POR ONDE DIABOS ANDA GRETA?

POR ONDE DIABOS ANDA GRETA?

João Melo e Sousa Bentivi

Não há ninguém minimamente informado que desconheça aquela garota sueca, “injustamente” tratada de pirralha, que defende de dinossauro a bactérias, passando de raspão pelos homens, chamada Greta.

Para os que não a conhecem faço uma pequena descrição da jovem cidadã: trata-se de uma jovem bem nascida, vacinada exemplarmente, que teve todas as suas vontades realizadas, que pode escolher em percorrer o mundo de avião, bicicleta, carro ou qualquer outra coisa, como um moderno veleiro, impulsionado por energia solar.

Eu que até a juventude só pude ter bicicleta, fico com uma ponta disfarçada de ciúme. Coisa boba. Mas voltemos a nossa jovem, “injustamente” dita pirralha. Nunca soube o que é fome, inclusive só come orgânicos, com cardápio orientado por nutricionistas e a cada suspiro, as redes sociais, com milhões de seguidores se emocionam, passa o dia inteiro postando e respondendo, aliás, tem uma assessoria enorme para auxiliá-la. Pode-se dizer que essa cidadã, “injustamente” denominada pirralha é um mar de felicidade.

Aí a questão não é tão simples. Essa cidadã, “injustamente” denominada de pirralha, é uma péssima aluna, a caderneta escolar está repleta de falta, em qualquer escola séria estaria reprovada por falta. É denominada ambientalista, mas entende tanto de meio ambiente, quanto o papa Francisco do mister de fazer menino.

Enquanto o Gonzaguinha cantou a alegria das crianças, essa cidadã, “injustamente” chamada de pirralha, nunca se viu com um simples sorriso no rosto, que, a bem da verdade, de beleza só tem a juventude, mas de tristeza é um oceano.

As palavras dos jovens, acostumamo-nos por serem fáceis, cândidas e suaves, a tal cidadã fala crispada, dura, fria e irritada. Aqui, na linha do Equador, faço uma futurologia: quem será o companheiro ou companheira que vai desfrutar por, imaginemos, 30 anos, de tão agradável companhia? Deve ser de lascar conviver com bombom de alho por muito tempo.

Uma preocupação tem me incomodado: a tal Greta não deve estar bem de saúde, quem sabe, afásica. Bastou queimar a Amazônia e Bolsonaro pegou logo uma cacetada, entrementes a Austrália está queimando há mais de 3 meses e a moça está suturna.  Não abre a bendita ou maldita rima labial a respeito.

Será que canguru, coalas e outros marsupiais não merecem a mesma proteção, que as nossas guaribas? Ou Bolsonaro precisaria ser o primeiro ministro da Austrália para um grande mimimi internacional?

Volto ao Gênesis, para me lembrar da primeira indagação da história: Adão, onde estás? Estava escondido. Greta, onde estás? Quem sabe, voltou a frequentar a escola, de onde nunca deveria ter se ausentado. Deveria aproveitar para aprender com mais profundidade a problemática ambiental.

JUNTOS, MAIA E ALCOLUMBRE: ALGUMA SACANAGE

JUNTOS, MAIA E ALCOLUMBRE: ALGUMA SACANAGE.

João Melo e Sousa Bentivi

Quando os homens  públicos se reúnem, o pressuposto lógico seria que alguma coisa boa para o povo estaria sendo gestada, mas geralmente o tal pressuposto é negado, principalmente se a reunião é em Brasília. Dessa forma, nas atuais circunstâncias da política brasileira, sempre há uma ponta de desconfiança, quando os homens públicos conversam, mas se esses homens públicos se chamam Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, não há nenhuma ponta de dúvida, porém uma inquestionável certeza: estão armando uma grande sacanage.

O STF, por sua vez, é incomparável em fazer cagadas e fez, há pouco, mais uma traquinagem criminosa, ao suspender a prisão, após a segunda instância e a sociedade brasileira reagiu de maneira decisiva, a ponto de conseguir movimentar as duas casas do Congresso, com a proposição de um projeto de lei e uma PEC, que poderiam voltar as coisas, para o local da correção.

Aí, entrou em cena, às sombras, camuflados como se fossem líderes do bem, dois pústulas políticos, Maia e Alcolumbre, com uma ideia que parece boa: unificar as propostas das duas casas. Uma baita malandragem, para postergar ao máximo a decisão ou mesmo inviabilizá-la..

Estão cumprindo um script traçado a seis mãos, e seis mãos repletas de lodo e imundície, pois se as quatro já seriam medida para nenhum satanás ficar triste, tinham mais duas mãos, que só não afirmo serem piores, porque muitas vezes, a escolha do pior é problemática. As duas mãos de Toffoli. Explico.

Quando Toffoli viu a reação popular contra a traquinagem do STF, tratou logo de anunciar que o assunto poderia ser tratado pelo Congresso e adiantou, de maneira espúria e inadequada, que a prisão após a segunda instância não se tratava de causa pétrea, que poderia ser tratada diretamente pelo Congresso e, pasmem, receberia a concordância do STF.

Esse Toffoli é um ministro que, à sorrelfa, adianta para as partes, de maneira informal, se algo é ou não constitucional, ou seja determina o que esse Congresso deve ou não fazer e esse Congresso faz. Tudo isso se chama união siamesa da sacanage constitucional.

O Senado, então, pela liderança da correta senadora Tebet, aprovou na Comissão de Constituição e Justiça, a alteração no CPP e tudo dependeria do projeto ser mandado para a Câmara, aí entra o pústula Alcolumbre, senta em cima e ninguém sabe quando sairá dos seus sórdidos fundilhos.

Alguém acha que nessa sacanagem ele está só? Engana-se. Bordel de um só, se chama masturbação e tem muita gente com ele, muita gente mesmo, mas dois, com certeza, são preponderantes: Rodrigo Maia e Toffoli.

Essa é a realidade. Um país que tem lideranças do quilate de Maia, Alcolumbre e Toffoli não pode ser um país sério. Não é um país sério.

Rodrigo Janot pensou acionar um gatilho e falhou, para minha decepção, redondamente, como não tenho experiência gatilhau, resta a mim clamar por fogo dos céus para consumir bandidos.

Pedir fogo dos céus não se enquadra no Código Penal: FOGO, SENHOR!

PERDE MENGÃO

PERDE, MENGÃO.

João Melo e Sousa Bentivi

Antes que  você me confunda como adepto de algum outro grupo minoritário, reafirmo que sou Flamengo há 37 gerações, aliás, acho que Adão e Eva constituíram o primeiro casal rubro-negro da história.

Essa matéria diz respeito a outro fato: ao desespero de um pai flamenguista. Relatarei o drama.

O pai, bom pai, comprou uma camisa do Gabigol para o filho. A criança, emocionada, de joelhos, olhos plenos de lágrimas, agradece e faz um único pedido para o amado pai.

“Meu pai querido, me prometa que eu posso usar essa camisa e sou vou tirá-la, quando o Flamengo perder uma partida”.

O pai, homem de pouca fé, acostumado com coisitas costumeiras como Palmeiras, Corínthians, ou outro pé-duro semelhante, aquiesceu ao pedido filial. Assim, ser ter a dimensão exata do fato, esse pai adentrou em um problema paternal e sanitário: O Flamengo, rodada a rodada, jogo a jogo, não perde e o garoto não tira a camisa. São quatro meses de ininterruptas vitórias.

O menino está fedendo, camisa se rasgando, micose pelo corpo e tudo já lhe foi prometido e ele não aceitou trocar de roupa;  o pai, a mãe, tios e avós não sabem mais o que fazer, pois há 4 meses o Flamengo teima em não perder.

O pai, há poucos dias, procurou apoio nas rádios e redes sociais. É rubro-negro, decerto, mas o coração de pai está falando mais alto, foi a terreiro de macumba, sessão espirita e igreja evangélica, rádios e redes sociais, com um pedido inusitado: PERDE FLAMENGO!

Meu coração é flamenguista, mas sei como pode um pai sofrer e estou sofrendo com esse desesperado pai, por isso fiz a minha parte: mandei um email para o Mister, solicitando uma derrota do MENGÃO.

Acho que não serei atendido e o drama daquele menino, agora um fedorento garoto, está longe de terminar, mas como a fé remove montanhas, não custa nada desejar, por um ato de fé e piedade cristã: PERDE, MENGÃO.

A droga é que a minha fé está muito longe de um grão de mostarda e o garoto vai continuar fedendo, certamente, por muito tempo.

A propósito, acabou a sacanagem do “cheirinho” e como não há mais adversários nas Américas: te segura Liverpool.

LULA NÃO TEM PALAVRA

LULA NÃO TEM PALAVRA

João Melo e Sousa Bentivi

Colocando a casa em ordem, todo brasileiro honesto e consciente está triste, pois em contrário, ou o sujeito é um desonesto ou um desprovido de raciocínio lógico.

O Lula, pelas diabruras desse insano e incompetente STF (na mais favorável hipótese) está solto, mas continua um simples bandido, aliás, ele não é o único bandido solto e lá pelas bandas de Brasília, os bandidos com liberdade de ir e vir se contam aos milhares.

A dúvida quanto ao Lula é maniqueísta: se ele é mais bandido que cínico ou vice-versa.  Resposta difícil e eu acho que ele hiperboliza essas duas habilidades, daí podermos alcunha-lo, simplesmente, de um bandido cínico ou, quem sabe, um cínico bandido.

Para algazarra de sua horda de esquerdopatas repetiu: sou um inocente. Caramba, quem inocentou o Lula? O STF está, de fato, procurando um meio de inocentá-lo e eu, como advogado, já entendi muito bem e vou explicar.

Ninguém pode anular os milhões devolvidos pela Lava jato, ninguém pode dizer que tantos criminosos que se delataram e delataram outros mentiram, ninguém encontra um til sequer de desonestidade nas condutas do Ministério Público e dos juízes da Lava Jato e nem o próprio Lula acredita na honestidade dele…

Sobra o quê para os  rampeiros do STF para absolver o Lula? A prescrição ou a anulação do processo. A prescrição não é o ideal para um criminoso caminhando para os oitenta anos, então essa bandalha do STF se prepara para anular os processos envolvendo o bandido Lula.

No próximo post vou tratar exclusivamente do STF, mas acho que temos que engrossar o coro para o impeachment de alguns ministros desse tribunal, começando pelo lendário Gilmar e o despreparado jurídico Toffoli.

Por último, o título é LULA NÃO TEM PALAVRA. Sim, se nos referimos a falar a verdade, pois em mentira é pós-graduado. Ele afirmou que só sairia da cadeia se ele fosse inocente, tudo balela, saiu e continua bandido, nada mais. Não tem palavra.

Vamos para a rua lutar.

POR QUE MATAR GILMAR?

POR QUE MATAR GILMAR?

João Melo e Sousa Bentivi

A notícia foi bombástica: Janot desejou matar Gilmar Mendes. A partir daí, como de costume, o STF começou a cagar tudo, numa diarreia de falta de senso. Evidente que essa metáfora não tem a pretensão de desmoralizar o sistema digestivo, ainda que com diarreia. Peço desculpas ao sistema digestivo.

A sacanagem do STF entrou em êxtase e os principais personagens (e como há personagens no STF) não poderiam ser outros: Toffoli, Alexandre (que nunca seria o grande) e o inoxidável e inominável Gilmar.

O ambiente propício. O tal Alexandre empurrou o fato para dentro daquele inquérito inconstitucional, saco de merda, em que tudo cabe, confiscaram o celular e as armas de Janot, busca e apreensão nos endereços, medida protetiva e, de tabela, os vagabundos alvejaram a Lava Jato.

Só uma pergunta: qual a relação entre a vontade de Janot matar Gilmar e a Lava Jato. Qualquer imbecil comum diria nenhuma, mas se o imbecil tiver determinada toga, embarcará em um inquérito e ainda tem a desfaçatez de dar entrevista.

Janot cometeu algum delito em pensar tirar a vida de Gilmar? Do ponto de vista jurídico nada, nadica de nada. Na doutrina, isso se chama “cogitação” e nunca será crime.

Todos nós podemos pensar ou já pensamos em praticar um delito (respeito os santos que nunca pensaram). Pensar em matar Gilmar Mendes, tenho certeza que Janot não foi o único e se houvesse uma enquete o número de interessados seria apoteótico.

Qual o melhor meio que Janot teria para matar o tal Gilmar? O próprio Janot disse que andou armado, mas sobram conjecturas.  Caso Janot fosse um radical religioso, poderia apelar para a oração da maldição; fosse um químico, cairia como luva um envenenamento; um muçulmano da Al Qaeda, talvez usasse uma bomba; um pai de santo do ocultismo, quem sabe um sapo cururu no buchão disforme do Gilmar, etc.

E aí o despenteado Alexandre (quem não tem cabelo não usa pente, portanto. despenteado) faria o quê? O quê confiscaria em qualquer das hipóteses suscitadas? Prenderia o terrorista, o pastor, o morubixaba ou o químico? Confiscaria a Bíblia, o Alcorão, as velas e farofas? A vontade plena do meu coração e mandar  essa tríade maléfica para passear em plena PQP.

Voltemos para a pseudoassassinato do tal Gilmar.

Nunca pensei na morte física do Gilmar, mas sonho com o seu funeral jurídico, vendo-o sair expulso do STF e inabilitado eternamente para funções judicantes e vou mais além, dos onze ministros do STF, sonho que, pelo menos seis tenham o mesmo futuro.

Vai acontecer isso? Claro que não, pois tudo dependeria de um Senado de respeito e esse Senado que temos, definitivamente, não o tem, basta ver que nos livramos do Renan Calheiros e, sem outra opção, o Brasil sonhou e perfilhou Alcolumbre.

Foi somente uma mudança de  pesadelo. Alcolumbbre e Renan são siameses do despiste e da hipocrisia e a diferença está somente na massa adiposa excessiva em um  e a idade provecta do outro. Nas desqualidades são absolutamente equivalentes.

E o Gilmar andou perto de morrer? Coisa nenhuma, Janot tem todas as características de um matador de sanduba e a morte,  muitas vezes, não gosta de se misturar com o que não presta.

Enquanto isso, o Brasil continua em prantos.

Tenho dito.

O STF É O FDP OU O FDP É O STF?

O STF É O FDP OU O FDP É O STF?

JOÃO MELO E SOUSA BENTIVI

Em meu lar, posto em sossego, de repente sinto náuseas exasperantes, procuro a causa, não encontro, mas, de repente, descubro: Dias Toffoli. Esse sujeito estava sendo entrevistado pela insuportável Miriam Leitão. Sim, era uma dose cavalar de indigestão para mim, pacato cidadão da terceira idade.

Nada que ele fala é credível, inclusive a sua investidura padece de todos os motivos para insatisfação. Advogado sofrível na qualidade de operador do Direito, consultor da CUT, assessor  comum na Câmara, reprovado duas vezes em concurso paulista para a magistratura, advogado do PT, assessor do facínora Zé Dirceu, e, de repente, pelas mãos de outro facínora, o Lula, chega ao STF.

Esse currículo, nas malhas do bom senso, obrigaria a qualquer cidadão de bom senso abdicar da indicação e fazer penitências, mas Dias Toffoli não é qualquer cidadão, e, muito menos, de bom senso. É Dias Toffoli e quem nasceu Dias Toffoli, morrerá Dias Toffoli, o diabo, porém, é esse Dias Toffoli presidir a mais alta corte de justiça dessa sofrida pátria. A pátria toffoliza!

Com ele na presidência o STF transformou-se no maior fábrica de insegurança jurídica da história: legisla, decide, faz o que quer, não dá bolas para a sociedade e culminou o desatino com o tal inquérito que pode investigar tudo, investigar todos, constranger a quem quer que seja e, pasmem, sem a anuência e participação do MP, instituir salvaguardas, medidas coercitivas e penas.

O discurso é cretinoso: defesa do STF. O STF não precisa de defesa, quando cumpre suas funções e atribuições com respeito e seriedade. As medidas foram tomadas em defesa de pessoas que temem ser investigadas, dentre elas o tal Toffoli e seu lugar-tenente Gilmar Mendes, incluindo pessoas de suas famílias.

Um alento nos resta, está chegando o momento da prova dos noves e da prova real: soltar o bandido Lula. O sonho tofoliano, acolitado certamente por outros ministros, é soltar o bandido e soltando o bandido master, o Lula, ficará fácil libertar os “minores”. É da regra do direito que quem pode o mais pode o menos.

O que não sei é o tamanho da reação da sociedade. Creio que não será de pouca monta e espero, se necessário, fazer parte dessa revolta, porém como fervoroso cristão, desejo que não ocorra uma revolta.

A Bíblia nos informa que houve um tal de bom ladrão, que na hora H do calvário, mudou de rumo. Tirando a palavra ladrão da metáfora, oro para que nasça desse Toffoli, um outro Toffoli, um bom Toffoli.

Ah! Lembrei-me do Elvis: The impossible dream?

O DIABOLICAMENTE CORRETO

O DIABOLICAMENTE CORRETO

João Melo e Sousa Bentivi

Vivemos o mundo do politicamente correto e, evidentemente,  esse mundo trouxe muitos avanços, mas o meu amado pai, seu José Bentivi, na sua simplicidade, ensinou-me que tudo demais é sobra. Eu afirmo que a exacerbação desse tal politicamente correto está deixando o mundo insuportável.

Acabou-se o direito da gozação, do deboche, da piada, tudo é incorreto e quase tudo se criminalizou a tal ponto que você fica duvidoso em externar as mais simples convicções e preferências.

Na questão de gêneros, caminha-se em uma areia movediça perigosa e eu sinto isso e tenho me policiado, com o cuidado de nunca entrar em nenhuma armadilha. Explico. Sou um hetero convicto e feliz, mas tenho o orgulho de nunca ter feito acepções, em minhas amizades, por critérios sexuais. Tenho incontáveis amigos e amigas do segmento LGBT, alguns, verdadeiros irmãos para mim, os amando e sendo amado.

Mas a questão está mais perigosa a cada dia.

Imaginem um homem público externar, em uma entrevista, uma dessas duas afirmações: a) Adoro as louras; b) Não sei viver sem uma negra.

Poderá ter decretado o fim de sua carreira política e se tornado um pária da rede social. Caso ele seja participante de um cargo qualquer da administração Bolsonaro, por exemplo, será transformado em pó de peido pela sanha da patrulha esquerdopata.

Primeiro será um execrável machista. Essas frases, no ideário esquerdopata de ideologia de gênero, demonstram uma falha inaceitável: como uma homem (palavra muito perigosa) pode ser tão tacanho e atrasado, para desejar somente pessoas do sexo feminino? Para os esquerdopatas de todos os gêneros, uma pessoa para ser avançada não pode se orgulhar de ser somente macho ou somente fêmea, aliás, para um esquerdopata, somente a pronúncia do “macho” e da “fêmea” já soam como um sacrilégio ideológico.

Voltemos ao nosso hipotético homem público. Caso afirmasse adorar as louras, estaria mostrando um abominável racismo com todos os afrodescendentes (eita palavrinha???). Alguém poderia imaginar que a afirmação elogiosa às negras seria uma boa coisa, enganou-se completamente. A preferência exclusiva por negra, no ideário esquerdopata seria uma inaceitável ideia de dominação étnica e racismo sexual.

Uma pergunta que não quer calar: o que dizer, então, para ser bem aceito? Primeiro esquecer essa coisa de hetero, ainda que você seja hetero, deixe uma abertura para uma dúvida e, o mais importante, jamais demonstre esse apreço tão contundente com o sexo oposto. Verbalize frases politicamente corretas, tais como: o amor não tem sexo, entre duas pessoas que se amam tudo é possível, toda mudança é inteligente, não tenha medo de novas experiências, etc.

Poderia dar outros exemplos, mas uma certeza uma verdade é inegável: está difícil  viver nesse mundo diabolicamente correto. Caso seja um convicto hetero e com arraigados valores bíblicos e cristãos, prepare-se para grandes batalhas e enormes dificuldades.

ENTREGANDO O BASTÃO, NA FAMÍLIA BENTIVI

ENTREGANDO O BASTÃO, NA FAMÍLIA BENTIVI

João Melo e Sousa Bentivi

Os vícios são diferentes e múltiplos e, muitas vezes, é impossível não ser viciado e isso, em regra, não é uma virtude. Fato tão real que há, sempre, a vontade de não se confessar os vícios. Mas poderia ser virtude. E o que dizer da vaidade? Dentro da ortodoxia bíblica é o caminho da queda.

Vou confessar: tenho vícios e sou vaidoso. A história pode ser enfadonha e vou resumir.

Sou fruto de uma numerosa família, família Bentivi, cujo patriarca, Manoel Chaves Ferreira Bentivi , deixou alguns legados, dentro os quais, trabalho, inteligência, seriedade, honestidade e formação cristã, a tal ponto que hoje, nos milhares de Bentivis existentes, não há um só, um só mesmo, que não tenha sido evangelizado, que não conheça as sagradas letras e, a bem da verdade, não existe um só Bentivi analfabeto, desde  a primeira metade do século passado.

Nasci com esse legado e nem imaginava, na minha infância, o tamanho da responsabilidade. Foi bom não imaginar e, quando me dei conta disso, pela graça de Deus, tinha traçado uma pequena e difícil estrada: fui o primeiro Bentivi a concluir um curso superior, o primeiro médico, o primeiro jornalista, o primeiro advogado, o primeiro a ter um veículo automotor, o primeiro a ser professor universitário, o primeiro a fazer uma viagem internacional, o primeiro a concluir um doutorado, etc.

No enfoque da medicina, um capítulo especial, Melissa Fernanda, sobrinha, seguiu meus passos, Janaina, minha filha, também e, como o pai, otorrinolaringologista, Marilia, Helen, Jeane. Ufa, perdi a relação de sobrinhos na medicina, entre médicos e acadêmicos, ultrapassamos dezenas.

Hoje, só na seara acadêmica, perdemos a estatística de formaturas, especializações, mestrados e doutorados, como diz a Bíblia, em referência a Abraão, contamos isso, como contamos os grãos de areia da praia.

Tudo isso pode ter relevância, mas a que mais me orgulha é manter a dignidade e o padrão de comportamento herdado do meu avô, decerto me viciei em ser pioneiro, mas o meu maior vício é ser um Bentivi, a propósito, ser um Bentivi é gostar de sorrir e gostar de cantar. A música e o sorriso nos acompanha.

Não significa ausência de problemas e dificuldades, essas são inevitáveis, mas no alvorecer de minha adolescência, fiz uma trova, que representa um resumo, na vida de cada Bentivi: “Se sempre estou sorrindo/ Nem sempre estou a gozar/ Às vezes o meu sorriso/ Transmite o meu chorar.

Mas qual o objetivo dessa mensagem, aqui escrita? Primeiro referendar a minha santa vaidade de ser da família Bentivi e ser credor de uma herança de valor incalculável, muito mais que ouro e prata e, o segundo objetivo é, também, exponencial: confessar que perdi o bastão do pioneirismo e dou graças a Deus.

Explico. Hoje, uma de minhas filhas, Daiane Rose Bentivi, foi oficialmente matriculada, em um PÓS-DOUTORADO, na Universidade Federal da Bahia. É a mais absoluta felicidade de ser pai da primeira Bentivi pós-doutora.

Dou a mais inteira liberdade para todos que acharem esse fato de somenos importância, isso não causa nenhum incômodo ao coração desse velho pai, mas, nesse momento, sonhando, também, com um pós-doutorado, sou absolutamente feliz por estar estimulado a seguir os passos de minha filha Daiane, primeira pós-doutora, com a grife, desculpem, com o nome BENTIVI.

 

PROCURA-SE O CABO E O SOLDADO

PROCURA-SE O CABO E O SOLDADO

João Melo e Sousa Bentivi

Na minha última postagem, no meu blog, questionei se o tal STF poderia piorar e respondi: vai piorar. Estou afirmando a mais absoluta certeza. Os últimos movimentos da tal suprema corte confirmam. O pior nunca é alcançado.

Não se trata mais da sanha legislativa de quem tem a função primária de julgar e legisla; não se trata mais da vaidade descomunal amparada na nulidade jurídica de alguns, que não para de crescer; não se trata mais  de defesas ideológicas de quem deveria ser isento e teima em ser partidário. Não, a coisa é pior, os indicativos mostram que esse “supremo”, a cada instante, se desveste até da hipocrisia e assume a sua mais cruel faceta: favorecer no crime.

O objetivo de destruir a Lava Jato é o mais explícito.

A vontade de soltar o facínora Luiz Inácio nem é mais camuflada, é clara. A vontade de acabar a prisão de bandidos, após a segunda instância, só não se efetivou, até agora, pela pressão popular. A obsessão de acabar com qualquer hipótese de fiscalização sobre o próprio “supremo”, gerou a mais absurda e descarada inconstitucionalidade: o tal “supremo” instaura inquéritos, investiga (não sei como), produz provas e julga.

O pior: quem julgará as inconstitucionalidades do tal “supremo”? Deus ou belzebu? Pelas diabruras, essa turma de togados está mais para belzebu e bastante longe do Criador.

O Eduardo Bolsonaro, há pouco, ganhou muitas pedradas, quando, ao se referir ao tal “supremo”, disse que para fechá-lo, só necessitaria de um cabo e de um soldado, sem mesmo um jipe.

Eu mesmo achei a declaração descabida e forte, mas me penitencio e quero parabenizar o rapaz por tão interessante vaticínio. Um verdadeiro profeta,  bem a frente do seu tempo, quem sabe, um jovem Nostradamus, na linha do Equador.

O mais fácil, nesse caso, é o jipe, pois há milhões de patriotas que podem doá-lo. A questão, para a definição escatológica da premonição, é identificar o cabo e o soldado. Aí, com uma dor no peito, exclamo: que saudade de um cabo e de um soldado!

Tenho dito.

O ERRO MONUMENTAL DE BOLSONARO

O ERRO MONUMENTAL DE BOLSONARO

João Melo e Sousa Bentivi

Apesar de achar que Bolsonaro devia falar menos, pois trabalhando está, até demais, quero criticá-lo com veemência. Explico.

Há muito, as relações do Brasil com os americanos não eram tão amistosas, mas entraram nos eixos, incluindo o acerto da nomeação do filho Eduardo, para a embaixada americana. Essa embaixada é um covil de esquerdopatas e esse rapaz tem a patriótica missão de desinfetá-la. Não vai ser fácil, mas possível é.

As  relações comerciais serão implementadas e o aumento de transações e trocas entre os dois países aumentará. Bem aí está a falha de Bolsonaro, poderia ter proposto uma simples troca, um pequeno escambo: trocar a Suprema Corte Americana, pelo nosso glorioso STF.

As  diferenças entre as duas são absurdas e dá para fazer, no mínimo, uma monografia. Uma das maiores é a verborragia ministerial do STF. Esses caras não sabem ficar calado, falam de processos antes do julgamento e opinam descaradamente.

Jogaram no lixo a máxima do direito de que “juiz fala nos autos”. Falam até no sanitário e, nesse caso, há uma perfeita consonância, entre o que falam e aquilo que é expulso.

Para não perder tempo, peço para qualquer brasileiro imaginar um sujeito com as qualidades jurídicas de um Toffoli, que foi reprovado duas vezes em concurso para juiz de primeiro grau, presidindo a corte americana. Pensem se um ministro americano carregaria a sua esposa para uma viagem qualquer, com as despesas pagas pelo contribuinte.

Isso é tão absurdo, que nenhum americano cogitaria essa hipótese, mas aqui é realidade. Um sujeito com as esquisitices de um Marco Aurélio seria o que nos padrões jurídicos americanos? Lewandowski palestraria para qual plateia, na América?

Os exemplos poderiam ser exaustivos e Bolsonaro deveria ter proposto isso, mesmo sabendo que o velho Trump, ainda que denominado de louco, jamais cometeria essa sandice.

Deixo o devaneio e volto a triste realidade: esse STF que temos  é patrimônio nosso, queiramos ou não, construído por uma estranha conjunção planetária de erros e incompetência.

Tem chance de continuar ruim? Mais que chance, com certeza, vai  piorar. A dúvida é outra: até quando a democracia aguentará esse STF?

Tenho dito.