TuntumTema

Não sou dado a elogios, como cronista político, pois a minha militância em décadas na oposição, sempre me pôs na contramão do poder. Mas sempre me coloquei na perspectiva da verdade e, por isso, muitas vezes sofri ataques, em regra de desqualificados morais e ideológicos.

Há bem pouco tempo, fiz ver, aqui, nesse espaço, o fato de que o ministro Sarney Filho era um político longevo, poderoso, importante e não estava incluso em nenhuma delação da Lava Jato. Alguns vagabundos (e como tem vagabundo) puseram a me achincalhar afirmando que eu tinha feito um acordo com o sarneisismo. Nem mereceram resposta.

Não conhecia Tuntum e terminei por conhecer. A história é simples. Modéstia à parte ou sem modéstia nenhuma, tenho recebido incontáveis convites de prefeituras, para prestar a minha colaboração, como otorrino. A minha família, minha esposa à frente, por cuidado ou amor, não sei, se posicionou contra e foi vencedora, até que apareceu um tal de Tema.

Amigo de longas datas, a amizade consolidou-se quando me tornei professor, no curso de medicina da Universidade Ceuma, de seus três filhos, agora três médicos brilhantes: Rafael, Thalita e Alexandre. Tuntum ganhou.

Nesses tempos por lá, pude entender o porquê da liderança inconteste do prefeito Tema. Não faz nada de extraordinário, faz o que um bom prefeito deve fazer e, como a prateleira de bons prefeitos anda com muitos vazios, o bom prefeito torna-se extraordinário. Tema é extraordinário.

A sua residência, bela residência, não é dele e da população de Tuntum. Ninguém é barrado na entrada e todos podem falar, cara a cara com o prefeito. Mesmo aqueles que se apresentam com o nome oposição, ao contrário de outras plagas, não são retaliados, em nada.

No último dia 12, a festa foi indescritível: aniversário de 62 anos da cidade. O prestígio político foi evidente: governador Flavio Dino e centenas de políticos da região e fora dela testemunharam a seriedade da festa. É evidente que não há festa sem despesas e houve despesas, com a participação e ajuda do governo do Estado. Tudo dentro dos melhores critérios republicanos.

De repente o espírito destruidor de cupim, com objetivos seguramente inconfessáveis, ataca o prefeito Tema, com acusações, tais como atraso de salário e o cachê de Victor e Léo. Ora bolas, uma festa daquela magnitude merecia qualquer nome de sucesso nacional. Um fato registre-se, não sou nem Vcitor e nem Léo, mas dei o meu recado musical e fui muito aplaudido. Sem cachê e em nome da democracia.

O que as línguas maledicentes não disseram, porque não possuem honestidade, nem moral e nem ideológica, foi que o show de Victor e Léo representaram um pingo d`água, em um oceano de realizações. O caro leitor, peço, não se enfade, com o resumo de acontecimentos que ocorreram no dia 12/09 e lamento se a minha memória falhar:

1 – Desfile de Escolas da Rede Pública;
2 – Inauguração da Praça Maria do Artur Gonzaga e Escola Gilza Léda;
3 – Inauguração da Ponte Hélio Araujo , do Asfalto e Reforma da UBS Dr. Antonio Vieira Dias;
4 – Visita ao Centro de Imagem Antonio Jaqueira Cunha;
5 – Reforma e Ampliação da UBS do Bairro Arara;
6 – Inauguração da Escola Dígna – Povoado Placa Violão;
7 – Inauguração do Asfalto – Povoado Cigana;
8 – Inauguração da Escola Municipal – Povoado Mangaba;
9 – Inauguração da Escola Municipal – Pov. Fazenda Alternativa;
10 – Inauguração do Asfalto – Povoado São Miguel;
11 – Inauguração da Escola municipal – Pov. Pacas;
12 – Reinauguração do Estádio Municipal “TEMÃO”
13 – Inauguração da Escola Municipal Raimundo Ferreira Lima;
14 – Assinatura de Ordem de Serviços para construção do Sistema de Abastecimento de Água nos Povoados Cigana, Sempre Verde e Vila Ludgero;
15 – Jogo da Seleção Local e Sampaio Correia
16 – Show de Victor e Léo.

Novamente, dialogando com você, leitor: a parte mais importante da festa foi o show de Victor e Léo? Nunca. A parte mais importante foi a felicidade e alegria do povo de Tuntum, com a mais exemplar administração municipal do Maranhão.

Finalmente, por uma questão de absoluta justiça, cumpre destacar o papel do Governador Flavio Dino, na festa e no sucesso da administração do prefeito Cleomar Tema. Tuntum e seu povo muito devem ao governo do Maranhão. Observei a satisfação plena do governador. Caso ele tivesse algumas dezenas de “Temas” o seu futuro político teria, seguramente, muito mais flores e cada vez menos espinhos.

Finalmente mesmo. Na saúde municipal, nenhum município avançou tanto quanto Tuntum. São dezenas de especialidades, só encontradas na capital e com acesso mais fácil que na capital. Na otorrinolaringologia fornecemos atendimento clínico e cirúrgico, exceto microcirurgia otológica. Nos exames complementares, só não realizamos os potenciais evocados. A otorrinolaringologia pública, de Tuntum é um exemplo a ser seguido.
O Centro de Imagens de Tuntun é um capítulo à parte e ouso dizer que pode ser modelo para outros municípios. Faz tudo e faz muito bem.

Ah! Ia me esquecendo. Essa ordinália que ficou com essa sacanagem sobre Victor e Léo está convidada a discutir Tuntum comigo, no meu programa, na Rádio Capital AM 1180, domingo das 7:30 às 9:00. Basta me ligar 988191530. Como aquele programa da Jovem Pan, vamos botar os “pingos nos iss”.

BENDITO TEMER

Gosto de provocar e quando a provocação é contra a esquerda ignara, faz-se em mim um orgasmo jornalístico. Acho que existe em mim um gene da provocação, um tal “ppxpt”. Pensem bem, chamar Michel Temer de bendito, nem dona Marcela tem coragem de chamá-lo e, a essa altura do campeonato, bendizê-lo seria um crasso erro. Para a esquerda um pecado imperdoável.

Acalmem-se, tenho certeza que esse Temer pode ser qualquer coisa, exceto bendito. Creio que o seu passivo moral peemedebista transita, afinado, entre Jucá, Moreira, Eduardo e Gedel. Essa afinação rima com organização criminosa, pelo menos. Mas, por incrível que pareça, esse Temer será glorificado pela história, no futuro, como um estadista, ainda que delinquindo.

Há anos, muitos anos, todos sabemos que o Brasil necessitaria de reformas. Desde o Sarney isso era flagrante. O Sarney, nos dois últimos anos, só tratava em preservar o seu mandato, alvejado por todos os lados e, aí, iniciou-se esse presidencialismo de coalizão, agora chamado, pelo glorioso PSDB, de cooptação.

Parabéns ao PSDB: além de apontar o crime, confessa o crime e continua no crime.

Itamar era transição, FHC teve o avanço do plano real e deppis perdeu-se negociando o segundo mandato. O Lula poderia ter feito a reforma, mas como reformar se estava no projeto bolivariano, maldito, de implantar uma ditadura corporativa de esquerda? Em vez de fazer o que seria correto, enganou os menos favorecidos com benesses mil e instituiu a corrupção como norma. Deixo de analisar a Dylma por questões óbvias: um poste de burrice.

Volte-se ao senhor Temer. Já é parte da história e no capítulo dos recordes: o mais odiado presidente da história brasileira. O velho Sarney não esconde a alegria, alguém o ultrapassou. No pior. Mas surge o não racional: o Temer goza de um confortabilíssimo apoio político. Todos podem colocar ressalvas sobre esse apoio, se foi conseguido com emendas, cargos e outros agrados, porém apoio é apoio e, para ser específico, com Janot ou sem Janot, Temer terminará o mandato.

Outra explicação para o apoio político desfrutado por Temer, seria que o apoio ao Temer seria um apoio entre iguais. Entre iguais, nesse caso, não se trataria de apoio entre santos, mas muito apropriado para ser entre demônios. Nada demais, o PT, há pouco tempo, com tantos demônios, não soube fazer a cooptação das hostes infernais e dona Dylma escafedeu-se, para nunca mais voltar. Incompetência política.

Assim, por qualquer que seja o caminho, o senhor Temer demonstra competência política e o “fora Temer” cada vez mais esvai-se, tanto que está substituído, pouco a pouco, por um “xô Lula”. Fato por demais agradável.

Pois bem, dois fatores se encontram nesse Temer: não possui mais sonhos políticos pessoais e tem convicção de que nunca será amado pelos brasileiros. Essas duas condições se somam e permitem ao Temer fazer as reformas, muitas das quais amargas, porém necessárias e inadiáveis.

Sonho, todos os dias, que ele consiga fazer a reforma de previdência, pois as outras que realizou somente melhorara o Brasil. Fui, por anos, contrário às privatizações. Para não confessar a minha obtusidade, tenho um atenuante: não conhecia o PT. Hoje tenho convicção de que o estado menor rima com vida melhor. Espero que das mais de cem estatais ineficientes, corruptas e inoperantes, consigamos ver a maioria privatizada. Lucro para o Brasil, eliminação de descaminhos e a volta da eficiência.

Por tudo isso, posso afirmar, “fica Temer”, “bendito Temer”, até 31.12.2018. Depois quero que se encontre com Moro. Somente isso.

FAST NEWS 1: A ESPERA DO 100 (esse tópico, fi-lo no sábado, como está dito, e não estava errado infelizmente)

Espero que esteja errado. Escrevo essa matéria na madrugada do sábado e informo o que todos sabem. Foi assassinado o policial carioca de número 98. Nada de criticar o bandido que o assassinou. A minha crítica, a passeata pedindo paz, erigir cruzes nas areias da praia, tudo isso não vale nada, coisa nenhuma e ninguem viu qualquer bandido arrependido depois de uma dessas manifestações.

Explicável. O cabeleireiro tem que cabeleirar; o professor, professorar; o pastor, pastorear; o maconheiro, maconhar e como querer que o profissional do crime pregue o evangelho?

Mais ainda. Coloque-se na condição de um chefe de facção criminosa. Um determinado sargento PM tem a infeliz ideia de prendê-lo. O chefe não gosta e resolve se vingar. Lá de dentro do presídio, com todos os celulares e outros meios à mão, manda uma siples ordem: matem o sargento fulano de tal. Alguém acha que o sargento sobreviverá? Esse sargento fictício seria mais um na lista dos quase cem.

O mais grave é que os policiais mortos, em regra, são bons policiais. Explico. Caso fosse eu um chefão do tráfico, iria exterminar um policial amigo, que trabalha para o tráfico, que dá informações privilegiadas? Nunca, esse policial já não mais é um policial. Faz parte co crime, apesar de fardado. Os policiais eliminados, repito, em regra são bons policiais e a presença deles incomoda. Perdemos policiais, o que já é deplorável e perdemos bons policiais. Muito pior ainda.

O meu inconformismo será interminável. Não é contra o delinquente, é contra essa coisa monstruosa, escrota, hipócrita denominada COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS. Qualquer que seja ela, o desastre é o mesmo. O meu programa de rádio, na Rádio Capital AM, 1180, aos domingos, das 7:30 às 9:00 horas, está aberto para qualquer COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS. Basta me ligar, no 988191530, e acertaremos a data.

FAST NEWS 2: GILMAR, O GRANDE

O foco agora é Gilmar Mendes e, entre tantos pecados apontados, ressalta-se a verborragia. Um juiz deveria falar nada e decidir tudo. Essa regra foi morta, na pátria brasileira, há muito tempo. O atual STF exacerbou aquilo que já era deplorável.

Nunca tivemos um supremo com tantas vaidades e tão poucas qualidades. Esse supremo danou-se, inclusive, a usurpar as funções do Congresso Nacional, com total desfaçatez. Esse supremo, de guardião da constituição, tornou-se um seu agressor. A determinação da prisão de um condenado, antes do trânsito em julgado da sentença penal condenatória é patognomônica das artimanhas inconstitucionais da alta corte.

Voltemos ao senhor Gilmar e ao juiz Bretas. Bretas prende e Gilmar solta. Trinta minutos depois, Bretas solta nova ordem de prisão e imediatamente o Gilmar se insurge. Anula. Dois vaidosos para quem as leis a cidadania o bom senso não possuem a menor importância.

Sem juízo de valor, esse juiz promoveu uma infantil rebeldia e, se eu fosse o Gilmar Mendes faria a mesma coisa. Evidente que a metáfora de que “quem abana o cachorro é o rabo” foi debochada e medíocre. Porem correta.

O pior estava por vir. Chegam novas provas e o juiz Breta, no auge da insolência, manda o ministro tomar as providências. Caso fosse na vida militar, seria insubordinação e o Bretas pegaria uma prisão exemplar. O juiz Breta sabe que a decretação de prisão, nesse caso, é papel dele e nunca do ministro e sabe, melhor ainda, que um juiz singular não pode e nem deve dar ordem a qualquer ministro.

Mas ainda haveria coisa pior. A manifestação de juizes e promotores contra o Gilmar. Sabem eles e sabem todos que essa insubordinação não será acolhida no STF. Tudo não passou de uma pantomina, uma reunião aos moldes petistas para promover o desgaste do tal Gilmar. Burrice. O desgaste não será do Gilmar, mas o é de toda justiça brasileira.

Quem ganha com isso? Não sei, mas com certeza a nação brasileira está somente perdendo.

MUDAR TUDO PARA NÃO MUDAR NADA

Como se dizia, lá na minha Pedreiras, chegou a hora da onça beber água. O grau de incertezas, na pátria brasileira está no ápice, creio eu. Nas prateleiras da nossa democracia faltam muitos itens, tais como credibilidade, inteligência, seriedade, comprometimento com o bem público, respeito, mas sobram burrice, falsidade, hipocrisia, desfaçatez, corrupção e malandragens.

Uma ideia corrente, de alguns malandros, é explicar que o problema da corrupção, na política brasileira, é a existência de muitas siglas de aluguel, ou, simplesmente, partidos nanicos.

Uma parte da assertiva é correta. São partidos de ocasião, que se vendem mesmo, se alugam e ideologicamente nada podem acrescentar, visto não terem nada para acrescentar. Contudo, quando observamos a listagem dos corruptos presos, apenados e por apenar, a maioria esmagadora é oriunda de grandes siglas, com o PT imbatível, na saga da corrupção.

Alguém poderá objetar: não estão no mesmo patamar de corrupção, por não terem sido convidados para ela. Pode ser. Não tenho elementos nem para dizer, nem para desdizer essa tese.

A mudança de nome das siglas é outro ponto que se assemelha com a pedra filosofal da antiguidade: muda o nome, muda tudo e todos os problemas estão resolvidos. De novo, malandragem.

No passado, nem tanto recente, já ocorreu. O antigo MDB ganhou um P e virou PMDB. Não me lembro bem, mas parece que a legislação, de então, exigia a palavra “partido”. A velha e carcomida ARENA transformou-se em PDS, depois PFL e, mais depois, DEM. O PRN do Collor virou PTC e o PPB, PP; PRT para PSTU; PSN para PHS e PDC, para PSDC. Sem esquecermos as muitas incorporações, como, por exemplo, o PAN que foi incorporado ao PTB, em 2007.

As perguntas não querem calar. O quê e em que mudou, para nós, brasileiros? Alterou a eficiência? Houve um banho de honestidade em seus integrantes? O corrupto deixou de sê-lo só com a mudança do nome da sigla? É evidente que a mudança do nome dos partidos, independente das justificativas, foram meras malandragens eleitorais.

Mas não parou por aqui. Agora mesmo o PTN tornou-se PODEMOS, o PT do B, cuja principal liderança é o presidiário da Lava Jato Cândido Vaccareza, será AVANTE e as más línguas já perguntam: avançar para qual destino e sobre que pessoas? O PSL chamar-se-á LIVRES e retorna a indagação: livres de quê e de quem?

O leitor, que não é bobo, já entendeu que a mudança de nomes de partidos nada tem a ver com a seriedade de qualquer proposta ou levantar qualquer bandeira séria. Nada, nadica de nada, a não ser um indisfarçável interesse eleitoreiro. Mau, muito mau.

A tal reforma política é outro exemplo catastrófico. Nesse momento, a classe política desfruta do seu maior desgaste. Em uma fictícia disputa, entre a classe política e o presidente Michel Temer, assistiríamos a uma disputa sem vencedor: os dois lados segurariam, juntos, a gloriosa lanterna.

O problema dessa tal reforma política é tanto conceitual, quanto operacional. Como fazer uma reforma de tal envergadura em menos de dois meses? Nesse tempo, não daria certo em nenhum lugar do mundo e, evidente, no Brasil também não dará. O mais importante: como fazer essa reforma, sem ouvir a sociedade? Não foi ouvida e nem será ouvida.

Alguém ensinou que a raposa nunca seria uma boa protetora do galinheiro, do mesmo modo que o lobo jamais será um bom pastor. É a mesma coisa. Como um congre,sso com muitos já na cadeia, 1/3 respondendo a processos e com o passaporte carimbado para a PAPUDA, poderia produzir uma boa reforma política?

Sejamos inteligentes. O instinto mais fundamenta, no ser humano, é o da sobrevivência, qualquer que seja ela: familiar, profissional, emocional, física e, também, política.

Como exigir que um parlamentar, sentindo o perfume da cela, vote algo que ponha em risco o seu mandato? Ou se exigir que o Michel Temer confesse, sem mais e nem menos, que a mala dos 500 era dele ou para ele.

Todas as teses, como distritão, distritinho, fundo público de campanha, diminuição do tempo de campanha, tudo isso e muito mais são discussões com interesses pessoais, grande parte inconfessáveis.

Existem mais balelas: a causa da corrupção é o voto proporcional? Dou um doce para quem provar isso. O corrupto não é concebido pelo tipo de voto que recebe, mas pelo tipo de homem que recebeu o voto. Caso o sujeito seja corrupto, com voto ou sem voto o será.

Finalmente, uma abordagem que a imprensa não falou, não fala, mas que falarei. Em que momento nasceu o PETROLÃO, pai da Lava Jato? Não especulem, que eu respondo: no processo eleitoral. Sendo mais específico: sem a corrupção e desonestidade do eleitor não existiria o político corruptor.

Caso o eleitor não vendesse o seu voto, não fosse levado pelas megacampanhas, pelos megaeventos, as eleições escolheriam os melhores e a representação política seria outra.

Para termos um congresso honesto, necessitamos de um eleitorado honesto. Para termos políticos sérios, necessitamos de eleitores sérios. Político e eleitor são seres indissociáveis, nada mais.

E mais, você não é obrigado a concordar comigo e saiba que o que desejo é que esse texto sirva para alguma reflexão.