julgar Moisés, baseado, por exemplo, na legislação de inspiração esquerdopata vigente, hoje, no Brasil. ,

O que é melhor, o antes ou o agora? Nem me atrevo afirmar para não ser condecorado com os adjetivos da moda, para quem acha que valores familiares e morais devem ser preservados: fascista, homofóbico, direitista, ultrapassado, etc.

Sem resposta, mas um fato não deixa nenhuma dúvida: nunca houve tantos deprimidos, quanto agora. Não sei não, mas cá como meus botões, lembro  que, na minha Bíblia, tem alguns versículos interessantes:

– Êxodo 20:12: Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas longa vida na terra que o Senhor, teu Deus,  te dá.

– Colossenses 3:20: Filhos, obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor.

Fico com a Bíblia.

MOTIM OU REVOLTA?

MOTIM OU REVOLTA?

João Melo e Sousa Bentivi

A situação é tensa, além da  crise, na PM do Ceará, sabe-se que em quase dez estados brasileiros movimentos semelhantes estão em gestação. Nada novo, já ocorreram em outras oportunidades e, depois, fica o dito por não dito e só que perde, mesmo, é o povo.

A greve da PM é aquilo que não tem nenhum substrato legal, tampouco uma só justificativa e, como os policiais gozam do privilégio da força, incluindo andar armado, transforma-se em um total absurdo.

Além de inconstitucional, cometem crime ínsito no Código Penal Militar e podem estar cometendo mais de um crime.  Tipicamente, motim está capitulado no artigo 149, motim: “Reunirem-se militares e assemelhados: I – agindo contra ordem recebida de superior ou negando-se a cumpri-la; II – recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência; III – assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior; IV – ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles  locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar”.

A pena prevista é reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um terço para os cabeças. O agravante é que se houve um concerto preliminar para organizar o motim, cometem outro crime: conspiração, com pena de até cinco anos e, pior, ainda, caso estejam armados, caracteriza-se revolta, com pena de seis a vinte anos.

Alguém tem dúvidas do enquadramento jurídico dos PMs do Ceará? Com certeza, ninguém. A questão que se faz é sobre que motivações originaram o tal movimento. Respostas várias e  a face mais simplória é aumento de salário, mas quero trazer outra vertente de pensamento, que ainda não vi exposta por ninguém.

O crime organizado, milícias inclusas, possuem métodos, condutas, logística e objetivos definidos, dentro de um sistema absolutamente hierarquizado. Ninguém tem dúvidas da proximidade do crime com a classe política, tanto elegendo seus membros, quanto políticos que lhe são simpáticos e favoráveis, o que é a mesma coisa.

Porém o crime quer mais e investe a curto, médio e longo prazo. Onde encontrar um profissional adestrado para o crime? Um bom lugar é recolhê-lo naqueles que passaram nas forças armadas e por uma razão ou outra de fragilidade, aceitam mudar de lado.

Para interferir na Justiça e MP existe o método milenar de procurar um coração afável e receptivo, mas porque não custear jovens do crime para se formarem nas carreiras jurídicas e passarem nos concursos. Um terrível  cavalo de Tróia.

Será se esse movimento é só da PM? Quem me garante que o crime não está estimulando ou dirigindo um movimento tão fora da lei? Caso seja fora da lei o crime e a polícia estão em mesmo patamar, portanto aliados.

São conjecturas que sonho serem mentiras, mas que podem ser absolutas verdades. É uma guerra urbana e, tenho calafrio quando sei que uma parte do efetivo mandado para a resolução do problema é composto por simples recrutas, militares temporários, em regra, inexperientes.

Esses jovens, que vão para o confronto, podem estar enfrentando diferentes adversários: os policiais sublevados, o crime organizado, as  comissões de direitos humanos e a histeria esquerdopata.

Bolsonaro está tentando defendê-los e não sei se vai conseguir, mas isso é outra história. Ainda vou conta-la.

Tenho dito.

EVANGÉLICOS INCOMODAM

EVANGÉLICOS INCOMODAM

João Melo e Sousa Bentivi

A minha família é pioneira das Assembleias de Deus e eu tenho experiência de ser minoria religiosa, fui o primeiro médico de minha igreja, em nosso estado. No Maranhão, daqueles tempos, uma das poucas coisas a nosso favor era o respeito que dispunham os nossos velhos ministros, como Francisco Assis Gomes, Estevam Ângelo de Souza, Adiel Tito de Figueredo, Capitulino Amorim, Faustini, Nelson Amaral, João Crisóstomo, Eliseu Martins e outros.

Tempos mudaram, somos muitos e não quero discutir, aqui, agora, a qualidade do nosso crescimento, mas continuamos perdendo a batalha em alguns locais interessantes: nas universidades, na classe artística e nos meios de comunicação. O inimigo é organizado, competente e está incomodado.

O exemplo mais bem acabado do incômodo tem nome: ministra Damares Alves, de um tal Ministério da  Família, da Mulher e dos Direitos Humanos. Inicialmente, esse ministério sempre foi a menina dos olhos da esquerda, exatamente porque essas bandeiras, quando levantadas pela ótica da esquerda, invariavelmente contrariam a ótica da Bíblia.

No inicio de sua atuação sofreu uma campanha violentíssima e resistiu. Creio que a sua persistência dependeu das orações de milhares e milhares de salvos, em permanente intercessão. Tentaram enxovalhá-la e não deu certo, mas não perdoaram-na. O grande problema da ministra para essa turma esquerdopata é um só: ela não faz parte deles. Em outras palavras, pertence a outro rebanho.

A guerra de novo voltou. A ministra defende uma campanha de orientação para que nossas adolescentes iniciem a sua vida sexual mais tarde, ou seja, com mais maturidade. Está sob fogo cruzado.

A Bíblia não diz para ninguém qual a idade de se iniciar uma vida sexual ativa, mas ensina muito bem que o nosso corpo é morada do Espírito e que temos que ter responsabilidade com ele. A campanha proposta pelo ministério não tem nenhum item de religiosidade, não trata de pecado ou não pecado, mas está recheada de bom senso. Como se entender a razoabilidade de uma criança de 12 anos ser mãe? Quer dizer que não tem idade para dirigir um quiosque, mas tem idade para dirigir outra vida?

A esquerdalha bandida toma um projeto de tamanho alcance e relevância, acima de tudo em favor da saúde pública, e o apelida de “lei da abstinência sexual” exatamente para criar um clima de rejeição de todos e muito mais dos desavisados.

É hora do povo de Deus agir, não com religiosidade tola, mas com as armas mais salutares de reação de um crente: oração e intercessão. Essa ministra, boa ministra, precisa de nós. Não podemos falhar.

Tenho dito.

CRIACIONISTA, SIM, GRAÇAS A DEUS.

CRIACIONISTA, SIM, GRAÇAS A DEUS

João Melo e Sousa Bentivi

“O mundo jaz no maligno” (1 Jo 5:19). Esse versículo é de uma atualidade exuberante. Há muito tenho defendido e apontado as incoerências bíblicas da maioria das bandeiras esquerdistas, inclusive postei uma sobre a ideia do ex-presidiário Lula, de fundar o PT Evangélico. Uma impossibilidade.

Há pouco mais uma pérola. A imprensa esquerdopata e contra Bolsonaro pegou pesado contra a indicação do senhor Benedito Guimarães Aguiar Neto, ex-reitor da Mackenzie, para dirigir a CAPES. O crime do rapaz: ser criacionista.

Essa acusação partindo de partidos bandidos soa como elogio. Ser criacionista, ainda que criacionismo fosse uma bobagem, comparado com os incontáveis ladrões da esquerda é nota dez em bom comportamento.

Mas criacionismo não é e nunca foi bobagem. Muito pelo contrário.

Em 30 anos de professor de Biologia em colégios e cursinhos do Maranhão e do Rio de Janeiro, ensinei milhares de vezes a teoria da evolução e, sempre, ao final das aulas, explicava que de tudo aquilo que ensinei eu não acreditava uma vírgula sequer.

Essa história de evolução começou em 1859, por meio de um sujeito chamado Charles Darwin e, até hoje, continua sendo TEORIA DA EVOLUÇÃO. Apesar de ser “teoria” tomou ares de verdade e tornou-se obrigatória nos currículos científicos e  didáticos.

O problema é que todas as provas evolucionistas carecem de certezas e são inundadas de dúvidas. As dúvidas se iniciam com a origem do universo, passando tantas como a inexistência de todos elos evolutivos e a maior de todas as dúvidas: como a perfeição da criação pode ser explicada por acontecimentos casuais, como mutações aleatórias? Impossível.

Quanto ao criacionismo, no qual me vinculo de maneira absoluta, não precisa provar nada, apesar de ser provado, até porque pressupõe a existência de um Deus Criador. Para nós, criacionistas, basta entender o EU SOU, do livro de Êxodo.

Como um homem das letras e das ciências, não sou fechado aos novos conceitos e conhecimentos e desafio a um evolucionista  qualquer, de qualquer parte do mundo, a provar, para mim, cientificamente, que a evolução ocorreu. É provar e eu troco de posição, evidente que ninguém, em todos esses anos, provou ou comprovou esse absurdo, que de ciência não tem nada.

Por último, o que tem a ver dirigir a CAPES e ser criacionista? Nada, coisa nenhuma. É o mesmo que correlacionar o fato de eu trocar trombone e ser criacionista.

Por fim, mesmo, uma palavra para aqueles que professam a fé cristã. Para crer que um dia Jesus voltará para buscar a sua Igreja, alguns pressupostos são obrigatórios, sob pena de você estar se enganando e enganando a outros.

Os pressupostos da verdadeira fé cristã, em resumo, são a crença em: Jardim do Éden, a queda do homem, Caim e Abel, o dilúvio, Torre de Babel, travessia do Mar Vermelho, o êxodo, terra prometida, nação israelita como povo de Deus, nascimento sobrenatural de Jesus, milagres, maravilhas, crucificação, remissão dos pecados, volta de Jesus aos céus, o aparecimento da Igreja de Cristo, os dons do Espírito, arrebatamento, etc. etc.

Quem crer nesses pressupostos nunca crerá em evolução. Caso tenha dúvidas de qualquer desses pressupostos, aconselho a ler Tiago 1: 5-7: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e não censura, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando, porque qualquer que duvida é semelhante a onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa”.

Tenho dito!

ESQUERDOPATIA É DOENÇA INCURÁVEL?

ESQUERDOPATIA É DOENÇA INCURÁVEL?

João Melo e Sousa Bentivi

Quando falavam que esquerdopatia era enfermidade, achava exagero e sempre me posicionava contra, depois passei a observar com mais acuidade e os exemplos da patologia se multiplicaram à minha vista, de maneira tão evidente, que ficou impossível não reconhecer: é doença, grave, transmissível, perigosa e  os órgãos preferencialmente atingidos, são o coração  e o cérebro.

Tenho centenas de exemplos, mas ater-me-ei a um. Trata-se de um amigo médico, de longas datas, nos conhecemos a quase 50 anos, um homem comedido, calmo, tranquilo, educado, voz mansa, etc. Qualquer pessoa o colocaria na condição de monge, de santo, não fora o fato de suas aptidões com o sexo feminino.

Acrescente-se ser um humanista, médico sacerdote, cidadão honesto, bom pai de família, sensível às artes, às letras e a poesia.

Esse anjo não está bem. Esse anjo me preocupa. Esse anjo foi acometido por uma virose, um vírus diabólico oriundo do nordeste, levado para São Paulo, sofreu várias mutações deletérias e hoje a taxonomia o denomina de Lulis diabolicus marginalis.

Vamos ao caso. Postei no meu face uma comparação entre dois marginais brasileiros: o ex-goleiro do Flamengo, Bruno e o ex-presidiário Lula. Dizia, a respeito de um movimento que tenta impedir o Bruno de voltar a ganhar o pão de cada dia com o único trabalho que sabe fazer, que é jogar futebol, que o Bruno, apesar do feminicídio, tinha direito a trabalhar e tentar reconstruir a sua vida.

Essa minha postura não tem nenhuma aprovação ao condenável feminicídio, mas pura e simples posição de acordo com a lei e com a minha postura cristã. Ponto.

Dizia que não entendia que um corrupto, como Lula, ainda recebesse os afagos de mais de 20% dos brasileiros e afirmei que a corrupção petista e de aliados matou milhares de mulheres, de crianças, de idosos e matou, ainda, os sonhos de quase uma nação inteira.

Bruno e Lula são bandidos, mas um é bem pior que o outro.

O meu amigo, agora com esquerdopatia, partiu contra os meus argumentos e iniciou o diálogo com uma sonora PORRA. Respondi e depois fiquei lívido de arrependimento. Tenho certeza que as minhas respostas foram chuva no molhado, ou sebo em venta de gato, como se dizia na minha Pedreiras.

Entendo, com lágrimas nos olhos, que para o meu amigo voltar ao normal, o caminho não é nem a argumentação e nem a lógica. O doente esquerdopata assassina a lógica logo no período de incubação do vírus.

Para que volte ao normal a luta é espiritual: oração. Entendi e vou orar. Alguém vai me dizer que essa cura é impossível. Nada vai mudar a minha determinação: vou orar. Em Lc 1:37 está escrito: Pois  nada é impossível para Deus.

Digo eu: até a cura de esquerdopatas.

 

João Melo e Sousa Bentivi

Quando falavam que esquerdopatia era enfermidade, achava exagero e sempre me posicionava contra, depois passei a observar com mais acuidade e os exemplos da patologia se multiplicaram à minha vista, de maneira tão evidente, que ficou impossível não reconhecer: é doença, grave, transmissível, perigosa e  os órgãos preferencialmente atingidos, são o coração  e o cérebro.

Tenho centenas de exemplos, mas ater-me-ei a um. Trata-se de um amigo médico, de longas datas, nos conhecemos a quase 50 anos, um homem comedido, calmo, tranquilo, educado, voz mansa, etc. Qualquer pessoa o colocaria na condição de monge, de santo, não fora o fato de suas aptidões com o sexo feminino.

Acrescente-se ser um humanista, médico sacerdote, cidadão honesto, bom pai de família, sensível às artes, às letras e a poesia.

Esse anjo não está bem. Esse anjo me preocupa. Esse anjo foi acometido por uma virose, um vírus diabólico oriundo do nordeste, levado para São Paulo, sofreu várias mutações deletérias e hoje a taxonomia o denomina de Lulis diabolicus marginalis.

Vamos ao caso. Postei no meu face uma comparação entre dois marginais brasileiros: o ex-goleiro do Flamengo, Bruno e o ex-presidiário Lula. Dizia, a respeito de um movimento que tenta impedir o Bruno de voltar a ganhar o pão de cada dia com o único trabalho que sabe fazer, que é jogar futebol, que o Bruno, apesar do feminicídio, tinha direito a trabalhar e tentar reconstruir a sua vida.

Essa minha postura não tem nenhuma aprovação ao condenável feminicídio, mas pura e simples posição de acordo com a lei e com a minha postura cristã. Ponto.

Dizia que não entendia que um corrupto, como Lula, ainda recebesse os afagos de mais de 20% dos brasileiros e afirmei que a corrupção petista e de aliados matou milhares de mulheres, de crianças, de idosos e matou, ainda, os sonhos de quase uma nação inteira.

Bruno e Lula são bandidos, mas um é bem pior que o outro.

O meu amigo, agora com esquerdopatia, partiu contra os meus argumentos e iniciou o diálogo com uma sonora PORRA. Respondi e depois fiquei lívido de arrependimento. Tenho certeza que as minhas respostas foram chuva no molhado, ou sebo em venta de gato, como se dizia na minha Pedreiras.

Entendo, com lágrimas nos olhos, que para o meu amigo voltar ao normal, o caminho não é nem a argumentação e nem a lógica. O doente esquerdopata assassina a lógica logo no período de incubação do vírus.

Para que volte ao normal a luta é espiritual: oração. Entendi e vou orar. Alguém vai me dizer que essa cura é impossível. Nada vai mudar a minha determinação: vou orar. Em Lc 1:37 está escrito: Pois  nada é impossível para Deus.

Digo eu: até a cura de esquerdopatas.

 

SE LULA FOSSE JAPONÊS?

SE LULA FOSSE JAPONÊS?

João Melo e Sousa Bentivi

O episódio do senhor Carlos Ghosn, francês, libanês e brasileiro é uma bela lição para o povo brasileiro. São muitas verdades e a maior delas é a diferença gritante entre Brasil e Japão. Não falo de diferenças geográficas, mas de comportamento dos seus povos. Por exemplo, bandido não tem vida boa no Japão, a taxa de condenação de corrupto é quase 100%, já no Brasil, com a ajuda do tal STF, bandido rico vira sinal de impunidade.

Imaginem que o Brasil se tornasse Japão e alguém imaginaria que Toffoli, Lewandovsky e Gilmar Mendes seriam juízes da suprema corte? Pensariam que um Rodrigo Maia e um Alcolumbre teriam vaga para dirigir parlamentos? Renan Calheiros seria um senador japonês? Evidente que essas pessoas são subprodutos da nossa carência moral.

Mas ninguém representa mais a nossa lastimável situação que esse indivíduo chamado Lula, que denomino Lulaíma (herói sem nenhum caráter). Caso fosse japonês inexistiria um japonês sequer para dizer essa baboseira de LULA LIVRE. No Brasil, há milhões.

É preciso ser um esculacho de nação para  um chefe de quadrilha ter seguidores. Seguidor de quadrilheiro, admirador de marginais não rima com pessoas decentes, séria e honestas, rima com aspirante a marginal.

Lulaíma (herói sem nenhum caráter) não poderia ser japonês, decerto, pois além de não ter nenhum admirador na pátria nipônica, teria realizado o harakiri, morte por desonra.

Mas está vivo, não é japonês,  é brasileiro e vive no Brasil, tem chance do STF inocentá-lo e até ser, de novo candidato e, pior  ainda, eleito.

Caso alguém queira saber o porquê do Brasil não ter dado certo, não perca tempo:  o problema do Brasil é o brasileiro.

Tenho dito.

O PT EVANGÉLICO

O PT EVANGÉLICO

João Melo e Sousa Bentivi

Quando você pensa que o Lulaíma (o Macunaíma sem nenhum caráter) tinha encerrado a sua saga, se enganou completamente. É um tarado do mal.

Incomodado com a projeção do Bolsonaro junto ao eleitorado evangélico, Lulaíma saiu com essa pérola: fundar o PT Evangélico. De cara, dentro das concepções religiosas e não bíblicas, não gostei, mas, depois, pensando em Jesus e em seu sacrifício remidor, entendi que algo poderia ser aproveitado na esdrúxula ideia.

Já ouvi preciosidades como: um crente em Jesus não pode ser petista. O que não é a mesma coisa que um petista se transformar em um crente. No primeiro caso, o tal crente teria dificuldades em defender temas bíblicos em uma reunião da CUT, por exemplo, na segunda hipótese se abriria uma grande chance de mudança de partido.

Voltemos a pensar no PTE – PT EVANGÉLICO. Seria um grupo de evangélicos petistas que resolveram se abrigar em um ambiente mais espiritual ou uma brigada petista destinada a cooptar crentes desavisados ou com outros interesses? Esse PTE teria interesse no anúncio da verdadeira palavra de Deus, ou somente uma armadilha para se contrapor ao Bolsonaro, nas vias eleitorais?

Vou ajudar o PT e o Lulaíma (herói sem nenhum caráter). Não tentem fazer o PTE pregando ideologias durantes os cultos, pois a maior parte dos crentes não gosta disso. Não tentem abordar os irmãos com as palavras de gírias próprias da esquerda, tampouco com roupas não condizentes com os usos e costumes dos crentes.

Não tendem  fazer pregação antes de aprender as manhas dos discursos dos evangélicos, essa coisa de “espaço de fala”, “empoderamento”, por exemplo, não faz parte da linguagem dos crentes.

Vou facilitar a vida do PTE, a chance de vocês darem certo é mentir mais do que vocês normalmente mentem. Vocês não creem, mas mintam e digam que a verdadeira família está na Bíblia, que os gêneros (nada a ver com opção sexual) são somente dois, que pai e mãe devem ser respeitados, que meninos e meninas são diferentes, devem obedecer e se não obedecerem a Bíblia manda corrigir.

Mintam muito (pois vocês não acreditam, mas mentem com arte) e afirmem que existiu Adão e Eva, que houve Jardim do Éden, que Torre de Babel, Sodoma e Gomorra existiram. Mintam mais (pois vocês não acreditam) e afirmem que o Exodo dependeu da mão divina, que Abraão é o verdadeiro pai da nação israelita, que Jesus só é Salvador porque veio de uma virgem, conforme a Bíblia, que morreu por nossos pecados, ressuscitou dentre os mortos, voltou aos céus e voltará para buscar a sua Igreja.

Mando vocês mentirem por um motivo santo. Quem sabe, num descuido, entre uma mentira e outra, vocês possam ser alcançados pelo evangelho. São Paulo diz que a fé vem pelo ouvir da palavra de Deus, mesmo mentindo, se vocês estiverem falando a palavra de Deus, poderiam se converter e formar um verdadeiro PTE, evidente que, se esse PTE for verdadeiro, for cristão, não restará espaço de convivência com o PT PT do mensalão, do petróleo, que é o verdadeiro PT do Lulaíma (herói sem nenhum caráter).

Mas pode haver um PTE sem mentira? Pode e já existe. A melhor receita para o PT e outros partidos asseclas das esquerdas penetrarem no meio dos crentes é comprando lideranças evangélicas corrompidas na sua fé. Aliás, lideranças evangélicas corrompidas podem ser compradas pela direita, pela esquerda, pelo centro e por qualquer lado.

A moeda de compra é variada e múltipla, vai desde o vil metal, até condecorações e outras benesses. Pode ser mandato eletivo corrupto, nas tetas do erário, ou cargos anômalos como secretários, diretores ou capelães.

Toda vez que alguém quer e pode comprar e o outro alguém quer se vender, tudo fica mais fácil. O ruim para essa turma que envereda na facilidade de se vender é esquecer que a caminhada santa passa por um tal caminho estreito. É um caminho difícil, sem vendilhões, mas leva ao céu.

“Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz a perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida e poucos há que a encontrem”(Mt 7:13-14)

DE VOLTA AO PAI

DE VOLTA AO PAI

João Melo e Sousa Bentivi

“… mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. (Gn 2:17)

“Que homem há que viva e não veja a morte, ou que livre a sua alma do poder da sepultura?” (Sl 89:48)

“Assim que o homem começa a viver, tem idade suficiente para morrer”. (Heidegger)

Passando dos 60 anos creio ter uma visão de conjunto bem extensa da vida: da por mim vivida e das vidas por mim presenciadas. Posso dizer que ninguém é o mesmo, a cada dia somos outra pessoa, até assumirmos a condição final de defunto.

Incontáveis diferenças poderia apontar, ater-me-ei a uma comparação pontual da adolescência  com a tal terceira idade. A festa mais comum na adolescência eram os aniversários de 15 anos, mas a efeméride mais frequente na terceira idade são os velórios.

Convivo com vários grupos de idosos masculinos, conversas inteligentes, espirituosas, plêiade de mentirosos na esfera da sexualidade e um papo natural: fulano está hospitalizado ou sicrano faleceu. O diabo é que hospital, nessa faixa etária, rima firmemente como uma canção para dona Lucrécia.

Nesse diapasão, pelo aumento da longevidade, os que nos deixam na faixa dos 60 anos recebem a adjetivação de terem ido cedo demais, como se tantos anos fossem, de fato, precocidade. Entendo isso como uma maneira mentirosa de se acharem jovens, mesmo após os 60 anos.

Uma questão suplementar acontece. À medida que o tempo passa o número de contemporâneos rareia e, de repente, você não tem mais a festa do funeral: todos se foram.

Na minha casa tenho um exemplo vivo. A minha sogra, uma bênção em nossas vidas, teve todos os seus contemporâneos familiares chamados pelo Criador. Às vezes encontro-a pensativa e fico a imaginar se é saudade dos que se foram ou vontade de acompanhá-los. Não sei, felizmente o sorriso voltou a reinar com a presença diária de uma bisneta. Extremos da vida em harmonia significa certeza de alegria. Mais uma lição.

A marcha da vida é inexorável e como um filósofo da Bioética, raciocino e ensino que morte e vida são a mesma face do inexplicável e do indefinível.

Hoje lamentamos pela ida de Rita Palhano, como Rita lamentou pela ida de tantos. Amanhã lamentaremos pela ida de outros, até o dia que outros lamentarão por nós.

Não deve haver lugar para o desespero por algo que não podemos alterar, por isso advogo a fé, ainda que fé eu não tivesse. A fé, nesse momento, é o grande aval da eternidade.

Guardemos a fé.