EMOÇÃO NA UNIVERSIDADE CEUMA

EMOÇÃO NA UNIVERSIDADE CEUMA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

O CEUMA está na minha história e serei breve nessa consideração. Após duas graduações na UFMA (Medicina e Jornalismo), resolvi fazer Direito, também na UFMA. Aprovado no vestibular, por descuido, não me matriculei no tempo hábil e, quando quis recorrer, descobri que um grande amigo entrara em minha vaga. Desisti. Decepcionado prestei vestibular no CEUMA e concluí o curso de Direito.

Mas impregnado pela burrice esquerdista de minha juventude, não tinha apreço por faculdade pública, por outro lado, desde que fui alijado criminosamente em um concurso na UFMA, a decepção foi tanta, que abdiquei da carreira universitária.

De repente, um telefonema e a minha ex-aluna e amiga Eleusina convida-me para fazer parte do grupo inicial da Medicina, do CEUMA. Resisti bastante, porém a insistência venceu-me.

Primeira reunião e bastou pouco tempo para a minha conversão ao método PBL, amor à primeira vista e o resultado não tardou: fui o primeiro nome selecionado e nem me dei conta que me transformava, quase casualmente, no decano do curso.

Nasceu, então, um rosário de emoções. Mais de uma dezena de homenagens, incluindo o recorde de paraninfadas, conclusão da maior pesquisa da história da Medicina Maranhense, o livro IMORTAIS DA MEDICINA, ver nascer vários otorrinolaringologistas, que comigo deram os primeiros passos, entre tantos acontecimentos.

Entrementes, o CEUMA curou-me da decepção da UFMA e me deu estímulo interior para acumular múltiplas especializações e pós-graduações, incluindo o meu doutorado em Gestão Empresarial, na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal) e, atualmente, em conclusão de um mestrado em Meio Ambiente, aqui, nessa universidade.

Esse breve resumo demonstra que o CEUMA foi, para mim, uma fonte de inesgotável alegria e, antes que alguma mente rasa entenda ser essa afirmação fruto da doença bajulação, informo que nunca aceitei, tampouco aceitarei, qualquer convite, para qualquer cargo de relevância na instituição, até porque exerço, ao meu critério, o cargo mais relevante de todos, no processo educativo: ser um simples professor.  Aliás, creio que nasci professor.

Mas não perco de vista, como cristão, a finitude das coisas animadas e inanimadas, como, por exemplo, eu e o CEUMA. Escrevi e ainda não publiquei algo com o nome: MEU ÚLTIMO SEMESTRE. Farei um resumio.

Digo que, ao iniciar cada semestre nessa instituição, sempre o faço como se ele fosse o último e  a explicação é racional. Eu posso ser chamado, nesse ínterim, para morar com Deus, o Ceuma pode resolver dispensar meus préstimos, eu posso não mais querer ou não mais ser capaz de proporcionar meus préstimos, por exemplo.

Qualquer que seja a hipótese factível não mudará dois aspectos: a finitude das coisas e a minha eterna gratidão para com essa instituição. Ponto final.

Como justificativa desse arrazoado reportar-me-ei para um evento inédito, singular mesmo, ocorrido na última quarta-feira, nessa universidade: a I MOSTRA DE LITERATURA, ARTES E MÚSICA DAS HUMANIDADES MÉDICAS DA UNIVERSIDADE CEUMA.

Não compareceu o público esperado, lamento, não pelo não comparecimento, mas por tudo que os ausentes perderam de beleza e emoção e, mais ainda, de fazerem parte daquele momento histórico. Foi a largada do que denominamos NÚCLEO DE LITERATURA, ARTES E MÚSICAS DAS HUMANIDADES MÉDICAS.

Por mais que quiséssemos as palavras jamais retratariam a emoção e os sentimentos, por melhores que sejam pronunciadas ou escritas, mas cumpre-me fazer o registro do momento áureo desse evento: a homenagem póstuma a nossa colega, amiga, médica competente e humana e professora da Universidade CEUMA, Talita de Paula.

A presença de seus pais, Thompson e Lila e as lições que nos deram arrancaram lágrimas voluptuosas de muitos olhos, assim como inesquecível a exposição de fotografias. Não dá para esquecer, nunca será esquecido.

Creio que teremos novos eventos e creio, muito mais ainda, que mais corações serão tocados. No mais rápido tempo possível apresentaremos o delineamento e caminhos propostos para o núcleo, que, é bom que se diga, não tem similar em nenhuma Faculdade de Medicina do Brasil, até porque nasce na Faculdade de Medicina da Universidade CEUMA, mas se propõe a integrar todos os cursos, incluindo professores e funcionários.

Finalmente compartilhar para todos uma singela homenagem ao anjo denominado Talita, na forma de um despretensioso soneto, entregue a seus pais.

TALITA “IN MEMORIAN”

 

Não posso te acordar, querida filha,

Desse teu sono angelical de eternidade

Mas aguento conviver nessa longa trilha

Ainda que repleta de tanta saudade

 

Ontem foste simples embrião fecundado

E à primeira luz, um dia chorou,

E foi crescendo, juntinho, ao meu lado

Que nem percebi, quando a adultice chegou

 

Porém de inoportuno, partiste sem aviso

Sem ao menos um momento de despedida

Para, abraçando-te, os teus lindos olhos admirar

 

Agora restam lagrimas mui sofridas

Que correm em meu rosto como caudaloso rio

Sinal desse amor eterno, que jamais terminará.

São Luís, 09/11/21.

João Melo e Sousa Bentivi

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

UM ESTRANHO MARANHÃO

UM ESTRANHO MARANHÃO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Faltando menos de um ano para a eleição estadual, o quadro político do Maranhão se destaca, não pelas certezas, mas pelas interrogações. Em todos os lados.

Um enigma é o governador, a multiplicidade no seu arraial poderia sugerir uma vasta ciência política, uma mente brilhante, que jogando com vários nomes, teria, na algibeira, a solução para negociar todas as vaidades e seguir compacto, para a vitória. Não creio assim.

Basta imaginar essa hipotética cena: Brandão no governo, desistindo da postulação eleitoral e apoiando Weverton ou Camarão. Ou então, em uma cadeia de rádios e TV, Dino Weverton, Brandão e Camarão para Dino dizer: o meu candidato é Camarão e, nesse momento, Weverton e Brandão, emocionados, juram fidelidade a Camarão e seguem felizes para a vitória.

Mais ainda, quem tem certeza de que Dino renunciará? Em nível nacional, Dino é quase nada, visto ninguém acenar para ele a possibilidade de uma vice-presidência, inclusive entendo, na perspectiva atual, que Dino só seria aceito como vice de Marina Silva. Muito mais ainda: Dino senador ou deputado federal?

No lado dito bolsonarista, vejo a burrice mais evidente e reflito. Independente de qualquer liderança maranhense, o Bolsonaro tem mais de 40% de admiradores, no Maranhão e esses admiradores bolsonaristas, em tese, votarão contra o time do governador.

O diabo é visualizar o time do presidente e explico. Facilmente conhecemos os bolsonaristas, basta tirar a turma vinculada ao Palácio dos Leões e outros esquerdopatas, a multidão que sobra é bolsonarista. Tudo isso é bonito, mas sobra uma dificuldade: multidão amorfa é ideal para acompanhar trio elétrico, mas nunca ganhará uma eleição.

Para os bolsonaristas e simpatizantes fazerem frente ao time do governador, precisam de articulação, comando, organicidade e liderança. Simples, mas ainda inexistente e o tempo não ajuda aos desorganizados da política.

A rigor, pelos últimos acontecimentos, a única liderança que, de fato, se contrapõe ao governador é o deputado Josimar e as atitudes do governador demonstram fielmente.

A ação policial contra o deputado e sua esposa mostram, de maneira clara, que alguém está incomodando. Esse alguém é Josimar.

Nem preciso entrar no mérito. No mundo da política há estranhas conexões entre os entes estatais. Só para recordar. O governador queria, no ano passado, decretar um lockdown e assim sacanear (na visão dele) o Bolsonaro. Não teve coragem. De repente uma casualidade e bota casualidade nisso. Um promotor pediu, um juiz canetou, a polícia fez cumprir e foi instalado o nefasto lockdown.

Não conheço a estatística de quantas pessoas foram salvas por essa medida, mas tenho certeza que, depois desse lockdown diabólico, o vírus chinês se espalhou mais rapidamente pelo interior do Maranhão, principalmente pela Baixada Maranhense.

Voltando ao deputado Josimar. A ação policial foi totalmente descabida e sem respaldo jurídico, tanto que foi devidamente anulada e bem aí está o nó da questão.

Qualquer estudante de direito saberia que essa ação jurídico-policial carecia de base, inclusive constitucional, mas foi realizada e cumpriu os seus objetivos adredemente traçados. A imprensa bandida deu cobertura e fez a devida repercussão

Entretanto a anulação do feita e quase não foi noticiada. Repito, o objetivo já tinha sido alcançado: desgastar o projeto político do deputado acusado.

Alguém me perguntaria: qual a razão de tudo isso? Respondo. Somente esse fato demonstra o peso eleitoral do deputado Josimar, se ele terá êxito nas suas ações políticas, não sei responder, mas que ele leva medo e preocupação para os palacianos eu não tenho a menor dúvida.

Para os bolsonaristas, creio está aí uma boa dica: Bolsonaro necessita, urgentemente, de aliados com valor político e eleitoral, no Maranhão e o deputado Josimar, comprovadamente, carrega esses valores.

Como simples analistas ficarei atento.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

O CASO JOSIMAR

O CASO JOSIMAR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Não conheço o deputado Josimar de Maranhãozinho, tampouco a sua esposa e creio que, caso os encontre em meio a uma multidão, não os reconheceria, mas acompanho as coisas políticas do Maranhão e não poderia, evidente, não analisar o fenômeno político que ele representa.

O Maranhão político é feudal e vale muito as questões de grupos e famílias politicamente estruturadas, o que pode representar a facilitação da vida pública ou a inviabilização política de alguém.

Exemplos não faltam. Qual os argumentos que fizeram a senhora Roseana ter tanto sucesso político? Suas qualidades intelectuais? Articulação ideológica? Nada disso, caso ele tivesse nascido na COHAB e em vez de Sarney tivesse um sobrenome qualquer, talvez nunca adentrasse aos Leões.

Nas esquerdas tem o exemplo Conceição Andrade, inicialmente uma jovem advogada das classes populares e, um dia, foi ungida como princesa das esquerdas, com o compromisso de ser obediente e subserviente aos comandos superiores.

Fez-se prefeita e ousou desobedecer, não deu outra, de uma “Margareth Thatcher tupiniquin”, tornou-se o “vírus da traição” e nunca mais levantou voo.

O deputado Josimar, de cara, tem um fator singular: não pertence a nenhum grupo, quer de esquerda ou de direita. É o perfeito self made man. Por outro lado, creio que só cresceu porque as turmas hegemônicas, quer de esquerda ou de direita não se aperceberam do fato, já que ele vicejou, inicialmente, por pequenos municípios. Ao notarem o fato era um fato consumado.

Parece, de longe, a mim, ser de grande esperteza política, e um exímio cumpridor de acordos, tanto que manteve uma aliança com o comunista Dino e obviamente desfrutou dos frutos dessa aliança, sem, contudo, se transformar em um subserviente aos moldes de Elisiane Gama. Manteve-se somente e simplesmente Josimar.

De repente ações policiais espetaculares e espetaculosas e essa última me chamou a atenção: foi determinada por forças estaduais, que seguem a orientação do governador comunista Flávio Dino, exatamente no momento que, ao que tudo indica, Josimar caminhará um caminho diverso ao volumoso governador maranhense, com grande chance de se perfilar ao lado de Bolsonaro.

Isso decreta uma sentença de morte

Conheço os comunistas desde Marx e sei que construir não é a prática dessa gente, destruir é a regra, amar eles não possuem nenhuma vivência, desconhecem os tempos verbais desse verbo, porém no odiar e perseguir ninguém os iguala.

O comunista dos Leões tem formação comunista exemplar do berço e sonha ser comparado, no futuro, com outro maranhense notável, que por anos pousou de conservador, mas a história mostra que nunca esqueceu os seus tempos de esquerda, na Bossa Nova da UDN (os mais velhos sabem do que estou falando).

E darei um exemplo de assassinato político e eleitoral de adversários (poderia dar outros).

Pleito acirrado para o governo do Maranhão, 1994, Cafeteira praticamente eleito, às vésperas da eleição a Rede Mirante noticia que Cafeteira havia assassinado o tal Reis Pacheco. A partir desse momento, o Maranhão inteiro acreditou ser o Cafeteira um cruel mandante de um crime vil. Cafeteira tentou desmentir no último dia, mas teve um pequeno problema: a Mirante desligou os transmissores.

Mesmo assim, ainda foi preciso uma rapinagem no TRE e a senhora Roseana “ganhou” por uma diferença mínima de 18 mil votos.

O tempo passa, mas o gênio dessa peripécia está vivo e ainda é ouvido e um dos alunos mais aplicados  transita em meio aos leões.

Não faço juízo de valor, mas recorro a minha experiência de mundo, de médico, de perito, de jornalista e de advogado penalista, entre tantas outras, para desconfiar, já que o STF, que criou o crime das fakes, ainda não teve a ousadia de criar o crime da desconfiança, sou livre, pelo menos, para desconfiar.

Mas toda sacanagem política só é perfeita se tiver jornalistas safados, outro fato me chamou a atenção. Como está posto, no episódio foi apreendida uma arma, e nas empresas havia cheques e dinheiro: tudo foi colocado como se fossem provas de um crime ou crimes.

Boa sacanagem. Portar arma, ter cheque e dinheiro só será crime se a arma não tiver o regular registro e os cheques e dinheiro serem de origem criminosa. Ninguém se preocupou com isso, pois a ideia é, primeiro, criminalizar, segundo, destruir uma reputação, terceiro liquidar politicamente o acusado e, depois, se tudo for mentira, arquiva-se o feito, mas a pessoa já estará definitivamente lesada e agredida.

Repito, finalmente, não conheço e nunca troquei uma só palavra com o deputado Josimar e sua esposa, mas conhecendo o Maranhão e suas malandragens dá para desconfiar que mais que uma ação policial, está em curso mais uma tentativa de assassinato político de alguém.

Como o horizonte para o governador se torna cada vez mais nebuloso, aviso aos seus adversários que o jogo será cada vez mais brutal contra quaisquer possíveis adversários.

O tempo, às vezes, é o senhor da razão, porém nem sempre o é.

Tenho dito

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

BOLSONARO ESTADISTA

BOLSONARO ESTADISTA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

O título dessa matéria tem vários efeitos, incluindo pruridos pudendos intensos, em região posterior. Faz bem, já é um dos objetivos que alcanço. Vamos ao principal.

O 7 de setembro bombou e eu pude ver gente de todos os tipos e cores e quando eu penso que a esquerdalha nos chamava de fascistas, trago dois exemplos de fascistas perigosos: dona Raimundinha, amiga dos meus velhos tempos de adolescência, com mais de 80 anos, enrolada em uma bandeira nacional e Sofia, linda loira de 2 anos, a cara do avô, fardada de verde-amarelo. Sofia é minha neta.

A imprensa bandida engoliu na marra: não dá para negar os milhões que foram às ruas.

De repente a decepção: Bolsonaro não deu um murro na mesa e não quebrou vidraças. Muito pelo contrário, dá uma mensagem em nível de benção de Arão. A decepção minha e de milhões tem explicação científica: a burrice é sempre mais apressada e não dá bolas para a razão. Basta raciocinar. Raciocinei.

Bolsonaro tinha e tem, em mãos, todos os elementos e argumentos, quer jurídicos ou logísticos, para muitas medidas, inclusive para fazer a volta imediata da constitucionalidade perdida, mas isso seria com um custo alto, terrível e o Brasil teria que arcar.

Os inimigos da pátria sabem disso muito bem, estão desesperados, sem saídas e, em não tendo saídas, procuram o caos. Bolsonaro, estadista, não descarta o caos, mas trabalhará para, se isso for inevitável, que o seu ônus  não seja debitado em sua conta pessoal e política.

Não posso dizer o teor das conversas com Temer et caterva, mas posso afirmar que ao fazer um discurso apaziguador, Bolsonaro simplesmente jogou no colo do STF uma bomba. O Brasil e o mundo irão acompanhar não as ações e palavras do Bolsonaro, porém todos acompanharão os movimentos do STF, Câmara e Senado.

As medidas de força, se em um determinado momento forem necessárias, serão postas e todos sabem disso. O que não se sabe (pelo menos eu não sei), ainda, é se os outros atores da querela cumprirão seus scripts.

Bolsonaro teve outro lucro. Uma parte dos brasileiros que durante muito tempo engoliu o discurso bandido da esquerda, de que o presidente era um sujeito belicoso, nesse episódio entende o erro dessa percepção e entende que, apesar de declarações, às vezes, inconvenientes, o presidente é, acima de tudo, sincero e não radical. Ponto para Bolsonaro e aumento de percentuais de apoio.

Os bolsonaristas  e conservadores mais radicais, que no primeiro momento se rebelaram, começam a entender os nós do novelo e um fato é relevante, com cara amarrado, ou encrespada seguirão o presidente, mais ou menos como aquele episódio em que Jesus, após dá uma dura lição nos discípulos, perguntou: vocês querem me abandonar? São Pedro respondeu por todos: para quem iremos nós, pois tu tens as palavras de vida eterna.

O exemplo serve como luva. Para quem é cristão, que defende os valores familiares e as pautas da seriedade, que não compactua com a corrupção, que não sonha com uma ditadura de esquerda, etc. etc., quer goste ou não goste, a única opção é o Messias, aliás, Jair Messias.

Essa é uma das explicações do sucesso do presidente, a ponto de muitos chamá-lo de mito. Entrementes, um sujeito nonodáctilo, para ir à praia, com a sua namorada, precisa de guarnição policial e quando se encontra com sete pessoas, recebe vaias de seis.

Uma última observação. Eu não desejaria, jamais, ter um adversário como Bolsonaro. Aprendeu a falar com o povão, a ponto de dizer palavrão e não perder voto de fundamentalista religioso. E é muito favorecido por seus adversários. Três exemplos.

As ações do STF contra o presidente, assim como o perdão jurídico ao Lula agregaram apoio ao presidente e foram desastrosos para a imagem do STF, basta alguém fazer uma pesquisa formal ou informal, com uma única pergunta: você ama o STF?

O segundo exemplo é o próprio Lula. Perdeu, definitivamente, o status de líder popular e carismático. Desde 2007, salvo engano, não consegue ir às ruas. Porém a presença de Lula no cenário elimina o surgimento de qualquer nova liderança na esquerda, e aniquila a tal “terceira via”. Sabe quem ri e se lambuza de satisfação com isso? Bolsonaro.

Terceiro, a CPI do covid.  Um fiasco. Já foi da cloroquina, da ivermectina, da vacina, da Copa América, do Pazzuello, da Nise, do futebol, do vazamento de sigilos e outras coisas mais (nunca encontrou o Gabas!). Porém não consegue encontrar falha no governo, está engolindo o sucesso da Vacinação, a diminuição da pandemia e tem uma acusação que será anedota histórica. Afirmará que o governo Bolsonaro é corrupto, sem que nenhuma pessoa tenha recebido um único centavo de corrupção.

Mais ou menos bêbado sem álcool, lombrado sem maconha ou assassino sem cadáver. É ou não é para gargalhar.

Mas o pior é pior ainda. Uma CPI cujo trio representativo é Omar, Randolfe e Renan, caso acusasse Al Capone, Al Capone seria inocentado.

Caso alguém de mim discorde, observe a tristeza da esquerda com a nota do Bolsonaro, alguns choram até agora, nada demais, estão treinando para chorar em 2022.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

JOYCE COM CHEIRO DE PASTELÃO

JOYCE COM CHEIRO DE PASTELÃO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

É interessante esse caso da deputada Joyce pela falta de explicações lógicas que esclareçam as avarias sofridas em seu robusto corpanzil. Até então, o grande feito político da parlamentar seria o seu comportamento ingrato e traidor, relativo ao presidente Bolsonaro, principal artífice de sua eleição.

Guindada a liderança do governo mostrou o seu caráter, ou melhor a falta dele e suas desqualificações  de postura e raciocínios: uma Dilma Roussef mais jovem. Agora, nesse caso, pode estar chegando ao seu fim político ou ao ocaso do sucesso de quem nunca teve os insumos para tê-lo.

A minha análise é teórica, baseada em algumas declarações que vi na imprensa, portanto sem nenhuma comprovação documental, porém estribada em 20 anos de médico legista, outros tantos de advogado criminalista, bem como professor de Medicina Legal.

Houve lesão corporal, sim, portanto alguém que sofreu severas contusões, a deputada. Nesse caso, duas atitudes seriam fundamentais: a perícia do local do suposto crime e o imediato exame de corpo de delito. Pelo que li, não ocorreu.

Pelo relato da vítima, tudo aconteceu em uma suíte e no apartamento só havia duas pessoas, a deputada e o seu marido, exímio roncador noturno, dormindo em outro cômodo, inclusive para não incomodar o “sono leve” de sua esposa (palavras do esposo). Tudo um pouco estranho aos meus conceitos maritais. Caso passe a semana longe da mulher amada, no final de semana do aconchego a lógica é ficar juntinho, mas isso não tem importância pericial.

Supondo-se que a agressão teria sido feita por um terceiro, surge algumas indagações: quem seria o terceiro? E por onde teria entrado? A negativa da entrada do terceiro levaria a duas suposições: um espírito diabólico teria entrado com o fenômeno poltergeist e dado uma sova na moça, ou que não havendo terceiro, só houve o segundo e o segundo é o esposo. Uma simples conjectura.

Há mais inexplicações.

Nas palavras da robusta senhora, houve um atentado e ela acordou em um lago de sangue. A primeira providência seria acionar a polícia, procurar atendimento médico, exame de corpo de delito, isolamento da cena do crime, exame pericial imediato do outro personagem da cena do crime, o esposo, pois, independente do robusto amor que supostamente os une, por estar na cena do crime, o esposo teria já o epíteto de suspeito a ser investigado. Não houve nada disso.

Em casos semelhantes, o corpo de delito pode, às vezes, determinar o tipo de instrumento que produziu a lesão, a gravidade e o tempo em que aconteceu o episódio, assim, quanto mais cedo se faça o exame pericial, mais precisas são as informações para o esclarecimento do crime.

Mas o esposo da senhora disse que dormia longe do aconchego do amor, por roncar e a senhora deputada ter um sono leve. Algo não está batendo nessa informação. Pela história contada pela deputada, depois de pegar tantas porradas, só acordou em uma poça de sangue. Pelas palavras do esposo, ela teria sono leve, pela história da deputada e pelas múltiplas lesões, ela, que pegou repetidas bordoadas, não tem sono leve, mas dorme mais que urso polar na hibernação.

Tem um mentiroso ou dois mentirosos nesse angu.  Alguém com dois neurônios funcionantes acreditaria que uma pessoa pegasse um monte de bordoadas, com dente arrancado, feridas profundas e não acordasse durante a sova? Conta outra, Hasselman.

Outras indagações sobram.

E por que a deputada procurou atendimento hospitalar, não imediatamente após o suposto atentado e quando o fez, informou um nome fictício? Como parlamentar inteligente, por que em vez da PF ou Polícia Civil, com maior expertise em crimes, foi procurar a Polícia Legislativa? Por que a portentosa deputada se recusou a fazer o exame toxicológico? As diferentes lesões afirmam, por exemplo, que não se trata de uma simples queda da cama, como e quem colocou a deputada em uma poça de sangue? As roupas e cobertas da cama estavam em que estado? Ensanguentadas? Rasgadas? A deputada foi agredida deitada? Em que posição estava deitada? O agressor estava em que posição, em frente, à direita, à esquerda? O agressor seria destro ou canhoto? As fotos mostram que as agressões foram maiormente faiciais, mas, segundo ela, tem uma “rótula trincada” (palavras dela!!!!), seria um murro ou um chute na rótula? Caso estivesse deitada no leito castiço do amor, como alguém daria um chute na rótula de outro alguém deitada na cama? As lesões sofridas pela deputada não se explicariam melhor em um cenário diferente do seu apartamento, como, por exemplo, uma briga de bar ou de uma festa clandestina, ou acidente automobilístico? Perguntas muitas, dúvidas imensas e nem uma resposta.

Sem ter em mãos o inquérito policial, e com tantas indagações, fica temerário fazer juízo de valor definitivo, mas a história da deputada, para mim, é tão verdadeira, quanto uma nota de três reais.

Resta a investigação policial. Caso sejam diligentes facilmente descobrirão a  farsa, mas se tiverem a competência dos investigadores do Adélio, a verdadeira jamais triunfará. Infelizmente.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

BRAIDE, O PREFEITO VACINADOR

BRAIDE, O PREFEITO VACINADOR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Estou um pouco ausente do jornalismo opinativo, minha praia jornalística, por alguns motivos, como saco cheio, falta de tempo e diminuição da paciência com a imbecilidade campeante.

Mas isso trouxe uma grande alegria: centenas de leitores, talvez milhares, reclamando do meu silêncio. Atendi, vou falar alguma coisa.

A vida pode ser descrita como um conjunto de fatos ruins, bons e de oportunidades. Os fatos ruins ou desagradáveis não precisam de preocupação, são incontáveis; os bons, por serem bons, rareiam e as oportunidades, também não são abundantes.

Nesse último item, um detalhe, há boas e más oportunidades; as más predominam e as boas são raras. Aí está o cerne desse palavrório e tentarei explicar em detalhes.

Nunca bajularia a quem quer que seja, inclusive ao prefeito Braide, principalmente com a certeza de que nenhum administrador está livre de errar. Certamente, ao final do mandato, a primeira pessoa que fará essa análise será o próprio prefeito. Todo homem sensato faz ajustes interiores dos seus atos.

Mas nesse tempo que convivi com ele pude entender que, dificilmente, ele errará por imprudência. Poderá receber insatisfação por demora, mas jamais por açodamento. O episódio  cepa indiana é um exemplo. Parecia um cataclisma em São Luís, mas um grande resultado foi mostrar o modus operandi braidiano.

Durante a campanha, o prefeito transitou entre duas grandes fogueiras. A esquerda bandida, sabendo que ele nunca seria marionete de nenhum plantonista dos Leões, tentou carimbá-lo de bolsonarista e os bolsonaristas sonhavam que, o então candidato, se transformasse em líder de uma direita disforme e sem patrono, que sonhava com um patrono. Os dois grupos deram-se mal nos seus intentos.

Terminada a eleição veio a construção do governo e, de novo, uma indagação para os analistas de ocasião: quem é a liderança que se fortaleceu com o novo governo? Ouvi análise de todo tipo e nenhuma chegou a qualquer conclusão e o motivo é simples: se tem alguém forte, no governo Braide, é somente o próprio Braide.

De repente, o diabólico vírus comunista da China dá luz a uma tal cepa indiana e ela adentra ao Maranhão. É um problema ou uma oportunidade? Teoricamente um problema, para o Braide nem foi uma oportunidade, foi um prêmio de uma “mega política” acumulada: sem acordo espúrio, sem negociatas, sem se apequenar, aproveitou a cepa e buscou o produto mais cobiçado no mundo, as vacinas, muitas vacinas.

Uma revolução estava instalada, um epíteto ganhou o Brasil ea imprensa mundial não deixou por menos: BRAIDE, PREFEITO VACINADOR. Ao seu lado, bem ao seu lado, ouviu-se um canto, como se fosse um Orfeu com sobrepeso, chorando por Eurídice: ai, doeu, ai, doeu, ai, doeu…

Um milagre aconteceu, não por causa de Bolsonaro, pois mandar vacinas é a especialidade do presidente, mas apareceram mais vacinas, que pareciam formigas em urina de diabético, ou, quem sabe, estivessem esquecidas em algum local. Graças a Deus por isso, soube até que tinha arraial da vacina oferecendo mingau.

Nada demais, quando Deus quer, até ateu faz a sua obra.

Por que essa agilidade não aconteceu antes? Talvez porque em vez de alguém se preocupar com a vacinação de maranhenses, estivesse gastando tempo e energia com questões pessoais e ideológicas.

O prefeito Braide tem suas conveniências ideológicas, com certeza, inclusive nunca conversei com ele sobre isso, mas acho que ele antes de ser direita, esquerda ou centro foca no que é mais importante: a felicidade e as necessidades do povo de São Luís. Nenhum eleitor do prefeito o elegeu para ele ser um militante, mas para ser um administrador sério.

A seriedade indica que cada qual tem o seu cada qual. A cadeira de administrador público não se compatibiliza com a de um panfletário militante. Quando essas ações se encontram, o povo perde, o povo sofre.

Braide deu uma grande lição, porém creio que um aluno perdeu a aula. Tem aluno de vários tipos, inteligentes, tapados, feios, lindos, faquires e gordos, mas o pior é aquele gazeteiro que insiste em faltar, ou aquele teimoso, que teima em não aprender. Aí, só Deus na causa e o aluno precisaria acreditar, realmente, em Deus.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

MANIFESTAÇÕES E VONTADE POPULAR

MANIFESTAÇÕES E VONTADE POPULAR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Sou a favor de manifestações populares de qualquer lado que seja, pois nada se parece mais com democracia, que a vontade do povo, ou pela força do voto ou pela força das ruas.

Nos últimos tempos a vontade do povo está sendo suprimido, inclusive somente dois poderes nascem no povo: Executivo e Legislativo e esses estão claudicantes: assiste-se ao agigantamento indevido do Judiciário, de maneira tão acintosa, que de vez em quando são os próprios ministros do STF que, de maneira explícita, confessam as suas idiossincrasias e contradições.

Mas ainda creio na força do povo, inclusive porque alguns acontecimentos, como, por exemplo, um impeachment, só acontecem com apoio popular.

Entretanto não é disso que quero falar, quero falar das manifestações do primeiro de maio. Interessantes e merecem análise isenta.

Primeiro, não se registrou, em todo Brasil, nenhum ato de violência e os cálculos mais conservadores mostram que nenhuma manifestação, na história brasileira, reuniu tantos adeptos, apesar que em muitos municípios elas foram impedidas de acontecer, pela sanha ditatorial de prefeitos tiranetes, com fulcro no poder que lhes foi dado pelo STF. Mesmo assim, supõe-se mais de cinco milhões nas ruas.

Segundo a cor predominante: verde e amarelo. Não se viram o negro dos black blocs, nem os vermelhos do comunismo. É evidente que o exterior nem sempre revela o interior, mas na minha Pedreiras se afirmava: “se conhece o pau pela casca”. O verde-amarelo é muito mais que uma decoração, mas, acima de tudo, uma manifestação de patriotismo. Haverá sempre uma contraposição entre os patriotas e aqueles que desejam um Brasil vermelho.

O primeiro de maio não foi vermelho, foi patriota.

Terceiro, quem eram os manifestantes? Sindicalistas profissionais, membros de ONGs bandidas, integrantes do PCC? Não, essa turma nem teria coragem de comparecer. Os integrantes foram as famílias brasileiras e, quando se fala de família, dois segmentos retratam-nas muito bem: idosos e crianças. Estavam lá.

Quarto, as pautas defendidas. Caso fosse uma manifestação pintada de vermelho, seguramente veríamos defesa da maconha, internacionalização da Amazônia, a favor do aborto, ideologia de gênero, contra o cristianismo, habeas corpus de grandes bandidos, etc.  Os patriotas, em contrário, pediam liberdade, respeito a constituição, respeito ao voto popular, auditagem nas próximas eleições, respeito aos princípios conservadores cristãos e familiares. A cada dez palavras de ordem, o nome de Deus e de Cristo era engrandecido pelo menos por três vezes.

Sem querer trazer a religiosidade para a discussão, ouso perguntar: será se Cristo se agradou ou não desse primeiro de maio, dito por alguns de primeiro de maio bolsonarista?

A resposta não será minha, é sua, é tua: “vai que é tua, Tafarel”!

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

A FALÁCIA DO LOCKDOWN

A FALÁCIA DO LOCKDOWN

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Esse termo lockdown, que não está no nosso ordenamento jurídico, virou um mantra, em português representado como o tal FIQUE EM CASA. Como a maldade, hipocrisia e mau caratismo se tornaram vigentes, descubro facilmente isso em cada defensor intransigente dessa tese, ressalvando-se um ou outro inocente útil.

O primeiro grande defensor público do FIQUE EM CASA (e volte para ser entubado e morrer) foi um sujeito asqueroso chamado de Mandetta. O aconselhamento tinha uma maldade pior que a dos nazistas, quando mandavam os judeus para câmara de gás: lá, na Alemanha, o sujeito ia para a morte obrigado, aqui, no Brasil, pelo Mandetta, ele foi para a morte convencido.

Bolsonaro demorou em mandá-lo para o “quinto-dos infernos”. Antes tarde, do que nunca.

Qual a justificativa racional ou científica do FIQUE EM CASA? Ninguém apresentou um só documento científico que prove a eficácia dessa medida e a única justificativa, no início da pandemia, quando o vírus chinês ainda iniciava a sua caminhada, era o SUS ganhar tempo suficiente, preparando uma estrutura que pudesse suprir as necessidades sanitárias.

O FIQUE EM CASA é a mais perfeita inovação da burrice. Na história da humanidade sempre existiram epidemias e contágios e sempre foram tratados com o isolamento dos doentes, nessa burrice do FIQUE EM CASA, defendido por esquerdopatas e mal intencionados (no fundo a mesma coisa) preconiza-se o isolamento dos sadios.

No passado, enquanto os doentes ficavam no “fique em casa”, os sãos trabalhavam para prover a sobrevivência de todos, tanto doentes como sãos.  A mais perfeita lógica que somente um esquerdopata não aceita.

Uma observação pertinente. Nós, críticos do FIQUE EM CASA, em nenhum momento somos contra as medidas de segurança e a vacina. Essa é uma narrativa mentirosa, pulha, característica dos indivíduos esquerdopatas.

Os exemplos de que o FIQUE EM CADA é contraproducente acumulam-se no mundo. Nos Estados Unidos são evidentes. Desde o ano passado, em Nova Iorque descobriu-se que a contaminação era maior no FIQUE EM CASA. Os estados da Flórida, republicano não foi para o FIQUE EM CASA e tem resultados melhores que o TEXAS, paraíso dos pulhas democratas.

Um tiro fatal no FIQUE EM CASA foi assestado por dona Angela, chanceler alemã: pediu desculpas pelo erro e os exemplos pelo mundo se acumulam.  Hoje não há mais dúvida: o FIQUE EM CASA já está desmoralizado.

Um outro aspecto mata de morte e desmoraliza totalmente o FIQUE EM CASA. Cada simulacro de ditador determina, na chutomeria explícita, e ciência zero, a intensidade e o tempo do seu particular FIQUE EM CASA. Não há dois FIQUE EM CASA iguais, no Brasil: o FIQUE EM CASA é a mais perfeita falácia do improviso.

Só uma pergunta para facilitar o seu raciocínio. Onde seria mais fácil receber o covid, banhando na praia ou em casa, junto a sua família? Na empresa em que você trabalha, ou em casa? No campo de futebol, jogando bola, ou em casa? Precisa responder?

Algumas classes possuem razões importantes para o FIQUE EM CASA. Os funcionários públicos são as maiores defensores, inclusive porque, em alguns casos, como na rede de ensino, existe a maior concentração per capita de esquerdopatas.

Um prefeito, não me recordo a cidade, deixou todos livres para aderir ao FIQUE EM CASA, desde que eles declinassem do salário. Sabem quantos aceitaram? Nenhum. Pergunto, especialmente para os cretinos: o picolezeiro, o sorveteiro o flanelinha podem ser adeptos do FIQUE EM CASA? Quem vai lhes dar a comida necessária? Teriam dinheiro para comprar máscaras e álcool gel, quando não tem dinheiro para comprar um ovo?

Caso tivesse que escolher um sujeito com as características de um nazista, para não perder tempo, escolheria simplesmente um defensor do FIQUE EM CASA. Pronto.

Mas porque o FIQUE EM CASA aumenta as chances de contágio? Algumas considerações. Quem tem casa ampla, que pode manter distâncias de mais de 50 metros, são ministros do STF, políticos importantes, governadores ou milionários de qualquer  jaez.

Os pobres moram confinados em locais em que cada pessoa se amontoa, em menos de um metro quadrado. Como o vírus já se alastrou, no tecido social, entre está em casa confinado ou andando na praça, a contaminação maior estará no FIQUE EM CASA.

O detalhe que as mentes diabólicas não querem reconhecer é que o FIQUE EM CASA, além de aumentar a transmissão do vírus, cria a mais letal de todas as epidemias: o desemprego e a fome e aí interpelo a esses socialistas de araque e desonestos ideológicos e afirmo: vocês defensores do FIQUE EM CASA são os mais perfeitos GENOCIDAS.

O covid chinês ataca a todos indistintamente, a fome e o desemprego só mata pobres. Isso é GENOCÍDIO.

Finalmente, duas observações. No Maranhão, o primeiro lockdown foi efetivo. O vírus chinês estava restrito a São Luís, mas como o povo de São Luís é predominantemente oriundo da Baixada Maranhense e, ao saber que iria haver o fato, o pessoal da ilha se mandou às escâncaras para o interior e o governador se transformou, com essa medida, no grande disseminador do vírus na baixada.

São Paulo, há mais de um ano brinca de lockdown e é o campeão nacional de óbitos, caso fosse um país, seria o campeão mundial, porém, descaradamente, o governador “calça apertada” tenta jogar esse descalabro paulista em Bolsonaro e, evidentemente, não existe nenhuma atitude de Bolsonaro que justifique essa mentira “dorinésia”, já que o tal STF autorizou ao Bolsonaro, somente que mandasse dinheiro. Mandou e foi muito dinheiro.

Em resumo. A esquerda não é burra. É má, diabólica, hipócrita e bandida. O FIQUE EM CASA nunca foi e nunca será solução, é simplesmente uma estratégia limitada no tempo e no espaço. Mas o FIQUE EM CASA é perfeito para destruir qualquer economia e levar milhões para o desemprego e para a fome, o mesmo que dizer, para a morte.

Disse que a esquerdalha não é burra e que era má, diabólica, hipócrita e bandida. Sim, o é. Morrerem 300, 400 ou um milhão de brasileiros é justificável para eles, desde que possam destruir o Bolsonaro. O Brasil e os brasileiros nada representam para uma mente diabolizada pela esquerda.

Na próxima matéria explicarei a razão de tantos óbitos, mas adianto que caso tivéssemos instituído o tratamento profilático e precoce, não estaríamos nessa situação, enfatizando que esses tratamentos não se opõem às medidas profiláticas e jamais contra a vacinação. Ao contrário da falácia esquerdopata, medidas sanitárias de higiene, proteção permanente, vacina, tratamento profilático e tratamento precoce representam o combo do sucesso.

Agora o rei está nu, os gerentes da pandemia (prefeitos e governadores) falharam, no desespero tentam jogar essa derrota sanitária no colo do presidente: não deu certo. Esse insucesso político contra Bolsonaro parece demais com o insucesso da facada do tal Adélio.

A facada de Adélio consolidou a vitória, em 2018 e a pandemia fará o Bolsonaro consagrar-se no primeiro turno, em 2022. Desse modo, para os olhos da esquerdocracia bandida restará dois destinos: ver a vitória de Bolsonaro e o inevitável choro.

Não vejo a hora de documentar o mimimi e que venha o mimimi.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

BOLSONARO SERÁ CASSADO?

BOLSONARO SERÁ CASSADO?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Êpa, não pensem que virei a casaca, perdi o juízo, virei ateu e fui acometido por um dos vírus mais traiçoeiros do planeta: esquerdiste, dorite, morite e mandetite ou merdite. Nunca, tenho o antídoto desses vírus, um xarope repleto de gratidão e seriedade, capitaneado por uma sólida fé cristã. Vamos ao que interessa.

Esse STF é o pior da história brasileira e cada um dos onze ministros possuem essa certeza, mais que isso, o povo brasileiro também tem essa certeza, até os esquerdopatas, pessoal desqualificado geneticamente, também carregam essa consciência, basta imaginar que esses partidos trombadílicos ideológicos, tipo PT, PC do B, PSOL, REDE, PDT possuem um banquinho na porta do STF.

Em regra, o STF merece ressalvas e basta ver alguns úteros que os pariram: Sarney, FHC, Lula, Dilma e Temer. O diabo é que, quando o Bolsonaro foi dar luz a um ministro, o fez com um espermatozóide vesgo e o resultado foi um míope jurídico, um tal Kassio, que nas poucas decisões que participou deixou um rastro de desconfiança.

Ninguém deu atenção a ameaça real, contra a democracia, vinda da boca do bandido José Dirceu. Disse, sem subterfúgio, que Bolsonaro não terminaria o governo e que a esquerda iria tomar de qualquer maneira, antes de 22. Essa declaração é uma verdadeira ameaça para a democracia, mas o STF não viu e nem se deu por incomodado e a razão é simples, o STF concorda.

Na minha vida tive e tenho muitos amigos e fui amigo de um assassino profissional que, inclusive, foi assassinado, ele nascido nas Assembleias de Deus, sofria por seu modo de vida, chorou várias vezes em minha presença e me revelou mais de uma vez que só se sentiu culpado no primeiro homicídio, pois a partir do segundo, todos se tornaram iguais.

É a mesma coisa que acontece com um juiz, quando desanda e sai do trilho da legalidade. A partir do momento que deslizou, pela primeira vez, se cumpre a Bíblia na sua vida, na descrição de Ap 22:11 – “quem é injusto, faça injustiça ainda e quem está sujo, suje-se, ainda”;

O STF, há muito tempo só tem dois objetivos: CASSAR BOLSONARO E TRAZER LULA DE VOLTA A PRESIDÊNCIA!!! Evidente que esses dois objetivos se casam plenamente com o versículo bíblico, mas hei de reconhecer que esse STF e as esquerdas mancomunadas possuem competência e método, quando o quesito é maldade. O diabo foi um tal de Bolsonaro, que em vez de dizê-lo mito, afirmo ser um milagre.

Quando entenderam o perigo potencial de Bolsonaro, tentaram o homicídio, à luz do dia. Nós médicos temos convicção de que o golpe foi mortal, mas uma sucessão de coincidências médicas e logísticas impediram o infeliz desiderato.

Adélio, o criminoso, recebeu toda proteção ao ponto de ser transformado em um louco e o verdadeiro mandante do crime dorme nas brumas do esquecimento e inapetência policial e jurídica teima em escondê-lo.

Assume Bolsonaro e o trabalho era desgastá-lo, com a maior campanha midiática de perseguição da história da humanidade, tudo para preparar o sonhado impedimento. Saiu de tudo, incluindo a família do presidente. Mais um milagre: não deu certo e o Bozo terminou o primeiro ano na crista da onda.

O vírus chinês aparece e eles viram no comparsa amigo a chance imperdível de liquidar o Bozo. Logo no início, quando governadores charlatães quiseram legislar sobre portos, praias e aeroportos, Bolsonaro estrilou e o STF viu um momento de ouro para atacá-lo: suprimiu todas as suas prerrogativas de gestão da crise, passando para estados e municípios e o governo federal deveria somente mandar o dinheiro, aliás, muito dinheiro.

Essa decisão do STF não foi casual, todos sabiam que a pandemia custaria caro e todos os ladrões sabiam que com Bolsonaro na gestão, não iriam roubar, mas todo ladrão não pode viver sem roubar e roubaram. É o COVIDÃO, do mesmo naipe do MENSALÃO, PETROLÃO E LULADRÃO.

Cumpriu-se, de novo, na vida do Bolsonaro, a palavra de Deus: “Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”! (Rom 8:28). Bolsonaro ama a Deus, subiu no coração do povo. Pronto.

A sacanagem matou a grande bandeira da diabólica esquerda: colocar nas mãos de Bolsonaro as mortes do covid. Quando completaram 100 mil mortes, tentaram um movimento de massa contra o Bozo: se perderam!!! (como gostaria de usar um outo verbo mais terminativo!!!)

Entrementes, o pior acontecia, os partidos trombadílicos ideológicos acampados no plenário do STF, insuflam os ministros a fazerem monumentais cagadas. É o encontro da fome com a vontade de comer. Conluio sacanalóide!

Um dia desses, um grupo de advogados sensatos tentou uma brincadeira: cada um faria uma relação das diabruras do STF. Foi engraçado, todas as listas tinham mais de 100 cagaadas, mas nenhuma era igual a outra. A verdade: ninguém tem condições de mensurar o tal STF.

Eles são inteligentes e muito orientados, fazem rodízio de desatinos. Alguns são exponenciais em atos e manifestações impróprias para um ministro: Gilmar, Alexandre, Lewandowsky, Barroso, Fachim e Tofolli; outros se mostram mais recatados, Weber e Carmem; outro caminha uma difícil linha imaginária, Marco Aurelio; o presidente Fux mostra raios de coerência e o tal Kassio, transita em um verdadeiro mar de desconfiança.

Mas nos grandes desastres constitucionais votam em unanimidade, basta ver os inquéritos absurdos dos tais atos inconstitucionais, das fakes e, agora, a prisão do deputado Daniel Silveira. Precisa dizer mais o quê?

Essa trama, entretanto, é maior, é transnacional, dentro dos critérios traçados diabolicamente, no tal globalismo. As grandes plataformas e a grande imprensa perderam até a hipocrisia e se tornaram profissionais, full time em agredir o Bolsonaro. Pensavam que, em assim procedendo, chegariam ao objetivo. De novo: se perderam!!! (como gostaria de usar um outo verbo mais terminativo!!!).

O cidadão comum, retrato do povo brasileiro, já entendeu que Bolsonaro é UM DE NÓS e que está sendo perseguido. Bolsonaro, não só uma vez disse coisas que eu jamais diria, mas o povo já se acostumou e acredita nele, os cristãos observam no Bozo a defesa dos seus princípios e não adianta mimimi ou chororô: a previsão, inclusive do facínora Dirceu, é que é imbatível em 2022. Aí está o verdadeiro perigo.

Os ladrões, vagabundos e parasitas de todas as tribos não aguentam mais ficar sem roubar e, no desespero, podem fazer coisas inimagináveis. Como carecem de voto, alguns partidos da esquerda caminham para o desaparecimento e aqueles dois objetivos, que falei no início, representam a única tábua de salvação das diabólicas hostes esquerdistas. Pior, todas as soluções serão inconstitucionais e, para isso, todas passarão pelo STF, para constitucionalizá-las.

Para trazer Lula para o embate a estratégia está posta: anular o processo, com a desculpa de parcialidade do Moro. Ainda não o fizeram por um simples detalhe: todos os comparsas do Lula estão na moita e, caso se perdoe um ladrão, os outros serão perdoados. Pior ainda, se houver o perdão, todo dinheiro devolvido para o Estado tem que voltar para o ladrão. O tal triplex, inclusive, foi leiloado, será que o STF tem uma saída jurídica para anular o leilão?

Mas imaginemos que o STF consiga desmoralizar todas as instâncias da justiça, que democraticamente se manifestaram pela condenação, e anule o processo do triplex e, como “disgrota” pouca é refresco, paralise todos os outros inquéritos, mesmo assim restaria um colossal obstáculo: Jair Bolsonaro. Assim, na cabeça dos bandidos, torna-se inevitável a outra ação: eliminar o próprio Bolsonaro.

È um plano meticuloso, inteligente e diabólico e, se deu certo com o Trump porque não daria com Bolsonaro? O plano tem várias facetas.

A primeira é internacional. Nunca um presidente brasileiro foi tão mal recebido mundo afora e o noticiário internacional bandido, insuflado por maus brasileiro é um verdadeiro escárnio na seriedade, a ponto de se afirmar que o nosso agronegócio destrói a floresta amazônica, um candidato a presidente (agora presidente) constranger uma nação soberana e um simples embaixador, de uma tal China, peitar um parlamentar nacional, legitimamente eleito.

Mas satanás brada e ruge, lá das trevas: eliminem Bolsonaro!

Adélio falhou, a pandemia mostrou que é bom brasileiro e quem são os ditadores e ladrões: Bolsonaro não se encaixa nesses dois grupos. O povo tem certeza disso. Então procuraram um poema, supostamente de Maiakóvski: “Na  primeira noite roubam uma flor…ninguém disse nada…evoluíram na maldade, até o dia em que o mais fraco rouba tudo e, conhecendo o medo da vítima, …arranca-nos a voz da garganta e já não podemos dizer nada”.

A semelhança não é coincidência. Centenas de ações ao descortino da lei, prisão de uma Sara Winter, terrorista usando fogos de artifício (isso é piada em qualquer lugar do mundo), prisão e destruição do Osvaldo Eustáquio, inquéritos anômalos e prisão e destruição de um parlamentar. Não houve resistência,  a não ser quando tentaram confiscar o celular do Bolsonaro.

Aliás um parêntese, o STF já foi peitado por um cidadão brasileiro: Renan Calheiros. Desobedeceu e ficou por isso mesmo.

O treinamento para eliminar o Bolsonaro tem sido eficiente, inteligente e interminável. Essa administração é um verdadeiro milagre e o presidente contribui, também, com os seus adversários.

Tudo estaria resolvido se, no dia em que um ministro anulou a nomeação do chefe da PF, o presidente tivesse resistido. Não resistiu. Não sei e nunca irei saber dos seus motivos, mas aquele dia é a base filosófica e comportamental de todos os atos subsequentes. Deu-lhes a sensação de onipotência.

O episódio Daniel Silveira é de uma clareza definitiva: no Brasil há, de fato, um poder e todo resto simples coadjuvantes ou farsantes da democracia. Caso um parlamentar não tenha imunidade no falar, também não tem para votar.

Já estou vendo o futuro. Bia Kicis defendendo a anulação da PEC da Bengala e será presa. Os seus colegas de parlamento dirão o mesmo que disseram do Daniel e o crime estará claro: ser uma deputada bolsonarista. Os cretinos sabem que o qualificativo de ser bolsonarista, jamais poderia invalidar a essência que é ser um PARLAMENTAR.

Apesar do ministro Barroso ter encontrado em Maduro as características de um “governo de direita” (pasmem!) as ações da dupla Chaves/Maduro é o sonho mais perfeito, na cabeça de um esquerdopata e tudo está facilitado, não é necessário mexer com a tal Suprema Corte, inclusive o presidente Bolsonaro, quando poderia ter posto um grão de um bom fermento, na nomeação do juiz Kassio, colocou mais da mesma massa, no dizer do meu interior: farinha do mesmo saco e cachaça da mesma pipa.

Nas prisões de Sara Winter, Osvaldo Eustáquio e Daniel Silveira o verdadeiro preso tem outro nome: Jair Messias Bolsonaro. Essas três vítimas são atos preparatórios para o ato final, na cabeça dos bandalhas: destruir Jair Messias Bolsonaro.

Está, portanto, tudo preparado para o plano de satanás: eliminar Bolsonaro. Ainda não o fizeram pela proteção do apoio popular ao Bolsonaro. Um amigo meu, idoso e inocente, pensa demais no art. 142 da CF. Dei-lhe um choque de realidade com uma frase singela: meu amigo, se Bolsonaro perder o apoio popular esqueça do 142, um querido deputado afirmou, inocentemente, que para determinadas missões patrióticas necessário seria somente um jipe, um cabo e dois soldados, o problema é que não falta jipe, não faltam cabos e soldados, mas generais não se encontra com facilidade.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

HOMENAGEM AO LÍDER DAS ESQUERDAS, RODRIGO MAIA

HOMENAGEM AO LÍDER DAS ESQUERDAS, RODRIGO MAIA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

 

Foi-se embora o capadócio

Que tem cara de fofão

O pior é que o beócio

Joga com o LULADRÃO

 

Em mais de 1000 dias o congresso

Aguentou o nefasto

O bochechudo Besta-Fera

Era da esquerda um capacho

 

Pousava de coisa boa

Até tentava fazer graça

Mas o seu time de gente à toa

Formou a mais perfeita ameaça

 

Agora sem regalias

Volta para a insignificância

Compatível no dia a dia

Com a sua ignorância.

 

Um problema, porém, não morre

Pois ninguém apaga essa trilha

De corrupto da Odebrecth

E titular da planilha

 

Mas todo grande corrupto

Tem uma esperança final

Há sempre um não impoluto

Ministro do federal

 

Capaz de soltar bandido

Desonesto e trapaceiro

Ninguém sabe em que sentido

Se por burrice ou por dinheiro

 

Mas algo é definitivo

Ninguém pode mudar o jogo

Um dia será condenado

O marginal Botafogo.

 

Mesmo com a ajuda do supremo tribunal

Não há oração que apague

Os crimes do marginal

E se aproxima o dia, quando ninguém terá dó

E o bandido Botafogo dormirá no xilindró.

 

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.