JULINHO, MAIS PERSEGUIDO QUE CRISTO.

JULINHO, MAIS PERSEGUIDO QUE CRISTO
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Não se apressem em me criticar por uma indignidade teológica, mas leiam tudo e, ao final, dar-me-ão razão. De Cristo, o mundo inteiro sabe: veio do céu para remir pecadores, enfrentou o clero judeu, fez medo a Roma, contou com a fraqueza de um Pilatos e, ao final, foi crucificado, para a glória de todo o universo: estava derrotado satanás.
Olhemos Júlio César de Souza Matos, carinhosamente chamado de doutor Julinho. Origem humilde, conseguiu ser um médico brilhante e, por anos, convivi com ele, tanto na Faculdade de Medicina, como nos cursinhos da cidade, eu na Biologia e Julinho um exímio professor de Química.
Julinho achou de ir muito longe, desejou estender o seu sacerdócio médico para mais pessoas e ousou ser prefeito da cidade de São José de Ribamar. Conseguiu, mas isso lhe rendeu um caminho de pedras, espinhos e dificuldades.
Qual a razão disso? Julinho enriqueceu às custas do povo ribamarense? Julinho seria um desonesto? Julinho, uma vez sequer, não atendeu aos seus conterrâneos? Todas as respostas são NÃO.
Julinho tem dificuldades exatamente por ser correto, trabalhador, humano, e não fazer parte das patotas que dominaram e dominam São José de Ribamar, por tantos anos, e nada fizeram para levar o progresso e a felicidade para o povo ribamarense. Caso se queira encontrar alguém que se beneficiou de São José de Ribamar, de maneira indigna, que melhorou de vida, após a prefeitura, procure em outro lugar, não procure no endereço de doutor Julinho.
Mas, no início desse texto, fiz uma comparação entre dois perseguidos: Cristo e doutor Julinho. Qual a diferença e a semelhança dos dois casos?
Julinho tem mais inimigos terrenos que Cristo. A rigor, os adversários reais de Cristo foram somente os líderes judeus. Contra Julinho estão prefeitura, estado, TJ, TCE, TRE, PG, Anás, Caifás e satanás.
Repito, em outras palavras, para não deixar dúvidas. A turma contra Julinho é bem maior. Além dos adversários locais, enfrentou a sanha diabólica de juízes, promotores e dos tribunais. Basta ver que, prefeito na década de 90, agora, hoje, em 2020, ainda tentam impedi-lo de concorrer. Caso Julinho tivesse cometido um homicídio, o mais grave crime do Direito Brasileiro, há muito tempo já estaria prescrito, juridicamente perdoado.
Você, que me lê, tem alguma dúvida da perseguição ao doutor Julinho? Claro que não, mas há um fato com muita semelhança, entre a perseguição a Cristo e a perseguição dos maus ribamarense ao doutor Julinho, que não pode ser esquecido: o inspirador da perseguição. Como se trata de mentira, de tramoia e de destruição, parece que encontraremos a resposta na Bíblia.
João 8: 44: Vocês pertencem ao diabo … pois é mentiroso e o pai da mentira. O mesmo mentiroso que atacou a Jesus é o mesmo mentiroso que inspira as mentiras e acusações contra o doutor Julinho. Jesus, como Deus, venceu a morte, Julinho, como filho de Deus, vencerá essa eleição.
A vitória de Jesus completou o plano de Deus para a humanidade e a vitória de doutor Julinho tem um alcance menor, mas absolutamente relevante: devolver a São José de Ribamar a felicidade que o povo ribamarense tem efetivo direito.
Parabéns, ribamarenses! Está próximo o momento tão esperado e que deixara a todos plenamente satisfeitos, a eleição de doutor Julinho.
Essa vitória, que será de todos os ribamarenses, pode ser resumida em duas simples palavras: ESPERANÇA E MUDANÇA.
São José de Ribamar necessita de todos nós.
Tenho dito!
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

INTERROGAÇÕES ELEITORAIS NA ILHA
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Tenho uma longa trajetória na imprensa maranhense, antes mesmo de me formar em Comunicação Social, em 1986 e mantenho, em todos esses anos, respeito, primeiro comigo e depois com os que leem o que escrevo, baseado em alguns argumentos: inteligência, honestidade e independência.
Farei análises do pleito municipal, de 2020. Será uma campanha curta, mas acirrada. Dada a largada, dois blocos se engasgaram sem entrar na passarela: Adriano Sarney e o ex-juiz Madeira. Os outros continuam firmes, alguns fracos, uns dois médios e um mais forte, tudo na fotografia eleitoral de hoje, que ninguém sabe se será a mesma, em 15 de novembro.
Como alguém que já caminhou muitos caminhos, posso dizer que é uma eleição diferente, posso afirmar como um certame de jovens, o que pode significar esperança de renovação ou o perigo da inexperiência.
Nesse momento, um candidato pontua nas pesquisas, o deputado Braide e eu, conforme disse em outra matéria, acho o fato fenomenal. Estar na frente dá uma grande alegria, em qualquer candidato, mas estar na frente guarda muitos cuidados para serem observados e é exatamente esse ponto o motivo dessa análise, pontuada numericamente, que espero seja lida pelo candidato Braide.
1 – O maior inimigo de quem está na frente é o sonho imbecil do JÁ GANHOU, principalmente dos apoiadores do candidato. Caso alguém deseje que o candidato não ganhe, basta acreditar no JÁ GANHOU, caso deseje que ele vença, trabalhe até o último momento;
2 – A vitória se constrói com o voto unitário de cada um, portanto não há um voto mais ou menos valioso, reconhecer isso é relevante, cada voto não se repete, é único;
3 – Em política é natural ter adversários, mas existem políticos que possuem o dom de aumentá-los. O deputado Braide se insere naqueles com o perfil de não procurar atrito, basta ver a maneira correta, cortês e educada como trata os inquilinos dos três palácios políticos: La Ravardiére, Leões e Planalto;
4 – Essa postura cordata elimina qualquer possibilidade dos executivos municipal, estadual e federal escolherem o deputado Braide como alvo, pois, se assim o fizerem, o Braide será vítima e a repulsa social será automática;
5 – Como em toda atividade humana existem os crápulas e vagabundos, é quase impossível não ter representantes desse grupo em uma eleição. Em regra, são indivíduos desqualificados, sem nenhuma possibilidade de vitória, que se vendem à moda Judas Iscariotes, para fazer o “serviço sujo” de agressões, ataques vis e achincalhes;
6 – Em um pleito anterior existiu um canalha pago para agredir ao então prefeito João Castelo e esse canalha teve êxito. Ganhou uma secretaria de prêmio e depois desapareceu. Quase ninguém recorda o nome do pústula e mesmo os que lhe pagaram não aceitam a sua convivência: nunca sairá do sarcófago dos desqualificados;
7 – Nesse momento ainda não está claro quem será o bandido e vagabundo escalado para atacar o candidato Braide, mas sabemos que ele já está escolhido e sendo treinado, e as informações estão divididas se é um postulante a cargo, nessa eleição, ou alguém detentor de mandato, entretanto todos os cidadãos de bem sonham que ele não exista, não apareça ou que possa gozar de uma confortável eternidade;
8 – Mas vai aparecer e a primeira providência do candidato Braide é fácil: reconhecer o vagabundo; a segunda providência é não ouvi-lo e a terceira é não debater com o pústula, o resultado será realizada pelo povo: a reprovação do facínora;
9 – Um outro perigo não pode ser desconsiderado: a imprensa de aluguel, portanto bandida. A liberdade da rede social é um paraíso para os maus instintos. Responder a esses detratores e mentirosos é perder tempo e, nesse caso, a resposta virá da seriedade dos amigos, ou a justiça deve ser acionada.
Finalizando essas singelas considerações, reafirmo que as pessoas de respeito dessa ilha desejam uma campanha propositiva, séria, leal, sem agressões. Caso alguém fuja dessa linha, com certeza será envergonhado e amargará o desprezo e repulsa do eleitorado.
Pelo que conheço do deputado Braide, tenho certeza de que trilhará o caminho da decência na campanha, mostrando propostas, projetos e sonhos para a nossa cidade. Que os outros concorrentes possam se espelhar no Braide, aprender com o Braide e a eleição será, de fato, uma festa para o bem de nossa querida São Luís.
Tenho dito!
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

BRAIDE INEXPLICÁVEL

BRAIDE INEXPLICÁVEL.
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Encontro um cidadão que não sei bem direito a sua profissão, mas foi meu aluno, no velho Colégio Maristas, e veio arrotando sapiência histórica, francamente incomodado com a minha matéria, quando aventei a hipótese do deputado Braide se juntar, no mesmo patamar da maior tríade de liderança política da ilha: Cafeteira, Castelo e Jackson.
Tentou depreciar o deputado Braide, trazendo o ex-deputado Neiva Moreira para uma injustificável e mentirosa comparação. Sem querer discutir a memória do Neiva que foi um grande político e teve atuação decisiva em muitos momentos, não dei trela ao falastrão, mas comparar um Neiva Moreira, como liderança popular, a um Cafeteira, é demais, entretanto, em favor da verdade, esse citado falastrão ventrilocava a voz de outrens e o inconformismo não era comigo, era com o sucesso do deputado Braide.
O diabo é que esse apelo popular ao deputado é inexplicável, pelo menos para mim e explico o porquê. Uma maneira fácil e rápida de ter apoio é comprando corações e mentes, com dinheiro, normalmente dinheiro bandido. Pelo que me conste, o deputado Braide ainda não meteu a mão no bolso e não a meterá. Nenhum eleitor do deputado Braide necessitara ser convencido com dinheiro. Ninguém será corrompido com o vil metal.
Outra maneira boa de se eleger é ser o queridinho de algum palácio e, no caso dessa eleição, há três palácios relevantes: Planalto, Leões e La Ravadière.
Em Brasília, o deputado Braide não pode ser alcunhado de bolsonarista, tampouco esquerdista, pelo contrário, tem tido uma postura consciente, não radical, como é o seu estilo, pelo bem do Brasil. Certamente não é e nunca será um pau mandado do Palácio do Planalto.
No Maranhão e, especificamente, São Luís, ninguém olha o deputado Braide como inimigo, nem do governador Dino e nem do prefeito Holanda, mas, para o bem dessa cidade, nunca será um serviçal político, quer do governador, quer do prefeito.
Quem ganha com isso, creio, é o cidadão de São Luís, pela perspectiva de ter um prefeito descompromissado com acordos rasteiros e compromissado, exclusivamente, como progresso dessa maltratada ilha. Ademais, poderá, pelo bem do povo dessa cidade, ser parceiro tanto do governo estadual, como do governo federal. De novo, o povo de São Luís será premiado.
Continuo com a minha perplexidade. A família Braide tem outros nomes na política, mas não constituem um clã hegemônico, o deputado, no máximo, é um brigador por emendas parlamentares, principalmente em ações meritórias para saúde (que o diga o Hospital Aldenora Belo e Santa Casa do Maranhão), mas isso é muito pouco para enfrentar a força política de qualquer palácio.
O debate é outro ponto interessante. Ninguém espere do candidato Braide, em um debate, frases fortes, de efeito, agressivas, impactantes para pôr em dificuldade os adversários. Ninguém espere críticas agressivas e, principalmente, mentiras contra qualquer outro candidato, coisas absolutamente comuns em quem almeja cargos políticos.
É impossível um achincalhe da boca do deputado Braide e, pelo que vejo, o deputado Braide não aceitará nenhuma provocação de qualquer concorrente e, mais ainda, provocação de parte de algum trânsfuga político, desses que alugam a sua pena, sua boca e seus neurônios para agressões e sacanagens.
A propósito, mesmo sem saber se o deputado Braide lerá esse escrito, o aconselho a não aceitar nenhuma provocação de qualquer um dos costumeiros desqualificados, useiros e vezeiros dos momentos eleitorais. Não os responda, deixe isso para as pessoas conscientes fazerem e a melhor resposta, inclusive, é o voto.
O estilo deputado Braide, futuro Prefeito Braide é da paz e da concórdia, da proposição em vez de guerra, da educação em vez de atrito. Tudo isso poderia, em outro, significar perda de votos, de liderança, em Braide, não é.
E caso dependesse dos chamados políticos de nome, o deputado estaria perdido, do mesmo modo o deputado Braide não tem influência em nenhum sistema de rádio, jornal e TV, então, como não sei explicar, pergunto, agora, para você, caro leitor: qual o segredo desse deputado Braide, para estar tão vivo no coração do povo?
Como tudo isso foge da simples lógica, busco resposta na palavra fé, que explica o inexplicável. Como a fé tem uma absoluta afinidade com oração, creio que tem muitos e muitas orando por ele, pensando assim, a explicação tem aspecto de um milagre, eu creio em milagres e acho que o deputado Braide crê também.
Tenho dito.
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Nessa série dos “bandidos” volto, mais uma vez, ao tal STF. Não é sem razão, pois esse STF é tão deprimente, que poderíamos passar horas a fio dissecando as suas incongruências e incoerências e ainda sobraria assunto, mas tratarei da nomeação do novo ministro do STF, o desembargador Kassio Nunes Marques.
Não foi uma escolha que agradou aos bolsonaristas raiz, aqueles que sofrem com as diabruras de um STF, de um Alcolumbre ou de um torcedor do “botafogo”, segundo as planilhas da Odebrecth, Rodrigo Maia.
Bolsonaro tem incontáveis méritos, porém comete muitos defeitos políticos e o maior deles é, não sendo versado nas aulas de hipocrisia, falar todas as verdades sem titubeios. O segundo defeito político é ter feito algumas escolhas desastrosas, como Moro e Mandeta, os dois maiores desastres éticos, da política brasileira e o que nós, bolsonaristas, sonhamos é que esse novo ministro não se infeccione por duas patologias escabrosas: morosite ou mandetite.
O desembargador Kassio tem, sobre ele, uma exponencial facilidade e dificuldades incontáveis. A facilidade é o óbvio ululante: é impossível ser pior que o decano-decrépito ou decrépito-decano, Celso de Mello.
As dificuldades são muitas, mas a maior de todas é não se contaminar e o risco de contaminação vem de todos os lados. Deveria, o futuro ministro, ler e obedecer a Bíblia, exatamente com o exemplo em Daniel 1: 8: “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção de iguarias do rei, e nem com o vinho que ele bebia”.
Infelizmente a contaminação desse STF não diz respeito a comidas e bebidas, é mais grave. É contaminação em condutas e comportamentos. Não pode o futuro ministro ser um adversário da Lava Jato, todo juiz que se preze e preste para alguma coisa, nunca poderá ser garantista de marginais.
Não pode o futuro ministro ser participante de lives com pessoas pouco recomendáveis, tampouco falar às escancaras sobre processos sob julgamentos, nunca fazer acertos, às caladas, sobre votos e julgamentos.
Não poderá o futuro ministro ser um aprendiz de Gilmar e danar-se a ser o maior produtor de habeas corpus da história da justiça brasileira e mais, deveria deixar claro, para todos os brasileiros sérios, ser a favor da prisão de marginais, como um tal Luiz Inácio, após a condenação em segunda instância.
O futuro ministro não pediu o meu conselho, mas o darei. Veja nos evangelhos (Mt 7: 13, 14), que a vida nos apresenta dois caminhos, um do bem e um do mal e para não ficar em dúvida, vou ajudá-lo.
É quase impossível elogiar esse STF, porém há indicadores expressivos e indubitáveis. Em qualquer votação, tente divergir de Tofoli, Lewandovski, Alexandre e Gilmar. A chance de acertar é pule de dez.
Tenho dito.
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VII
(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)
Nessa série dos “bandidos” volto, mais uma vez, ao tal STF. Não é sem razão, pois esse STF é tão deprimente, que poderíamos passar horas a fio dissecando as suas incongruências e incoerências e ainda sobraria assunto, mas tratarei da nomeação do novo ministro do STF, o desembargador Kassio Nunes Marques.
Não foi uma escolha que agradou aos bolsonaristas raiz, aqueles que sofrem com as diabruras de um STF, de um Alcolumbre ou de um torcedor do “botafogo”, segundo as planilhas da Odebrecth, Rodrigo Maia.
Bolsonaro tem incontáveis méritos, porém comete muitos defeitos políticos e o maior deles é, não sendo versado nas aulas de hipocrisia, falar todas as verdades sem titubeios. O segundo defeito político é ter feito algumas escolhas desastrosas, como Moro e Mandeta, os dois maiores desastres éticos, da política brasileira e o que nós, bolsonaristas, sonhamos é que esse novo ministro não se infeccione por duas patologias escabrosas: morosite ou mandetite.
O desembargador Kassio tem, sobre ele, uma exponencial facilidade e dificuldades incontáveis. A facilidade é o óbvio ululante: é impossível ser pior que o decano-decrépito ou decrépito-decano, Celso de Mello.
As dificuldades são muitas, mas a maior de todas é não se contaminar e o risco de contaminação vem de todos os lados. Deveria, o futuro ministro, ler e obedecer a Bíblia, exatamente com o exemplo em Daniel 1: 8: “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção de iguarias do rei, e nem com o vinho que ele bebia”.
Infelizmente a contaminação desse STF não diz respeito a comidas e bebidas, é mais grave. É contaminação em condutas e comportamentos. Não pode o futuro ministro ser um adversário da Lava Jato, todo juiz que se preze e preste para alguma coisa, nunca poderá ser garantista de marginais.
Não pode o futuro ministro ser participante de lives com pessoas pouco recomendáveis, tampouco falar às escancaras sobre processos sob julgamentos, nunca fazer acertos, às caladas, sobre votos e julgamentos.
Não poderá o futuro ministro ser um aprendiz de Gilmar e danar-se a ser o maior produtor de habeas corpus da história da justiça brasileira e mais, deveria deixar claro, para todos os brasileiros sérios, ser a favor da prisão de marginais, como um tal Luiz Inácio, após a condenação em segunda instância.
O futuro ministro não pediu o meu conselho, mas o darei. Veja nos evangelhos (Mt 7: 13, 14), que a vida nos apresenta dois caminhos, um do bem e um do mal e para não ficar em dúvida, vou ajudá-lo.
É quase impossível elogiar esse STF, porém há indicadores expressivos e indubitáveis. Em qualquer votação, tente divergir de Tofoli, Lewandovski, Alexandre e Gilmar. A chance de acertar é pule de dez.
Tenho dito.
(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

EM SÃO LUÍS, BRAIDE É FATO NOVO

EM SÃO LUÍS, BRAIDE É FATO NOVO

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Não me refiro à idade do deputado Braide, mas a outro aspecto que  a análise política rasteira não consegue entender. O fato novo, relativo ao deputado Braide, é que ele, no meu entender, caminha para alcançar algo difícil, dificílimo: ser uma liderança popular de São Luís.

Centenas de nós já tivemos mandato popular nessa ilha, mas essa ilha que elege, é a mesma ilha que esconde e mata as lideranças e poderia dar exemplos com uma interminável lista de nomes, alguns qualificados, maior parte nem tanto.

Mas nos últimos 70 anos, só tivemos três líderes populares em São Luís: Cafeteira, Castelo e Jackson. José Sarney, que dominou o mundo, aqui na ilha sofreu as mais desmoralizantes derrotas, basta ver que a Roseana foi o melhor produto eleitoral do sarneisismo na ilha, mas jamais ostentou o título de liderança popular. Dançava na Madre de Deus, mas estava muito longe de ser parte do povo. Voltemos aos líderes.

Cafeteira era um populista fisiológico genético, com uma atividade parlamentar sofrível, mas tinha incríveis tiradas e criou uma marca, quando ninguém sabia o que era marketing, assim, todos acreditavam em um tal PROMETEU E CUMPRIU.

Castelo foi líder popular e por causas que se somaram: um governo realizador, centenas de obras, milhares de moradias e quase duzentas  mil nomeações e, à falta de uma oposição efetiva ao sarneisismo, em alguns momentos pontificou como principal polo de oposição ao Sarney.

Jackson Lago foi uma mistura de alguns fatores. Tinha identificação com o Cafeteira, às vezes divergiam, mas a identificação era patente, desde a prefeitura de São Luís, nos anos 60. Foi um dos políticos que mais colecionou derrotas eleitorais, mas ninguém teve, na política do Maranhão, a sua persistência e teimosia. Deu certo e ainda vendeu uma marca: TRABALHO E HONESTIDADE.

Nessa análise não está nenhum juízo de valor a favor ou contra nenhum dos três líderes, inclusive porque elogio póstumo parece hipocrisia e crítica tardia se assemelha a covardia e ingratidão. Mas Braide está vivo e vou dar a minha humilde opinião.

É um jovem, como milhões de outros, o seu pai foi deputado estadual, mas nunca foi dono de feudos políticos, aqui, na ilha,  não tem o apoio dos poderes municipal e estadual, em Brasília, não pode ser caracterizado nem como um ideológico de direita ou de esquerda. A sua campanha é séria e austera e jamais poderá receber a acusação de crime eleitoral.

Foi derrotado na última eleição municipal, não se abateu, continuou o seu caminho e, inexplicavelmente, como um rastilho de pólvora, no asfalto quente, foi adentrando no coração do povo e fica quase impossível, alguém, em São Luís, desconhecer o nome Braide.

Não dá para explicar e eu, na vida médica diária, converso com meus pacientes, maioria decidida a votar nele, mas me espanta outra coisa: o número dos que afirmam votar em Braide, mas não conhecem o Braide. Não dá para entender, mas dá para constatar.

Como eleição é uma foto de um momento, um analista como eu jamais estaria no time imbecilizado do “já ganhou”, mas um fato tenho que reconhecer, o deputado Braide tem tudo para ser um líder popular de São Luís e aí a história nos dá outra lição: ninguém foi líder popular da ilha, para não voar mais alto.

Como na política não há tolos e nem inocentes, a classe política sabe que a minha análise é verdadeira e, desse conhecimento é que surgem os adversários do deputado Braide e ele sabe disso, afinal, é a vitória nas dificuldades o vestibular da liderança.

Em resumo, Braide é líder e caminha para juntar o seu nome à estatura popular de um Cafeteira, de um Castelo ou de um Jackson. No dizer do Bruno Henrique, do meu mengão, Braide “ESTÁ EM OUTRO PATAMAR”.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

OSBANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VI

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL VI

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Hoje tratarei de um bandido denominado mentira. Quando falo em mentira, entendo,  é claro, que todos podem mentir aqui e ali, agora, sempre mentir é doença, é  patológico, talvez merecendo internação e não precisa ir muito longe para encontrar um mentiroso e, para facilitar, elencarei alguns guetos onde fatalmente estará repleto de mentirosos: esquerdopatas, estadão e GLOBOLIXO.

Alguns exemplos de como eles são incorrigíveis. Eles gostam de inventar palavras de ordem, pouco explicativas, mas com objetivos definidos e se digo pouco explicativas é porque a mentira explicada piora, precisa de mais mentiras e, portanto, recorrem sempre a essas palavras e expressões de ocasião, para não terem que explicar.

Exemplificando: fascista, negacionista, genocida, homofóbico e terraplanista. Evidente que alguém pode ser uma ou outra dessas coisas, porém para a esquerda, tem um cara que carrega todos esses qualificativos. Quem seria ele, qual o seu nome? Bolsonaro.

Todo mundo pode ser essas coisas, sem, necessariamente, cometer crimes, do mesmo modo que posso ser hetero e, por escolha do celibato, nunca tocar em mulher nenhuma. E vou mais longe, ser hetero celibatário nada tem a ver com ter atração ou aversão às mulheres. É uma simples escolha, só isso.

Agora vou interpelar aos esquerdopatas: apontem uma, uma só, mesmo, atitude do governo Bolsonaro, ou do próprio Bolsonaro, que se enquadre nessas definições de fascista, negacionista, genocida, homofóbico e terraplanista?

Um presidente que respeita as instituições, mesmo quando essas não o respeitam, tendo o formidável apoio popular e mantém-se obediente aos limites constitucionais e institucionais, seria um facista?

Bolsonaro foi negacionista no covid, afirmam os pústulas! Êpa, tem alguma coisa errada. O governo federal queria suspender o carnaval e a esquerda, governadores e prefeitos negacionistas não aceitaram; queria dirigir uma política nacional de combate a epidemia, a esquerda negacionista, acoleada com o nefasto STF, impediu; mandou dinheiro, às burras, para governadores e prefeitos e, segundo estimativa da PF, 60% dos recursos estão sob suspeição, nesse caso, mais que negacionistas, são perfeitos ladrões.

Bolsonaro é um genocida! Aí já é demais. Para ser um genocida, o cara tem que matar muita gente, como, por exemplo, Mao Tsé- Tung, Stálin, Fidel Castro, Maduro, Pol Pot e outros governos esquerdistas. Como Bolsonaro não mata nem pinto de granja, como poderia ser genocida. Acho mesmo que os ladrões do covid são perfeitos genocidas, creio que mais da metade desses óbitos carimbados de covid, são óbitos da corrupção, mas como esses ladrões são predominantemente esquerdopatas, os seus colegas ideológicos não dão um pio sequer.

Bolsonaro é homofóbico! Quem suportou a chateação de um Jean Willis, sem espernear, sem chamá-lo de nenhum adjetivo ou substantivo preconceituoso, seria homofóbico? Talvez a esquerda, na sanha mentirosa, afirme que todos os heteros são homofóbicos e aí, eu e todos os resistentes heteros restantes, nessa pátria, estaríamos incluídos. Nesse caso, as vítimas da discriminação seríamos nós, os remanescentes corajosos da heterossexualidade.

Por fim, Bolsonaro é terraplaniosta! Essa palavra virou moda na esquerda e demonstra a imbecilidade e mentirosidade esquerdista. Mais ou menos assim, se você vota em Bolsonaro é terraplanista, se você acha Lula um ladrãozinho sem-vergonha, é terraplanista, se você é contra a liberação de maconha e cocaína, é terraplanista, se você defende os valores cristãos da família é terraplanista.

A pergunta para esse descarados esquerdistas é simples: que relação existe entre votar em Bolsonaro, não ser ladrão como o Lula, não fumar maconha e cheirar cocaína e achar que o Brasil está acima de tudo e Deus acima de todos, com o terraplanismo, ou seja, achar a terra plana.

Como tenho afirmado, os adversários de Bolsonaro, que chamo de “bandidos de Bolsonaro”, de tanto agredirem, mostram para o cidadão, mesmo os mais simples, que Bolsonaro está sendo perseguido, que é uma vítima, daí de vítima a mito, a distância é muito pequena e o sonho esquerdopata do impedimento, via STF/TSE/Congresso é cada vez mais impossível.

A realidade visível e previsível, em 2022, é taca, é bordoada desmoralizante na esquerdopatia.

Finalmente, por minha irritação, vou pedir perdão às famílias que leem o que escrevo, pedir perdão às minhas convicções cristãs, para soltar um grito preso, há muito tempo, em minha garganta: PUTA QUE PARIU, ESQUERDOPATAS, DEIXEM O BRASIL EM PAZ E DEIXEM ESSE GEN DE FDP!

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

A VICE DE BRAIDE

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Final das convenções partidárias e os times prontos para a largada eleitoral, em São Luís. O que faltava eram os vices e agora não mais faltam vices, todos estão revelados.

Qual seria mesmo o papel de um vice? Interessante, mas tudo se inicia com a escolha. Há vices que são escolhidos exatamente pela inexpressividade, ou para cumprir uma gratidão a alguém ou para dar um último cargo para alguém em final de carreira. Há vices que correspondem a composições políticas, às vezes tão bizarras, que titular e vice                    não possuem a capacidade de conversar, sozinhos, por dois minutos.

Há uma receita para vice? Não. Mas entendo duas coisas fundamentais. Primeiro, um bom vice deve ser de absoluta confiança do titular, segundo, o vice ideal nunca deve ser incômodo para o titular, caso não possa ajudá-lo, nunca atrapalhe.

Nessa campanha sou, com orgulho, um simples eleitor e votarei no candidato Eduardo Braide, mas pude acompanhar algumas articulações e posso afirmar que a escolha da professora Esmênia Miranda é bastante singular: decisão altaneira, sem conchavos e pessoal do deputado Braide. Tem tudo para dar certo, aliás, creio que deu certo.

Não farei aqui essa defesa insuportável de que a escolha de uma pessoa deve ser feita por cor, sexo, minoria, altura ou dimensão da circunferência abdominal. Não, nunca me filiarei a essa postura rasteira, pusilânime e esquerdopata, que alegra uma parte dessa sociedade doente.

Adoro as escolhas feitas baseadas no mérito e na competência e nesses critérios, mérito e competência, seguramente se insere a professora Esmênia Miranda, medidas exatamente por sua história de vida.

Você não aplaude o fato de ela ser mulher e negra? Poderia alguém me provocar. Claro que aplaudo, inclusive por ser fruto de um matriarcado e viver em um matriarcado, não há um homem, no mundo que entenda tanto o poder e importância da mulher, quanto eu.

Pela negritude, sou testemunha pessoal e genética, sou proveniente da senzala e conheci, ainda, minha bisavó Bonifácia, oriunda da Lei do Ventre Livre, na fazenda de Afonso Jansen, no Coroatá. Dá sempre uma alegria ver o sucesso de um negro.

Mas volto ao início e reitero que a negra e a mulher que se apresentam na professora Esmênia, só servem de modelos qualificativos meritórios pela cidadã correta que é a professora Esmenia Miranda, ademais, por sua história, representa muitos milhares de são-luisenses que, vindos com dificuldades, do interior, aqui se fixaram e aqui venceram.

Que nesse pleito, professora Esmenia Miranda, a senhora possa ser, mais uma vez, vitoriosa.

Parabéns, Eduardo Braide.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

 

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL V

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL V

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

Para você que não leu as quatro versões anteriores, uma explicação: Bolsonaro não tem bandidos no seu governo.  Mas estou falando de bandidos, sim, bandidos, nem sempre incursos no Código Penal, apesar de muitos estarem em múltiplos capítulos, porém alguns são bandidos na acepção extensiva de seus métodos espúrios e abomináveis.

Todos esses bandidos, tanto no sentido lato, quanto extensivos ajudam demais ao presidente Bolsonaro e não por determinação do Bozo, mas pelo cumprimento da Bíblia: “todas as coisas contribuem conjuntamente para o bem daqueles que amam a Deus…” (Romanos 8: 32). Afinal, o cara teima em dizer Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!

Hoje, o bandido V, é genérico: a esquerda. Não é fácil ser uma pessoa coerente, democrata e cristã sendo esquerdista. Incompatibilidade absoluta.

O maior etambém o mais gritante desconhecimento da esquerda é o conceito de democracia e darei umas tarefas, não para crianças do primeiro grau, porém para as elites esquerdopatas e esquerdofílicas das universidades brasileiras..

Mostre um só país comunista democrata? Mostre um país comunista com imprensa livre? Mostre um país comunista com liberdade religiosa? Mostre um país comunista em que o povo tenha plenitude no direito de ir e vir? Mostre um país comunista sem censura de opinião? Mostre um país comunista em que qualquer pessoa pode ameaçar de morte um presidente? Mostre um país comunista que tenha justiça independente? Mostre um só país comunista com plenitude de atividade parlamentar? Mostre um só país democrata que tenha um muro para impedir a saída de um seu cidadão?

As respostas a essas indagações já seriam suficientes para que nenhum brasileiro, por exemplo, seguisse ou admirasse esse diabólico ideário, mas, infelizmente, muitos continuam nesse deprimente estágio. A explicação religiosa é simples: coisa do capeta, mas apontarei outras razões para tal.

Esquerdopatas e esquerdofílicos não possuem, de fato, pátria, são apátridas, pois o que eles amam mesmo não é o Brasil, não é a França, não é a Argentina, porém o ideário marxista. São orgânicos e repetem as acusações e achincalhes em nível mundial. Não se emocionam com o hino nacional, mas desejam cantar a canção da internacional socialista, conforme já aconteceu, no Brasil, em falsas escolas do MST.

A resposta das indagações é um número bem conhecido, o zero. Não existe nenhum país comunista democrático, tampouco que o seu povo possa se dizer feliz.

Alguém imagina seriedade em uma pesquisa de opinião na Coréia do Norte, na Venezuela, em Cuba ou na China? Alguém acredita em qualquer estatística chinesa sobre covid? A veracidade dessas respostas será a mesma que uma nota de três reais, entretanto a infelicidade no comunismo é a mais cruel realidade.

Ah! Alguém pode me alertar: a esquerda é boa para Bolsonaro? Não o atrapalha? Não deseja a sua morte? Como pode beneficiar ao presidente Bolsonaro?

Simples. As escolhas inteligentes não são feitas entre as coisas perfeitas e imperfeitas, mas entre as melhores e piores. O presidente Bolsonaro, ao meu critério, é cheio de defeitos, inclusive fala demais, mas ao compará-lo com o passado esquerdopata, torna-se o mito.

Defende os verdadeiros valores da democracia, os princípios familiares, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, o amor à pátria, o respeito aos princípios da seriedade, tudo aquilo que  a esquerda tentou solapar.

Mas posso ser mais didático. A esquerda brasileira ensinou, com maestria, o valor do verbo ROUBAR e Bolsonaro, todo santo dia ensina o conceito da seriedade com a coisa pública, em outras palavras, digam tudo do Bozo, mas é impossível alcunhá-lo de LADRÃO.

No exemplo puro e simples, na história mundial, quando se escolhe o LADRÃO, Cristo é crucificado, nesse caso, o ladrão é a esquerda e o crucificado é o povo, portanto o melhor destino para o ladrão é a cadeia.

Precisa dizer mais alguma coisa?

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.

OS BANDIDOS DE BOLSONARO – VOL IV

(*) João Melo e Sousa Bentivi (**)

“O Brasil é terra boa, até para admirar

Tem matas, rios, garoa e em se plantando tudo dá

O diabo é ter uma esquerda, aliada de satanás

Trabalhando todo tempo pra nos botar para trás

Mas Deus olhando de cima, abençoou a nação

E disse aos brasileiros: sigam com o capitão”. (JMSB)

Já tratei de muitos bandidos, nessas postagens, e tenho dificuldade, repito, de encontrar o pior, a concorrência para o cinturão do mais diabólico é enorme: STF, LULADRÃO e imprensa.  A relação vai aumentar, entretanto todos se assemelham em uma coisa: melhoram a vida do Bolsonaro.

Hoje vou tratar do “bandido genocida”.  Essa é uma das acusações mais preferidas pelos esquerdopatas, contra o presidente, e eles imaginavam que ao massacrarem o presidente de maneira impiedosa, o presidente seria reconhecido por essa alcunha e estaria destruído. Lascaram-se!

Aliás, a acusação de genocida tem semelhança com aquela da suposta interferência de Bolsonaro na PF, coisa que ninguém acredita e ninguém mais fala e na matéria que postei, em 27 de julho, expliquei o que significava genocídio: do grego genos – tribo, raça e do latim cidio – matar. É o ato deliberado de extermínio da existência física de um povo, raça, grupos nacionais, étnicos ou religiosos. É um termo oriundo do pós-guerra, que, segundo a ONU, em 1946, seria “a recusa ao direito de existência de inteiros grupos humanos…”.

Evidente que Bolsonaro não se enquadra nessa definição, mas eu relatarei algumas atitudes de um determinado brasileiro e, ao final, você, leitor, dirá se está ou não enquadrado no conceito de genocídio.

Imaginem um Ministro da Saúde que, após mais de um ano de administração, ainda não tinha apresentado nenhum avanço expressivo nas políticas públicas de saúde, quando, de repente, irrompe a pandemia. O sujeito saca a fórmula de combate: fiquem todos em casa, não tome nenhum medicamento a não ser paracetamol, espere piorar em casa, aí volte a procurar um hospital, para, em insuficiência respiratória grave, ser entubado e, depois, morrer, para melhorar as estatísticas de prefeitos e governadores e, assim, aumentar o repasse do dinheiro, para ser gasto sem licitação, no paraíso diabólico do COVIDÃO.

Enquanto isso, os ricos e classe média faziam seus estoques de cloroquina, a ponto dessa droga faltar em toda rede de farmácias e os preços ficarem inflacionados e proibitivos. A falta da cloroquina, inclusive sonegada politicamente pelos administradores esquerdistas, matou somente pobres. É ou não é genocídio?

A desculpa era risível, se não fosse trágica: não há comprovação científica de cura.  Sim, não havia comprovação para nenhuma droga e, entre todas, a cloroquina era, de longe, a mais testada. Ah! A cloroquina pode matar! Sim, tudo em medicina pode matar, mas se o uso da cloroquina tivesse matado, a imprensa bandida teria noticiado e os únicos casos comprovados de morte por cloroquina foram no Amazonas, quando médicos irresponsáveis aplicaram-na em doses dez vezes maiores. Esses verdadeiros homicídios iatrogênicos não mereceram importância, devido a pusilanimidade ideológica dessa imprensa bandida e os mortos serem pessoas humildes.

Mas o tempo é o senhor da razão, de repente, a fatídica OMS se rende a cloroquina e a própria China Comunista, fabricante do vírus comunista, maior beneficiária financeira da pandemia afirma: USEM A CLOROQUINA.

Alguém saberia dizer, nesses mais de 100 mil óbitos brasileiros, quantos o foram pela sonegação da droga cloroquina, pelos Mandetas da vida, encastelados em estados e municípios? Aqui no Maranhão, quando alguns médicos descaradamente tentavam puxar saco do comunista dos Leões, em campanha contra a cloroquina, eu os desafiei: se você é contra, assine um documento dizendo que não aceita a droga, caso se contamine.

Sabem quantos responderam? Zero. Alguns esculhambavam nas suas redes e prescreviam para as suas famílias. Esses médicos, que assim o fizeram, são cúmplices de genocídio, mas antes são mesmo FDP, da estirpe de um tal UIP, que se curou e renegou a droga.

O tempo é o senhor da razão (repito) e quem mais se desmoralizou com o reconhecimento chinês da cloroquina foi o grupo esquerdopata, pegou uma severa bordoada: os chineses redimiram a cloroquina. O que falta é essa súcia é dizer: Bolsonaro tem razão. A imprensa bandida faz de conta que isso não é notícia, mas o povo se orgulha da atitude do seu presidente, que sempre, com todos os achincalhes, defendeu a cloroquina.

Nada, porém, apagará as milhares de mortes pela sonegação política da cloroquina, que foi uma atitude francamente genocida, cujo personagem master é um lixo chamado Mandeta.

Caso esses esquerdopatas tivessem o mínimo de discernimento cristão, estariam em desespero, mas Cristo e Deus não fazem parte do cardápio de pensares de um bom esquerdista. Porém isso não os livrará do castigo eterno. A propósito quero oferecer e instá-los a guardar o versículo de Mateus 25: 41: “mas o Rei ordenará aos que estiverem  à sua esquerda: malditos! Afastai-vos  de mim. Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.

Como dizem os padres (até os esquerdopatas), na missa: palavra do Senhor.

Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer      plataforma de comunicação.