A DOUTORA NISE E A INTOLERÂNCIA

A DOUTORA NISE E A INTOLERÂNCIA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Há, de fato, no Brasil, uma guerra ideológica com violência desmedida e eu, não tinha a menor ideia do que representava a derrota esquerdopata e ascensão do governo Bolsonaro. Hoje, com certeza, tenho.

É mais, muito mais, que uma luta ideológica, mas uma luta também espiritual, afinal, em mais de 500 anos de história, alguém ousou afirmar, com o cetro do poder na mão, o que ninguém havia afirmado. A construção é tanto simbólica, quanto real: BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS!

O ódio é contra o patriotismo, contra a seriedade, contra a honestidade e contra os princípios familiares inseridos no ideário do cristianismo. Daí a necessidade de desmoralização contra qualquer um que não reze a cartilha marxista.

Repito. Qualquer um que se insurgir, contra qualquer tese esquerdopata, cai em desgraça e será vítima de achincalhes e desconstrução, sendo que o exemplo mais didático, real e esclarecedor tem nome e sobrenome: Nise Yamaguchi.

O centro da polêmica é a hidroxocloroquina. A cloroquina, que em redes sociais é dita como descoberta pelo médico brasileiro Gaspar de Oliveira Vianna, tem a sua formulação inicial na década de 30 e a sua apresentação menos tóxica, a hidroxicloroquina, na década de 40, o que significa ser uma droga quase centenária, exaustivamente estudada e prescrita.

Aí, o fato inicial. A ditadura chinesa, então, presenteia o planeta com o covid 19 e a OMS, verdadeira agência comunista, faz a diabrura de não alertar o mundo, no tempo devido: instala-se a PANDEMIA.

Tudo era dúvida, exceto a gravidade da infecção; o sonho da vacina era futuro e os óbitos eram o presente. Múltiplas tentativas de tratamento e, entre tantas, a HCQ.

Quando usá-la, como usá-la, por que usá-la? Simples respostas: agora, prescrita por médicos e absoluta defesa da vida. Certeza de cura? Não. Haveria outra droga com certeza de cura para o covid? Não. Haveria evidências favoráveis ao seu uso?  Milhares, mundo afora. Era obrigação o seu uso? Também não. Como poderia ser usada? Repito, pela prescrição médica e concordância do paciente.

Do ponto de vista médico, científico e ético haveria algum senão para o uso da HCQ? Não, nenhum sequer. E por que essa confusão com a droga?  Somente uma resposta:  a HCQ não dá lucro e foi caracterizada pela esquerda mundial, como uma droga ideologicamente associada aos conservadores de direita, afinal, essa turma da direita, a favor da HCQ, também é contra a liberação da maconha, por exemplo.

Um exemplar esquerdopata será sempre a favor da liberação indiscriminada da maconha! A Bíblia diz que “conhecereis a árvore, pelos seus frutos (Mt 7: 16), nesse caso, fruto é o mesmo que atitudes e comportamentos.

Desse fato, uso ou não uso da HCQ, surgem comportamentos deploráveis e outros exemplares. Um comportamento abjeto, imundo, hipócrita, safado e desonesto foi o do tal UIP, casualmente, Davi. Sim, o doutor UIP, que se curou com a droga, tentou esconder o fato. Foi desmascarado, se é que existe máscara para tamanha carapuça.

Em comportamento diametralmente oposto, para a glória da seriedade, da ética e do respeito ainda temos profissionais como a doutora Nise Yamaguchi. Mais de 50 anos de atividade médica, científica e ensino, respeitada, premiada, ilibada e afirmou o mais simples: as evidências de milhares de médicos, por todo mundo, apontavam a eficácia da HCQ, no tratamento do covid, mas que ninguém seria obrigado nem a prescrevê-la, tampouco aceitá-la.

Isso é a síntese do maior de todos os princípios éticos, a AUTONOMIA, que tem mão dupla, é tanto do médico, quanto do paciente.

Ela foi a dezenas de debates, entrevistas e embates com firmeza e altivez, tanto que a população, principalmente os mais simples, começaram a entendê-la. Isso era demais para os diabólicos esquerdopatas. Resolveram calá-la, desmoralizá-la e usaram uma instituição respeitável, agora definitivamente conspurcada, o Hospital Israelita Albert Einstein.

Por um telefonema espúrio, a direção do hospital tomou várias atitudes, que transcrevo, em resumo: impedida de entrar no hospital, de prescrever os seus pacientes, inclusive os graves, impedida de prescrever medicação que o hospital não endossa e recomendou que ela mandasse os seus assistentes atender aos seus pacientes.

De cara, a médica foi vilmente agredida no seu direito constitucional de ir e vir, cerceada do seu exercício profissional, parece até que, dento do hospital, em comédia de mau gosto, há uma paródia de STF Hospitalar, parindo um Celso, Alexandre ou um Toffoli, com CRM  falso e bisturi na mão. O hospital, de maneira não ética e ditatorial rompeu um contrato celebrado entre a médica e seus clientes e mais, de maneira ilegal e ferindo a ética, propôs que ela mandasse seus assistentes em seu lugar.

O Hospital Israelita Albert Einstein pelo respeito ao povo judeu, a sua história e suas lutas, poderia não ser o protagonista de tamanho desastre. Infelizmente, foi.

Saindo do arcabouço constitucional e moral, voltar-me-ei estritamente às letras do Código de Ética Médica e, exemplarmente, transcreverei várias de suas normas:

– PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS:

* VII – O médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje [ … ]

* VIII – O médico não pode, em nenhuma circunstância ou sob nenhum pretexto, renunciar a sua liberdade profissional, nem permitir quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficiência e correção de seu trabalho. (grifo nosso)

* XVI – Nenhuma disposição estatutária ou regimental de hospital ou de instituição, pública ou privada, limitará a escolha, pelo médico, de meios cientificamente reconhecidos a serem praticados para o estabelecimento do diagnóstico e da execução do tratamento, salvo quando em benefício do paciente.

– CAPÍTULO II (DIREITO DOS MÉDICOS):

* I -Exercer a medicina sem discriminação por questões de religião, etnia, cor, sexo, orientação sexual, nacionalidade, idade, condição social, opinião política, deficiência ou de qualquer outra natureza.

* VI – Internar e assistir seus pacientes em hospitais privados e públicos com caráter filantrópico ou não, ainda que não faça parte do seu corpo clínico, respeitadas as normas técnicas aprovadas pelo Conselho Regional de Medicina da pertinente jurisdição.

-CAPÍTULO V (RELAÇÃO COM PACIENTES E FAMILIARES):

* Art. 36: É vedado ao médico abandonar paciente sob seus cuidados.

Não resta, pois, nenhuma dúvida quanto a qualidade científica e profissional da Dra. Nise Yamaguchi, como também ninguém duvida de que sofreu agressões violentas, como pessoa, como profissional, como mulher e como idosa.

Procurem uma só voz feminista a favor da doutora e não encontrarão. Uma ONG de direitos humanos? Nada. Um grupo de apoio a vulneráveis (idoso é vulnerável)? Nada. Manifestação das entidades médicas? Não tenho notícia.

A doutora Nise Yamaguchi está dando a maior aula de sua vida, não mais para um grupo restrito de médicos: ensina o mundo. De sua boca não sai um vitupério, uma agressão, um fio de cabelo de rancor, creio que reproduz a aula de um outro professor, Jesus Cristo.

O profeta Isaías, capítulo 53: 7, diz que Ele foi maltratado, humilhado, torturado, contudo não abriu a sua boca. Nos evangelhos, em muitas citações, Jesus, perseguido pelas lideranças israelitas de então, permaneceu calado. A doutora Nise Yamaguchi, pelo comportamento, guarda similitude com Jesus, os responsáveis pela atitude ditatorial têm semelhança com outro grupo.

Voltando ao arrazoado inicial dessa matéria, a esquerda que deseja a morte de Bolsonaro é a mesma que defende a execração profissional e científica dessa respeitável médica. São os mesmos e só falta colocar a doutora Nise Yamaguchi no absurdo inquérito das fakes News. Vão apanhar de goleada.

Bolsonaro derrotou facadas, covid e agressões.  Nise Yamaguchi derrotará a desonestidade pseudocientífica, maledicências bandidas e comentários diabólicos.

É um simples cumprimento da verdade bíblica: Todas as coisas concorrem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus (Rom 8: 28)

Bolsonaro e Yamaguchi amam a Deus.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

 

ANALISANDO O STF

ANALISANDO O STF?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Vivemos tempos difíceis para a democracia brasileira: perdedores que não sabem perder, contaminação ideológica das escolas e universidades, pandemia, classe política repleta de senões, um executivo sem experiência e se atropelando em palavras fora do contexto, etc.

Mas nada é tão horripilante, grotesco, inominável, quanto a postura do STF e quando você pensa que o cardápio de desconformidades está completo, descobre que foi só uma simples entrada, o banquete ainda se aproxima.

Um tribunal, defensor da constituição, última palavra nas lides, tem a obrigação de ser claro, em nome de vários princípios, incluindo a segurança jurídica: nenhuma nação será respeitada, plenamente democrática, se não houver segurança jurídica. O Brasil não tem.

Basta olhar o STF.

A maiores dúvidas o próprio STF trata de não esclarecer: o que é realmente agressão ao STF? Criticar a atuação do STF e de seus ministros é agressão ao STF? Entender que um ministro não tem conteúdo jurídico é agressão ao STF? Criticar aquele acordo espúrio e antijurídico de Lewandovsk e Renan, que garantiu os direitos eleitorais de Dilma, é agressão ao STF?  Reclamar que os processos de Renan Calheiros dormem e são candidatos a uma prescrição espúria é agressão ao STF? Perguntar se Aécio Neves um dia será julgado é agressão ao STF?

Já que o STF não explica o que é “agressão ao STF”, deveria explicar o que é, constitucionalmente, “liberdade de expressão”.  Esclarecer os limites da liberdade de expressão e até onde esse limite é democrático, aliás, como essa limitação pode ser, pelo menos, apelidada de democrática. Limite  na liberdade de expressão  não seria uma pura e simples censura a crítica? Uma sociedade que não pode exercer o direito de crítica pode ser apelidada de democracia? Caso o cerceamento do direito de crítica parta, exatamente, do STF, para que recorreremos por essa agressão à democracia?

Duvido que um único brasileiro tenha essas respostas.

Como o leitor pode observar, se alguém procurar, no Brasil, um poder que atenta contra o regime democrático, encontrará, facilmente, na Praça dos Três Poderes e, seguramente, não é o Executivo.

O que o STF, pelo distanciamento do povo, não entendeu é que  o STF é a instituição que mais fortalece o presidente Bolsonaro com o povo, notadamente nas classes populares. O povão não é versado em leis e princípios constitucionais, mas tem algo chamado de bom senso e sensibilidade dos simples. Já ouvi dezenas de pessoas simples dizerem: o presidente fala muita besteira, mas está sendo perseguido. Perseguido é sempre vítima e as vítimas recebem adesão e solidariedade.

Pensem bem, ministros, quase dois anos pegando bordoadas em 3 turnos, dia sim e dia sim e esse homem, o presidente Bolsonaro, tem sempre mais de 30% de eleitores convictos. É um milagre e nada mudará mais esse contexto. A parcela intermediária, de não bolsonaristas, certamente não é esquerdopata e há muito entendeu a diferença moral e espiritual do governo atual, com os ladrões de outrora.

Na decisão da escolha, a turma do espectro intermediário irá com o presidente e a esquerdopatia sabe disso, muito bem. Tremem ante a possibilidade de ser derrotada, de novo, pelo Bozo.

Hoje, a postura do STF é o principal cabo eleitoral do bolsonarismo.

Só há uma solução para  os esquerdopatas, com derrota garantida em 2022: apear Bolsonaro do poder e isso é que é GOLPE. Uma questão, porém, é irrespondível: quem terá peito e coragem de tentar desapear o Bolsonaro do poder? É um lance arriscadíssimo, alguém quer arriscar?

Eu não arrisco nada

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

O MILAGRE BOLSONARO (I)

O MILAGRE BOLSONARO (I)

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“Mas Deus escolheu as coisas loucas para confundir as sábias: e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes”. (I Coríntios 1: 27)

Caso você tenha um mínimo de neurônios funcionantes, a personalidade que melhor se enquadra nesse versículo paulino é, exatamente, Jair Messias Bolsonaro. Essa afirmação não está ligada a simples religiosidade, mas com a mais estrita realidade, conforme disporemos a seguir.

Jair Bolsonaro, em sua longa trajetória política teve todas as desqualidades para um político profissional e, muito mais ainda, para um simples postulante a cadeira presidencial: pouco eloquente, sem traquejo acadêmico, sanguíneo, sem conchavos, sem grupos, sem cultura humanística e sem o polimento da tão notória hipocrisia política, muito e muito mais evidente, no submundo dos políticos vagabundos. Não era, portanto, um dos vagabundos.

Quando começou a falar na candidatura presidencial, estava em uma condição inferior a João Batista, pois esse “era a voz que clama do deserto”, nesse caso, deserto da incredulidade, Bolsonaro também “clamava no deserto”, um deserto pior, o da imoralidade.

Ninguém lhe dava bolas, a ponta de, em um aeroporto, tentar cumprimentar o “big star” Sérgio Moro, esse não lhe deu bolas, no estilo, como se dizia na minha Pedreiras: deu o “fiofó” por resposta. Aliás, esse episódio desmoraliza a cantilena esquerdista safada, de que Moro condenou Lula, em troca de um ministério.

Jair Messias teria que ter um partido e isso não é um probleminha, mas um baita problema. No Brasil, o quadro partidário é um horror moral. As grandes legendas são dominadas por caciques, alguns com tez duvidosa e as pequenas legendas, antigamente ditas “nanicas”, em regra, moeda fétidas, no câmbio de Ali Babá. Tudo indicava que Jair não conseguiria uma legenda.

De repente, conseguiu, mas isso, naquele momento, era irrelevante. O que uma legenda insignificante, sem tempo de televisão, sem dinheiro, sem militância poderia fazer frente aos gigantes políticos. Resposta:  nada. É exatamente essa resposta o grande fator que permitiu a eleição de Bolsonaro. Ninguém lhe dava a mínima atenção. Ninguém lhe deu atenção.

Segue a campanha, sem nenhum grupo empresarial, partido sem recurso, apoio político zero e dois candidatos previamente consagrados para a disputa, seguindo a cartilha de quase 30 anos: PT x PSDB. Em realidade um engodo de disputa ideológica, pois o PSDB, principalmente os seguidores de FHC, seriam petistas envergonhados de assim se apresentar, os males a serem causados seriam os mesmos, a diferença de sabor estaria somente na marca do vinagre. Nenhuma.

O povo, não se sabe o porquê, de maneira espontânea assume a luta bolsonarista e, de repente, a luz vermelha acende: esse doido pode ganhar, isso não pode acontecer! Então uma ordem, do fundo dos infernos, brada: vamos matar o Bolsonaro. O plano foi urdido para perfeição. Atentado preparado, arma branca, bem executado, em uma cidade fora dos mais importantes centros de medicina do Brasil.

Algo fugiu do plano diabólico, a mesma hemorragia brutal que era para matá-lo, tamponou  a ferida, permitindo que ele chegasse ao hospital e, graças a Deus, encontrou uma equipe médica absolutamente competente.

Nesse momento, o agressor, antes mesmo de chegar à Delegacia Policial, já tinha uma banca de advogados de alto coturno, caros, que chegaram em táxi aéreo, para defender alguém simples, débil mental, pobre, que sem nenhuma articulação, resolveu matar o presidente.

Essa conclusão não é minha, mas da investigação policial e da justiça brasileira, em meu ponto de vista essa investigação é tão verdadeira, quanto uma nota de 3 reais.

Jair Messias não morreu e o atentado que o eliminaria consolidou a sua vitória, não necessitou ir aos debates, nos quais todos os outros estavam preparados para alfinetá-lo e agredi-lo e a contragosto tiveram que se enfrentar e valeram pelo clima de picadeiro de circo, afinal, um pleito com o poste Haddad, o simpático e      educado Ciro Gomes,  o mistificador Guilherme Boulos, o notável Eymael, o profético cabo Daciolo e a insignificância eleitoral de Vera Lúcia, por   exemplo, tanto poderia ser comédia, como tragédia e não o é, por carência absoluta de talento.

Agora seria empossado, foi. Deveria fazer um governo em bases diferentes do mensalão e petrolão, fez. Deveria pregar, novamente, respeito à pátria e a dependência a Deus, pregou. Tudo isso incomodou a muitos, mas principalmente aos corruptos, aos vendilhões ideológicos, aos pregadores de bandeiras não bíblicas, aos defensores de conceitos destruidores da família, etc.

Em resumo, Bolsonaro não agradou e não agrada a satanás.

(Voltamos ao assunto em outra oportunidade).

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

A MINISTRA DAMARES

A MINISTRA DAMARES

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Nunca o Brasil viveu um momento como esse e não estou tratando de pandemia, estou falando, hoje, de uma guerra espiritual travada no mundo, com vários epicentros, destacando-se um, chamado Brasil. Explico. As ações do homem são sempre vistas na ótica da matéria,porém, para nós, espiritualistas e, muito mais ainda, cristãos verdadeiros, acreditamos no texto de Mt. 18:18, no qual o próprio Jesus afirma: Em verdade vos digo que tudo que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo que desligardes na terra será desligado no céu.

Essa afirmação não deixa dúvidas, apesar da Bíblia mostrar que o verdadeiro destino dos fiéis é morar eternamente na glória celestial, o caminho para os céus está na terra e a Igreja tem que se posicionar como “sal da terra” (Mt. 5:13). Nem sempre foi assim, infelizmente.

Todo crente (sentido diverso da religiosidade) sabe que a maior guerra não é travada no campo material, mas no espiritual (Ef. 6: 10-18), assim, durante anos, a Igreja, por falta de discernimento espiritual, foi um joguete, acreditando nas mentiras de satanás e posso afirmar isso com a autoridade de ter nascido na Igreja, terceira geração de assembleianos, ter sido um dos primeiros universitários crente e primeiro médico das Assembleia de Deus, do Maranhão.

A primeira mensagem diabólica que a Igreja acreditou foi: política não é para crente. Essa afirmação estava consoante com outra igualmente obtusa: política não é coisa de homem sério. Era tudo que o capeta queria: os bons se afastam e os vagabundos se aproveitam. Quem sabe se nesses conceitos não estejam muitos dos nossos males, de agora.

De repente, alguns políticos evangélicos começaram a descobrir a política e a maior parte entrou pelo lado errado e de modo errado. Havia uma cartilha cretina, que elegeu muito espertalhão, cujo título era: IRMÃO VOTA EM IRMÃO.  Sim, até concordo, desde que o irmão mereça o meu voto e esse irmão esteja preparado para a missão política. Dentro desse raciocínio, bíblica e ideologicamente corrompido, vicejaram vários espertalhões com a Bíblia na mão e comportamento inaceitável.

Enquanto isso, as forças do mal articulavam-se de maneira organizada, sorrateira, desde o Governo Militar, para abocanhar, como a serpente do Éden, os corações daqueles que, primariamente, tinha sido criados para a adoração a Deus.

Conquistaram a vida sindical, conquistaram as escolas, conquistaram as universidades, imiscuíram-se em todos os segmentos, inclusive com apoio de uma parte barulhenta e altamente ativa do clero, na tal Teologia da Libertação. Vontade de rir, ou chorar, pois quando alguém abandona a verdadeira liberdade em Cristo e assume que a liberdade é Marx, ou não entende de Marx, ou jamais conheceu a Cristo. Um sacrilégio!

O que poderia piorar, piorou. O clímax do desastre se iniciou com o disfarce cretino-liberal do FHC e consolidou-se com a sanha corrupto-ideológica do PT, com outros signatários, tão nefastos como, que promoveram o desmonte moral da nação, a morte dos valores familiares e morais, bem como o maior esquema corruptivo da história do homem, chamado PETROLÃO.

Aí aparece o impossível, mais ou menos como uma voz que clama no deserto: Jair Messias Bolsonaro. Uma contraposição a tudo que estava posto pelas esquerdas. Pregava honestidade, valores cristãos, familiares, respeito e amor à pátria, culminando com o slogan: BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS. Muita gente não gostou, odiou e não posso nominar essa turma, mas nomino o grande inspirador e chefe dessa gentalha: satanás.

Dentro desse contexto, de verdadeira guerra espiritual,  Bolsonaro não poderia prosseguir sozinho e, entre outros nomes, surge um nome que a tal grande mídia não conhecia: Damares Regina Alves, em um ministério menina dos olhos da esquerdopatia – Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A sanha esquerdopata ficou furiosa e partiu para o renhido embate. Era inaceitável a presença de Deus numa cadeira habitada, historicamente, por belzebu!!!

A vida pessoal da ministra é inatacável, mas o inimigo mentiroso e homicida, desde o início (Jo 8: 44), partiu para agredi-la e tratou de agir, para destruí-la. Foi achincalhada por afirmar que Jesus falou com ela, em momento difícil de sua vida e somente quem não tem experiência com Cristo pode tentar ridicularizar, algo tão comum na vida de um crente: ouvir a voz do Senhor. Só seremos salvos se “ouvirmos a Sua voz”. Foram muitas as armadilhas.

“Menino veste azul, menina veste rosa”. Não é preciso ser gênio para reconhecer que essa afirmação é divina, é bíblica: macho e fêmea os criou (Gn. 1:27). A afirmação não desrespeita a escolha sexual de ninguém, na Bíblia não há lugar para discriminação, mas as olimpíadas, que não são ideológicas, que não são religiosas, seguem a Bíblia: mostra provas masculinas e femininas. Pronto, poderiam ser chamadas de provas azuis e róseas.

A suposta adoção irregular de sua filha, uma criança de origem indígena, foi a denúncia mais cretina, mais vil, que alguém poderia engendrar. O ato humano e de amor da ministra, por sua filha, servir para uma acusação tão indigna. Não prosperou, bastava olhar a moça e a sua felicidade, para a mentira desfazer-se.

Mas tinha mais, a vagabundagem esquerdopata partiu, com crítica até internacional, chamando-a de negacionista científica, por a ministra defender o criacionismo bíblico. Esse episódio merece uma análise mais efetiva.

Fui professor de Biologia por décadas e, sem nenhuma modéstia, um bom professor. Sempre ensinei a tal evolução e, sempre, ao final das aulas, dizia aos meus alunos: tudo o que vos ensinei é uma decorrência e exigência do vestibular, não acredito em nada disso, sou por fé, pela Bíblia e pela CIÊNCIA, criacionista.

O evolucionismo tem tantas lacunas, tantas inexplicações, tantas dúvidas, que após tanto tempo não passa de uma “teoria”. Aquele jargão iluminista, raiz teórica do evolucionismo, que contrapunha a ciência contra a fé, é o maior engodo e enganação da filosofia, pois colocou-se a fé como se fosse a mesma coisa que os dogmas romanos e a fé nada tem a ver com os dogmas terrenos, de Roma ou não. A fé é descrita por São Paulo, como “a certeza das coisas que se esperam e a prova das que não se veem” (Hb. 11:1).

A fé, que é dom de Deus, jamais seria contrária à ciência, que é uma decorrência do dono de tudo que é Deus, a questão é que satanás, que não é dono de nada, quer se apropriar daquilo que não lhe pertence, a ciência. Aos cristãos sem discernimento espiritual, adianto que ir para os céus depende somente de aceitar Jesus como Salvador e isso é, no dizer bíblico, muito bom, entretanto para ser um  verdadeiro cristão há algumas premissas inarredáveis: acreditar na criação divina, no Jardim do Éden, na queda do homem, na proposta de redenção ainda no Jardim, na existência de um povo escolhido, nos milagres que contrariam a lógica humana, no nascimento e sacrifício de Jesus Cristo, no poder remidor do Seu sangue, na ressurreição e volta aos céus, na volta de Jesus para buscar a sua Igreja e no juízo final, quando satanás e seus anjos serão finalmente aprisionados.

Quem crê nessas premissas é cristão, quem nelas não acredita, pode ser tudo, exceto cristão. Não perca tempo, procure outro caminho, Deus respeita o livre arbítrio, até de quem deseja os infernos.

Por último, lembro a participação da ministra Damares Alves na tal reunião ministerial, que o vetusto ministro Celso de Melo, vergonhosamente expôs ao mundo, por motivos injustificáveis. Na reunião, a ministra posicionou-se a favor dos direitos humanos, contra a opressão dos governadores, tiranetes de quinta categoria, numa atitude que mereceu aplausos de homens e mulheres de boa índole, mas deixou a esquerdopatia furiosa. É, essa ministra incomoda demais e não é sem razão e uma razão é a principal.

São muitas, reitero, mas a principal razão da guerra da esquerda contra ela é fácil de se entender: é uma serva do Senhor. Como serva do Senhor não é corrupta, vai defender os princípios bíblicos, vai defender a liberdade, mesmo de seus adversários, vai defender os conceitos de pátria e da família, coisas impossíveis de serem defendidas por um esquerdopata.

A propósito, esse ministério já foi ocupado por nomes como Ideli Salvati e Maria do Rosário: há comparação? Seria como comparar, na linguagem bolsonariana, a ministra Damares Alves com algo em nível de Doria, Witzel, Alexandre, Gilmar, et caterva. A comparação não existe porque a “substância Damares” não pode ser comparada com substâncias do destino final do metabolismo.

Não sei se a ministra lerá esse insosso repto, mas, se o fizer, asseguro: a senhora só está firme porque há uma verdadeira corrente de oração em seu favor, no Brasil inteiro.  Lembre-se do texto de Efésios, aqui citado, na sua luta contra as “potestades do mal”, e é Jesus quem lhe dá a receita da vitória: “Eu disse essas coisas para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16: 33).

Tenho dito!

 

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

HISTÓRIA DA ACADEMIA

 

ACADEMIA ATHENIENSE DE LETRAS E ARTES (ATHEART)

PATRONO: ALUISIO TANCREDO GONÇALVES DE AZEVEDO

01 – HISTÓRICO:

A ACADEMIA ATHENIENSE DE LETRAS  ARTES (ATHEART)  foi fundada em 27 de novembro de 2002, por iniciativa pioneira, com o objetivo primordial de resgatar as tradições culturais da ilha de São Luís, culturalmente e orgulhosamente  denominada , ATHENAS BRASILEIRAS.

Naquele momento era evidente que alguma coisa deveria ser feita em favor da cultura de nossa cidade e a única arma que estava disponível era a vontade de realizar algo em favor das letras e artes.

Realizamos: fundamos a ATHEART.

As reuniões preparatórias se realizaram nas dependências da antiga UNIMED de São Luís, capitaneadas por doutor João Melo e Sousa Bentivi, então Diretor Comercial daquela instituição.

Após muitas reuniões e debates foi determinada a sua instalação e eleita a diretoria, evidentemente composta pelos membros, doravante denominados FUNDADORES e eram em número de sete, decidindo-se, também, que lhes seria facultado a prerrogativa de serem os patronos de suas respectivas cadeiras e, na ocasião, determinado que o número de cadeiras seria de 40 (quarenta), seguindo as tradições acadêmicas.

A ordem das cadeiras dos patronos foi assim determinada, na cerimônia de instalação da ATHEART:

  • CADEIRA 01 – JOÃO MELO E SOUSA BENTIVÍ
  • CADEIRA 02 – CARLOS ALBERTO LIMA COELHO
  • CADEIRA O3 – LUIZ FERNANDO CARVALHO NOVAES
  • CADEIRA 04 – MARIA INEZ SILVA QUEIROZ
  • CADEIRA 05 -JOSEFA MELO E SOUSA BENTIVI ANDRADE (ZEFINHA BENTIVI)
  • CADEIRA 06 – JOSÉ MARIA NASCIMENTO
  • CADEIRA 07 – JOSÉ RAIMUNDO GONÇALVES

A diretoria da ATHEART foi assim constituída:

  • Presidente: João Melo e Sousa Bentivi
  • Vice-presidente: Carlos Alberto Lima Coelho
  • Secretário-Geral: Luiz Fernando Carvalho Novaes
  • 1º Secretário: Josefa Melo e Sousa Bentivi Andrade
  • 2º Secretário: José Raimundo Gonçalves
  • 1º Tesoureiro: maria Inez Silva Queiroz
  • 2º Tesoureiro: José Maria Nascimento

Em 16 de abril de 2010, em resolução de diretoria, foi determinado os patronos das cadeiras de número 08 (oito) a 20 (vinte), assim nominados:

  • Cadeira 08: Catulo da Paixão Cearense
  • Cadeira 09: Antonio Almeida
  • Cadeira 10: Humberto de Campos
  • Cadeira 11: Vespasiano Ramos
  • Cadeira 12: Maestro Nonato (Raimundo Nonato Rodrigues Araújo)
  • Cadeira 13: Raimundo Nina Rodrigues
  • Cadeira 14: João do Vale
  • Cadeira 15: Rosa Mochel
  • Cadeira 16: Luiz Carlos Cunha
  • Cadeira 17: Erasmo Dias
  • Cadeira 18: Amaral Raposo
  • Cadeira 19: Bernardo Coelho de Almeida
  • Cadeira 20: Rubem Almeida

Os atuais membros da ATHEART, além dos fundadores, são:

  • Cadeira 08 – Luiz Régis Furtado
  • Cadeira 09 – José Eduardo Sereno
  • Cadeira 10 – Josimael Pinheiro Caldas
  • Cadeira 11 – Moisés Raimundo Lobato Nobre
  • Cadeira 12: Paulo Cézar Felizardo da Silva (Paulo Piratta)
  • Cadeira 13: Moisés Abílio Costa
  • Cadeira 14: Hilmar Ribeiro Hortegal
  • Cadeira 15: Márcia da Silva Sousa
  • Cadeira 16: Érico Brito Cantanhede
  • Cadeira 17: Eloy Melônio do Nascimento
  • Cadeira 18: Maria das Neves Oliveira e Silva Azevedo

Algumas observações por justiça histórica.

O poeta Moisés Abilio foi o primeiro imortal da ATHEART a saltar do plano material, para o divino, mas no pouco tempo de convivência nos deixou saudades e fez, aos seus familiares, um pedido solene e cumprido: desejava ser inumado com a roupa e o brasão da academia. O foi.

A segunda refere-se ao imortal Hilmar Hortegal. Ele participou da reunião inicial da academia, mas por motivos decorrentes de sua labuta médica, não pode comparecer nas reuniões de efetiva instalação do sodalício. Pode e deve ser considerado, por justiça, com o título de FUNDADOR HONORÁRIO da ATHEART.

Finalmente, um adendo ao hoje, da ATHEART.

É evidente que a fundação da ATHEART impactou não somente nos domínios da ilha, mas todo Maranhão: proliferaram as academias algures e alhures.

A tradição dos “saraus literários” estava perdida nas brumas diabólicas do esquecimento e da ignorância. Começamos a fazê-los, maioria das vezes sem a menor estrutura, incluindo mesa de bar e associações da periferia. Deu resultado, muito além de nossa perspectiva e sem similaridade em qualquer congênere, pois uma de nossas marcas já está na história literária do Maranhão: SARAU DE ATHENAS.

Estamos chegando ao “SARAU JUBILEU DE OURO”, marca inimaginável para muitos, mas o que mais alegra e ver que resgatamos a tradição dos “saraus literários” e o Maranhão literário segue o nosso exemplo.

Dois fatos estão a nos preocupar.

Estamos, nos últimos tempos, nos acostumando com o ambiente maravilhoso e requintado da AMEI /Livraria do Escritor Maranhense. Precisamos, com urgência, voltar à periferia, aos mais carentes, às escolas, associações, para mostrar o belo, para mostrar os sentimentos, para mostrar a nossa arte.

A ATHEART é uma inovação quase única e, em nossas plagas, deveras única. Hoje, congregamos poetas, contistas, ensaístas, teatrólogos, pintores, escultores, cantores, atores e músicos. Essa diversidade de talentos é a maior razão do sucesso de nossa empreitado.

O segundo fato se relaciona com o mundo pós-pandemia, cuja única certeza é a dúvida. Sem pressa, mas com a ansiedade própria dos que dedilham as cordoalhas sensíveis do coração, queremos imaginar que o culto da arte, do belo, do amor e dos sentimentos são maiores que qualquer covid. Temos esperança alicerçada na fé.

Finalmente, dizer que somos felizes, orgulhosos por possuirmos o honroso título de IMORTAL ATHENIENSE e pela certeza de que São Luís não foi a mesma, depois da fundação da ATHEART e a sua história cultural, queira-se ou não, pode e será grafada em dois tempos: antes e depois da ATHEART. Isso não é uma vaidade de tolos, mas um simples orgulho literário canônico.

São Luís, 10/06/20

João Melo e Sousa Bentivi

Presidente da ATHEART

A FALÁCIA DO “FIQUE EM CASA”.

A FALÁCIA DO “FIQUE EM CASA”.

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Nos últimos meses, a repetição do “fique em casa” deixou-me de saco cheio, tanto de ouvir, quanto de ficar e já se estabelece, em mim, um esforço para desobedecer. Claro, evidente, que sigo todas as regras sanitárias, mas o fique em casa é maroto e serve para muitas malandragens. Explico.

Começa com o percentual ideal. Exaustivamente aquela turma tétrica de São Paulo, GLOBOLIXO et caterva, apontava que o ideal era 70% em casa, inclusive nunca atingido. Por que esse número mágico de 70, não poderia ser 69, ou 71? Seriam estudos científicos da chinesa OMS que ditou o número 70?

Esse número mágico serviu para exacerbação da canalhice de tiranetes de plantão, agressão de trabalhadores, lockdowns indignos, ao arrepio da lei, da democracia e do bom senso.

E piora a canastrice, quando o sujeito diz, com a cara mais limpa, sem nenhum embasamento científico: nós evitamos a morte de 900 mil pessoas. Deve ser ideia do mesmo estatístico que fez, aquela coisa chamada Bruno Covas comprar 38.000 caixões e 15.000 sacos para encaçapar defuntos e queira Deus, como queremos nós, que ele não seja, nessa pandemia, usuário de um desses mimos comprados com o nosso dinheiro.

Porém a mágica do “fique em casa” começa a desmoronar, quando as estatísticas mostram que um dos melhores locais para se contaminar é dentro das residências, pois, dessa forma, o “fique em casa” se transforma em veneno.

A razão do “fique em casa” é fácil de ser entendida, inicialmente: diminuir os percentuais de contaminados, de tal maneira que não houvesse um colapso na rede SUS, enquanto o dinheirão do governo federal serviria para a melhora absoluta do pr´prio SUS. Quase tudo mentira. Aliás, as poucas verdades foram os óbitos e os desvios do dinheiro nos meandros de estados e municípios, ávidos por uma corrupção. Está no forno o irmão mais novo do MENSALÃO e PETROLÃO, o jovem COVIDÃO.

O tal achatamento, da tal curva, aconteceu em muitos locais, notadamente onde os governos não transformaram a pandemia em palanque eleitoral e ideológico, de certa forma, há uma conexão interessante, que até pode ser casual, entre oposicionista pandêmico e corrupção epidêmica. O COVIDÃO esclarecerá as dúvidas.

De repente, o povo resolve se insurgir, prefeitos reagem, entidades reclamam, as igrejas clamam e oram, tudo pensando no óbvio: o fim do “fique em casa”.

Os governadores e prefeitos, aprendizes de tiranetes, sabendo que não tem mais verbas para “mamata”, sorrateiramente mudam o discurso, de tal maneira, que aquele de São Paulo inventou um termo bandido: “isolamento inteligente”, há-há-há!

Como inteligente, agora? Então o isolamento era imbecil, burro? A hora da verdade está chegando, pois a mentira e hipocrisia não podem prevalecer. Bolsonaro, que nunca foi contra isolamento, desde o primeiro dia prega que ele não fosse radical, nas palavras atuais do senhor Dória, “inteligente”. Witzel, quase com um pé na cadeia, vai no mesmo caminho, Caiado é só sorrisos e os outros? Vão concordar com Bolsonaro?

Não precisa nem dizer, a verdade está clara. Vão e deverão inventar mais uma denominação. A língua portuguesa é fantástica, ajuda aos malandros.

A outra verdade trata-se de uma impossibilidade: a existência e resistência do Governo Bolsonaro. Há uma maquinação diabólica de tantas forças, mentiras durante 24 horas, em sete dias semanais, um congresso difícil, um STF traiçoeiro, tudo levaria a crer que esse homem não chegaria ao poder e não governaria. Do ponto de vista humano não há uma só explicação e os esquerdopatas do ateísmo estão sem entender, nunca irão entender.

Afirmo-lhes, porém que há uma explicação, não minha, mas foi dada, há muito tempo, em Tiago 5: 16: …a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”.

São milhões de justos intercedendo, orando pelo Brasil e pelo governo Bolsonaro e se alguém entender que essa afirmação é religiosa, asseguro que não: justo não é sinônimo de evangélico, católico, ou religioso, a rigor, justo é somente justo, nada mais e a Bíblia fala de um, chamado Cornélio, que nem era cristão (Atos  10:2).

Força, Bolsonaro!

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

O NAZISTA BOLSONARO.

O NAZISTA BOLSONARO.

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Um bom esquerdopata deve ter algumas características fundamentais: falador, mentiroso, especialista em ONG de fachada, assessoria de PN, materialista e desonesto intelectualmente. Evidente que nem todas as pessoas poderão ter tudo isso ao mesmo tempo, mas sem essas características, você jamais adquirirá essa posição de membro da esquerdopatia.

Uma das táticas dos canastrões é dar títulos infames aos outros, repeti-los como se fossem verdades, até que você aceite a mentira como algo natural. Hoje, um exemplo acabado, é denominar o Bolsonaro de nazista. Ou os cretinos não sabem o que é nazismo (sabem, sim), ou não conhecem o Bolsonaro (conhecem, sim). Dessa forma, como tanto conhecem o Bozo, como sabem o que é nazismo (inclusive por praticarem-no), confirma-se: são mentirosos.

Voltemos ao nazismo, não para defini-lo, mas para uma simples consideração, sobre o extermínio de inocentes nos campos de concentrações nazistas. O alvo eram os judeus e, não esqueçamos, judeus, mas cidadãos da Alemanha.

Hitler não construiu um só campo de concentração no território alemão, e para os que não estudaram (e falam bobagem demais), a razão é que Hitler jamais poderia executar um cidadão alemão, dentro da Alemanha. Às vezes a desonestidade adquire cara de obediência às leis.

Mas no Brasil há nazistas, ou, pelo menos, condutas assemelhadas e o exemplo acabado é o uso ou não da hidroxocloroquina.

Tudo começou, quando os esquerdopatas, no poder em estados e municípios, acolitados por cientistas de ocasião, médicos irresponsáveis, baseados em falsas premissas, incluindo a agência chinesa OMS e publicações pseudocientíficas esquerdistas, tipo The Lancet, demonizaram a droga, usando fraudes de dados, entre outras coisas.

Aqui no Brasil, choveram de entidades safadas, incluindo decisões de promotores, juízes e ministros contra o uso da droga, enquanto isso, os ricos e classe média usando e os pobres impedidos de fazê-lo, com o exemplo mais marcante, chamado de safado UIP, que pregava a negação da droga, mais quando dona Lucrécia coçou o seu fiofó, o filho da puta tomou-a e vivo está, para comprovar que a hiroxicloroquina salva também cientistas desonestos  e oportunistas ideológicos. O consolo que não o é, é que esse UIP tem ao seu lado, incontáveis comparsas de mesma safadeza.

Imaginem a cena de terror, que se repetiu milhares e milhares de vezes, Brasil afora. O simples e humilde cidadão brasileiro procura um posto de saúde ou similar e esse homem sabe, claro, que está com os sintomas típicos do covid. A resposta do profissional é, foi, milhares de vezes: VÁ PARA CASA, FIQUE EM ISOLAMENTO E TOME PARACETAMOL.

Qual estudo científico determinou que paracetamol cura covid? Aí, o enredo nem Nelson Rodrigues seria capaz de fazer. O cara vai definhando, até o momento que será necessário internação e ventilação por aparelhos. Alguns sobrevivem, milhares se foram impunemente.

Quem morreu por não ter usado a hidroxicloroquina, foi morte natural? Morte no seu devido tempo? Exerceu o seu poder constitucional de autonomia? O profissional da saúde exerceu o princípio da beneficência? O médico que não prescreveu a hidroxicloroquina para o humilde e prescreveu para os seus amigos de mesma classe social, merece  aplauso, ou condenação? O médico que não prescreveu a droga para pessoas humildes e a tomou será um ser humano de respeito, ou melhor, será mesmo um ser humano?

A proibição política da hidroxicloroquina é um dos episódios mais nefastos que eu já assisti em minha longa vida de médico. Fez-me  abrir os olhos e ver com nojo muitos colegas, que eu considerava vestais e, hoje, sou convicto do tamanho do meu engano.

Algum repto me diria: você comprova a eficácia no covid? Responderia: não e adiantaria, não haverá em curto tempo nenhuma droga específica, mas se houver uma só dúvida que me leve a cura, usarei essa dúvida para a proteção do meu paciente.

Qual o médico que trabalha com certezas? A dúvida é própria da medicina, o tratar é uma obrigação e o cuidar uma determinação peremptória. Os médicos que negaram aos mais humildes o uso da hidroxicloroquina e os governantes que determinaram essa ignomínia foram piores que os nazistas. Muito piores.

Os nazistas alemães exterminaram os seus patrícios na Polônia, Bielorússia, Croácia e Ucrânia os nazistas brasileiros (esquerdopatas, todos) exterminaram aqui mesmo, nesse solo, que juramos amar e defender.

Será se serão chamados pela justiça para responderem por isso? Não. A garantia da impunidade é plena e irretocável. O STF é vigilante em defesa do mal, o organismo social judiciário impregnado por ideologismos, os meios de comunicação infestados, uma parte já com uma simpatia demoníaca com o regime chinês e as universidades absolutamente perdidas ideologicamente.

Porém o fator mais preponderante para tudo isso ser esquecido é um fato mais grotesco, mais triste, mais deprimente: esses mortos são pobres, negros, minorias, vulneráveis. Não têm voz. A esquerda que afirma defendê-los é a mesma esquerda que usa as estatísticas de seus óbitos, para tentar solapar e derrubar um governo democraticamente eleito e aumentar o recebimento de verbas públicas, uma parte previamente acertada para a corrupção.

Em outra oportunidade, analisarei, à luz do Direito Penal, a matança desses inocentes, e adianto que é crime hediondo.

Ah, sim, uma pergunta: quem é mesmo nazista, a esquerda ou Bolsonaro?

Preciso responder?

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

UM DESASTRE CHAMADO CELSO.

UM DESASTRE  CHAMADO CELSO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

De Mello, diga-se preventivamente, para não sacanear tantos “celsos”, que vivem austeramente, por esse Brasil de meu Deus.

Há tempos analiso os discursos empolados e enfadônicos desse ministro e sinto ser uma tentativa inútil de mostrar erudição e saber jurídico, mas isso não é relevante, afinal esse STF está longe de ter um Rui Barbosa, sequer.

Depois dessa salada de lambanças constitucionais dirigidas por Toffoli, Alexandre e Celso, amparados pelo menos por Lewandovski e Gilmar, pensei que o provecto ministro iria se recolher, em um silêncio franciscano. Puro engano.

Em uma nota, pedindo apoio aos colegas, já que o asfalto está ficando quente, deu uma aula de desinformação e desconhecimento da história e de sua correlação com a atualidade. Sabia ser um magistrado sem aréola, mas também um historiador sem mérito. Vejamos.

Comparou o bolsonarismo com o nazismo e deve não entender nem de um e nem de outro. Para Bolsonaro transformar-se em um Hitler verde-amarelo deveria, pelo menos, ter algumas   dessas características: antissemita, pregar, pelo menos uma vez, a defesa do totalitarismo, ser anticapitalista, inimigo do liberalismo e ser expansionista.

Mostre, senhor ministro, uma vírgula de Bolsonaro e de seu governo que possam afirmar qualquer dessas desqualidades. Nunca.

Ademais, senhor decano, para se comparar a Hitler, Bolsonaro teria que escolher uma raça para ser raça superior e, nessa multidão de etnias que formam o povo do Brasil, Bolsonaro fez  somente uma escolha, que deve incomodar a muitos, escolheu o POVO BRASILEIRO. Tem uma escolha melhor, para um presidente do Brasil?

Há pouco tempo, os bandalhas da esquerda escolheram Cuba e a Venezuela como pátrias a serem seguidas. Que lástima!

Onde está o nazismo, no executivo do Brasil? Um presidente esculhambado massacrantemente, em três turnos,  por um GLOBOLIXO e similares, pode ser um totalitário? Um presidente que tem, todos os dias, que enfrentar alfinetadas e pancadas legislativas e judiciária é ditador?

Essa nota do senhor Celso de Mello revela zero de conhecimento histórico e dez no seu temor frente ao pandemônio causado por suas atitudes inconstitucionais e irrefletidas.

Caso tivesse a têmpera dos fortes, jamais precisaria pedir espírito de corpo na instituição, papel e água sanitária, para ser dessa condição vexatória. E deve dar graças a Deus por o presidente Bolsonaro ser um democrata e ter a prudência de esperar a resolução do impasse, por mãos de outros ministros, que sejam de outro quilate.

Um cabra como eu, há muito teria dado o ultimato, mas Bolsonaro, apesar de parecer destrambelhado (e muitas vezes, de fato, é), dá uma aula de comedimento democrático, nessa celeuma criada pelo STF.

Paciência, um conforto e um alento, novembro está próximo e Celso vai, para nunca mais voltar.

Saudade não deixa, mas o alívio dos brasileiros é certo.

Vá e não voltes nunca mais.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

A PROCURA DE UM CIENTISTA.

A PROCURA DE UM CIENTISTA

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Vivendo e aprendendo, frase ouvida, desde a minha infância e continua atualíssima, em minha vida. Explico. Nos últimos dias o que mais ouço é a palavra CIÊNCIA, aliás, a bem da verdade, gente demais falando em nome da ciência. Também nunca vi a palavra ciência servir tanto para encobrir motivos, muitas vezes, sórdidos.

Nesses meus tantos anos de vida, enveredei por diferentes caminhos: medicina, jornalismo, direito, música, poesia, pesquisa histórica e social, entre tantas outras, mas se quisesse resumir a minha vida diria, sem falsa modéstia: li muito, tenho facilidade de escrita e comunicação e creio ter desenvolvido algumas coisas para o desenvolvimento dos indivíduos. Inocentemente imaginei-me fazendo ciência, um cientista. Caí do cavalo.

Entrando em um supermercado, com todos os armamentos contra o corona, encontro dois amigos e, nesse papo, aprendi várias lições. A primeira é que eu nunca deveria nem dizer e nem me sentir um cientista e antes que eu pudesse, quem sabe, aventar que a minha tese de doutorado tem uma baita pesquisa sobre a história da saúde no Brasil,  ele afirmou: tese de doutorado não tem nada a ver com ciência, a minha foi uma droga.

O outro amigo da conversa me ensinou mais, disse que um cientista tinha que ter produção científica, inclusive a matemática, que durante toda a minha vida considerei ciência, de ciência nada tinha. Ensonou-me: matemática é somente uma linguagem.

Compreendendo a minha obtusidade, cumprimentei-os carinhosamente (nos moldes do covid, de longe) e voltei ao lar, mas tornei-me um ser cheio de dúvidas.

Naqueles moldes, quem seriam os verdadeiros cientistas do Maranhão, por exemplo? Dentro dessa enormidade de teses e dissertações, qual o critério para saber se o papel é científico ou similar ao papel higiênico? Aquele agente chinês da OMS seria um cientista? A mocinha ativista política, dirigente da FIOCRUZ seria uma cientista? Tentar esconder o uso pessoal de uma droga, como fez um tal UIP, seria atitude de um cientista? Confesso que, depois daquele papo, não respondi dúvidas, somente ganhei uma solene verdade: não sou cientista de porra nenhuma. Outro detalhe, essa constatação não me traz nenhuma insatisfação, aliás, tira um fardo de minhas costas.

Mas preciso de cientistas, pelo menos um, para responder algumas dúvidas peremptórias. Vou exemplificar.

Afirmação da “ciência”: “O isolamento ou o lockdown que fizemos, salvou 200 mil vidas”. Pergunto: baseado em que ciência esse cara-pálida é capaz de quantificar o futuro, com tanta preciosidade? Por que não seriam 199 mil, 201 mil? O cretino fala em nome da ciência e como não sou cientista, procuro esse cientista, com tamanha precisão obituária.

Sem precisar de ciência para entender esse dado numérico que salta aos olhos, preciso de um cientista para me dar simples explicações: “catorze unidade da federação administradas por adversários públicos de Bolsonaro, carregam nas costas 79% das infecções e 87% das mortes”. Esses dados não são mostrados pela grande imprensa, mas mesmo sem ser cientista, entendo que uma das funções da ciência é explicar os fenômenos.

As indagações são muitas. É um caso médico ou policial? Seriam esses estados aqueles que fizeram guerra contra a cloroquina?  Seriam esses que compraram respiradores inadequados? Seriam os que  decretaram o lockdown? Serão os estados de superfaturamento? Será que nesses estados a PF vai ter muita atividade?

Como não tinha nenhum cientista para me responder, ontem recebi uma ligação de um amigo, irmão Agapito, dos meus velhos tempos de Assembleia de Deus. Acho que estava preocupado se o covid tinha ou não me agarrado. Conversa vai e conversa vem, nem sei o porquê, perguntei-lhe: irmão Agapito, por que que nos estados contra o Bolsonaro a morte está fazendo essa festa toda? A resposta foi rápida e fulminante: meu irmão, coisa do inimigo, esse tal covid vem de uma terra sem temor a Deus e você sabe que o diabo veio para matar, roubar e destruir, a grande arma contra esse maligno é o temor do Senhor e oração.

Claro que essa resposta não é de um cientista, mas é de um simples homem, com a bênção de Deus no coração, porém ele pode entrar em uma “camisa de onze varas”, caso aquele ministro sem cabelo, caracterize essa afirmação como fake news.

Preocupado, ciente de minha insignificância científica, orientei ao irmão Agapito, pois essa opinião poderia ser investigada por um senhor de nome Alexandre e acrescentei para ele: tome cuidado,  o futuro pode ser pior, pelo andar da carruagem, temor a Deus e oração poderão ser catalogados de fake news.

Belzebu não dorme, Alexandre também.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

CLAUDIA RAIA BOLSONAROU.

CLAUDIA RAIA BOLSONAROU

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Primeiro, o verbete “bolsonarou” é de minha lavra e o futuro haverá de reconhecer a minha criatividade. Mesmo debaixo da maior onda de perseguição de um governante, na história brasileira, muitos e muitos já começam a desconfiar que a história é  outra  e, em pouco tempo, acreditem, teremos o verbo “bolsonarar”, que será o antônimo do verbo “lulalar”, esse, o Aurélo dirá, um dia: é o mesmo que roubar. (até rimou, rima fraca!).

Claudia Raia é da GOBOLIXO e fica difícil encontrar coisa boa no lixo, mas como tenho fé, ainda acredito na transformação de merda em ouro. Ela e a família pegaram o corona e ficaram curados, não afirmou se usou a cloroquina, mas acho que sim, porém  confessar é outra história, basta lembrar aquele médico descarado, chamado UIP.

Analisarei algumas afirmações de dona Raia.

“Desde o começo da quarentena tomei todas as precauções possíveis”; “a coisa que mais pensei foi que esse vírus está em todo lugar”; “o que a gente tem que entender é que esse vírus tem uma escolha aleatória”.

Dona Raia, rica, deve morar na favela da Maré em um quarto e sala? Nunca. Ficou em casa, com marido e dois filhos, em 500 m2, creio, de área construída, comida entregue na porta e o corona encontrou um buraquinho e… crau! Desmoralizou o isolamento horizontal, que está na boca dessa turma.

Como é da GLOBOLIXO, talvez petista/comunista, o que é a mesma bandalha, afirmou: “Não vou falar publicamente, porque achei que estava dando um exemplo ruim”. Pera aí, cara pálida! Ruim, por quê? Não estavas em isolamento horizontal, perfeito lockdown familiar?  Seria porque a informação desse razão ao Bolsonaro que, diga-se de passagem, nunca foi contra isolamento, mas que, desde o início, prega que deve ser feito de maneira inteligente.

Dona Raia, trancada em casa, foi “coronada”, o que significa dizer aquilo que todos sabem, que quando o vírus caminha pela sociedade, ficar trancado, deitado debaixo da cama, nunca significará ficar livre do vírus .Não existe, em nenhum lugar do planeta, 100% de possibilidade de proteção, nem de contaminação.

Dona Raia ainda acrescenta: “o vírus tem uma escolha aleatória, está em todo lugar, todo mundo vai pegar, é uma tristeza, mas é verdade”.

Parece até que estou vendo o Bolsonaro falando e só não confundo, porque um Bozo, jamais terá os atributos da Raia, mas o Bozo deveria contratar a dona Raia para ser a porta voz dos assuntos do corona. A imagem seria mais agradável e a defesa viria de alguém da GLOBOLIXO.

Tenho certeza de que esse Bolsonaro não sabe nada de medicina e de isolamento, mas não está fácil a explicação, pelos seus adversários, para muitas coisas, como, por exemplo:

1 – Por que isolamento absoluto, em todo Brasil, se mais de 4000 municípios estão ao largo do corona?

2 – Por que a morte está tendo uma estranha predileção pelos estados e municípios administrados por inimigos do Bozo? Castigo dos céus?

3 – Por que todos os municípios que usaram a tal HCQ, profilaticamente, como Donald Trump usa, praticamente possuem números insignificantes de óbitos?

4 – Por que as denúncias de superfaturamento e corrupção com a pandemia estão mais evidentes, até agora, nos municípios e estados administrados pelos inimigos do Bozo?

5 – A vitalidade e crescimento do agronegócio, nesse tempo de quarentena, tem alguma coisa a ver com o fato de seus trabalhadores não estarem “em casa”, mas trabalhando para alimentar quem “está em casa”?

6 – Quem responderá, civil e penalmente, pelos óbitos, daqueles que por motivos políticos, ideológicos ou de logística, foram  impedidos de usar a HCQ? Aquele “chinês” da OMS ou o papa?

Como podem ver, a “bolsonorização” das declarações de dona Raia obrigaram-nos a formular vários questionamentos, como não sou autoridade nenhuma e tenho importância quase inexistente, penso nas indagações e não dou nenhuma resposta.

Por enquanto, resta-me sonhar, mais que me livre do corona, que ele passe por mim e não se apresente. A confiança em Deus é maior que no tal isolamento e quem me deu essa informação científica, de que o isolamento não é eficaz, foi a GLOBOLIXO, por meio de dona Raia.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.