O MELANCÓLICO DEBATE

O MELANCÓLICO DEBATE

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

E houve o último debate? Não, não houve debate e o culpado dessa patacoada é, exatamente, quem não deveria sê-lo: o governador Dino. Os motivos são fáceis de serem entendidos.

Dominando 99% das prefeituras, contando com a obediência absoluta das bancadas estadual e federal, o governador, na mais pueril análise, “nomearia” o prefeito de São Luís e ele achou que poderia fazê-lo: caiu do cavalo é arrebentou o velho cóccix.

Tentou criar e criou o CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES para fustigar um segundo turno, mas tudo caminha para não haver e. se houver, o governador estará absolutamente desgastado e eticamente destruído, pois colocou a estrutura  do governo indevidamente na campanha, repetindo, com deméritos, as praticas vitorinistas e sarneisistas, que gostaríamos de não relembrar e, se há alguma coisa nova, na política do Maranhão, é a idade do governador, pois os seus métodos são típicos do mais tenebroso passado.

Mas a ópera bufa do tal debate teve duas ausências. Uma das ausências decorreu pela ação do covid, em um personagem, talvez aprendiz de Mandetta:  aquele cretino, defensor do “fique em casa”, que saiu do ministério, sem máscaras, sem luvas, sem álcool gel e abraçando a todos, sem nenhum distanciamento. No caso em questão, foi preciso os exames do personagem caírem nas redes sociais, para desmascarar o embuste.

A outra ausência foi a do deputado Braide. Inteligente e necessária ausência. Explico.

O deputado Braide fez muito mal em ter ido a outros debates, pois as pessoas que estavam debatendo com ele, salvo alguns momentos, como a participação inteligente do deputado Yglesio, não eram elas, porque estavam representando um personagem imerso no disfarce das sombras do anonimato, fingindo-se um estadista, cujo epíteto pode ser representado por duas letras, FD.

Sem querer desmerecer a nenhum dos candidatos, todos jovens de grande potencial político, entendo que todos eles fizeram uma grande bobagem em aceitar serem protagonista dessa arrumação dinista, definida como CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES. O desgaste para suas carreiras políticas está absolutamente evidenciado e torço para não haver consequências desastrosas.

Enfim, não houve o último debate e os jovens candidatos poderiam ser mais efetivos, em suas campanhas, se também não tivessem comparecido. Compareceram, uma pena, mas fica a lição: da próxima vez, desconsiderem o governador Dino, procurem um outro conselheiro, inclusive poderiam ter procurado conselho no político mais experiente que esse estado já produziu: José Sarney.

Nada demais, se o governador, estando em dilemas, já foi ao altar sarneisista para pedir preces e orientações, por que vocês não poderiam fazê-lo? Andar os mesmos caminhos do chefe. Quem segue o exemplo do chefe não pode ser chamado de insubordinado e o nosso governador adora os obedientes, independente de ideologias.

Agradeçam a mim, esse humilde escriba, pelo sincero conselho.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

A FARSA DOS LEÕES

A FARSA DOS LEÕES

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Mas não é a peça de Ariano Suassuna, na qual o personagem Joaquim Simão era acometido de três incomensuráveis paixões: preguiça, poesia e mulher. Infelizmente não estamos no teatro, mas na dura realidade de nossa amada ilha de São Luís e aí a farsa pode se tornar uma tragédia, com o nome de pleito municipal de 2020.

Teoricamente temos um pleito de múltiplos candidatos e isso, à primeira vista, poderia dizer da pujança democrática da ilha, mas não é, muito pelo contrário, é uma farsa fabricada exatamente pelo inquilino casual dos Leões, o senhor Flavio Dino.

Em verdade, o pleito de São Luís tem só dois lados. Um lado sem engano e sem firula, chamado Eduardo Braide e outro lado de aliados, que se fingem de adversários, mas comem no mesmo cocho e bebem cachaça da mesma pipa. Assim, sem nenhum esforço, você pode até não ver o cocho, tampouco a pipa, pouco importa, basta conhecer o seu proprietário, o governador Dino, para saber e entender porque é o dono do cocho e dono da pipa.

O senhor governador não tem legitimidade para apoiar um candidato a prefeito de São Luís? Claro que tem e isso ninguém discute, o problema é que desde o primeiro momento, a estratégia do governador foi eivada de desonestidade política com cada cidadão de São Luís. Ele, se fosse um governante honesto com o seu povo (não o é), deveria escolher o melhor nome, entre os seus obedientes subordinados, brigar por ele, assumir a carapuça e seria essa conduta por todos nós elogiado.

Mas não foi esse o pensamento e comportamento. O governador, um gigante em adiposidade, é um anão em altruísmo, desde o primeiro momento, a sua ideia fixa não foi o bem de São Luís, mas vencer Eduardo Braide.

Fez um consórcio de nomes, alguns de minha amizade, inclusive familiar, dando a cada um papel definido, inclusive um manual de comportamento, tendo até ensaios de fictícias divergências, tudo para enganar o povo sério e trabalhador, dessa cidade.

Na vida teatral, esse enredo poderia receber diferentes nomes – O DINOFARSA/A FARSADINO – o problema é que você, cidadão de São Luís, não será chamado para comprar um ingresso, para essa trupe de atores de quinta categoria, até porque você poderia comprar ou não esse ingresso e creio que você não compraria. Não jogaria no lixo o seu sofrido dinheiro.

O problema, meu querido eleitor, é que o governador usa, o momento maior da democracia, o momento em que o seu valor é igual a todos, o momento da obrigatoriedade do seu voto, para enganar, mostrando diferentes nomes, mas, em realidade, o nome de cada um deles deveria ser o nome real dos seus papeis. Todos deveriam assumir um só nome: Dino. Quem sabe, Dino 1, Dino 2, Dino 3…

Uma grande burrice e ingratidão desse governador (ingratidão não é novidade, basta conversar com Zé Reinaldo, com doutor Tema, ou qualquer   admirador do ex-governador Jackson Lago). O candidato Eduardo Braide nunca se apresentou como adversário desse governador, sua atuação parlamentar sempre foi de tentar a harmonia com esse governador, sua ação parlamentar tem o foco maranhão/São Luís e, como prefeito, também não terá esse comportamento belicoso, que o governador possui.

O que o candidato Braide tem afirmado e reiterado é que a sua administração só tem um foco: o desenvolvimento e felicidade do povo dessa ilha.

Tenha juízo, senhor governador, esqueça e deixe de perseguir o deputado Braide. Com quase oito anos no comando do Maranhão o senhor afundou muito mais o nosso estado na miséria. Uma boa parte do seu tempo, quando o senhor deveria estar trabalhando e pensando no seu povo, o senhor usou para brigar com Bolsonaro.

Não queira transformar o futuro prefeito Braide em um novo Bolsonaro, para alimentar as suas vaidades. É impossível. Braide é Braide, Bolsonaro é Bolsonaro. O diabo é que, para a desgraça de todos nós, Flavio Dino, não consegue evoluir, continua Flavio Dino.

Volto para você, eleitor. Vamos acabar com essa cantilena, vamos riscar do mapa essa farsa, politicamente desonesta, chamada CONSÓRCIO SERPENTÁRIO DOS LEÕES. Vamos encerrar tudo no dia 15, eliminemos a possibilidade de segundo turno. Quem sabe, isso não dará uma luz na cabeça ditatorial do nosso querido e jovem governador.

No dizer de Júlio César, alea jacta est!

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

SACERDOTE OU PASTOR ESQUERDISTA, PODE?

SACERDOTE OU PASTOR ESQUERDISTA, PODE?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A minha resposta consciente é metafórica: seria o mesmo que entregar uma escola de menores para um pedófilo dirigi-la. Aliás, um sacerdote ou pastor esquerdista é mais nocivo que o tal pedófilo a que me referi. Explico.

Essas duas categorias, sacerdotes católicos e ministros evangélicos, só existem devido a existência de uma pessoa chamada Jesus. Esse Jesus não é simplesmente uma evidência de marcação de eras, esse Jesus é o resultado profético que permeia toda história bíblica, para promover, na humanidade, um fenômeno chamado REDENÇÃO.

REDENÇÃO é o ato de remir, redimir, libertar, soltar escravos por um preço, em outras palavras, voltar ao estado de pureza perdida e a pureza humana foi perdida, exatamente no Jardim do Éden, portanto redenção e voltar à pureza, é voltar ao Éden.

Um líder cristão, aliás, qualquer cristão, para sê-lo, tem que acreditar na existência do Jardim do Éden, portanto, na criação divina, na tentação e queda do primeiro casal, na promessa do próprio Deus de que mandaria um homem, filho da mulher, Jesus, com a missão de resolver, em definitivo, o desastre original e esmagar a cabeça da serpente, portanto, completar o processo da REDENÇÃO.

Cristão que aceita e prega o evolucionismo, de cara, nega a REDENÇÃO e se transforma, simplesmente, em um enganador da verdade bíblica, um farsante da fé, um discípulo de belzebu fantasiado de cordeiro.

Por tudo isso é que o verdadeiro cristão crê na ressurreição de Cristo e essa crença está alicerçada e alicerça o entendimento da REDENÇÃO, daí, o apóstolo Paulo, sabendo que apareceriam falsos líderes, falsos pastores, afirmou em  1Cor 15: 14: “E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.

Todo e qualquer esquerdista, para sê-lo, tem a obrigatoriedade de ser um seguidor de Marx e seus acólitos, daí a condição obrigatória é ser materialista e desafio a qualquer marxista/esquerdista a apontar como poderíamos inserir os ensinamentos de Cristo, no ideário marxista.

A Igreja Católica, no século passado, inventou essa mistura malvada, na chamada Teologia da Libertação e o resultado foi dramático para ela: perda de fiéis, crescimento dos evangélicos, notadamente os neopentecostais (muito bom) e, pior, um resultado diabólico: a Igreja Católica foi a principal responsável pelo nascedouro de uma organização criminosa, chamada de PT.

O marxismo desses líderes católicos é mais diabólico que todas as atrocidades doutrinárias da igreja, durante a Idade Média. Creio mesmo que se fizéssemos um ranking dos maiores erros da Igreja Católica, seriam a Inquisição e a criação do PT.

Nesse momento, como estudioso e admirador de tudo aquilo que presta, tenho pruridos de pavor, quando comparo o comportamento do Papa Emérito Bento XVI, de quem sou admirador, com o desse atual ocupante, “papa argentino” alcunhado como Francisco. Pelos seus comportamentos, suas preferências de amizades e interlocutores, tudo indica que as coisas podem piorar.

Mas ninguém pode dizer que o demônio é preguiçoso. De repente, vejo lideranças evangélicas filiadas a siglas como PT, PSOL, PC do B e similares e a pergunta é automática: burrice cristã, meninice teológica ou seriam instrumentos do maligno, infiltrados na Igreja, para corromper a verdadeira fé cristã?

Creio que a explicação para existência desses tais supostos líderes cristãos e diabolicamente esquerdistas está na Bíblia, em 2 Cor 11: 13, 14: “Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, pois o próprio Satanás se transforma em anjo de luz”.

Enquanto muitos estão descaradamente nesses partidos anticristãos, existem os satanistas sorrateiros que se afirmam apolíticos, mas apoiam esses partidos do ideário marxista e, o mais lamentável, é um líder cristão liberar os púlpitos, para um marxista/esquerdista se pronunciar, às vezes, até citando a Bíblia.

Nada demais, o próprio Satanás, quando tentou Jesus, citou corretamente a Palavra, um esquerdista, para ganhar voto, será capaz de comer  hóstia, cantar hinos, quem sabe, falar línguas estranhas, até porque a língua mais estranha (estranha mesmo, de fato) que pode ocorrer, dentro de um templo, é a falada por alguém inspirado pelo demônio.

A verdadeira língua estranha, iniciada no pentecostes, para nós não é, de fato, estranha, é a língua dos anjos e os anjos são seres da pátria que todos os cristãos fiéis desejam, um dia, habitar.

Mas a crítica não é para o emissário do inimigo, que está tendo oportunidade no átrio do Senhor, ele está no seu papel de mentir e enganar, como o fez, desde o princípio. A crítica é para o ministro que abre o seu púlpito para mensageiros desse quilate, é o crente que se torna cabo eleitoral dessa gente, é o cristão que dá o seu voto para os inimigos da fé e, principalmente, para políticos com a capa de cristãos, de evangélicos, que fazem espúrias alianças, com o reino das trevas.

Pastores vendilhões, aprendam que todo templo guarda relação com o templo modelo que foi o templo de Salomão. Você, pastor, que faz negociatas políticas com o mundo e com esquerdistas, deveria saber que, na sua igreja, você deveria ser o sumo sacerdote e o lugar que você ocupa é o Santo dos Santos e esse local é consagrado para a verdadeira adoração a Deus, local exclusivo para ungidos. Por muito menos que isso, Ananias e Safira foram consumidos (Atos 4: 32-35).

Tenho um amigo, dos tempos pioneiros da ABU (Aliança Bíblica Universitária), que agora se diz e formalmente é pastor, em um estado nordestino, mas é diabólica e absolutamente esquerdista, inclusive odeia Bolsonaro. Tenho uma curiosidade para passar uma pequena temporada na igreja desse sujeito e tenho certeza absoluta de que um pastor com as suas desqualidades deverá dirigir a igreja de Laodicéia.

O que mais existe, hoje, são Laodiceias de esquerdistas. Numa igreja dessas será impossível o evangelho pleno. O evangelho que busca o arrependimento, que busca milagres e maravilhas, que busca os dons do Espírito Santo. Essas igrejas são meros clubes rotulados de cristianismo, mas com o verdadeiro Cristo ausente.

São igrejas materialistas, que se afastaram de Deus e receberam, do Senhor, essa sentença: “Assim, porque és morno, e não és frio e nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”. (Ap 3:16)

Finalmente, um desafio. Ninguém está obrigado a concordar comigo e eu não tenho a pretensão de transformar nenhum esquerdista/materialista em um verdadeiro cristão. Isso não é o meu papel e se alguém se transformar, o fará pela ação do Espírito Santo.

Mas desafio a qualquer pessoa, em todo o universo, que prove base bíblica para as bandeiras defendidas pelos partidos de orientação marxista/materialista.  Todo mundo tem a liberdade de ser o que quiser, porém há sínteses incompatíveis e a mais incompatível que conheço é marxismo e cristianismo. Explico.

O homicida, o mentiroso, o adúltero, o desonesto podem se arrepender, reconhecer o seu pecado e o perdão é consequência desse reconhecimento. A Bíblia está cheia de exemplos de correção de rumos, na vida dos homens, mas em todos esses casos, os pecadores reconheceram a soberania de Deus.

O marxista/materialista não obterá perdão, não porque Deus não esteja pronto a perdoá-los, mas porque eles não se submetem a soberania do Senhor. Como caminham ao lado de Satanás, com eles ocorre o que está, em Tiago 2: 19: “os demônios também o creem e estremecem”. A Bíblia não fala que eles obedecem. Não obedecem.

E a pergunta inicial: sacerdote ou pastor esquerdista, pode? Já dei a resposta, na metáfora inicial, mas posso fazê-la com outras palavras. Lá, em minha Pedreiras, seria o mesmo que entregar o galinheiro para a raposa e, na Bíblia, o mesmo que entregar as ovelhas aos cuidados do lobo.

Um padre ou pastor esquerdista ou em conluio com a esquerda jamais entendeu ou praticou a parábola do bom pastor. Esse, o bom pastor, dá a vida pelas suas ovelhas, o ministro esquerdista caminha, com suas ovelhas para a morte. Simples e terrível.

Que Deus continue guardando o seu povo.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

TRUMP, BIDEN E SÃO LUÍS

TRUMP, BIDEN E SÃO LUÍS

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Quando fui convidado para dirigir o setor ambiental de São Luís, obriguei-me a me qualificar e fiz um MBA em Gestão Ambiental, pela FGV. Nesse curso aprendi que o melhor ambientalista não é o que defende as grandes bandeiras mundiais, mas, exatamente, o que pensa e age ambientalmente na cozinha de sua casa.

Essa introdução, a faço, por causa de uma pretensa discussão que tentou uma mistura indevida da campanha eleitoral de prefeito de São Luís, antes com a questão Bolsonaro e, agora, com a questão Trump x Biden.

Em muitos casos, torcida política e de futebol se assemelham. Qual seria a explicação de minha paixão doentia pelo Flamengo? Não tendo eu nenhuma evidência científica, criei uma explicação supostamente genética: uma mutação gênica, há 33 gerações anteriores, criou um telômero rubro-negro, que será transmitido até que Jesus volte. Misturo nessa explicação a minha fé cristã, com a minha doença flamenguista e me dou por satisfeito.

Todas as questões mundiais, principalmente no mundo globalizado, interessam a todos nós, dessa ilha. Aquecimento global, bolsas no mundo, vírus chinês. Massacre do povo venezuelano, vacina do covid, até Trump x Biden. Mas tudo isso se torna irrelevante, quando pensamos na multidão de problemas que assolam a ilha de São Luís e seu povo.

Não é segredo que a saída de São Luís para o progresso poderia ser ideológica, porém muito antes de ser ideológica ela passa por competência, trabalho, honestidade e princípios familiares e cristãos.

Já tentaram ideologizar a campanha, primeiro tentando qualificar o candidato Braide de nomeado por Bolsonaro. Não é segredo o meu bolsonarismo, mas pegaria muito mal, para mim, se o Eduardo Braide tivesse saído de seu gabinete, para pedir anuência ao presidente.

A candidatura Eduardo Braide existe com ou sem a vontade do presidente Bolsonaro, mas como eu creio que o presidente ama São Luís, seria excelente que esse amor fosse viabilizado na administração de um homem correto e trabalhador: Eduardo Braide.

O mesmo se passa com a questão Biden. Todos podem gostar ou não gostar da ainda não concluída vitória do Biden. Eu, quero confessar, estou muito puto com isso (desculpem a emoção!), mas antes de pensar no Biden, no Trump, na ONU, penso em São Luís.

Faço uma metáfora baseada em minhas vivência  em meio ambiente, conforme expliquei, no primeiro parágrafo: para ser o melhor cidadão para São Luís, não é necessário pensar em Trump, em Biden, em Lula, ou em Bolsonaro. Deve pensar e focar em São Luís, nos seus problema e nas suas soluções e caminhos.

Trazer Trump ou Biden para nossas preferências é um fato naturalíssimo, sorrir com Biden ou chorar com Trump, dar parabéns ou não, está tudo nos conformes, no jargão, direito e operante.

Agora, votar ou não votar em alguém, nesse pleito, em São Luís, com essa história de Trump e Biden, seria uma interferência patológica no pleito municipal. Um voto, em São Luís, determinado por uma discussão Trum x Biden é um voto de uma imbecilidade estratosférica.

Finalmente, uma palavra para alguns bolsonaristas. A turma contrária a candidatura Eduardo Braide tentar atrapalhar a sua caminhada é um fato absolutamente compreensível e legítimo. Faz parte da lide eleitoral. Agora, um bolsonarista fazer parte dessa trupe, se acoleando com eles, é burrice explícita, ignorância de mundo. É se tornar um vil emissário de qualquer sátrapa de plantão.

Direitista ou bolsonarista de respeito não dá ouvidos a qualquer canto de sereia corrompida. O dia 15 se aproxima, vamos tentar concluir tudo no dia 15. Você que se diz bolsonarista, por favor, não atrapalhe e ficar calado, em vez de ruminar tolices, é uma grande ajuda.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

QUALHIRAGEM E MARKETING

QUALHIRAGEM E MARKETING

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A passagem do presidente Bolsonaro, no Maranhão, rendeu notícia pelo lado tosco e pitoresco, pois em vez de se noticiar os ganhos políticos e financeiros do estado, pela zanga e mumunha de alguns políticos, a notícia foi outra: boiolismo, que em linguagem mais tupiniquim, seria qualhirismo.

Nunca haverá, em mim, qualquer discriminação, de qualquer tipo, aliás não discrimino nem esquerdopata, apesar de sabê-los mentirosos, malandros, pouco patriotas e coisas afins. Mas não tenho nenhum constrangimento em carregar a condição genética de heterossexual convicto, na linguagem dos jovens, da espécie CIS.

Por isso, eu e alguns amigos, nos acreditando uma espécie em  extinção, fundamos, de maneira quase clandestina, a AMERC – Associação Maranhense de Heterossexuais Convictos. O quórum não tem sido vantajoso.

Não temos nenhuma pauta de luta, não temos inimigos a derrotar, mas a AMERC é o local para compartilharmos as nossas dificuldades, solidão e abandono, para criar empatia e solidariedade para coisas simples e que não incomodam os jovens, como o desimportante episódio de brochar. Sim, brochar.

Explico. Como essa turma da AMERC teve uma formação defeituosa para os padrões atuais, gostavam de pagar as contas de restaurantes e motéis, abriam a porta para as mulheres, faziam poesias e recitavam trovas apaixonadas, inclusive achavam meritório respeitar pai, mãe e ir a missas e cultos.  Mas odiavam brochar, a tal ponto que ninguém lhes ensinou a inevitabilidade desse momento.

É ou não é uma espécie em extinção?

Nessa briga relacionada ao Guaraná Jesus, boiolagem e companhia, a AMERC não se fez ausente e realizou uma reunião extraordinária para tirar alguns indicativos, esclarecedores para nós e sem nenhuma pretensão de influenciar o pensamento e o posicionamento de quem quer que seja:

01 – O Guaraná Jesus é tão expressivo de nossa maranhensidade, quanto os nossos folguedos populares;

02 – Que durante quase um século foi motivo para crônicas, trovas, poesias, receitas de drinques, gozações e zoeiras típicas da irrequieta e gozadora alma maranhense;

03 – Que concordamos respeitosamente com todas as pessoas que, de maneira individual ou representando grupos, tenham se sentido ultrajadas e vilipendiadas, pelas declarações do presidente Bolsonaro, desde que os inconformados e entristecidos se posicionem em seus próprios nomes;

04 – Que não concordamos com qualquer posicionamento em defesas genéricas como, por exemplo: em nome das mulheres de Upaon-Açu, dos anões maranhenses, dos diabéticos de São Luís, dos chifrudos de Poidea, ou do povo do Maranhão.

Por essas e outras razões semelhantes, a AMERC vem informar que não se sentiu ofendida, em nenhum momento, pelas declarações do presidente Bolsonaro, quanto ao  suposto “boiolismo” do Guaraná Jesus, inclusive a AMERC sugere ao Governo do Maranhão uma moção de aplauso, ao presidente Bolsonaro,  pela  ajuda mercadológica ao nosso autêntico conterrâneo, Guaraná Jesus.

Assim, todos podem brigar, zangar, criticar o presidente Bolsonaro e informo que alguns membros da AMERC o fazem, mas, nessa questão da boiolagem e o Guaraná Jesus, estampado na mídia, nenhum inconformado faz parte de nossa associação e não tem autorização para falar em nome dela.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

NÃO BASTA SER PASTOR PARA SER BOM VEREADOR

NÃO BASTA SER PASTOR PARA SER BOM VEREADOR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Há mais de 60 anos, nascido nas Assembleias de Deus, eu e todos, de então, fomos enganados por uma mentira terrível de satanás: POLÍTICA NÃO É COISA PARA CRENTE! O povo de Deus, sal da terra, se afastou e o inimigo colocou todo seu exército na política. O resultado nós estamos colhendo, o caos e a pergunta lógica: como exigir seriedade e comportamento cristão na política, se dela nos afastamos?

Anos depois apareceu outro engano: IRMÃO VOTA EM IRMÃO! E essa falácia estava baseada na interpretação burra da Bíblia na afirmação “primeiro aos domésticos da fé” (Gálatas 6:10). Esqueciam-se de Ef 4:11: ”Assim, Ele designou alguns para apóstolos, e outros para profetas, e outros como evangelistas e outros como pastores e mestres”. Interpretando e ampliando o raciocínio, poderia dizer que Deus escolheu alguns de nós para sermos políticos. Convém obedecer a Deus.

Um partido pode escolher seus candidatos por vários motivos, mas a Igreja deve escolhê-los com maior cuidado e pertinência: o político crente, realmente crente, deve pontuar entre os melhores políticos e deve, principalmente, ser testemunha do reino em sua vida pública. Toda escolha da Igreja pressupõe obediência à vontade dos céus.

Essa introdução, a faço, para falar sobre um candidato a vereador de São Luís, o pastor Fábio Leite. Um pastor é um escolhido e o ministério pastoral é muito mais que um púlpito de uma igreja. Teólogo, pastor há 24 anos, casado há 26 anos, pai de 2 filhos, formado em Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e, também, diplomado pela Academia de Polícia Gonçalves Dias, em segurança pública. Do ponto de vista humano nada a consertar, é um homem brilhante.

Mas está posto, a sua frente, o seu maior desafio humano e espiritual: representar dignamente o povo de São Luís e fazer do seu mandato motivo de honra para o Reino de Deus, aqui na terra.

Todos possuem, teoricamente, a possibilidade de ser um bom vereador, porém ao Fábio Leite nós, seus amigos e seus irmãos, que o conhecemos tão bem, não acreditamos que ele será um bom vereador, como uma mera possibilidade.  Não, o nosso sentimento é de certeza, certeza de que será o melhor vereador, mas a certeza do crente não está no ar, jogada ao vento. A certeza do crente se alicerça no trabalho, na oração e intercessão.

Quer dizer, o nosso trabalho é sinônimo do nosso voto e sobre a oração e intercessão a Igreja do Senhor tem uma grande experiência. Não falhará com Fábio Leite, nem na sua eleição e nem no decorrer do seu mandato.

Finalmente, uma constatação de alegria. Em Fábio Leite duas forças irão dialogar: o pastor e o vereador. O resultado é natural: o pastor Fábio Leite orientará as ações do vereador Fábio Leite, a cidade de São Luís agradecerá e o Reino de Deus será glorificado, nesse mandato parlamentar.

Meu irmão e minha irmã, não podemos falhar como Igreja do Senhor. Fábio Leite é mais que um simples nome, é a Igreja do Senhor, na Câmara Municipal de São Luís.

Tomemos consciência disso, nenhum de nós é um ser sem importância, nenhum de nós influencia um só voto. Nos  preparamos para morar nos céus, mas o crente deve reinar na terra. O nosso irmão e pastor Fábio Leite, na Câmara Municipal de São Luís, representará cada um de nós, servos do Altíssimo.

É um bom exemplo do Reino de Deus aqui na terra.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

A IMPRUDÊNCIA DO GOVERNADOR

A IMPRUDÊNCIA DO GOVERNADOR

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Na parábola dos talentos, aprendemos que a quem muito é dado, muito será cobrado. Na vida é a mesma coisa. Isso falo em decorrência do episódio triste, protagonizado pelo governador do Maranhão, adentrando nas redes sociais, com acusações torpes e injustas, contra o candidato Eduardo Braide. Na mais rasteira e obtusa análise, se veria que o destempero do governador não foi apropriado.

Quando se compara com a resposta elegante, educada e correta do deputado Braide à cantilena leonina, vê-se a diferença de um jovem deputado estadista, para um governador que teima em ser um jovem ativista de DCE.

De início, o governador informa a sua eficiência governamental por ter feito uma escola, um parque, uma praça, uma unidade de saúde e ter feito o carnaval, festas juninas e o natal. Poderia ter ficado calado, às vezes a inteligência se perfaz em uma boca bem fechada, mas isso não aconteceu.

Muito antes do governador nascer, o Maranhão já se notabilizava por ter um grande carnaval de rua e a mais importante festa junina do mundo. É mais ou menos alguém, hoje, se achar o criador da roda. Aliás, ao se achar o criador do Natal do Maranhão, se o governante não se recorda por motivos ideológicos, essa história de Natal é decorrência do nascimento de um homem chamado Jesus, no ano primeiro da era cristã. Faz tempo e o mundo ainda não conhecia a maldição da foice e do martelo.

Em relação aos feitos no setor saúde, senhor governador, converse com os médicos, faça uma reunião com as entidades médicas. Mas se tiver  temor em fazê-lo, poderia conversar com o senhor, mas poderia haver restrições  em aprender comigo, então indicaria que conversasse, somente meia hora, com o senhor Ricardo Murad, o melhor secretário de saúde, da história do Maranhão eo senhor aprenderia muito. Creio que o senhor Ricardo Murad nada cobraria pela aula.

Querer associar o nome do deputado Braide com A, B ou C, aqui ou alhures, mostra que o governador está carente de argumentos ou desorientado. É necessário ser um aprendiz de ditador ou um tiranete mirim, para achar que o voto de um parlamentar correto (Braide o é) significa atrelamento ou obediência, e se essa é a prática aqui no Maranhão, é uma distorção imperdoável.

Para o bem da saúde moral do nosso governador, quero discordar da sua afirmação de que uma companhia ruim nos faz bandidos ou coisa semelhante, até por respeito a muito dos meus amigos, um exemplo é definitivo: os amigos e defensores do larápio Lula, são tão ladrões quanto ele? Para o bem de todos, respondo: NÃO. Do mesmo modo que andar com o bispo não faz ninguém de padre.

Mas o governador deveria usar a sua rede social para explicar o porquê de o Maranhão continuar na miséria, após oito anos ininterruptos de comunismo. Uma boa oportunidade. Prestar contas é uma obrigação da democracia, até para comunistas.

Quanto ao deputado Braide, gostaria de orientá-lo a responder essas e outras semelhantes, que certamente virão. Braide, use as palavras de Marco Túlio Cícero, no ano 63 a. C., para Lúcio Sérgio Catilina: Quo  usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta. Escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do aautor, em qualquer plataforma de comunicação.

 

O BOM PREFEITO DE SÃO LUÍS DEVE SER DO GOVERNO OU DA OPOSIÇÃO?

O BOM PREFEITO DE SÃO LUÍS DEVE SER DO GOVERNO OU DA OPOSIÇÃO?

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

A política será sempre maniqueísta, basta recordar a divisão, na França revolucionária, entre girondinos e jacobinos, onde as suas posições no plenário determinaram a divisão comportamental e posicional de direita e esquerda. Do mesmo modo maniqueístas são as palavras oposição e governo.

Em São Luís, quem será governo e quem seria oposição? Não é fácil responder pela multiplicidade de facetas, com que se pode basear a resposta.

Primeiro, oposição a quem? Segundo, a que governo pertence o candidato? E ainda posso fazer a pergunta mais importante e que nenhum analista fez: o candidato é, realmente, a favor do quê e de quem?

Para mim está claro que o governador constituiu uma cooperativa com diferentes espécies de animais políticos, baseado em uma experiência anterior, da lavra do José Reinaldo, com a finalidade de garantir um hipotético segundo turno, que, nos seus sonhos seria entre dois dos seus escolhidos. Essa parte do sonho com certeza falhou.

Mas admiro a inteligência do governador e creio que está determinado os papeis a ser desempenhado por cada um da trupe. A regra, em casos semelhantes, é alguém ser mais santo e conciliador, outro ser virulento e agressor, dois ou três para “maria vai com as outras” e sempre haverá alguém, que não tendo nada a dar e nem nada a perder, para trazer os artefatos de latrinas, para o bojo das discussões.

Como disse, isso é a regra e, até agora, não vi ocorrer a regra. Espero que não ocorra, aliás, vou crer que não ocorrerá.

Não vou perguntar quem seria o candidato do prefeito, por motivos tão óbvios que seria pleonástico deslindar. As pergunta é outra: quem está, nesse pleito, fazendo oposição ao prefeito de São Luís? E por quê? Até agora não vi ninguém nesse papel e isso merece e seria uma bela análise, que poderei fazê-la temporaneamente. É um caso para uma tese, um prefeito, após 8 anos, nem elogiado e nem criticado, na campanha eleitoral. São Luís, por ter prefeitos oposicionistas, alcunhou o título de Ilha Rebelde e não seria um destino, continuar rebelde?

Volto ao título dessa matéria: o bom prefeito de São Luís deveria ser do governo ou da oposição? Antes de ser oposição ou governo, o futuro prefeito dessa cidade tem que pensar na felicidade do seu povo e, assim pensando, poderá, eventualmente, ser, sem nenhum problema, oposição ou governo. Mas não poderá ser, para o bem de todos nós, um serviçal, um despachante de luxo, de nenhum palácio. Um prefeito que não se respeita, desrespeita a totalidade dos seus munícipes.

Explico. São Luís, hoje, tem poucas soluções e multidões de problemas. O futuro prefeito deve sempre dialogar de forma sensata e sadia com os demais níveis do poder executivo, mas tem que ter autonomia, postura e decisão para discordar e exigir, tanto do governo do estado, quanto da união, aquilo que nossa cidade merece e tem direito.

Jamais deverá ser um prisioneiro ideológico, quer de direita, tampouco de esquerda. Todo governante, doente ideológico, não traz ou traz raras soluções, mas não faltarão problemas, o diabo é que, nesses casos, dos ativistas ideológicos no poder, quem sofrerá com os problemas será o povo, notadamente os mais humildes.

Finalmente, voltemos de novo para São Luís.

Tem me surpreendido a postura do candidato Eduardo Braide. Inicialmente não se pintou com tintas de quem quer que seja, nem vestiu nenhuma carapuça ideológica. creio que entendendo a terrível situação de São Luís, optou preventivamente por não se meter em pequenas questões e focar em um objetivo: o progresso de São Luís.

Tendo convicção das intransigências ideológicas da sociedade brasileira, não faz parte de nenhum gueto radical e tem dialogado com todos os grupos sociais, principalmente com as lideranças classista, destacando-se o setor educação, quando inteligentemente convidou uma professora, para ser a sua vice.

Ademais, Eduardo Braide, por sua postura política cordata, decidida, independente e séria, tem todas as condições de, sem joelhos pusilânimes ou contendas estéreis, dialogar e exigir para o povo de São Luís, pleitos tanto com o governo do estado, quanto com o governo federal, do mesmo modo que discordará, com firmeza, quando aquilo que tivermos direito estiver sendo negado.

Creio que está esclarecido, que entre todos os postulantes a prefeito, Eduardo Braide é o mais preparado para dirigir os destinos dessa cidade. Mais que isso, o mais habilitado ao diálogo amplo e necessário, com gregos e troianos, com quem quer que seja.

Ah! E a pergunta inicial: o Braide é governo ou oposição? Poderia me perguntar o leitor. Isso, para Eduardo Braide, é absolutamente irrelevante. Será a favor de tudo que for bom para nossa cidade e oposição ferrenha a qualquer coisa que possa prejudicar o nosso povo. Somente isso.

Agora, o meu pedido: vamos abreviar essa travessia do deserto. A melhor maneira de fazê-lo é encerrar tudo no primeiro turno. Eduardo Braide necessita de tempo para programar os nossos destinos.

Que venha 15 de novembro. Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

    (**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

MEU BOM VEREADOR, VOLUME I: JULIO REIS

MEU BOM VEREADOR, VOLUME I: JULIO REIS

 

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

1 – “Um vereador é a maior garantia de que se vive um processo democrático e a sua escolha deveria ser a mais criteriosa possível, inclusive cada um de nós vive, realmente, nos limites da municipalidade”.

2 – “Centenas de candidatos a vereador em São Luís, muitos eu sonho que nunca se elejam, mas alguns merecem as minhas preces e intercessões. Presto minha homenagem para a minha cidade analisando alguns nomes, todos estreantes, mas com capacidade moral e intelectual de serem bons representantes”.

JULIO REIS:  10100

Terei uma participação quase simbólica nessas eleições, não sou candidato a nada, portanto um simples eleitor, que dará um simples voto para prefeito e outro para vereador. Para prefeito, aqueles que acompanham as minhas postagens sabem da minha definição, porém para vereador tenho severas dificuldades e a razão é simples: no decorrer de minha vida ganhei grandes amigos e mais de um deles está postulando a Câmara Municipal de São Luís.

Como ex-vereador dessa cidade, sei, plenamente, que um de seus problemas é a péssima qualificação do Legislativo, por isso, farei duas postagens, para duas pessoas que tenha a convicção de que serão bons representantes e um deles se chama JÚLIO REIS..

Conheço esse jovem, desde os seus primeiros dias e aí começa a convicção de minhas afirmações: é um bom, é um excelente caráter, coisa muito em falta na atividade política.

De origem humilde e honrada, preparou-se para a vida pública com inteira dedicação. Graduado em Administração, especialista em Direito Público, com ênfase em Gestão. Especialista em Gestão Pública (Universidade CEUMA) e pós-graduação em Gestão Pública pela UEMA. Também professor de Educação Física, bem como possui formação na Escola de Formação de Líderes Políticos (RenovaBR).

Foi, ainda, Diretor Administrativo e Financeiro do PROCON/VIVA, de 2015 a 2017, período em que esse órgão apresentou as maiores transformações e o seu maior crescimento.

Conhecendo bem a política, inclusive, repito, como ex-vereador, asseguro que o progresso de um município depende de inúmeros fatores, contudo caso o legislativo, ou seja, a Câmara Municipal não seja atuante, não haverá a menor chance para o progresso de qualquer comunidade.

Essa certeza é que me estimula a pedir o apoio e voto dessa cidade para JULIO REIS, número 10100. Exemplo de juventude responsável, honesta e inteligente, certeza de que São Luís tem futuro.

JULIO REIS 10100, EXCELENTE ESCOLHA!

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

JULINHO, MAIS PERSEGUIDO QUE CRISTO.

JULINHO, MAIS PERSEGUIDO QUE CRISTO
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Não se apressem em me criticar por uma indignidade teológica, mas leiam tudo e, ao final, dar-me-ão razão. De Cristo, o mundo inteiro sabe: veio do céu para remir pecadores, enfrentou o clero judeu, fez medo a Roma, contou com a fraqueza de um Pilatos e, ao final, foi crucificado, para a glória de todo o universo: estava derrotado satanás.
Olhemos Júlio César de Souza Matos, carinhosamente chamado de doutor Julinho. Origem humilde, conseguiu ser um médico brilhante e, por anos, convivi com ele, tanto na Faculdade de Medicina, como nos cursinhos da cidade, eu na Biologia e Julinho um exímio professor de Química.
Julinho achou de ir muito longe, desejou estender o seu sacerdócio médico para mais pessoas e ousou ser prefeito da cidade de São José de Ribamar. Conseguiu, mas isso lhe rendeu um caminho de pedras, espinhos e dificuldades.
Qual a razão disso? Julinho enriqueceu às custas do povo ribamarense? Julinho seria um desonesto? Julinho, uma vez sequer, não atendeu aos seus conterrâneos? Todas as respostas são NÃO.
Julinho tem dificuldades exatamente por ser correto, trabalhador, humano, e não fazer parte das patotas que dominaram e dominam São José de Ribamar, por tantos anos, e nada fizeram para levar o progresso e a felicidade para o povo ribamarense. Caso se queira encontrar alguém que se beneficiou de São José de Ribamar, de maneira indigna, que melhorou de vida, após a prefeitura, procure em outro lugar, não procure no endereço de doutor Julinho.
Mas, no início desse texto, fiz uma comparação entre dois perseguidos: Cristo e doutor Julinho. Qual a diferença e a semelhança dos dois casos?
Julinho tem mais inimigos terrenos que Cristo. A rigor, os adversários reais de Cristo foram somente os líderes judeus. Contra Julinho estão prefeitura, estado, TJ, TCE, TRE, PG, Anás, Caifás e satanás.
Repito, em outras palavras, para não deixar dúvidas. A turma contra Julinho é bem maior. Além dos adversários locais, enfrentou a sanha diabólica de juízes, promotores e dos tribunais. Basta ver que, prefeito na década de 90, agora, hoje, em 2020, ainda tentam impedi-lo de concorrer. Caso Julinho tivesse cometido um homicídio, o mais grave crime do Direito Brasileiro, há muito tempo já estaria prescrito, juridicamente perdoado.
Você, que me lê, tem alguma dúvida da perseguição ao doutor Julinho? Claro que não, mas há um fato com muita semelhança, entre a perseguição a Cristo e a perseguição dos maus ribamarense ao doutor Julinho, que não pode ser esquecido: o inspirador da perseguição. Como se trata de mentira, de tramoia e de destruição, parece que encontraremos a resposta na Bíblia.
João 8: 44: Vocês pertencem ao diabo … pois é mentiroso e o pai da mentira. O mesmo mentiroso que atacou a Jesus é o mesmo mentiroso que inspira as mentiras e acusações contra o doutor Julinho. Jesus, como Deus, venceu a morte, Julinho, como filho de Deus, vencerá essa eleição.
A vitória de Jesus completou o plano de Deus para a humanidade e a vitória de doutor Julinho tem um alcance menor, mas absolutamente relevante: devolver a São José de Ribamar a felicidade que o povo ribamarense tem efetivo direito.
Parabéns, ribamarenses! Está próximo o momento tão esperado e que deixara a todos plenamente satisfeitos, a eleição de doutor Julinho.
Essa vitória, que será de todos os ribamarenses, pode ser resumida em duas simples palavras: ESPERANÇA E MUDANÇA.
São José de Ribamar necessita de todos nós.
Tenho dito!
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.